Fisiologia Médica de Ganong (Lange) - 24.ed.

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Por mais de quatro décadas, Fisiologia médica de Ganong tem ajudado estudantes e profissionais da área médica a compreender a fisiologia humana. Aclamado por seu estilo de texto interessante e objetivo, este livro aborda cada tópico de forma concisa, facilitando a compreensão da leitura. Cuidadosamente atualizado para reproduzir as últimas pesquisas e desenvolvimentos em áreas importantes como dor crônica, fisiologia da reprodução e homeostasia ácido-base, a nova edição do Fisiologia médica de Ganong incorpora exemplos clínicos para ilustrar conceitos fisiológicos importantes.

 

39 capítulos

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Capítulo 1 - Princípios Gerais e Produção de Energia na Fisiologia Médica

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Princípios Gerais e

Produção de Energia na Fisiologia Médica

O B J E T iVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

1

C A P Í T U L O

�� Definir

as unidades usadas para medir as propriedades fisiológicas.

�� Definir pH e tamponamento.

�� Compreender o conceito de eletrólitos e definir difusão, osmose e tonicidade.

�� Definir e explicar a importância do potencial de membrana em repouso.

�� Compreender, em termos gerais, os constituintes básicos da célula: nucleotídeos, aminoácidos, carboidratos e ácidos graxos.

�� Inferir as estruturas de ordem superior formadas a partir desses constituintes básicos: DNA, RNA, proteínas e lipídeos.

�� Considerar as contribuições básicas desses constituintes fundamentais para estrutura, função e equilíbrio energético celulares.

IntRoDUção

Nos organismos unicelulares, todos os processos vitais ocorrem em uma única célula. À medida que os organismos multicelulares evoluíram, diversos grupos de células organizaramse em tecidos e órgãos que assumiram funções específicas.

 

Capítulo 2 - Visão Geral da Fisiologia Celular na Fisiologia Médica

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C A P Í T U L O

Visão Geral da Fisiologia

Celular na Fisiologia Médica

O B J E T iVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Nomear

as principais organelas celulares e suas funções nas células.

�� Denominar as unidades básicas do citoesqueleto e determinar suas contribuições para a estrutura e a função celular.

�� Denominar as conexões célula-célula e célula-matriz extracelular.

�� Definir os processos de exocitose e endocitose e descrever a contribuição de cada um para a função celular normal.

�� Definir as proteínas que contribuem para a permeabilidade e para o transporte através da membrana celular.

�� Identificar as diversas formas de comunicação intercelular e descrever os meios pelos quais os mensageiros químicos (incluindo segundos mensageiros) afetam a fisiologia celular.

Introdução

A célula é a unidade fundamental de todos os organismos.

Nos seres humanos, as células podem ser altamente especiali­ zadas tanto em estrutura quanto em função; alternativamente, células de diferentes órgãos podem compartilhar característi­ cas e funções. No capítulo anterior, foram estudados alguns dos princípios básicos da biofísica e do catabolismo e meta­ bolismo das unidades celulares básicas. Em algumas dessas discussões, foram examinados como esses elementos podem

 

Capítulo 3 - Imunidade, Infecção e Inflamação

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3

C A P Í T U L O

Imunidade, Infecção e Inflamação

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Compreender

o significado da imunidade, particularmente em relação à defesa do corpo contra invasores microbianos.

�� Definir os tipos celulares circulantes e teciduais que contribuem para as respostas imune e inflamatória.

�� Descrever como os fagócitos são capazes de matar bactérias internalizadas.

�� Identificar as funções dos fatores de crescimento hematopoiético, citocinas e quimiocinas.

�� Delinear os papéis e mecanismos das imunidades inata, adquirida, humoral e celular.

�� Compreender a base das respostas inflamatórias e da cicatrização.

intRodUção

Como um sistema aberto, o organismo é continuamente convocado a defender-se de invasores potencialmente nocivos como bactérias, vírus e outros micróbios. Esta tarefa é realizada pelo sistema imune, que se subdivide em inato e adaptativo (ou adquirido). O sistema imune é composto por células efetoras especializadas que detectam e respondem a antígenos estranhos e a outros padrões moleculares não encontrados em tecidos humanos. Do mesmo modo, o sistema imune remove as próprias células do corpo que tenham se tornado senescentes ou que sejam anormais, como as células cancerígenas. Finalmente, os tecidos normais do hospedeiro ocasionalmente se

 

Capítulo 4 - Tecido Excitável: Tecido Nervoso

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4

C A P Í T U L O

Tecido Excitável:

Tecido Nervoso

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Nomear

os diversos tipos de glia e suas funções.

�� Denominar as partes do neurônio e suas funções.

�� Descrever a natureza química da mielina e as diferenças nas formas como os neurônios mielinizados e não mielinizados conduzem os impulsos.

�� Caracterizar os transportes axonais anterógrado e retrógrado.

�� Descrever as alterações nos canais iônicos que formam a base do potencial de ação.

�� Listar os diversos tipos de fibras nervosas encontrados no sistema nervoso de mamíferos.

�� Delinear a função das neurotrofinas.

iNtrodução

O sistema nervoso central (SNC) dos humanos contém cerca de

1011 (100 bilhões) de neurônios. Abrange ainda um número 10 a

50 vezes maior de células gliais. O SNC é um órgão complexo; calculou-se que 40% dos genes humanos têm algum grau de participação na sua formação. Os neurônios são os blocos básicos de construção do sistema nervoso e evoluíram a partir de células neuroefetoras primitivas que respondiam a diversos estímulos contraindo-se. Nos animais mais complexos, a contração passou a ser a função especializada das células musculares, enquanto a integração e a transmissão dos impulsos nervosos tornaram-se funções especializadas dos neurônios. Os neurônios e as células

 

Capítulo 5 - Tecido Excitável: Tecido Muscular

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C A P Í T U L O

Tecido Excitável:

Tecido Muscular

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Diferenciar

os principais tipos de músculos do corpo.

�� Descrever a organização molecular e elétrica do acoplamento excitação-contração da célula muscular.

�� Definir os elementos do sarcômero que dão suporte à contração do músculo estriado.

�� Distinguir o(s) papel(éis) do Ca2+ na contração dos músculos liso, cardíaco e esquelético.

�� Avaliar a diversidade da célula muscular e sua função.

intrOdUçãO

As células musculares, como os neurônios, podem ser excitadas quimica, eletrica e mecanicamente para produzir um potencial de ação que é transmitido ao longo de suas membranas celulares. Entretanto, ao contrário dos neurônios, as células musculares respondem aos estímulos ativando um mecanismo contrátil. A proteína contrátil miosina e a proteína do citoesqueleto actina são abundantes no músculo, e são os componentes estruturais primários que levam à contração.

 

Capítulo 6 - Transmissão Sináptica

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C A P Í T U L O

Transmissão Sináptica

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

as principais características morfológicas das sinapses.

�� Distinguir entre a transmissão elétrica e química nas sinapses.

�� Caracterizar os potenciais pós-sinápticos excitatórios e inibitórios, rápidos e lentos, destacar os fluxos iônicos subjacentes a eles e explicar como esses potenciais interagem para gerar potenciais de ação.

�� Definir e dar exemplos de inibição direta, inibição indireta, inibição pré-sináptica e inibição pós-sináptica.

�� Descrever a organização da junção neuromuscular e explicar como os potenciais de ação do neurônio motor na junção levam à contração do músculo esquelético.

�� Explicar a hipersensibilidade por desnervação.

inTrodução

O tipo de condução “tudo ou nada” visto nos axônios e no músculo esquelético foi discutido nos Capítulos 4 e 5. Os impulsos são transmitidos de uma célula nervosa para outra célula nas sinapses.

 

Capítulo 7 - Neurotransmissores e Neuromoduladores

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C A P Í T U L O

Neurotransmissores e

Neuromoduladores

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Listar

os principais tipos de neurotransmissores.

�� Resumir as etapas envolvidas na biossíntese, liberação, ação e remoção da fenda sináptica dos principais neurotransmissores.

�� Descrever os vários tipos de receptores para aminoácidos, acetilcolina, monoaminas, ATP, opiodes, óxido nítrico e canabinoides.

�� Identificar os peptídeos opioides endógenos, seus receptores e suas funções.

introdução

As terminações nervosas têm sido chamadas de transdutores biológicos que convertem energia elétrica em energia química. Uma observação feita por Otto Loewi, um farmacologista alemão, em 1920, serve como a base para o conceito de neurotransmissão química e para o seu recebimento do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina. Ele forneceu a primeira evidência decisiva de que um mensageiro químico era liberado pelo nervo vago que supre o coração, reduzindo a frequência cardíaca.

 

Capítulo 8 - Neurotransmissão Somatossensorial: Tato, Dor e Temperatura

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Neurotransmissão

Somatossensorial:

Tato, Dor e Temperatura

O B J E T iVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

8

C A P Í T U L O

�� Nomear

os tipos de receptores de tato e pressão encontrados na pele.

�� Descrever os receptores que medeiam as sensações de dor e temperatura.

�� Definir potencial gerador.

�� Explicar os elementos básicos da codificação sensorial.

�� Elucidar as diferenças entre dor e nocicepção, dor primária e secundária, dor aguda e crônica, hiperalgesia e alodinia.

�� Detalhar e explicar a dor visceral e a dor referida.

�� Comparar a via que medeia o estímulo sensorial das sensações do tato, propriocepção e vibração àquelas que medeiam a informação dos nociceptores e termorreceptores.

�� Referir os processos envolvidos na modulação da transmissão nas vias da dor.

�� Listar alguns fármacos que têm sido usados para aliviar a dor e fornecer a base lógica para seu uso e eficácia clínica.

 

Capítulo 9 - Visão

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9

C A P Í T U L O

Visão

O B J E T iVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

as várias partes do olho e listar as funções de cada uma delas.

�� Caracterizar a organização da retina.

�� Explicar como os raios de luz do ambiente são colocados em foco na retina e o papel da acomodação neste processo.

�� Definir hipemetropia, miopia, astigmatismo, presbiopia e estrabismo.

�� Relatar as respostas elétricas produzidas pelos bastonetes e cones e explicar como essas respostas são produzidas.

�� Referir as respostas elétricas e função das células bipolares, horizontais, amácrinas e ganglionares.

�� Detalhar as vias neurais que transmitem a informação visual dos bastonetes e cones para o córtex visual.

�� Especificar as respostas das células no córtex visual e a organização funcional das vias dorsal e ventral para o córtex parietal.

�� Delinear e explicar a adaptação ao escuro e a acuidade visual.

 

Capítulo 10 - Audição e Equilíbrio

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C A P Í T U L O

Audição e Equilíbrio

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

os componentes e as funções da orelha externa, média e interna.

�� Caracterizar o modo como o movimento de moléculas no ar é convertido em impulsos gerados nas células ciliadas da cóclea.

�� Explicar os papéis da membrana timpânica, ossículos auditivos (martelo, bigorna e estribo) e escala vestibular na transmissão do som.

�� Relatar como os impulsos auditivos viajam das células ciliadas cocleares para o córtex auditivo.

�� Explicar como a frequência, a intensidade e o timbre são codificados nas vias auditivas.

�� Referir as várias formas de surdez e os testes usados para distingui-las.

�� Elucidar como os receptores nos canais semicirculares detectam a aceleração rotacional e como os receptores no sáculo e no utrículo detectam a aceleração linear.

�� Listar os principais estímulos sensoriais que fornecem a informação que é sintetizada no encéfalo para o sentido de posição no espaço.

 

Capítulo 11 - Olfação e Gustação

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C A P Í T U L O

Olfação e Gustação

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

Descrever as características básicas dos elementos neurais no epitélio e no bulbo olfatório.

Caracterizar a transdução do sinal nos receptores odoríferos.

Delinear a via pela qual os impulsos gerados no epitélio olfatório atingem o córtex olfatório.

Expor a localização e a composição celular das papilas gustatórias.

Nomear os cinco principais receptores gustatórios e os mecanismos de transdução de sinal nesses receptores.

Traçar as vias pelas quais os impulsos gerados nos receptores gustatórios alcançam o córtex insular.

introdução

A olfação e a gustação são geralmente classificadas como sentidos viscerais devido à sua associação estreita com a função gastrintestinal. Fisiologicamente, elas estão relacionadas entre si. Os sabores de vários alimentos são em grande parte uma combinação de seus gostos e cheiros. Consequentemente, o alimento pode ter um gosto “diferente” se o indivíduo está resfriado, uma condição que deprime o sentido do olfato. Ambos os receptores para olfato e gustação são

 

Capítulo 12 - Controle da Postura e do Movimento

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12

C A P Í T U L O

Controle da Postura e do Movimento

O B J E T iVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

os elementos do reflexo miotático e como a atividade dos neurônios motores γ altera a resposta ao estiramento muscular.

�� Relatar o papel dos órgãos tendinosos de Golgi no controle do músculo esquelético.

�� Caracterizar os elementos do reflexo de retirada.

�� Definir choque espinal e descrever as alterações iniciais e de longo prazo nos reflexos medulares que após a transecção da medula espinal.

�� Detalhar como movimentos de habilidade são planejados e realizados.

�� Comparar a organização das vias centrais envolvidas no controle da musculatura axial (postura) e distal (movimento de habilidade, movimentos motores finos).

�� Definir a rigidez de descerebração e de decorticação e comentar sobre a causa e o significado fisiológico de cada uma.

�� Identificar os componentes dos núcleos da base e as vias que os interconectam, junto aos neurotransmissores de cada via.

 

Capítulo 13 - Sistema Nervoso Autônomo

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C A P Í T U L O

Sistema Nervoso Autônomo

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

a localização dos corpos celulares e as trajetórias dos axônios dos neurônios pré-ganglionares e pós-ganglionares simpáticos e parassimpáticos.

�� Nomear os neurotransmissores que são liberados pelos neurônios pré-ganglionares autônomos, neurônios pós-ganglionares simpáticos, neurônios pós-ganglionares parassimpáticos e células da medula suprarrenal.

�� Indicar os tipos de receptores nos gânglios autônomos e nos diversos órgãosalvo e listar os modos pelos quais os fármacos podem atuar para alterar a função dos processos envolvidos na transmissão no interior do sistema nervoso autônomo.

�� Caracterizar as funções do sistema nervoso simpático e parassimpático.

�� Especificar a localização de alguns neurônios do prosencéfalo e do tronco encefálico que são componentes das vias centrais autônomas.

�� Delinear a composição e as funções do sistema nervoso entérico.

 

Capítulo 14 - Atividade Elétrica Cerebral, Estados de Sono-Vigília e Ritmos Circadianos

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Atividade Elétrica Cerebral,

Estados de Sono-Vigília e

Ritmos Circadianos o B J E T iVoS

�� Descrever

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Listar

14

C A P Í T U L O

os principais tipos de ritmos que constituem o eletrencefalograma

(EEG). as principais aplicações clínicas do EEG.

�� Resumir as características comportamentais e eletrofisiológicas de cada um dos estágios do sono de movimento rápido dos olhos (REM) e do sono de ondas lentas e os mecanismos responsáveis pela sua produção.

�� Caracterizar o padrão de sono noturno normal em adultos e as variações ontogenéticas desse padrão.

�� Detalhar a inter-relação entre os neurônios do tronco encefálico que contêm noradrenalina, serotonina e acetilcolina, bem como GABA e histamina, na mediação das transições entre o sono e a vigília.

�� Discutir o ritmo circadiano e o papel dos núcleos supraquiasmáticos na sua regulação.

�� Relatar a regulação diurna da síntese de melatonina a partir da serotonina na glândula pineal e sua secreção na corrente sanguínea.

 

Capítulo 15 - Aprendizagem, Memória, Linguagem e Fala

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C A P Í T U L O

Aprendizagem, Memória,

Linguagem e Fala

O B J E T iVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

as diversas formas de memória.

�� Identificar as partes do cérebro envolvidas no processamento e armazenamento da memória.

�� Definir plasticidade sináptica, potenciação de longa duração, depressão de longa duração, habituação e sensibilização, e seus papéis na aprendizagem e memória.

�� Caracterizar as anormalidades da estrutura e função encefálica encontradas na doença de Alzheimer.

�� Expor os termos hemisfério categórico e hemisfério representacional e resumir a diferença entre eles.

�� Resumir as diferenças entre afasia fluente e não fluente e explicar cada tipo com base em sua fisiopatologia.

introdução

Uma revolução na compreensão da função encefálica de humanos foi provocada pelo desenvolvimento e pela ampla disponibilidade dos exames de imagem como a tomografia por emissão de pósitrons (PET), a ressonância magnética funcional (fMRI) e a tomografia computadorizada (TC) e outras técnicas diagnósticas. A PET é frequentemente utilizada para medir o metabolismo local da glicose, que é proporcional à atividade neural, e a fMRI é empregada para medir quantidades locais de sangue oxigenado. Essas técnicas fornecem um índice do nível de atividade em várias partes do encéfalo em humanos inteiramente saudáveis e em pacientes com diferentes doenças ou lesões cerebrais (ver Quadro

 

Capítulo 16 - Conceitos Básicos da Regulação Endócrina

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16

C A P Í T U L O

Conceitos Básicos da

Regulação Endócrina

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

os hormônios e sua contribuição para os mecanismos homeostáticos de todo o corpo.

�� Compreender a natureza química das diferentes classes de hormônios e como isso determina seu mecanismo de ação nas células-alvo.

�� Definir como os hormônios são sintetizados e secretados pelas células das glândulas endócrinas, inclusive como os hormônios peptídicos são clivados a partir de precursores maiores.

�� Explicar a importância das proteínas carreadoras no sangue para os hormônios hidrofóbicos e os mecanismos que determinam os níveis de hormônios circulantes livres.

�� Considerar os princípios do controle por retroalimentação (feedback) para a liberação de hormônios e sua importância para a homeostasia.

�� Inferir os princípios que regulam os estados patológicos que resultam da produção execessiva ou deficiente de hormônios-chave.

 

Capítulo 17 - Regulação Hipotalâmica da Função Endócrina

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17

C A P Í T U L O

Regulação Hipotalâmica da Função Endócrina

O B J E T IVOS

�� Descrever as conexões anatômicas entre o hipotálamo e a glândula hipófise, bem

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Listar

como o significado funcional de cada conexão. os fatores que controlam a ingestão de água e destacar o modo pelo qual eles exercem os seus efeitos.

�� Descrever a síntese, o processamento, o armazenamento e a secreção dos hormônios da neuro-hipófise.

�� Discutir os efeitos do ADH, dos receptores nos quais ela atua e como sua secreção

é regulada.

�� Analisar os efeitos da ocitocina, dos receptores nos quais ela atua e como sua secreção é regulada.

�� Nomear os hormônios hipofisiotróficos e destacar os efeitos que cada um tem sobre a função da adeno-hipófise.

�� Listar os mecanismos pelos quais o calor é produzido e perdido do corpo e comentar a respeito das diferenças de temperatura no hipotálamo, no reto, na cavidade oral e na pele.

 

Capítulo 18 - A Glândula Hipófise

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C A P Í T U L O

A Glândula Hipófise

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

a estrutura da glândula hipófise e como ela se relaciona à sua função.

�� Definir os tipos celulares presentes na adeno-hipófise e entender como estas células são controladas em resposta às demandas fisiológicas.

�� Compreender a função dos hormônios derivados da pró-opiomelanocortina em seres humanos e como eles estão envolvidos na regulação da pigmentação em humanos, outros mamíferos e em vertebrados inferiores.

�� Caracterizar os efeitos do hormônio do crescimento no crescimento e na função metabólica e como o fator de crescimento semelhante à insulina do tipo I (IGF-I) pode mediar algumas de suas ações na periferia.

�� Listar os estímulos que regulam a secreção do hormônio do crescimento e definir seus mecanismos subjacentes.

�� Reconhecer a relevância da secreção hipofisária de gonadotrofinas e prolactina e como elas são reguladas.

 

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