Cuidados de Enfermagem - Série Tekne

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Cuidados de enfermagem foi elaborado para contribuir na formação de profissionais da área que buscam qualificação técnica, uma vez que o ato de cuidar requer responsabilidade, destreza e conhecimento. O livro aborda assuntos da prática da enfermagem que causam grandes transtornos na rotina dos serviços de saúde, como o sistema de saúde e tecnologias do cuidar, unidade do paciente, ambiente terapêutico e medidas de higiene, sinais vitais, nutrição e eliminação, administração de medicamentos, entre outros.

13 capítulos

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Capítulo 1 - Sistema de saúde

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capítulo 1

Sistema de saúde

SUS? Você certamente já ouviu e ainda ouvirá falar muito nessa sigla. O Sistema Único de Saúde

(SUS) foi criado em 1988, com a promulgação da Constituição Federal do Brasil, tendo sido regulamentado pela Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, pela Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, e mais recentemente pelo Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011. É difícil entender o funcionamento do sistema de saúde brasileiro frente a sucessivas críticas da população, de profissionais e de gestores de saúde. Contudo, de acordo com avaliações de pesquisadores na área de acesso a serviços, o SUS brasileiro é um dos sistemas mais inclusivos do mundo.

Competência

Reconhecer os processos de organização do SUS como espaço privilegiado de trabalho em enfermagem e promoção da saúde individual e coletiva da população.

Objetivos de aprendizagem

Compreender os princípios norteadores do sistema de saúde brasileiro como base da prática profissional em saúde.

 

Capítulo 2 - Tecnologias do cuidar

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capítulo 2

Tecnologias do cuidar

O cuidar é a arte do fazer enfermagem, o que implica diretamente atitude, postura, leveza, delicadeza, compromisso e ética profissional, exigindo dos trabalhadores da enfermagem sensibilidade no desenvolvimento das ações. Boff (1999, p. 9) afirma que o cuidado é uma questão de atitude, que envolve a proteção ao ecossistema de forma dinâmica e interativa entre os seres vivos. Na visão do autor, o ser humano precisa reconstruir relações melhores de convivência.

A palavra cuidar tem uma amplitude de conceitos, mas que humano não cuidou de alguém? As diferentes formas do cuidar são percebidas e exercitadas de acordo com a visão de mundo e a sensibilidade de cada profissional, aliadas à necessidade da clientela atendida. No cotidiano da prática da enfermagem, alguns cuidados são executados apenas por um profissional, porém, de acordo com a lei que regula o exercício da profissão, é preciso observar os limites da ação dos profissionais que formam a equipe de enfermagem.

 

Capítulo 3 - Higienização das mãos como prática essencial de saúde

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capítulo 3

Higienização das mãos como prática essencial de saúde

A enfermagem é uma profissão na qual, durante as 24 horas de trabalho, fica-se muito próximo ao paciente. Como mencionado no Capítulo 2, o cuidado é o fundamento de sua ação. Cuida-se da saúde, do ambiente e da segurança de indivíduos; por isso, uma das maiores preocupações da equipe de enfermagem é fazer desse cuidar uma prática segura que não prejudique aqueles que estão sob a sua responsabilidade.

Competência

Adotar ações de enfermagem com segurança, livre de riscos, a partir da compreensão da epidemiologia das infecções hospitalares, respeitando as normas de precaução.

Objetivos de aprendizagem

Reconhecer a epidemiologia das infecções hospitalares e sua relação com as práticas inseguras de higienização das mãos;

Identificar a importância da higienização das mãos para o controle de infecções e redução da morbimortalidade em unidades de saúde;

Desenvolver um procedimento de higienização simples para remover os microrganismos que colonizam a pele e as demais impurezas.

 

Capítulo 4 - O ambiente terapêutico: unidade do paciente

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capítulo 4

O ambiente terapêutico: unidade do paciente

Unidade de internação é o conjunto de elementos destinados à acomodação do paciente para o tratamento e/ou a recuperação nos diversos cenários da saúde. Ela deve conter enfermarias ou quartos com banheiros privativos, sala de utensílios ou expurgo, posto de enfermagem, copa, rouparia, local para descanso e banheiro para os funcionários.

Competência

Reconhecer a unidade do paciente como um ambiente terapêutico, que garante segurança e bem-estar para o paciente, família e equipe multidisciplinar.

Objetivos de aprendizagem

Conhecer os aspectos que envolvem a segurança e o bem-estar do paciente no momento da admissão em uma unidade hospitalar;

Proporcionar ao paciente um ambiente adequado à sua rápida recuperação;

Oferecer à equipe de enfermagem condições para um bom desempenho de suas funções.

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Introdução

O paciente fica a maior parte do tempo no espaço entre o quarto/enfermaria e o posto de enfermagem, mas outros espaços destinados à equipe de saúde fornecem condições para que o cuidado a ser prestado seja efetivo e de qualidade. Além disso, a recepção do paciente na unidade de internação consiste em um processo de acolhimento, cujo primeiro contato entre paciente-profissional de saúde-família tem como prioridade estabelecer um vínculo de confiança e terapêutico.

 

Capítulo 5 - Medidas de higiene do paciente

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capítulo 5

Medidas de higiene do paciente

O ambiente em que cada pessoa escolhe viver expressa suas características, que vão desde o posicionamento dos utensílios até a escolha por designs mais ou menos agressivos, porém muito próprios do indivíduo. Ao adoecer e precisar de um hospital, o indivíduo se depara com um ambiente de cores básicas e com cheiro peculiar, o qual transmite sensações de alegria, dor e morte.

São experiências diferentes que interferem significativamente nas atitudes das pessoas que passam pelo hospital, mas uma coisa é certa: a maioria dos indivíduos quer distância do ambiente hospitalar ou, quando isso é inevitável, quer permanecer nele o menor tempo possível.

Competência

Realizar cuidados de higiene corporal com o paciente nos diversos cenários do cuidado, visando o conforto e o bem-estar físico, tendo como foco a superação de limitações e o estímulo ao autocuidado.

Objetivos de aprendizagem

Reconhecer o ambiente hospitalar como espaço de promoção da ação terapêutica, considerando conforto, estética e prevenção de riscos.

 

Capítulo 6 - Sinais vitais

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capítulo 6

Sinais vitais

Os sinais vitais são indicadores do estado de saúde dos indivíduos. Eles evidenciam o funcionamento ou as alterações da função corporal normal. A aferição dos sinais vitais é um meio rápido de identificar tais alterações, sendo utilizada no cotidiano da prática do cuidar da enfermagem. Entre os diversos sinais emitidos pelo corpo, destacam-se a temperatura corporal, o pulso, a respiração, a pressão arterial e a dor como novo item nessa aferição. Por fazerem parte da dinâmica da manutenção da vida, recebem o nome de sinais vitais. Estes são sinais objetivos que compõem a avaliação clínica do paciente.

Competência

Compreender os cinco sinais vitais como parâmetros hemodinâmicos essenciais para a estabilidade do paciente, detectando as possíveis alterações a partir da realização correta dos procedimentos técnicos de aferição.

Objetivos de aprendizagem

Utilizar corretamente as terminologias de cada um dos sinais vitais.

Descrever as possíveis situações que alteram os sinais vitais.

 

Capítulo 7 - Administração de medicamentos

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capítulo 7

Administração de medicamentos

Com frequência, a mídia impressa e televisiva denuncia profissionais de enfermagem que trocaram a dosagem, a via, o medicamento ou o paciente ao administrar uma determinada medicação. O sensacionalismo gerado é fator de incômodo para a categoria, mas erros como esses deixam a sociedade perplexa e insegura quanto à qualidade dos cuidados prestados pelos profissionais de enfermagem, porque geralmente são irremediáveis ou irreversíveis.

Competência

Reconhecer a importância das precauções de risco na prática de administração de medicamentos, com vistas à garantia de segurança e eficácia dos medicamentos administrados.

Objetivos de aprendizagem

Reconhecer a importância das precauções de risco na prática de administração de medicamentos.

Administrar medicamentos relacionando a prescrição à finalidade do tratamento, aos efeitos e riscos, conforme princípios, técnicas e vias de aplicação.

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Capítulo 8 - Hemoterapia e atribuições da enfermagem

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capítulo 8

Hemoterapia e atribuições da enfermagem

As primeiras transfusões citadas na história ocorreram no século XV e foram ministradas por via oral no Papa Inocêncio VIII, que se encontrava em coma, agonizando. Por sugestão do seu médico, foi alimentado com sangue de três meninos, que, pela idade, eram vigorosos e que, em tese, tinham abundância de vida a ser repassada a um homem poderoso, que atravessava o vale da morte.

Competência

Compreender a hemoterapia como uma especialidade da enfermagem, entendendo as funções do sangue e o sistema demonstrativo de compatibilidade, a fim de detectar reações adversas durante as aplicações de hemoterapia e hemotransfusão.

Objetivos de aprendizagem

Entender as funções do sangue, além do sistema ABO e do fator Rh.

Conhecer a aplicação da hemoterapia e da hemotransfusão.

Descrever os critérios para ser um doador e as condições que impedem a doação de sangue.

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Capítulo 9 - Necessidades essenciais em nutrição

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capítulo 9

Necessidades essenciais em nutrição

Nutrição é o processo pelo qual o organismo se utiliza de alimentos para alcançar e manter a saúde.

O organismo humano precisa de diversos alimentos para manter a estrutura biológica e o reparo dos tecidos íntegros ou danificados. Toda dieta deve ser rica em água, proteínas, carboidratos, fibras, vitaminas e minerais.

Competência

Reconhecer os benefícios da alimentação saudável na vida e na recuperação da saúde de pessoas, com vistas à prestação de cuidados de enfermagem considerando a fisiopatologia, a complexidade da via de alimentação, as condições do paciente e as medidas de prevenção de complicações.

Objetivos de aprendizagem

Orientar e explicar ao paciente, familiar ou cuidador a importância da alimentação para a recuperação da saúde em todo o ciclo vital.

Auxiliar os pacientes na alimentação, se necessário, servindo-lhes os alimentos, conforme preferência, em pequenas quantidades e com muita atenção e paciência.

 

Capítulo 10 - Necessidades de oxigenação e cuidados com o sistema respiratório

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capítulo 10

Necessidades de oxigenação e cuidados com o sistema respiratório

O oxigênio é um gás inodoro, sem sabor e transparente, ligeiramente mais pesado do que o ar.

É um combustível não armazenado pelo organismo e indispensável à sobrevivência humana.

A enfermagem, no cotidiano de sua prática, sempre se depara com alguns pacientes que apresentam dificuldades em utilizar o oxigênio para benefício orgânico.

Competência

Prestar cuidados de enfermagem a pacientes com complicações respiratórias nos diversos cenários da prática, a fim de preservar a permeabilidade das vias aéreas superiores.

Objetivos de aprendizagem

Identificar os mecanismos da ventilação pulmonar e manter ou favorecer a expansão pulmonar.

Mobilizar e fluidificar as secreções do sistema respiratório.

Manter a permeabilidade das vias aéreas.

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Introdução

DEFINIÇÃO

Respiração é a troca e o transporte de oxigênio e gás carbônico entre as células do corpo e o meio externo.

 

Capítulo 11 - Necessidades de eliminação

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capítulo 11

Necessidades de eliminação

Figueiredo (2003), em uma visão simplificada sobre a importância da ingestão de água pelo organismo, afirma que o corpo humano armazena cerca de 45 litros de água. Desses 45 litros, 30 encontram-se no interior das células (líquido intracelular) e os 15 restantes ficam fora das células

(líquido extracelular). Desses 15 litros, 12 são de líquido tissular e 3 são de plasma. A ingestão de

água é garantida pela sensação de sede, e sua absorção se dá no intestino delgado.

Competência

Compreender a dinâmica de funcionamento dos sistemas urinário e gastrintestinal, identificando os fatores que os afetam com base na avaliação das perdas, possíveis reposições, sinais e sintomas de intercorrências, dimensões essas orientadoras da realização de procedimentos não invasivos.

Objetivos de aprendizagem

Entender o funcionamento do sistema urinário.

Identificar as principais funções do sistema urinário.

Conhecer os tipos de sondagem e cateterismo.

 

Capítulo 12 - Cuidados com o paciente portador de lesões cutâneas ou feridas

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capítulo 12

Cuidados com o paciente portador de lesões cutâneas ou feridas

A realização de um curativo não é atividade para leigos. É necessário conhecimento científico e um olhar atento para as novas tecnologias que surgem a todo momento no mercado. Nesse contexto de transformação, a escolha de uma cobertura para curativo não pode ser um ato de experimentação, nem deve ser movida pela perpetuação do antigo.

O que antecede essa escolha é a capacidade do profissional de enfermagem de identificar o perfil do indivíduo a ser cuidado, o tipo da lesão, o tempo da lesão e o tratamento ideal disponível e possível. Assim, a escolha está diretamente relacionada ao querer do sujeito cuidado, o que exige uma avaliação minuciosa de suas necessidades básicas, para que o ato de fazer um curativo não seja visto apenas como uma tarefa diária da equipe de enfermagem.

Competência

Cuidar do paciente portador de lesões agudas e/ou crônicas, a partir do entendimento do processo de instalação das feridas e realização de curativos de acordo com o material disponível no mercado e a realidade socioeconomica do paciente.

 

Capítulo 13 - Cuidados com o paciente terminal

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capítulo 13

Cuidados com o paciente terminal

A rejeição da morte, mesmo sabendo-se que um dia todos irão enfrentá-la, tem sido a tônica da sociedade atual. O que aflige a maioria dos seres humanos ao pensar na morte como finalização da existência é a perda daquilo que se passa anos construindo e o desconhecimento sobre o que acontece depois dela. Essa dúvida gera angústia e reproduz, no campo das ideias, várias teorias.

Competência

Realizar os cuidados antes, durante e após a morte, levando em consideração os estágios vivenciados pelo paciente e sua família na fase terminal da vida, respeitando os preceitos éticos estabelecidos socialmente e a condição humana.

Objetivos de aprendizagem

Compreender os cinco estágios pelos quais os pacientes em fase terminal passam, a fim de orientar a prática de enfermagem.

Identificar os sinais que indicam que o corpo está sem vida.

Preparar o corpo após a morte.

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