Medium 9788565852739

Fisiopatologia Pulmonar: Princípios Básicos - 8.ed.

Autor(es): John B. West
Visualizações: 246
Classificação: (0)

Fisiopatologia pulmonar, 8ª edição, destaca-se por abordar de forma clara e objetiva os princípios básicos necessários à compreensão de como as doenças pulmonares ocorrem, com ênfase na estrutura e na função pulmonar, estabelecendo uma ligação entre sala de aula e consultório.

FORMATOS DISPONíVEIS

Disponível no modelo assinatura da Minha Biblioteca

10 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 1 - Ventilação

PDF Criptografado

1

VENTILAÇÃO

O teste mais simples de função pulmonar é a expiração forçada. É, também, um dos testes mais informativos e requer equipamento mínimo e cálculos triviais. A maioria dos pacientes com doença pulmonar tem um volume de expiração forçada anormal, e, muito frequentemente, a informação obtida a partir desse teste é útil no seu manejo. Apesar disso, o teste não é tão utilizado como deveria. Por exemplo, pode ser valioso na detecção precoce de doenças das vias aéreas, uma condição extremamente comum e importante. Este capítulo também discute um teste simples para avaliação da ventilação desigual.

Testes de Capacidade

Ventilatória

Volume expiratório forçado

Fluxo expiratório forçado

Interpretação dos testes de expiração forçada

Curva fluxo-volume expiratória

Distribuição da resistência ao fluxo conforme a curva fluxo-volume

Fluxos máximos a partir da curva fluxo-volume

Pico de fluxo expiratório

Curva fluxo-volume inspiratória

 

Capítulo 2 - Troca gasosa

PDF Criptografado

2

TROCA

GASOSA

O Capítulo 1 abordou o teste de função pulmonar mais simples: a expiração forçada. Além disso, foi tratado rapidamente do teste de medida de ventilação desigual por respiração única. Neste capítulo, será discutida a medida mais importante no manejo da insuficiência respiratória: a gasometria arterial. Outro teste de troca gasosa, a capacidade de difusão, também é discutido.

Gases Sanguíneos

PO2 arterial

Medida

Valores normais

Causas de hipoxemia

PCO2 arterial

Medida

Valores normais

Causas de aumento da PCO2 pH arterial

Medida

Acidose

Alcalose

Capacidade de Difusão

Medida da capacidade de difusão

Causas de redução da capacidade de difusão

Interpretação da capacidade de difusão

22

JOHN B. WEST

GASES SANGUÍNEOS

PO2 arterial

Medida

É essencial conhecer a pressão parcial de oxigênio no sangue arterial de pacientes agudamente doentes. Com os modernos eletrodos de gases sanguíneos, a medição da PO2 arterial é relativamente simples, e esse teste é mandatório para o manejo de pacientes com insuficiência respiratória.

 

Capítulo 3 - Outros testes

PDF Criptografado

3

OUTROS

TESTES

Nos Capítulos 1 e 2, concentramo-nos em dois testes simples da função pulmonar, porém informativos: a expiração forçada e a gasometria arterial. Neste capítulo, serão abordadas rapidamente outras formas de medir a função pulmonar. Entre os numerosos testes que vêm sendo realizados, deteremo-nos somente nos mais úteis, salientando mais os princípios que os regem do que a sua utilização.

Volumes Pulmonares

Estáticos

Medida

Interpretação

Elasticidade Pulmonar

Medida

Interpretação

Resistência das Vias Aéreas

Medida

Interpretação

Controle da Ventilação

Medida

Interpretação

Testes de Exercício

Medida

Interpretação

Dispneia

Diferenças regionais da Função Pulmonar

Medida

Interpretação

Valor dos Testes de

Função Pulmonar

OUTROS TESTES

47

VOLUMES PULMONARES ESTÁTICOS

Medida

A medida da capacidade vital com um espirômetro simples foi descrita no

 

Capítulo 4 - Doenças obstrutivas

PDF Criptografado

4

DOENÇAS

OBSTRUTIVAS

Obstrução das Vias Aéreas

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Enfisema

Patologia

Tipos

Patogênese

Bronquite crônica

Patologia

Patogênese

Achados clínicos da doença pulmonar obstrutiva crônica

Tipo A

Tipo B

Função pulmonar

Capacidade mecânica e ventilatória

Troca gasosa

Circulação pulmonar

Controle da ventilação

Alterações na doença precoce

Tratamento de pacientes com DPOC

Cirurgia redutora do volume pulmonar

Asma

Patologia

Patogênese

Achados clínicos

Fármacos broncoativos

Agonistas b-adrenérgicos

Corticoides inalatórios

Metilxantinas

Anticolinérgicos

Cromoglicato e nedocromil

Novas terapias

Função pulmonar

Capacidade ventilatória e mecânica

Troca gasosa

Obstrução Localizada da Via Aérea

Obstrução traqueal

Obstrução brônquica

As doenças pulmonares obstrutivas são muito comuns. Nos Estados Unidos, perdem apenas para as doenças cardíacas como causa de pagamento de benefícios por incapacidade pela Previdência Social. Também têm se tornado uma causa cada vez mais importante de morte. Como será visto, infelizmente, a distinção entre as várias doenças obstrutivas é nebulosa, dificultando definições e diagnósticos. Contudo, todas têm em comum a obstrução das vias aéreas.

 

Capítulo 5 - Doenças restritivas

PDF Criptografado

5

DOENÇAS

RESTRITIVAS

Doenças do Parênquima Pulmonar

Estrutura da parede alveolar

Tipos celulares

Células epiteliais tipo I

Células epiteliais tipo II

Macrófago alveolar

Fibroblasto

Interstício

Fibrose pulmonar intersticial difusa

Patologia

Patogênese

Achados clínicos

Função pulmonar

Capacidade ventilatória e mecânica

Troca gasosa

Exercício

Controle da ventilação

Outros tipos de doença parenquimatosa restritiva

Sarcoidose

Patologia

Patogênese

Achados clínicos

Função pulmonar

Pneumonite por hipersensibilidade

Patologia

Achados clínicos

Função pulmonar

Doença intersticial causada por fármacos, toxinas e radiação

Doenças do tecido conectivo

Linfangite carcinomatosa

Doenças da Pleura

Pneumotórax

Pneumotórax espontâneo

Pneumotórax hipertensivo

Pneumotórax complicando doença pulmonar

 

Capítulo 6 - Doenças vasculares

PDF Criptografado

6

DOENÇAS

VASCULARES

A fisiopatologia das doenças vasculares do pulmão é muito importante. O edema pulmonar não é uma doença propriamente dita, mas uma complicação de doenças cardiopulmonares, e pode trazer risco à vida. A embolia pulmonar muitas vezes não é diagnosticada e pode ser fatal. A fisiopatologia da hipertensão pulmonar idiopática é pouco conhecida, e muitas pesquisas têm sido direcionadas à farmacoterapia.

Edema Pulmonar

Fisiopatologia

Patogênese

Aumento da pressão capilar hidrostática

Aumento da permeabilidade capilar

Redução da drenagem linfática

Redução da pressão intersticial

Redução da pressão coloidosmótica

Etiologia incerta

Achados clínicos

Função pulmonar

Mecânica

Troca gasosa

Controle da ventilação

Circulação pulmonar

Embolia Pulmonar

Patogênese

Achados clínicos

Êmbolos de tamanho médio

Embolia maciça

Êmbolos pequenos

Função pulmonar

 

Capítulo 7 - Doenças ambientais, neoplásicas e infecciosas

PDF Criptografado

7

DOENÇAS

AMBIENTAIS,

NEOPLÁSICAS

E INFECCIOSAS

Doenças Causadas por

Partículas Inaladas

Poluentes atmosféricos

Monóxido de carbono

Óxidos de nitrogênio

Óxidos sulfúricos

Hidrocarbonetos

Partículas sólidas

Oxidantes fotoquímicos

Fumaça de cigarros

Deposição de aerossóis no pulmão

Impactação

Sedimentação

Difusão

Remoção de partículas depositadas

Sistema mucociliar

Macrófagos alveolares

Pneumoconiose dos trabalhadores de minas de carvão

Patologia

Achados clínicos

Função pulmonar

Silicose

Patologia

Achados clínicos

Função pulmonar

Doenças relacionadas ao asbesto

Outras pneumoconioses

Bissinose

Asma ocupacional

Doenças Neoplásicas

Carcinoma brônquico

Patogênese

Classificação

Achados clínicos

Função pulmonar

Doenças Infecciosas

Pneumonia

Patologia

 

Capítulo 8 - Insuficiência respiratória

PDF Criptografado

8

INSUFICIÊNCIA

RESPIRATÓRIA

A insuficiência respiratória ocorre quando os pulmões falham em oxigenar o sangue arterial de maneira adequada e/ou falham em impedir a retenção de CO2. Não há uma definição absoluta dos níveis de PO2 e PCO2 arteriais para insuficiência respiratória. Números frequentemente citados são uma PO2 inferior a 60 mmHg ou uma PCO2 superior a 50 mmHg. Na prática, o significado desses valores depende muito da história do paciente.

Troca Gasosa na

Insuficiência Respiratória

Padrões da gasometria arterial

Hipoxemia na insuficiência respiratória

Causas

Detecção

Hipoxia tecidual

Efeitos da hipoxemia grave

Hipercapnia na insuficiência respiratória

Causas

Efeitos

Acidose na insuficiência respiratória

Papel da fadiga diafragmática

Tipos de Insuficiência Respiratória

Doença pulmonar aguda fulminante

Doenças neuromusculares

Doença pulmonar crônica exacerbada

 

Capítulo 9 - Oxigenoterapia 191

PDF Criptografado

9

OXIGENOTERAPIA

A oxigenoterapia desempenha um papel fundamental no tratamento da hipoxemia, especialmente na insuficiência respiratória. Entretanto, os pacientes apresentam variabilidade considerável na sua resposta ao oxigênio, e vários riscos são associados à sua administração. É necessário um conhecimento claro dos princípios fisiológicos envolvidos na administração de oxigênio, com o objetivo de evitar abusos durante a utilização desse potente agente terapêutico.

Melhora da Oxigenação Após a

Administração de Oxigênio

Impacto do oxigênio adicional

Resposta dos vários tipos de hipoxemia

Hipoventilação

Redução da capacidade de difusão

Desequilíbrio entre ventilação-perfusão

Shunt

Outros fatores na oxigenoterapia

Métodos de Administração de Oxigênio

Cânulas nasais

Máscaras

Oxigênio transtraqueal

Tendas

Ventiladores

Oxigenoterapia hiperbárica

Oxigenoterapia domiciliar portátil

 

Capítulo 10 - Ventilação mecânica

PDF Criptografado

10

VENTILAÇÃO

MECÂNICA

A ventilação mecânica é essencial no tratamento de pacientes com insuficiência respiratória. A princípio utilizada apenas como procedimento de emergência para ressuscitação ou como último recurso no tratamento de pacientes criticamente doentes, agora é utilizada com frequência em um grande número de pacientes com problemas respiratórios. A ventilação mecânica é um procedimento altamente técnico e complexo, e essa discussão será limitada aos princípios fisiológicos da sua utilização, seus benefícios e seus riscos.

Intubação e Traqueostomia

Tipos de Respiradores

Ciclados a volume

Ciclados a pressão

Por pressão negativa (tipo tanque)

Ciclados pelo paciente

(assistido)

Modos Ventilatórios

Ventilação por pressão positiva intermitente

Pressão positiva no final da expiração

Pressão positiva contínua nas vias aéreas

Ventilação mandatória intermitente

Ventilação de alta frequência

 

Detalhes do Produto

Livro Impresso
Book
Capítulos

Formato
Subscription
Criptografado
Não
SKU
BPDS000263273
ISBN
9788565852784
Tamanho do arquivo
0 Bytes
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados