Microeconomia, 2ª edição

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Esta obra oferece recursos para que o estudante seja capaz de utilizar as diversas ferramentas de análise econômica disponíveis atualmente. Ao longo do livro, são estabelecidas ligações entre as teorias econômicas e eventos da vida cotidiana para orientar o leitor no desenvolvimento de seu raciocínio microeconômico._x000D_
Os autores oferecem dados de pesquisas, exemplos, casos, exercícios e problemas, resumos ao final de cada capítulo, bem como recursos gráficos elaborados para que o leitor possa desenvolver e aplicar as ferramentas de análise econômica às situações reais. _x000D_
Livro-texto para as disciplinas Microeconomia e Teoria Microeconômica dos cursos de Economia e Administração. Leitura para aperfeiçoamento e aplicação profissional._x000D_
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21 capítulos

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Capítulo 1 - Aventuras na microeconomia

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Aventuras na microeconomia

1.1 Microeconomia (e o que ela pode nos ensinar sobre Rosa e Lauren)

1.2 Este livro (e como Rosa e Lauren o veriam)

É manhã nas montanhas da Selva Alta no Peru, e o sol já brilha há algumas horas.

Rosa Valencia olha, com admiração, para a plantação de café que vem cultivando.

Os frutos da plantação de café, chamados de cerejas em razão da coloração vermelha que assumem quando amadurecem, estão prontos para serem colhidos. Os operários que trabalham para Rosa fazem a colheita manualmente e conduzem os frutos até o local no qual serão processados. Lá, outros operários separam as cerejas e removem a polpa dos frutos, de modo a expor as duas sementes – os grãos de café – dentro da fruta. Os grãos são lavados e preparados para secagem e torrefação.

Naquela mesma manhã cerca de 8.000 quilômetros dali, em Seattle, lar da Starbucks,

Lauren Russell enfrenta um problema de física. Ela está em sua cafeteria favorita, uma loja fora do campus, para o seu intervalo matinal. Em cima da mesa, próximo ao livro de estudos, está seu habitual cappuccino desnatado. A cada momento, entre os cálculos, Lauren toma um gole e desfruta do profundo e rico sabor do café.

 

Capítulo 2 - Oferta e demanda

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Oferta e demanda

2.1 Mercados e modelos

2.2 Demanda

2.3 Oferta

2.4 Equilíbrio de mercado

2.5 Elasticidade

2.6 Conclusão

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Há séculos, a corrida pelo ouro tem levado as pessoas a extremos. Grande parte da exploração inicial das Américas foi subsidiada pela busca do ouro. Séculos depois, a descoberta de ouro na serraria Sutter’s Mill em Coloma, Califórnia, em 1848, desencadeou uma corrida pelo ouro que levou 300.000 homens, mulheres e crianças a migrar para a Califórnia, transformando São Francisco de aldeia esquecida em uma cidade próspera.

Em anos recentes, a busca pelo ouro adquiriu um sabor decididamente moderno.

Pode surpreender você o fato de saber que um total de 400.000 trabalhadores chineses atualmente passa seus dias na busca por ouro. Mas eles não estão peneirando o ouro em um córrego ou trabalhando em uma mina de ouro. Em vez disso, estão sentados em frente à tela de seus computadores, conectados em jogos eletrônicos, como Guild

 

Capítulo 3 - Utilizando oferta e demanda para analisar mercados

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Utilizando oferta e demanda para analisar mercados

3.1 Excedente do consumidor e excedente do produtor: quem se beneficia em um mercado?

3.2 Regulações de preços

3.3 Regulações de quantidades

3.4 Impostos

3.5 Subsídios

3.6 Conclusão

Governos geralmente decretam políticas que afetam o modo como os mercados operam. O propósito dessas políticas pode ser atender a um distrito eleitoral específico, fazer crescer receitas necessárias oriundas de impostos ou (conforme veremos no Capítulo 17) corrigir alguma falha do mercado. Por exemplo, todas as vezes que o preço do gás sobe acima do nível de tolerância do público, alguns políticos demandam um teto para esse preço (ou, pelo menos, algum tipo de investigação). A julgar pelas pesquisas de opinião que são habitualmente realizadas nessas ocasiões, essa política parece uma boa ideia para muitas pessoas. Será que elas estão certas? Se as mudanças nas condições de mercado são resultado de intervenções do governo no mercado ou de mudanças em qualquer dentre os inúmeros fatores que afetam a oferta, a demanda ou ambas conjuntamente, podemos então utilizar a análise da oferta e da demanda para deduzir não somente o que ocorre com o preço e a quantidade, mas também quem se beneficia, ou perde, e em que montante.

 

Capítulo 4 - Comportamento do consumidor

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Comportamento do consumidor

4.1 As preferências do consumidor e o conceito de utilidade

4.2 Curvas de indiferença

4.3 A renda do consumidor e a restrição orçamentária

4.4 Combinando utilidade, renda e preços: o que o consumidor vai consumir?

4.5 Conclusão

A empresa coreana de produtos eletrônicos Samsung fabrica smartphones. Na corrida dos preparativos para o período de festas de final de ano, ela precisa acrescentar novas funcionalidades à nova versão de seu dispositivo Galaxy para que possa ter um ano de grandes vendas. As funcionalidades que a Samsung incluirá dependerão bastante das preferências do consumidor: quanto tempo ele precisa que dure a bateria, quanto de memória ele pode utilizar, o tipo de câmera que deseja, quanto pagará por uma tela mais ampla e assim por diante. Somente descobrindo as respostas para essas perguntas a Samsung será capaz de sair vitoriosa no mercado de vendas.

Este capítulo trata de uma pergunta importante: de que maneira os consumidores decidem sobre quais produtos (e quanto de cada um deles) comprar? A resposta para esta pergunta simples é o componente essencial para a curva de demanda no modelo básico de oferta e demanda, e compreender o comportamento do consumidor é uma ferramenta incrivelmente poderosa com enorme número de potenciais aplicações.

 

Capítulo 5 - Demanda do indivíduo e demanda de mercado

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Demanda do indivíduo e demanda de mercado

5.1 Como variações na renda afetam as escolhas de consumo de um indivíduo

5.2 Como variações no preço afetam as escolhas de consumo

5.3 Decompondo respostas do consumidor a variações no preço em efeito renda e efeito substituição

5.4 O impacto de variações no preço de outro bem: substitutos e complementares

5.5 Combinando curvas de demanda dos indivíduos para obter a curva de demanda do mercado

5.6 Conclusão

No Capítulo 4, aprendemos o básico sobre o modo como os consumidores fazem escolhas: preferências (inseridas na função utilidade do consumidor e as suas curvas de indiferença associadas), bem como renda e preços de mercado (ambos inseridos na restrição orçamentária do consumidor) se combinam no sentido de definir a cesta de bens que maximize a utilidade para o consumidor. Variações nas preferências são refletidas no formato das curvas de indiferença, e variações na renda e nos preços são refletidas na localização e na inclinação da restrição orçamentária.

 

Capítulo 6 - Comportamento do produtor

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Comportamento do produtor

6.1 Princípios básicos da produção

6.2 Produção no curto prazo

6.3 Produção no longo prazo

6.4 O problema da minimização de custos da firma

6.5 Retornos de escala

6.6 Mudança tecnológica

6.7 O caminho de expansão da firma e a curva do custo total

6.8 Conclusão

No início do Capítulo 4, imaginamos ser executivos na Samsung tentando desenvolver o novo smartphone Galaxy para o mercado, e decidindo quais funcionalidades acrescentar de modo que os consumidores teriam desejo de comprá-lo. Agora, suponha que você realizou sua análise de mercado e selecionou as funcionalidades mas, agora, deve produzir o telefone. Que quantidade você deseja produzir? Qual combinação de insumos você vai utilizar para fazer isso? Qual o tamanho da fábrica? Quantos empregados? Que quantidade de vidro? Quanto irá custar? Suponha que o novo Galaxy venha a ser um sucesso ainda maior do que você previu e você deseje acelerar a produção. Caso não consiga facilmente ajustar o tamanho de sua fábrica, o tamanho dela limitará sua capacidade de produzir mais unidades contratando mais empregados?

 

Capítulo 7 - Custos

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Custos

7.1 Custos que importam para a tomada de decisão: custos de oportunidade

7.2 Custos que não importam para a tomada de decisão: custos irrecuperáveis

(ou custos afundados)

7.3 Custos e curvas de custo

7.4 Custo médio e custo marginal

7.5 Curvas de custo de curto prazo e de longo prazo

7.6 Economias no processo de produção

7.7 Conclusão

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A Ryanair é uma das companhias aéreas de maior porte e com mais rápido crescimento no mundo. Começou a voar em 1985 e, depois de um período conturbado com problemas financeiros em 1990, encontrou sua chave para o sucesso construindo uma estrutura de custos tão baixa que seus clientes europeus, acostumados a companhias aéreas nacionais caras e deselegantes, começaram a voar com a Ryanair por todo o continente. O tráfego aéreo total de passageiros da Ryanair cresceu em um fator de

22 entre 1997, quando inaugurou rotas fora da Irlanda e do Reino Unido, e 2013. Nos cinco anos de 2008 a 2013 somente, o número de passageiros que a Ryanair conduziu cresceu em 23 milhões. Colocado em perspectiva, esse número adicional de passageiros equivale a cerca de um terço de todo o tráfego de companhias aéreas em 2013 no congestionado aeroporto de Heathrow, em Londres.

 

Capítulo 8 - Oferta em um mercado competitivo

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Oferta em um mercado competitivo

8.1 Estruturas de mercado e concorrência perfeita no curto prazo

8.2 Maximização do lucro em um mercado perfeitamente competitivo

8.3 Concorrência perfeita no curto prazo

8.4 Setores perfeitamente competitivos no longo prazo

8.5 Excedente do produtor: renda econômica e lucro econômico

8.6 Conclusão

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Criar frangos em áreas urbanas é uma nova tendência entre os adeptos de alimentação produzida localmente. Suponha que Ty seja um fazendeiro urbano aspirante e tenha que decidir sobre quantos frangos criar em seu quintal. Pode ser que ele mesmo venha a comer alguns dos ovos e ocasionalmente um frango, mas planeja vender a maior parte de sua produção nos mercados locais. Essencialmente, Ty está criando uma firma, e está enfrentando as mesmas decisões que qualquer firma enfrenta no que se refere a produção. A quantidade de frangos que Ty crie não afetará perceptivelmente a oferta total de ovos ou de frangos no mercado. Nem tampouco as dezenas de milhares de pessoas criam galinhas em seus quintais, mas existem também fazendas de grande porte que fornecem frangos para o mercado. No entanto, a quantidade de frangos que Ty venha a criar irá afetar seus lucros. Sendo assim, como deveria Ty – ou qualquer firma – tomar decisões relacionadas com a produção?

 

Capítulo 9 - Poder de mercado e monopólio

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Poder de mercado e monopólio

9.1 Fontes do poder de mercado

9.2 Poder de mercado e receita marginal

9.3 Maximização do lucro para uma firma com poder de mercado

9.4 Como uma firma com poder de mercado responde a mudanças no mercado

9.5 Os vencedores e os perdedores do poder de mercado

9.6 Governos e poder de mercado: regulamentação, antitruste e inovação

9.7 Conclusão

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Se você estivesse no mercado buscando um computador do tipo tablet quando o iPad foi lançado, ele seria sua única opção. Ele nem vinha com opção de cores.

A Apple não poderia estar mais feliz. Tinha apresentado um produto fantasticamente popular, as pessoas estavam literalmente fazendo filas para comprar o iPad e a empresa era, mais ou menos, a única opção no mercado. Outras empresas de tecnologia começaram a apressar a fabricação e a distribuição de seus tablets, mas ainda levaria tempo. Também foi necessário um aporte considerável de persuasão para convencer muitos aspirantes a proprietários de iPads a abrir mão de seus planos e comprar um produto diferente quando outros tablets ficaram disponíveis.

 

Capítulo 10 - Estratégias de fixação de preços para firmas com poder de mercado

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Estratégias de fixação de preços para firmas com poder de mercado

10.1 Os princípios básicos da estratégia de fixação de preços

10.2 Discriminação de preços direta I: discriminação de preços perfeita/de primeiro grau

10.3 Discriminação de preços direta II: segmentação/ discriminação de preços de terceiro grau

10.4 Discriminação de preços de segundo grau/indireta

10.5 Venda em pacote

10.6 Estratégias avançadas de fixação de preços

10.7 Conclusão

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Sem dúvida, você já deve ter observado muitos lugares nos quais consegue receber descontos de preço caso apresente sua carteira de estudante. Bens habitualmente passíveis de desconto incluem ingressos de cinema, roupas na livraria do campus universitário, mensalidade em academias de ginástica, passagens de trem e, algumas vezes, aparelhos telefônicos e até mesmo equipamentos de informática.

É gentileza da parte dessas empresas conceder um desconto no preço enquanto você está completando sua formação educacional. Formação de nível superior não é uma coisa barata, e cada pouquinho ajuda. A generosidade dos vendedores deve dizer alguma coisa sobre o valor que eles imputam ao fato de todas as pessoas receberem uma boa educação. Certo?

 

Capítulo 11 - Concorrência imperfeita

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Concorrência imperfeita

11.1 O que significa equilíbrio em um oligopólio?

11.2 Oligopólio com bens idênticos: conluio e cartéis

11.3 Oligopólio com bens idênticos: a concorrência de Bertrand

11.4 Oligopólio com bens idênticos: a concorrência de Cournot

11.5 Oligopólio com bens idênticos, mas com um primeiro a se mover: a concorrência de

Stackelberg

11.6 Oligopólio com bens diferenciados: a concorrência de

Bertrand

11.7 Concorrência monopolística

11.8 Conclusão

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Em capítulos anteriores, estudamos as duas extremidades do espectro do poder de mercado: concorrência perfeita e monopólio. Na concorrência perfeita, uma firma não tem qualquer poder de mercado dado que é apenas uma dentre muitos produtores no mercado, o preço declina em direção ao custo marginal e o total da produção

é ligeiramente alto. Em um monopólio, uma firma tem poder de mercado uma vez que é o único produtor de determinado bem no mercado, o preço é maior do que o custo marginal e o total da produção é mais baixo. Aprendemos, também, sobre as inúmeras estratégias de fixação de preços que as firmas com poder de mercado podem utilizar para conquistar maior lucro econômico.

 

Capítulo 12 - Teoria dos Jogos

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Teoria dos Jogos

12.1 O que é um jogo?

12.2 Equilíbrio de Nash em jogos de um período

12.3 Jogos repetidos

12.4 Jogos sequenciais

12.5 Movimentos estratégicos, credibilidade e compromisso

12.6 Conclusão

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Quando a Amazon trouxe pela primeira vez ao mercado seu dispositivo de leitura de livros eletrônicos, o Kindle, ela definiu em 9,99 dólares o preço dos livros, abaixo do valor de royalties que tinha de pagar aos editores. Analistas imaginaram que o plano da Amazon era perder dinheiro nos livros a fim de vender maior quantidade de dispositivos Kindle com margens de lucro mais altas. No entanto, conforme discutimos no quadro Excentricidades na Economia do Capítulo 11, a

Apple, logo depois disso, lançou o iPad, equipado com seu próprio leitor de livros eletrônicos além de muitas outras funcionalidades. A concorrência entre os dispositivos fez com que a Amazon reduzisse significativamente o preço de seu Kindle.

 

Capítulo 13 - Mercados de fatores

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Mercados de Fatores

13.1 Demanda em um mercado de fatores perfeitamente competitivo

13.2 Oferta em um mercado de fatores perfeitamente competitivo

13.3 Equilíbrio no mercado de mão de obra

13.4 O mercado de mão de obra no longo prazo

13.5 Outros mercados de fatores perfeitamente competitivos

13.6 Mercados de fatores imperfeitamente competitivos: monopsônio, um monopólio na demanda por fatores

13.7 Mercados de fatores imperfeitamente competitivos: monopólio na oferta de fatores

13.8 Monopólio bilateral

13.9 Conclusão

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No Capítulo 6, vimos o modo pelo qual firmas como a Samsung escolhem a combinação entre insumos de mão de obra e capital que utilizam para gerar o nível de produção desejado. Sabemos que, considerando os preços de mão de obra e capital e sua respectiva função produção, uma firma minimiza seus custos de produção contratando a combinação de insumos que iguale a taxa marginal de substituição técnica

 

Capítulo 14 - Investimento, tempo e seguro

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Investimento, tempo e seguro

14.1 Análise do valor presente com taxa de desconto

14.2 Avaliando opções de investimento

14.3 A taxa de juros correta a utilizar e mercados de capitais

14.4 Avaliando investimentos com risco

14.5 Incerteza, risco e seguro

14.6 Conclusão

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Ao final de maio de 2012, a espaçonave Dragon C2 fez história ao acoplar-se com a Estação

Espacial Internacional. Esta foi a primeira vez em que uma empresa privada, e não uma empresa governamental, foi capaz de lançar e colocar em órbita uma espaçonave e atracá-la com uma estação espacial. SpaceX, a empresa que construiu tanto a Dragon quanto seu veículo de lançamento, o foguete Falcon 9, teve uma despesa contabilizada de $ 1,2 bilhão para alcançar essa marco histórico. O sucesso da missão fez com que a NASA concedesse mais de $ 1 bilhão em contratos com a SpaceX para conduzir outras missões.

A teoria econômica que baseia a decisão inicial da SpaceX no sentido de projetar e construir a Dragon e o Falcon contém duas características importantes que estiveram de fora de nossas análises até este ponto. A primeira delas é o elemento do tempo.

 

Capítulo 15 - Equilíbrio geral

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Equilíbrio geral

15.1 Efeitos do equilíbrio geral em ação

15.2 Equilíbrio geral: equidade e eficiência

15.3 Eficiência em mercados: eficiência na troca

15.4 Eficiência em mercados: eficiência dos insumos

15.5 Eficiência em mercados: eficiência na produção

15.6 Mercados, eficiência e os teoremas do bem-estar

15.7 Conclusão

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Em meados da década de 2010, China, Índia e outros mercados emergentes na Ásia cresceram vertiginosamente. Com esse crescimento, veio uma demanda insaciável por todo tipo de commodities como petróleo e gás natural. Exatamente no momento em que dispararam os preços do petróleo, as empresas exploradoras de petróleo na América do Norte descobriram novos meios de extrair o petróleo por meio do

“monitoramento”, e as regiões produtoras de petróleo no Canadá e Estados Unidos começaram a se expandir consideravelmente à medida que passaram a vender volumes cada vez maiores de petróleo por preços cada vez mais altos.

 

Capítulo 16 - Informações assimétricas

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Informações assimétricas

16.1 O problema dos limões e seleção adversa

16.2 Risco moral

16.3 Informações assimétricas em relações entre principal e agente

16.4 Sinalização como meio de solucionar problemas de informações assimétricas

16.5 Conclusão

Existe uma boa chance de que você já tenha recorrido ao mercado em busca de um carro usado (e caso não tenha, provavelmente o fará em breve!). As pessoas compram mais de 35 milhões de carros usados e pequenos caminhões nos Estados Unidos, todos os anos, bem mais do que o dobro do número de veículos novos que compram.1

E todos esses milhões de compradores estão preocupados com a qualidade dos carros que pesquisam. Caso compre de um vendedor individual, você pode imaginar a razão pela qual ele está vendendo seu carro. Caso compre de uma concessionária de veículos, você pode imaginar se era um veículo de aluguel, maltratado por uma série de motoristas que não eram os proprietários e cruzavam com o carro sobre trilhos de ferrovia a quase 100 por hora, ou se foi retomado de um proprietário que não conseguiu manter em dia o financiamento, muito menos fazer as manutenções regulares.

 

Capítulo 17 - Externalidades e bens públicos

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Externalidades e bens públicos

17.1 Externalidades

17.2 Corrigindo externalidades

17.3 O teorema de Coase: mercados livres lidando com externalidades por sua própria conta

17.4 Bens públicos

17.5 Conclusão

Para quem reside nas cidades mais importantes do mundo, a poluição do ar é um fato da vida. Ozônio, partículas e “sujeira” no ar resultam de atividades econômicas tais como a movimentação de carros e a operação de fábricas e unidades de produção.

Essa poluição impõe um custo significativo sobre a saúde das pessoas que precisam obrigatoriamente conviver com ela. Alguns estudos estimam danos em termos de custos com saúde de mais de $ 100 bilhões por ano, somente nos Estados Unidos.1

Ao longo dos últimos 40 anos ou mais, os Estados Unidos têm procurado reduzir os poluentes liberados no ar estabelecendo limites sobre a quantidade de poluição gerada por carros e por vários setores. Nos últimos anos, no entanto, o nível de referência para poluição ambiental na Costa Oeste dos EUA (o nível que existiria desse não houvesse NENHUM mecanismo de poluição local) cresceu significativamente.

 

Capítulo 18 - Economia comportamental e economia experimental

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Economia comportamental e economia experimental

18.1 Em que situações os seres humanos deixam de agir de acordo com o que preveem os modelos econômicos

18.2 Economia comportamental significa que tudo que aprendemos é inútil?

18.3 Testando teorias econômicas com dados:

Economia experimental

Imagine que você administre os Centros para Controle e Prevenção de Endemias

(CDC ‒ Centers for Disease Control and Prevention) localizado em Atlanta, Georgia.

Sua função é manter o país livre de endemias. De repente, uma enfermidade incomum surge na Flórida. Seus melhores cientistas estimam que 600 norte-americanos estiveram expostos à endemia, e morrerão caso nenhuma ação seja tomada por parte do governo. É dada a você a escolha entre dois programas para abordar essa crise.

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18.4 Conclusões e o futuro da microeconomia

O Programa 1 oferece duas respostas possíveis para a crise, ambas custando o mesmo. Em razão das restrições de recursos, você pode optar por apenas uma delas.

 

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