Modalidades Terapêuticas para Fisioterapeutas

Autor(es): William E. Prentice
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Modalidades Terapêuticas para Fisioterapeutas, 4ª edição, destaca-se por apresentar  a teoria de forma bastante didática, facilitando a compreensão do assunto e, consequentemente, a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos. Essas características a tornam ideal para estudantes que estão se familiarizando com o assunto e também para profissionais que buscam informações sobre a melhor abordagem terapêutica para cada paciente.

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Capítulo 1 - A Ciência Básica das Modalidades Terapêuticas

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A Ciência Básica das Modalidades

Terapêuticas

William E. Prentice e Bob Blake

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: listar e descrever as diferentes formas de energia utilizadas com modalidades terapêuticas; classificar as várias modalidades de acordo com o tipo de energia utilizada por cada uma; analisar a relação entre comprimento de onda e frequência para energia eletromagnética; discutir o espectro eletromagnético e como várias modalidades que usam energia eletromagnética são relacionadas; explicar como as leis que governam os efeitos da energia eletromagnética se aplicam a diatermia, amplificação da luz por emissão estimulada de variação (laser, do inglês light amplification by simulated emission of radiation) e luz ultravioleta; discutir como as modalidades de energia térmica – termoterapia e crioterapia – transferem calor através de condução; explicar as várias maneiras em que a energia elétrica pode ser usada para produzir um efeito terapêutico; comparar e contrastar as propriedades de energia eletromagnética e sonora; explicar como a compressão intermitente, a tração e a massagem utilizam energia mecânica para produzir um efeito terapêutico.

 

Capítulo 2 - Utilizando Modalidades Terapêuticas no Processo de Cicatrização

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Utilizando Modalidades

Terapêuticas no Processo de Cicatrização

William E. Prentice

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: definir inflamação e seus sinais e sintomas associados; esclarecer como as modalidades terapêuticas devem ser utilizadas na reabilitação de várias condições; comparar os eventos fisiológicos associados com as diferentes fases do processo de cicatrização; formular um plano de como modalidades específicas podem ser utilizadas efetivamente durante cada fase de cicatrização e fornecer uma análise racional para o seu uso; identificar aqueles fatores que podem interferir no processo de cicatrização.

COMO O FISIOTERAPEUTA DEVE UTILIZAR AS

MODALIDADES TERAPÊUTICAS EM REABILITAÇÃO?

As modalidades terapêuticas, quando utilizadas de forma apropriada, podem ser ferramentas

1,2 extremamente úteis na reabilitação do paciente lesionado. Como qualquer outra ferramenta, sua eficácia é limitada pelo conhecimento, habilidade e experiência do fisioterapeuta que as utiliza. Para o fisioterapeuta competente, decisões sobre como e quando uma modalidade pode ser melhor incorporada devem ser baseadas em uma combinação de conhecimento teórico e experiência prática. Como fisioterapeuta, não se deve fazer o uso de modalidades terapêuticas aleatoriamente, nem se deve basear seu emprego naquilo que sempre foi feito antes.

 

Capítulo 3 - O Papel das Modalidades Terapêuticas na Cicatrização da Ferida Cutânea

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O Papel das Modalidades

Terapêuticas na

Cicatrização da

Ferida Cutânea

Pamela E. Houghton

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: explicar as ações celulares e fisiológicas das modalidades comumente utilizadas na cicatrização da ferida. Revisar a evidência de pesquisa clínica sobre a efetividade das modalidades para feridas com cicatrização retardada ou não cicatrizadas; descrever as técnicas de aplicação, os parâmetros de estímulo e os esquemas de tratamento comumente empregados ao se tratarem feridas crônicas com essas modalidades; rever indicações, contraindicações e riscos potenciais de cada uma das modalidades; utilizar a informação fornecida neste capítulo para selecionar a melhor modalidade para um tipo particular de ferida crônica.

INTRODUÇÃO

Os processos celulares e fisiológicos desencadeados pela lesão tecidual são, muitas vezes, divididos em três fases, a saber: fases de inflamação, de proliferação e de remodelamento (consultar o Capítulo 2). Brevemente, logo após a lesão, a perda sanguínea é minimizada pelas mudanças hemostáticas que envolvem uma cascata de eventos envolvendo a plaqueta que resulta em formação de coágulo de fibrina. Os mediadores químicos liberados pela plaqueta ativada e pelo trauma mecânico atraem leucócitos, incluindo macrófagos e neutrófilos, para o local da lesão onde eles saem dos vasos sanguíneos e entram no tecido lesionado. As atividades fagocíticas dessas células inflamatórias agem para debridar material necrótico e estranho presente no tecido danificado. Os leucócitos também liberam fatores de crescimento que têm potentes propriedades mitogênicas e quimioatrativas, que são responsáveis pela mediação da migração e proliferação de fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Os fibroblastos e as células endoteliais direcionam síntese de colágeno e angiogênese, respectivamente, e migração e proliferação de células epiteliais resultam na formação de uma nova barreira epidérmica. Durante a fase de remodelamento final, o turnover e a reorganização de colágeno e de outros componentes da matriz extracelular otimizam a integridade e a força do tecido e ajudam a prevenir uma futura quebra da ferida.

 

Capítulo 4 - Tratamento da Dor com Modalidades Terapêuticas

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Tratamento da Dor com Modalidades

Terapêuticas

Craig R. Denegar e William E. Prentice

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: comparar os vários tipos de dor e avaliar seus efeitos positivos e negativos. escolher uma técnica para avaliar a dor; analisar as características dos receptores sensoriais; examinar como o sistema nervoso retransmite informação sobre estímulos dolorosos; distinguir os diferentes mecanismos neurofisiológicos de controle da dor para as modalidades terapêuticas utilizadas pelos terapeutas; predizer como a percepção da dor pode ser modificada por fatores cognitivos.

ENTENDIMENTO SOBRE A DOR

A International Association for the Study of Pain (Associação Internacional para o Estudo da

Dor) define dor como “uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano

1 real ou potencial ao tecido ou descrita com relação a tal dano”. A dor é uma sensação subjetiva com mais de uma dimensão e com abundância de descritores de suas qualidades e características.

 

Capítulo 5 - Princípios Básicos da Eletricidade e de Correntes de Estimulação Elétrica

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Princípios Básicos da Eletricidade e de Correntes de

Estimulação Elétrica

Daniel N. Hooker e Wiliam E. Prentice

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: definir a terminologia mais comum relacionada à eletricidade; diferenciar correntes monofásicas, bifásicas e pulsadas; categorizar várias formas de onda e características de pulsação; contrastar os vários tipos de modulação de corrente; discriminar disposições de circuito em série e paralelos; explicar o fluxo de corrente através de vários tipos de tecido biológico; explicar as respostas celulares musculares, nervosas e não excitatórias à estimulação elétrica; discutir os vários parâmetros de tratamento, incluindo frequência, intensidade, duração e polaridade que devem ser considerados com correntes de estimulação elétrica; diferenciar as várias correntes que podem ser selecionadas em muitos geradores modernos, incluindo de alta voltagem, bifásica, microcorrente, Russa, interferencial, interferencial pré-modulada e de baixa voltagem; comparar técnicas para modulação da dor por meio do uso de neuroestimuladores elétricos transcutâneos; criar um ambiente seguro ao utilizar o equipamento elétrico.

 

Capítulo 6 - Iontoforese

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Iontoforese

William E. Prentice

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: k diferenciar iontoforese e fonoforese; k explicar os mecanismos básicos da transferência de íons; k estabelecer procedimentos e técnicas de aplicação de iontoforese específicos; k identificar os diferentes íons mais comumente utilizados na iontoforese; k escolher as aplicações clínicas apropriadas para se empregar uma técnica de iontoforese; k estabelecer precauções e preocupações para a utilização do tratamento com iontoforese.

Iontoforese é uma técnica terapêutica que envolve a introdução de íons dentro dos tecidos cor1 porais por meio de uma corrente elétrica contínua. Originalmente chamada de transferência de íons, ela foi descrita pela primeira vez por LeDuc em 1903 como uma técnica de transporte de substâncias químicas através de uma membrana utilizando-se corrente elétrica como força

2 motriz. Desde então, o uso e a popularidade da iontoforese têm variado. Recentemente, tem sido dada nova ênfase sobre a iontoforese e ela tem se tornado uma técnica comumente utilizada em cenários clínicos. A iontoforese tem várias vantagens como uma técnica de tratamento visto que ela é uma técnica não invasiva, estéril e indolor para introduzir íons específicos dentro de um

 

Capítulo 7 - Biofeedback

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Biofeedback

Wiliam E. Prentice

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: definir biofeedback e identificar seus usos em um cenário clínico; contrastar os vários tipos de instrumentos de biofeedback; explicar fisiologicamente como a atividade elétrica gerada por uma contração muscular pode ser medida utilizando-se um eletromiógrafo (EMG); desmembrar como a atividade elétrica colhida pelos eletrodos

é amplificada, processada e convertida a uma informação significativa pela unidade de biofeedback; diferenciar entre feedback visual e de áudio; realçar a disposição do equipamento e as aplicações clínicas para o biofeedback.

Biofeedback eletromiográfico é uma modalidade que aparentemente está aumentando em popularidade nos cenários clínicos. Ele é um procedimento terapêutico que emprega instrumentos eletrônicos ou eletromecânicos para se medir, processar e fornecer com precisão um feedback,

1 reforçando a informação via sinais visuais ou de áudio. Na prática clínica, ele é utilizado para se auxiliar o paciente a desenvolver um controle voluntário maior em termos de relaxamento neu32 romuscular ou reeducação muscular após a lesão.

 

Capítulo 8 - Princípios de Avaliação e Teste Eletrofisiológico

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Princípios de Avaliação e Teste Eletrofisiológico

John Halle e David Greathouse

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: definir e descrever a base anatômica e fisiológica do teste eletrofisiológico

(condução neural e estudos eletromiográficos [EMG]); em um paciente com disfunção neuromuscular, avaliar a conveniência de solicitar teste eletrofisiológico clínico (condução neural e estudos eletromiográficos) e descrever a informação adicional específica que poderia ser fornecida por este teste, se solicitado; descrever o papel básico de cada uma das seguintes peças de equipamento no teste eletrofisiológico de rotina: eletrodos (agulha, referência e terra), amplificadores diferenciais, osciloscópio, caixas de som, estimulador, unidade de processamento eletrofisiológica e impressora; discutir porque os estudos de condução nervosa (ECN) avaliam as fibras sensoriais e motoras em um nervo, a informação obtida desses testes e a razão de os estudos sensoriais serem avaliados em microvolts, enquanto os estudos motores são avaliados em milivolts; explicar o papel da latência, forma, amplitude e velocidade de condução nervosa (VCN) em um ECN. Nessa explanação, comparar e contrastar a informação fornecida pelos achados normais e anormais; descrever fisiologicamente um “estudo de condução central”

 

Capítulo 9 - Crioterapia e Termoterapia

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Crioterapia e

Termoterapia

William E. Prentice

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Após o término deste capítulo, o estudante será capaz de: explicar por que a crioterapia e a termoterapia são mais bem classificadas como modalidades de energia térmica; diferenciar entre os efeitos fisiológicos do calor e do frio terapêuticos; descrever as técnicas de termoterapia e crioterapia; categorizar as indicações e contraindicações para crioterapia e termoterapia; selecionar as modalidades de energia condutiva mais efetivas para um determinado diagnóstico clínico; explicar como o fisioterapeuta pode utilizar as modalidades de energia condutiva para reduzir a dor.

Das modalidades terapêuticas discutidas neste capítulo, talvez nenhuma seja mais comumente utilizada do que as modalidades de calor e frio. Conforme indicado no Capítulo 1, a região infravermelha do espectro eletromagnético fica entre a diatermia e as porções de luz visível do espectro em termos de comprimento de onda e frequência. Há confusão sobre a relação entre energia eletromagnética e energia térmica condutiva associada à região infravermelha. Tradicionalmente, é correto pensar nas modalidades infravermelhas como aquelas modalidades cujo mecanismo primário de ação é a emissão de radiação infravermelha para aumentar as temperatu1,2 ras teciduais. Objetos quentes emitem radiação infravermelha. Porém, a quantidade de energia infravermelha que é irradiada desses objetos é insignificante. Essas modalidades operam por condução de energia de calor, portanto elas são mais bem descritas como modalidades de energia térmica condutiva. As modalidades de energia térmica condutiva são utilizadas para se produzir aquecimento ou resfriamento local e ocasionalmente generalizado dos tecidos superficiais.

 

Capítulo 10 - Ultrassom Terapêutico

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Ultrassom Terapêutico

David O. Draper e William E. Prentice

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Após o término deste capítulo, o estudante de fisioterapia será capaz de: analisar a transmissão de energia acústica nos tecidos biológicos em relação ao formato de onda, frequência, velocidade e atenuação; analisar a física básica envolvida na produção de um feixe de ultrassom terapêutico; comparar os efeitos fisiológicos térmicos e não térmicos do ultrassom terapêutico; avaliar as técnicas específicas de aplicação de ultrassom terapêutico e como elas podem ser modificadas para se atingirem os objetivos do tratamento; escolher os usos mais adequados e clinicamente efetivos para o ultrassom terapêutico. Explicar a técnica e a aplicação clínica da fonoforese; identificar as contraindicações e as precauções que devem ser observadas em relação ao ultrassom terapêutico.

Na comunidade médica, o ultrassom é uma modalidade utilizada para inúmeros objetivos, incluindo diagnóstico, destruição de tecido e como agente terapêutico. O ultrassom diagnóstico

 

Capítulo 11 - Terapia por Ondas de Choque Extracorpórea

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Terapia por Ondas de

Choque Extracorpórea

Charles Thigpen

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante será capaz de: descrever as características mecânicas das ondas de choque extracorpóreas; identificar as patologias musculoesqueléticas que podem se beneficiar da terapia por ondas de choque extracorpórea; discutir os efeitos celulares da terapia por ondas de choque extracorpórea sobre o osso e tendões; discutir porque esses efeitos podem ser benéficos a estes tecidos.

HISTÓRIA DA TERAPIA POR ONDAS

DE CHOQUE EXTRACORPÓREA (TOC)

As ondas de choque terapêuticas foram primeiro introduzidas na medicina, há mais de 20 anos, para o tratamento de pedras nos rins. As ondas de choque desde então se tornaram a opção de tratamento primária para cálculos biliares e salivares. Mais recentemente, a terapia por ondas de choque extracorpórea tem sido utilizada para o tratamento de condições musculoesqueléticas,

33 como epicondilite lateral e fasciite plantar nos Estados Unidos (Figura 11.1).

 

Capítulo 12 - Diatermia por OndasCurtas e Micro-Ondas

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Diatermia por Ondas

Curtas e Micro-Ondas

William E. Prentice e David O. Draper

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Após o término deste capítulo, o estudante será capaz de: k avaliar como as diatermias podem ser utilizadas em cenário clínico; k explicar os efeitos fisiológicos da diatermia; k fazer a diferenciação entre técnicas de diatermia por ondas curtas de capacitância e indutância e identificar os eletrodos associados; k comparar as técnicas de tratamento para a diatermia por ondas curtas pulsadas e contínuas; k demonstrar a montagem do equipamento e a técnica de tratamento para a diatermia por micro-ondas; k discutir as várias aplicações e indicações clínicas para o uso de diatermia por ondas curtas contínuas, ondas curtas pulsadas e por micro-ondas; k identificar as precauções de tratamento para a utilização de diatermias; k analisar a taxa de aquecimento e por quanto tempo o músculo conserva o calor gerado a partir de um tratamento de diatermia por ondas curtas; k comparar e contrastar a diatermia e o ultrassom como agentes de aquecimento profundo.

 

Capítulo 13 - Tratamento com Laserde Baixa Potência

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Tratamento com Laser de Baixa Potência

Ethan Saliba e Susan Foreman-Saliba

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Após o término deste capítulo, o estudante será capaz de: identificar os diferentes tipos de lasers; explicar os princípios físicos utilizados para se produzir luz laser; comparar as características dos lasers de baixa potência de hélio-neônio e arseneto de gálio AuAg; analisar as aplicações terapêuticas do laser na cicatrização de feridas e de tecidos moles, na redução do edema, na inflamação e na dor; demonstrar as técnicas de aplicação do laser de baixa potência; descrever a classificação dos lasers; incorporar as medidas de segurança no uso dos lasers; estar consciente das precauções e contraindicações para os lasers de baixa potência.

Laser é um acrônimo que significa light amplification of stimulated emissions of radiation (amplificação da luz por estimulação da emissão de radiação).

Apesar da imagem apresentada em filmes de ficção científica, os lasers oferecem valiosas aplicações nos campos industrial, militar, científico e médico. Einstein, em 1916, foi o primeiro a postular os teoremas que conceitualizam o desenvolvimento dos lasers. O primeiro trabalho feito com radiação eletromagnética amplificada tratava de amplificação de micro-ondas por estimulação da emissão de radiação (masers). Em 1955, Townes e Schawlow mostraram que era possível produzir emissão estimulada de micro-ondas além da região óptica do espectro eletromagnético.

 

Capítulo 15 - Aparelhos de Compressão Intermitente

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Aparelhos de

Compressão

Intermitente

Daniel N. Hooker

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Após o término deste capítulo, o estudante será capaz de: avaliar a eficácia da compressão externa no acúmulo e na absorção de edema após uma lesão esportiva; descrever o procedimento de ajuste para compressão externa intermitente; reconhecer os efeitos que a mudança de um parâmetro pode ter sobre a redução do edema; rever as aplicações clínicas para utilização de aparelhos de compressão intermitente.

O acúmulo de edema após traumatismo é um dos sinais clínicos que merecem atenção considerável em programas de primeiros socorros e de reabilitação terapêutica. O edema é definido como a presença de quantidades anormais de líquido nos espaços de tecidos extracelulares do corpo. A compressão intermitente é uma das modalidades clínicas utilizadas para auxiliar na redução do acúmulo de edema.

Dois tipos distintos de edema tecidual estão geralmente associados à lesão. Um dos tipos é o edema articular, marcado pela presença de sangue e líquido articular acumulados dentro da cápsula articular. Esse tipo de edema ocorre imediatamente após a lesão de uma articulação. O edema articular, em geral, está dentro da cápsula articular e tem o aspecto e a textura de um balão de água. Se o edema for pressionado, o líquido se movimenta, mas retorna imediatamente após a liberação da pressão.

 

Capítulo 16 - Massagem Terapêutica

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Massagem Terapêutica

Wiliam E. Prentice

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Após a conclusão deste capítulo, o estudante de fisioterapia estará apto a: discutir os efeitos fisiológicos da massagem fazendo a diferenciação entre efeitos reflexivos e mecânicos; aplicar as diretrizes e considerações de tratamento específicas ao administrar a massagem; demonstrar os vários movimentos envolvidos na massagem de Hoffa Clássica; descrever a massagem no tecido conectivo; explicar como a massagem nos pontos-gatilhos é mais efetivamente utilizada; explicar como a liberação miofascial pode ser utilizada para se restaurarem os padrões de movimento funcionais normais; explicar como técnicas de tensão/contratensão, liberação posicional e liberação ativa podem ser utilizadas para tratar pontos-gatilhos miofasciais; contrastar as técnicas de massagem especiais, incluindo Rolfing e Trager.

EFEITOS FISIOLÓGICOS DA MASSAGEM

A massagem é uma estimulação mecânica dos tecidos por meio de pressão ritmicamente apli1 cada e alongamento. No decorrer dos anos, muitas alegações têm sido feitas em relação aos benefícios terapêuticos da massagem nos pacientes, embora poucos sejam com base em estu2–11 dos cuidadosamente controlados e projetados. Os pacientes têm utilizado a massagem para aumentar a flexibilidade e coordenação, bem como para aumentar seu limiar à dor; diminuir a excitabilidade neuromuscular no músculo massageado; estimular a circulação, melhorando, assim, o transporte de energia ao músculo; facilitar a cicatrização e restaurar a mobilidade articu3,6,12–16,112,114

 

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