Odontologia Estética

Autor(es): Antonio S. Fonseca
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As técnicas operatórias e as propriedades e características dos materiais restauradores mudam com frequência, exigindo do prossional atualização constante. Odontologia estética: respostas às dúvidas mais frequentes foi elaborado para atender essa demanda, sendo fonte de consulta acessível e prática. Para tanto, conta com a autoria de professores de diferentes instituições brasileiras, os quais selecionaram as principais dúvidas, as técnicas mais empregadas e os produtos mais utilizados para que o tratamento odontológico seja estético e funcional. Contando com respostas precisas, amplamente ilustradas por fotos e desenhos, bem como reunindo exemplos de casos elucidativos, esta obra é referência indispensável a pro ssionais e estudantes de Odontologia.

16 capítulos

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Capítulo 1 - Metabolismo pulpar frente às intervenções operatórias

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1

Diana Gabriela Soares • Fernanda Gonçalves Basso

Josimeri Hebling • Carlos Alberto de Souza Costa

Metabolismo pulpar frente

às intervenções operatórias

Sumário

Quais são as características do complexo dentino-pulpar? 1

O procedimento clínico de preparação cavitária pode causar danos ao tecido pulpar? 2

Como o complexo dentino-pulpar responde às lesões? 4

Como os materiais dentários podem atuar como agentes irritantes ao complexo dentino-pulpar? 5

Quais são os materiais dentários mais indicados para aplicação em substrato dentinário muito profundo? 6

Os sistemas adesivos podem ser aplicados em cavidades muito profundas? 6

Quais são os efeitos dos diferentes materiais sobre o tecido pulpar exposto? 8

Quais são as opções mais seguras para cimentação de restaurações indiretas em caso de dentes com pouco remanescente dentinário? 10

A realização do procedimento de clareamento dental em dentes vitais pode resultar em algum tipo de dano pulpar, mesmo quando o gel é aplicado sobre esmalte hígido? 11

 

Capítulo 2 - Adesão e sistemas adesivos

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2

Alejandra Hortencia Miranda González • Andréa Anido-Anido

Camillo Anauate-Netto • Oswaldo Scopin de Andrade

Paulo Henrique Perlatti D’Alpino • Ricardo Amore

Vinicius Di Hipólito • Wolney Serio Vieira Filho

Adesão e sistemas adesivos

Sumário

Quais são os principais componentes químicos dos sistemas adesivos e suas funções na adesão? 20

Como se comportam quimicamente os sistemas adesivos durante a adesão aos tecidos dentais? 20

A composição dos sistemas adesivos pode interferir na eficiência da adesão? 22

De que forma a adesão aos tecidos dentais modificou a conduta clínica do cirurgião-dentista? 23

Como são classificados os sistemas adesivos? 23

Podemos confiar na adesão ao esmalte? 24

O esmalte aprismático representa um obstáculo para a adesão? 25

Sistemas adesivos autocondicionantes podem ser utilizados em esmalte? 26

Por que a adesão à dentina é mais complexa em relação à do esmalte? 26

Qual é a estratégia de união mais eficiente na adesão à dentina? 28

 

Capítulo 3 - Restaurações diretas e indiretas

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3

Carlos Martins Agra • Taciana Emília de Almeida Anfe

Restaurações diretas e indiretas

Sumário

Quais são os critérios que devem ser observados para se tomar a decisão de restaurar? 41

Quais são os materiais existentes hoje para restaurar o dente, e quais são os limites de sua indicação? 48

Qual é o limite de indicação entre restaurações diretas e indiretas? 49

Qual é a importância da oclusão na indicação? 49

Quais são as vantagens e as desvantagens das técnicas diretas e indiretas? 53

êê Quais são os critérios que devem ser observados

para se tomar a decisão de restaurar?

Os conceitos que orientam os princípios restauradores estão em constante evolução, e as atuais opções restauradoras estão fundamentadas na melhor compreensão sobre a etiologia dos fatores que levam ao comprometimento do esmalte e dentina. Parece justificável que um leigo considere a cárie um buraco no dente, no entanto, entre os profissionais de saúde, a concepção de que a cárie representa a destruição do dente por meio de cavitação não é mais concebível. Trata-se, na verdade, de uma doença infectocontagiosa que necessita de uma abordagem complementar ao mero processo de limpeza da cavidade e preenchimento desta com material restaurador, uma vez que a cavitação é uma manifestação da doença, e não a doença em si. O tratamento restaurador deveria contemplar esse aspecto e deixar de ser apenas mecanicista, englobando, portanto, outras medidas preventivas e terapêuticas.

 

Capítulo 4 - Restaurações diretas: resinas compostas

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4

José Carlos Garófalo • Maria Fernanda Cressoni de Mello

Restaurações diretas: resinas compostas

Sumário

Qual é o papel real das resinas compostas na Odontologia restauradora atual? 59

Quais são as características das resinas compostas que devem ser levadas em consideração quando da sua indicação? 61

É possível uma reação de polimerização sem contração de material? 65

A escolha da resina composta precisa ser compatível com o sistema de adesão utilizado? 66

O que é mais importante: a técnica restauradora (preparo da cavidade + sistema adesivo + colocação do material na cavidade) ou a escolha da resina composta? 66

Resina composta de alta densidade pode proporcionar melhores relações de contato com os dentes vizinhos em restaurações de classe II? 67

Podemos esperar brilho na superfície das restaurações, no acabamento e no polimento? 67

êê Qual é o papel real das resinas compostas na Odontologia restauradora atual?

Certamente ainda não existe, e é provável que ainda demore muito para surgir na Odontologia, um material restaurador que, ao longo dos anos, tenha se mostrado tão versátil na sua indicação e uso como o material proposto por

 

Capítulo 5 - Resinas compostas em dentes anteriores

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5

Cristian Higashi • Eliane Placido

Antonio Setsuo Sakamoto Jr. • Alessandro Dourado Loguércio

João Carlos Gomes • Ronaldo Hirata

Resinas compostas em dentes anteriores

Sumário

Quais são as características e propriedades das resinas compostas para dentes anteriores? 73

Quais são os tipos de restaurações estéticas que podem ser feitas com resinas compostas? 76

Qual é a técnica restauradora relacionada ao preparo cavitário? 77

Qual é a técnica para a proteção do complexo dentino-pulpar, tendo em vista uma Odontologia minimamente invasiva e adesão aos tecidos duros dos dentes? 78

Qual é a técnica restauradora para restaurações diretas com ou sem auxílio de matriz palatina? 79

Como devem ser as relações oclusofuncionais e quais são as superfícies de contato necessárias? 90

O que é mais importante: a técnica restauradora ou o material selecionado? 92

Quais são os conceitos atuais de acabamento e polimento, e qual é a sua importância para a longevidade da restauração? 92

 

Capítulo 6 - Resinas compostas em dentes posteriores

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6

Tiago Spezia de Melo • Edson Medeiros de Araujo Jr.

Fernando Vilain de Melo

Resinas compostas em dentes posteriores

Sumário

Como obter previsibilidade em restaurações posteriores de resina composta? 106

Quais são as vantagens relacionadas ao uso de resinas compostas em dentes posteriores? 106

Quais são as indicações e as contraindicações das restaurações diretas confeccionadas com resina composta? 107

Quais são as propriedades relevantes ao selecionar um compósito posterior? 110

Qual é a composição básica de uma resina composta? 111

Quais são os tipos de compósitos mais indicados para restaurações posteriores? 112

Quais são as manobras operatórias iniciais, ao restaurar um dente posterior com compósitos? 113

O isolamento absoluto do campo operatório é essencial? 114

Em que consiste o preparo cavitário em um dente que será restaurado com compósitos? 114

É necessário remover todo o tecido cariado? 118

 

Capítulo 7 - Restaurações indiretas: cerâmicas

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7

Glauco Fioranelli Vieira • Adriano Marcus Urizzi Teixeira

Restaurações indiretas: cerâmicas

Sumário

O que é cerâmica? 140

Com o uso tão diversificado, o que há de comum entre as várias cerâmicas? 141

Quais são as características que tornam as cerâmicas tão amplamente utilizadas na Odontologia? 142

Como é possível classificar as cerâmicas? 142

Qual é a diferença entre as cerâmicas feldspáticas, as aluminizadas, as aluminas, os vidros, os óxidos de zircônia e o magnésio? 142

Existem cerâmicas de fluoroapatita? 144

O que são cerâmicas infiltradas por vidro? 144

O que são cerâmicas prensadas, fresadas ou estratificadas? 145

Qual é o melhor método de confecção? 146

O que são sistemas cerâmicos? 146

Então, em vista da maior resistência, os sistemas cerâmicos são sempre mais vantajosos? 146

Como preparar a superfície de uma cerâmica para cimentação? 146

Ainda há espaço para as metalocerâmicas? Quando indicá-las? 147

 

Capítulo 8 - Abordagem ultraconservadora em restaurações cerâmicas: conceitos de preparos para manutenção e preservação de estrutura dental

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8

Sidney Kina

Oswaldo Scopin de Andrade • Ronaldo Hirata

Abordagem ultraconservadora em restaurações cerâmicas: conceitos de preparos para manutenção e preservação de estrutura dental

Sumário

O que se entende por abordagem ultraconservadora em Odontologia? 153

Quando é necessário o preparo dentário e quais são as regras fundamentais para o sucesso do procedimento? 154

O preparo dentário varia com as características do dente? 156

Quando optamos por restaurações tipo lente de contato? 156

Quando os laminados cerâmicos não devem ser indicados? 162

O que o provisório representa para o resultado final? 162

Quais são os cuidados para que não ocorra sensibilidade pós-operatória? 164

Como devemos proceder no acabamento e qual é a periodicidade da manutenção? 165

A longevidade é previsível? 165

êê O que se entende por abordagem ultraconservadora em Odontologia?

A abordagem ultraconservadora em Odontologia baseia-se no conceito de mínimo dano às estruturas dentais, como esmalte, dentina e polpa, assim como ao periodonto e ao osso alveolar. Os procedimentos minimamente inva­sivos fazem parte de uma corrente das áreas de saúde que priorizam a manutenção do elemento biológico. Entende-se, portanto, que sempre que lidamos com estruturas derivadas de componentes naturais e biológicos, os danos a eles devem ser minimizados. Em Odontologia, a preservação da estrutura dental mudou drasticamente a forma de planejarmos os casos clínicos, sejam estes restaurações diretas em resina composta

 

Capítulo 9 - Coroas totais

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9

Eduardo Miyashita

Alfredo Mikail Melo Mesquita • Paulo Kano

Rodrigo Othávio de Assunção e Souza • Valéria Giannini

Coroas totais

Sumário

O que são coroas totais? Qual é a frequência de seu uso? 176

Quais são as variáveis clínicas importantes para a escolha do sistema restaurador para coroas totais? 176

Quais são as propriedades e as características das cerâmicas atuais para a utilização em coroas totais? 177

Quando o elemento a ser restaurado apresenta núcleo metálico, devemos removê-lo e instalar núcleo com material estético ou mudar a escolha do sistema cerâmico translúcido por opaco? 178

Em virtude da variedade dos sistemas cerâmicos, o que é mais importante: a escolha da cerâmica ou o preparo dental adequado? 179

Quanto à adaptação marginal das cerâmicas, o que se pode esperar da longevidade das restaurações? 179

Qual é o espaço clínico para o uso dos cerômeros? 180

Quais são as características do elemento dental que influenciam a escolha do sistema totalmente cerâmico? 181

 

Capítulo 10 - Pinos e núcleos estéticos

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10

Guilherme Noriaki Itikawa

Patrick Baltieri

Pinos e núcleos estéticos

Sumário

Quais são as causas da prática diária, em clínica odontológica, da reabilitação de dentes que receberam tratamento endodôntico? 209

Qual é o tipo de fragilidade ou anomalia que pode nos levar a condenar um elemento dental? 211

Qual é a diferença entre pino e núcleo? 213

Devemos sempre remover pinos ou núcleos não estéticos? 217

O que significa unidade mecânica homogênea? 218

Qual é o melhor: pino ou núcleo estético? Por quê? 219

O que deve ser analisado no conduto radicular? 221

Como fazer para tornar o conduto radicular mais adequado a receber o pino? 221

Como proceder para uma cimentação adesiva? 224

O que se entende por pino anatômico? 228

êê Quais são as causas da prática diária, em clínica odontológica, da reabilitação de dentes que receberam tratamento endodôntico?

A reabilitação de dentes tratados endodonticamente é praticada diariamente na clínica odontológica e este fato pode ser atribuído a várias causas, tendo como principais: cáries, ampliação do diâmetro anatômico durante o preparo cirúrgico e desgaste excessivo no preparo do espaço protético para retentores metálicos fundidos.1,2 Estas causas fazem com que o prognóstico, em muitos casos, seja duvidoso. As terapias endodônticas e restauradoras deveriam ser conduzidas de forma a preservar a estrutura dental e promover resistência do dente tratado endodonticamente.3,4

 

Capítulo 11 - Tratamentos minimamente invasivos

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11

Isabel Tumenas • Renata Corrêa Pascotto

Adriana Lemos Mori Ubaldini • Luciana Manzotti De Marchi

Nubia Inocencya Pavesi Pini

Tratamentos minimamente invasivos

Sumário

Qual é o enfoque da Odontologia minimamente invasiva? 231

Quais são as principais doenças que afetam a dentição natural atualmente e que podem ser tratadas pela Dentística minimamente invasiva? 232

Qual é a diferença entre erosão dentária e corrosão? Como é possível seu diagnóstico precoce? 240

É possível tratar a atrição dentária com restaurações em resina composta? 243

Qual é a diferença entre a hiperestesia e a hipersensibilidade dentária? Como resolver clinicamente? 244

Qual é a causa das cáries radiculares e qual é o melhor material restaurador para essas áreas? 246

O reparo em restaurações pode ser indicado em quais condições? 246

Como realizar a manutenção a longo prazo de restaurações diretas? 248

êê Qual é o enfoque da Odontologia minimamente invasiva?

 

Capítulo 12 - Seleçāo de cores e fotografia digital

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12

William Kabbach • Victor Clavijo

Seleçāo de cores e fotografia digital

Sumário

O que é indispensável saber sobre teoria da cor para uma seleção correta? 251

Como evitar os erros mais comuns, e como corrigi-los, caso ocorram? 254

Quais são as vantagens das fotos digitais? 257

Do ponto de vista econômico, quais são os equipamentos indispensáveis? 257

Como fazer a tomada com uso da imagem digital? 257

Como deve ser a comunicação com o laboratório? 257

Como evitar os erros mais comuns? 258

Quais os limites da responsabilidade do dentista e do técnico de laboratório para a correta escolha da cor? 258

êê O que é indispensável saber sobre teoria da cor para uma seleção correta?

Nas artes, compreender as bases da teoria da cor é um conhecimento indis­ pensável para o sucesso na correta utilização e combinação das cores. O mesmo se aplica à Odontologia estética restauradora, cujo entendimento da cor se faz necessário para a realização dos trabalhos. Restaurações diretas ou indiretas pressupõem a reprodução das diversas cores e propriedades

 

Capítulo 13 - Clareamento de dentes vitais e não vitais

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13

Fabiano Carlos Marson • André Luiz Fraga Briso

Ewerton Nocchi Conceição • Luciano Tavares Angelo Cintra

Marcelo Giannini • Renata Corrêa Pascotto

Clareamento de dentes vitais e não vitais

Sumário

Quando e por que indicar o clareamento? 263

Quais são as vantagens clínicas de dentes clareados? 264

Qual é o mecanismo do clareamento? 264

O clareamento deve ser proposto a todos os pacientes ou há condutas especí�icas a realizar? 264

Quais são os riscos do clareamento e como evitá-los? 265

Por que os dentes mudam de cor? 267

As fontes de energia como LED, laser ou ultravioleta são indicadas? 268

Quando o clareamento interno é indicado e como fazê-lo? 269

O que o paciente deve saber sobre o clareamento? 272

Como deve ser feito o clareamento dentário? 272

Outras formas de clareamento (enxaguatório e pastas) são e�icientes? 274

Qual deve ser a periodicidade de manutenção do clareamento? 276

 

Capítulo 14 - Recursos estéticos em implantes

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14

Vicente de Souza Pinto • Midori Nozaki de Souza Pinto

Recursos estéticos em implantes

Sumário

Qual é a fisiologia da remodelação óssea alveolar após a perda do dente? 284

Qual é a fisiologia da remodelação óssea nos implantes osseointegrados? 284

Quais são as implicações clínicas das remodelações ósseas alveolares e implantar? 284

Quais são os elementos e recursos para um planejamento estético com implantes para dentes anteriores? 284

Qual é a influência dos fenótipos periodontais como fatores de risco para a estética? 286

Qual é o papel da papila interdental nos dentes naturais e implantes anteriores? 289

Qual é o papel dos tecidos moles e remodelação óssea peri-implante em implantes unitários? 289

Qual é o papel dos tecidos moles e remodelação óssea peri-implante em implantes adjacentes? 290

Além dos fenótipos, quais são os outros fatores de risco estéticos importantes no planejamento? 292

É possível prevenir, minimizar ou compensar as deformidades decorrentes da extração dental? Quais são as abordagens de tratamento? 293

 

Capítulo 15 - Recursos estéticos em periodontia

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15

Glécio Vaz de Campos • Cláudio Julio Lopes

Recursos estéticos em periodontia

Sumário

Por que avaliar a necessidade da intervenção cirúrgica e suas limitações? 316

Como fazer o diagnóstico dos defeitos periodontais estéticos? 316

Como avaliar a saúde periodontal para fazer o diagnóstico? 316

O que significa fenótipo periodontal? 316

Qual é a expectativa do paciente? 317

Quais são as características do periodonto para que um sorriso seja considerado harmônico? 317

O que é análise dentolabial com exposição dos dentes em repouso? 317

Qual é a importância da posição da borda incisal? 317

Quais são os tipos de linha do sorriso? 318

O que é um corredor bucal? 319

Qual é a referência propiciada pela linha interincisal versus linha média facial? 319

Qual é a referência propiciada pelo plano oclusal versus linha da comissura labial? 319

Em que consiste a análise periodontal iniciada pelo contorno da margem gengival? 321

 

Capítulo 16 - Tecnologia digital em planejamento

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16

José Massayoshi Miyagusko • Sérgio Takeji Mitsuda

Renato Augusto Silva Oliveira • Élio Hitoshi Shinohara

Tecnologia digital em planejamento

Sumário

Por que utilizar a tecnologia digital no planejamento? 339

Que tipos de exames devem ser solicitados ao paciente para o planejamento digital? 340

É possível diagnosticar fratura radicular com tomografia computadorizada? 341

De quais softwares e equipamentos imprescindíveis devemos dispor? 344

Até onde vai o mito e onde começa a realidade nas cirurgias guiadas? 349

Como deve ser a comunicação entre o cirurgião, o protesista e o técnico de laboratório? 362

Como diagnosticar e solucionar casos complexos em Odontologia? 363

Qual é o objetivo do protocolo Maxilim™? 363

êê Por que utilizar a tecnologia digital no planejamento?

Nas últimas duas décadas, o mundo globalizado está presenciando a evolução da tecnologia da informação, com visualização de acontecimentos em tempo real e o planeta conectado aos meios de comunicação via satélite e à rede mundial de comunicação. O acesso à internet vem evoluindo em qualidade e velocidade, além da popularização da tecnologia com redução de custo e a abertura de outras alternativas de acesso, principalmente as móveis por meio dos smartphones e tablets com a tecnologia 3G evoluindo para 4G. A tecnologia digital faz parte do cotidiano da maioria dos profissionais do mundo e, na Odontologia, atua no gerenciamento do consultório, arquivo de pron­ tuário, exames imageológicos, comunicação (clientes, fornecedores, colegas e outros) e atualização do conhecimento. O maior benefício está relacionado ao armazenamento das informações do paciente, como os registros dos exames imageológicos: fotos, radiografias digitais intra e extraorais e tomo-

 

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