Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil - 2.ed.

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Há dez anos, quando do lançamento de sua primeira edição, Psicologia, organizações e trabalho no Brasil representou um marco no ensino das disciplinas que se encontram na interface entre a psicologia e outras áreas vinculadas às organizações e ao trabalho. Esta nova edição mantém a característica fundamental do livro: apresentar os principais temas da área sob a perspectiva de destacados pesquisadores brasileiros, com exemplos contextualizados no dia a dia das nossas organizações, trazendo ao leitor os principais conceitos e as perspectivas atuais em psicologia organizacional e do trabalho. 

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Capítulo 1 - Mundo do trabalho: construção histórica e desafios contemporâneos

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1

MUNDO DO TRABALHO: CONSTRUÇÃO

HISTÓRICA E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS

Livia de Oliveira Borges e Oswaldo H. Yamamoto

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Constatar a complexidade e o dinamismo do que se pensa sobre o trabalho

Identificar diferentes concepções sobre o trabalho

Relacioná-las às condições históricas em que surgiram

Compreender influências dessas concepções nas relações de poder

Elaborar e sustentar suas posições sobre a influência de cada uma dessas concepções na atualidade

C

onta Homero, na Odisseia, que, por ter desafiado os deuses, Sísifo foi condenado a empurrar eternamente montanha acima uma rocha que, por seu próprio peso, rolava de volta tão logo atingisse o cume. Albert Camus (2000) propôs uma instigante interpretação para esse mito.

Para ele, o auge do desespero de Sísifo não está na subida: o imenso esforço despendido não deixa lugar para outros pensamentos. A descida, ao contrário, não exigindo esforço, é o momento em que Sísifo é confrontado com seu destino: o aspecto trágico é conferido pela consciência de sua condição.

 

Capítulo 2 - Conceito e perspectivas do estudo das organizações

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2

CONCEITO E PERSPECTIVAS DE

ESTUDO DAS ORGANIZAÇÕES

Antonio Virgílio Bittencourt Bastos, Elisabeth Loiola,

Napoleão dos Santos Queiroz e Tatiana Dias Silva

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Apresentar diferentes tentativas de conceituar organização, de modo a revelar o caráter multifacetado que define esse complexo fenômeno, e, portanto, apontar as múltiplas dimensões e planos de análise que ele requer

 Analisar a organização como um fenômeno social que estrutura a vida cotidiana e o funcionamento das sociedades contemporâneas e cuja dinâmica tem profundo impacto sobre a vida das pessoas, o que a torna, portanto, um fenômeno legítimo de atenção da Psicologia e do psicólogo

 Explorar diferentes imagens ou concepções de organização historicamente construídas, identificando suas contribuições para o desenvolvimento dos estudos organizacionais

 Analisar como diferentes concepções teóricas sobre organização apoiam-se em posições epistemológicas divergentes quanto ao peso atribuído às noções de entidade ou de processo e de conflito ou cooperação para caracterizar o fenômeno organizacional

 

Capítulo 3 - Dimensões básicas de análise das organizações

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3

DIMENSÕES BÁSICAS DE

ANÁLISE DAS ORGANIZAÇÕES

Elisabeth Loiola, Antonio Virgílio Bittencourt Bastos,

Napoleão dos Santos Queiroz e Tatiana Dias Silva

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Caracterizar as dimensões críticas para análise de uma estrutura organizacional, caracterizando e avaliando diferentes arquiteturas ou formatos organizacionais construídos ao longo do tempo

 Descrever as dimensões críticas para análise das condutas organizacionais, caracterizando e avaliando seus diferentes tipos e suas interfaces com o desempenho organizacional e os impactos sobre as dinâmicas organizacionais

 Conceituar as dimensões críticas para a análise dos ambientes organizacionais, avaliando suas relações com as estruturas e as condutas organizacionais, bem como a dinâmica das organizações

 Analisar o conceito de estratégia organizacional e seu papel mediador nas relações entre estrutura, condutas e ambientes organizacionais

 

Capítulo 4 - Motivação no trabalho

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4

MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Sônia Maria Guedes Gondim e Narbal Silva

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Compreender os significados conferidos ao fenômeno motivação

Discriminar similaridades e distinções entre as principais teorias da motivação

Comparar a produção científica internacional e nacional sobre motivação no trabalho

Identificar as principais evidências empíricas sobre motivação no trabalho

Avaliar as possibilidades de aplicação do conceito de motivação no contexto das organizações

S

e há algo que estimula a curiosidade humana é saber as razões das diferenças individuais que evidenciam as preferências e os interesses de cada pessoa. Afinal de contas, o que faz alguém perder uma noite de sono lendo um livro aparentemente entediante para outro leitor? O que faz também uma pessoa sentir-se desafiada a dar resposta a um problema matemático de difícil solução e não conseguir desviar sua atenção até resolvê-lo, enquanto outra pessoa, diante do mesmo problema, decide procurar colegas que lhe possam ensinar rapidamente os passos necessários para sua solução? Os psicólogos acreditam que grande parte das razões da diversidade das condutas individuais decorra de um processo denominado “motivação”.

 

Capítulo 5 - Cognição nas organizações de trabalho

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5

COGNIÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DE TRABALHO

Antonio Virgílio Bittencourt Bastos e Janice Janissek

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Analisar o campo interdisciplinar das ciências cognitivas, descrevendo uma visão geral das características iniciais e das vertentes em que se vem desenvolvendo

 Descrever a abordagem cognitivista no estudo de processos micro-organizacionais, identificando as bases conceituais oriundas de teorias psicológicas clássicas que são utilizadas para analisar importantes fenômenos no campo das interações e da gestão de pessoas em organizações

 Configurar a abordagem cognitivista de fenômenos e processos macro-organizacionais, destacando as contribuições conceituais de Karl Weick para a compreensão da organização como fenômeno cultural e socialmente construído

 Caracterizar de forma ampla o campo dos estudos sobre cognição e organização em termos dos seus construtos e níveis de análise investigados

 

Capítulo 6 - Aprendizagem humana em organizações de trabalho

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6

APRENDIZAGEM HUMANA

EM ORGANIZAÇÕES DE TRABALHO

Gardenia da Silva Abbad e Jairo Eduardo Borges-Andrade

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Definir e analisar o uso dos conceitos de aprendizagem, distinguindo-os de outros conceitos correlatos

Compreender as principais teorias de aprendizagem

Distinguir aprendizagem informal de aprendizagem formal

Identificar e classificar resultados e conteúdos da aprendizagem humana, de acordo com taxonomias

Explicar como se sabe que alguém aprendeu algo novo no trabalho

Explicar como se sabe que alguém está transferindo novas aprendizagens para o trabalho

Identificar características do ambiente organizacional e do desenho instrucional que influenciam a aprendizagem informal e a aprendizagem informal no trabalho

 Compreender as razões pelas quais algumas características ou condições internas dos indivíduos afetam a aprendizagem e a expressão de novas competências no trabalho

 

Capítulo 7 - Emoções e afetos no trabalho

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EMOÇÕES E AFETOS NO TRABALHO

Sônia Maria Guedes Gondim e Mirlene Maria Matias Siqueira

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Definir e analisar as funções das emoções e dos afetos na vida humana

Apontar os principais fatos que caracterizam a reascensão do interesse das emoções nos contextos de trabalho

Analisar criticamente a imprecisão conceitual das emoções e suas repercussões no estudo do tema

Estabelecer relações e diferenciações entre emoção, afeto, sentimento, humor e temperamento

Comparar as perspectivas teóricas e metodológicas de investigação das emoções e dos afetos

Discorrer brevemente sobre os quatro níveis de abordagem nos estudos sobre emoções em organizações de trabalho

 Discorrer brevemente sobre as três principais abordagens da afetividade no trabalho: a dos traços afetivo-emocionais, a das atitudes e a dos estados afetivo-emocionais

 Identificar algumas possibilidades de aplicação do conhecimento produzido sobre emoções e afetos no trabalho na atuação profissional do psicólogo

 

Capítulo 8 - Vínculos do indivíduo com o trabalho e com a organização

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VÍNCULOS DO INDIVÍDUO COM O

TRABALHO E COM A ORGANIZAÇÃO

Mirlene Maria Matias Siqueira e Sinésio Gomide Júnior

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Apontar evidências de que os vínculos do indivíduo com a organização e com o trabalho estão, teoricamente, assentados em uma visão multidisciplinar

 Descrever os conceitos psicossociais que tratam de vínculos do indivíduo com a organização e com o trabalho, diferenciando-os quanto à sua natureza psicossocial e às suas bases teóricas de sustentação

 Identificar a interdependência entre vínculos do indivíduo com a organização e com o trabalho

 Avaliar as consequências para as organizações decorrentes dos múltiplos vínculos que seus colaboradores desenvolvem com elas e com o trabalho que nelas realizam

D

esde o nascimento, e ao longo do percurso de sua existência, todo indivíduo estabelece diferentes vínculos com pessoas, grupos, instituições, partidos políticos, ideologias, objetos ou locais geográficos, entre outros objetos sociais.

 

Capítulo 9 - Socialização organizacional

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SOCIALIZAÇÃO ORGANIZACIONAL

Livia de Oliveira Borges e Francisco José Batista de Albuquerque

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Conceituar socialização organizacional

Diferenciá-la de processos como socialização ocupacional e profissional

Contextualizar a importância do tema na psicologia do trabalho e das organizações

Identificar e diferenciar as diversas concepções do trabalho

Caracterizar os modelos mais recentes de socialização organizacional

Relatar a evolução das concepções, contextualizando-as nos cenários socioeconômicos em que surgiram

Compreender as tendências de tal evolução

Compreender que o processo de socialização conta com atravessamentos das trajetórias individuais, da inserção organizacional e societal

 Saber refletir sobre a realidade organizacional a partir dos modelos teóricos de socialização organizacional

 Compreender os limites de transferência dos conhecimentos sobre socialização organizacional para o ambiente das organizações brasileiras

 

Capítulo 10 - Grupos e equipes de trabalho nas organizações

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GRUPOS E EQUIPES DE

TRABALHO NAS ORGANIZAÇÕES

Katia Puente-Palacios e Francisco José Batista de Albuquerque

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Descrever a importância dos grupos na vida dos indivíduos, dentro e fora das organizações

Definir fenômenos típicos ocorridos nos âmbitos grupais

Caracterizar grupos e equipes em organizações de trabalho, apontando suas semelhanças e diferenças

Discutir a veracidade dos mitos urbanos mais frequentes sobre as equipes de trabalho

Integrar conhecimentos relativos a grupos e equipes no âmbito das organizações

Apontar aspectos específicos da vida dos grupos que afetam seu funcionamento

Conceituar efetividade de equipes de trabalho

Compreender que certos atributos do cenário organizacional podem afetar a efetividade das equipes

A

vida humana ocorre em um cenário social, desde o momento do nascimento do indivíduo até sua morte. No percurso da vida, recebemos influências diversas dos grupos aos quais estamos vinculados. A importância de compreender as relações estabelecidas com esses grupos está no poder que elas têm de afetar nosso comportamento. Fato similar ocorre nas organizações, onde o empregado está sob constante influência dos diversos grupos existentes nesse cenário, desde sua entrada até a saída, às vezes na aposentadoria. Observando as organizações atuais,­ constatamos que muitas delas adotam equipes de trabalho como unidades de desempenho.

 

Capítulo 11 - Liderança nas organizações

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11

LIDERANÇA NAS ORGANIZAÇÕES

Pedro F. Bendassolli, Mauro de Oliveira Magalhães e Sigmar Malvezzi

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Descrever os motivos de interesse histórico pelo tema da liderança

 Discutir os problemas relacionados ao estudo da liderança, explicando suas possíveis consequências para o estudo do tema

 Definir o conceito de liderança e explicar seus principais componentes

 Definir as teorias clássicas e emergentes sobre liderança, comparando-as entre si em termos de suas características, foco (líder, liderado, situação), conceitos e aplicações

 Explicar como a liderança pode ser desenvolvida

 Explicar como o atual ambiente cultural, econômico e social, incluindo o brasileiro, afeta a liderança e elaborar respostas aos desafios colocados sobre líderes e seguidores

 Integrar conceitos, teorias e resultados de pesquisa na análise de dois casos brasileiros sobre liderança

 

Capítulo 12 - Poder nas organizações

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PODER NAS ORGANIZAÇÕES

Maria das Graças Torres da Paz, Maria do Carmo Fernandes Martins e Elaine Rabelo Neiva

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Descrever a evolução histórica dos estudos sobre o poder

Definir poder organizacional

Compreender a dinâmica organizacional tendo o poder como variável central de análise

Explicar as relações entre os poderes individual, grupal e organizacional

Identificar instrumentos e técnicas que subsidiam a análise do poder nas organizações

Avaliar a adequação do uso de abordagens quantitativas e qualitativas para a compreensão do movimento do poder nas organizações

 Analisar o poder na perspectiva cultural

V

árias áreas das ciências sociais têm-se preo­ cupado em investigar e compreender o poder

– tarefa persistentemente realizada, mas, nem por isso, mais fácil, uma vez que o poder se desvela de forma multifacetada, favorecendo ambiguidades e contradições. As concepções de poder de vários autores da sociologia, da ciência política, da história, da antropologia e da psicologia, apresentadas a seguir, demonstram o quão imbricado parece ser o fenômeno poder.

 

Capítulo 13 - Cultura organizacional

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13

CULTURA ORGANIZACIONAL

Narbal Silva, José Carlos Zanelli e Suzana da Rosa Tolfo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Conceituar cultura organizacional a partir de diferentes perspectivas teóricas

Identificar articulações entre diferentes conceitos de cultura organizacional

Demonstrar relações entre os conceitos de cultura nacional, cultura organizacional, subcultura e contracultura

Explicar as origens e o processo histórico de desenvolvimento da cultura nas organizações

Descrever e demonstrar relações entre os níveis de análise da cultura organizacional

Apresentar e discutir diferentes possibilidades de investigação para diagnosticar a cultura organizacional

Identificar e refletir sobre modos de gerir e mudar a cultura nas organizações

 CULTURA: TRAJETÓRIA DO

CONCEITO E SUA INSERÇÃO EM

DIFERENTES CAMPOS CIENTÍFICOS

A palavra “cultura”, cuja origem vem do latim colere, desde a Roma antiga, restringia-se ao cultivo da terra, ao trabalho relativo à produção de plantas úteis aos seres humanos – o que se entende na atualidade como agricultura. Também passou a se referir a cuidados com crianças, em especial ao desenvolvimento de suas qualidades e faculdades – podendo ser compreendido como puericultura. Por fim, o termo também agregou o significado de culto aos deuses (Morgan, 2002).

 

Capítulo 14 - Diversidade e inclusão nas organizações

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14

DIVERSIDADE E INCLUSÃO

NAS ORGANIZAÇÕES

Cláudio V. Torres e Amalia Raquel Pérez-Nebra

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Descrever os conceitos básicos de diversidade e inclusão nas organizações

Distinguir os conceitos de estereótipo, preconceito e discriminação

Explicar os paradigmas de diversidade e inclusão

Descrever como se dá a diversidade e a inclusão no contexto brasileiro

Identificar possíveis intervenções em diversidade e inclusão nas organizações

Avaliar a efetividade de intervenções de diversidade e inclusão no trabalho

N

ós, autores, recebemos com muita satis­ fação novamente o desafio de repensar a área e revermos o que estava sendo feito em termos de diversidade cultural nas organizações nos

­úl­timos 10 anos. Afinal, depois de uma década, os autores, assim como os leitores, não são os mesmos. Quais avanços poderíamos discutir agora? Provocações foram feitas no capítulo anterior; elas surtiram algum efeito? Vale a pena fazer novas provocações neste capítulo? O que foi feito pela área desde 2004? Naquele momento, pareceu-nos que diversidade era apenas uma proposta no País. Hoje, já há o que mostrar, o que nos deixa feliz. Porém, outros desafios estão postos. Com base neles, fazemos adiante al­gumas propostas para os leitores e pesquisa­ dores.

 

Capítulo 15 - Campo profissional do psicólogo em organizações e no trabalho

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15

CAMPO PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO EM

ORGANIZAÇÕES E NO TRABALHO

José Carlos Zanelli, Antonio Virgílio Bittencourt Bastos e Ana Carolina de Aguiar Rodrigues

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Descrever o processo histórico de constituição da psicologia organizacional e do trabalho (POT) como área de conhecimento e como campo de aplicação

 Caracterizar como se estruturou o modelo clássico de atuação e a produção de conhecimento na área

 Analisar as relações entre os contextos sociais e as demandas que colocam à POT, tanto no cenário internacional como no nacional

 Descrever o campo atual da POT, em termos de suas relações interdisciplinares, dos seus domínios intradisciplinares e de suas atividades profissionais, identificando tensões que caracterizam o campo

 Discutir tendências de mudança na forma como a POT está redefinindo suas temáticas, seus procedimentos de investigação e suas atividades profissionais

 

Capítulo 16 - Psicologia e produção do conhecimento em organizações e trabalho

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PSICOLOGIA E PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO

EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

Jairo Eduardo Borges-Andrade e José Carlos Zanelli

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Demonstrar a relevância da pesquisa científica em psicologia organizacional e do trabalho

 Explicar como o conhecimento científico em psicologia organizacional e do trabalho está sistematizado

 Analisar desenhos, métodos e técnicas de coleta e análise de dados em psicologia organizacional e do trabalho

 Identificar onde essa pesquisa é realizada e divulgada no Brasil

 Buscar textos complementares e especializados em aspectos dos assuntos tratados neste capítulo

D

iferentemente da maioria dos textos introdutórios que tratam da pesquisa em psicologia organizacional e do trabalho (POT), a finalidade deste capítulo não é fornecer uma visão compactada sobre a pesquisa em seus aspectos relativos a desenho e a métodos nem sobre as técnicas de coleta e análise de dados. Isso geralmente termina por levar a um tratamento superficial da metodologia. A melhor estratégia, para quem necessita efetivamente ser capaz de usar essa metodologia, é a busca de textos mais especializados, como, por exemplo, os de Schwab (1998), Rogelberg (2002) e Creswell

 

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