Nutrição Clínica - Manual de Sobrevivência, 2ª edição

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Manual de Sobrevivência para Nutrição Clínica é uma referência concisa em formato de bolso, que os profissionais de saúde podem adaptar à sua própria prática. O público-alvo principal deste livro é composto por profissionais de saúde e estudantes de todas as disciplinas que se interessam por nutrição clínica ou trabalham ativamente nessa área em hospitais, instituições de longa permanência e clínicas de saúde. Entretanto, a obra também pode ser um recurso útil aos profissionais de diversas especialidades, inclusive em programas comunitários, educação em nutrição e programas de bem-estar social, que necessitem de uma referência rápida para triagem e avaliação nutricionais.

 

14 capítulos

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Capítulo 1 - Avaliação Nutricional

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1

Avaliação Nutricional

PROCESSO DE CUIDADO NUTRICIONAL

O Processo de Cuidado Nutricional (PCN) elaborado pela Academy of Nutrition and Dietetics (a Academia) é uma abordagem sistemática à prestação de cuidados nutricionais de alta qualidade, que fornece aos profissionais da área de nutrição uma estrutura básica de pensamento crítico, solução de problemas e tomada de decisões para tratar problemas relacionados com a nutrição.1 O PCN foi desenvolvido para aumentar a consistência e melhorar a qualidade dos cuidados nutricionais e a previsibilidade dos resultados alcançados por estas intervenções. Os nutricionistas usam o PCN de diversas formas para prestar serviços nutricionais e documentar o processo.

O PCN consiste em quatro etapas: Avaliação, Diagnóstico,

Intervenção, Monitoramento e Reavaliação nutricionais (ADIME, do inglês nutrition Assessment, nutrition Diagnosis, nutrition Intervention, and nutrition Monitoring and Evaluation). O PCN culmina na documentação do processo, que comumente é expresso em um formato ADIME. Um novo elemento acrescentado a este livro é o boxe “ADIME | Resumo de caso clínico”, que inclui os elementos comuns de cada etapa do PCN de um distúrbio ou doença específicos.

 

Capítulo 2 - Gestação

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2

Gestação

Lynn Kuligowski, RD

A

gestação é um estágio de vida vulnerável no que se refere ao estado nutricional da mulher. Além disso, a ingestão dietética e o estado nutricional da mulher antes e durante a gravidez afetam profundamente o desenvolvimento fetal e, por sua vez, o desfecho gestacional.

Em 2006, o CDC americano (Centers for Disease Control and Prevention) publicou recomendações especiais para melhorar os cuidados e a saúde pré-concepcionais (Boxe 2.1).1-3 Outros estudos também demonstraram o impacto profundo do estado nutricional materno e da ingestão nutricional materna no risco de o bebê desenvolver várias doenças crônicas (p. ex., hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito) na idade adulta, em grande parte devido ao peso ao nascer.4 Diversas complicações gestacionais também podem afetar negativamente o estado nutricional. Por essas razões, a avaliação nutricional é fundamental para ajudar a assegurar um desfecho gestacional ideal.

 

Capítulo 3 - Avaliação de Pacientes Pediátricos

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Avaliação de

Pacientes Pediátricos

Ellen McCloy, MS, RDN

A

avaliação nutricional do paciente pediátrico é singular sob vários aspectos. Em todos os contextos de atenção à saúde, a triagem nutricional é muito útil à identificação dos lactentes, crianças e adolescentes de alto risco. O Boxe 3.1 descreve alguns

“sinais de alerta” que justificam intervenção nutricional nas unidades hospitalares, nas clínicas ambulatoriais ou no atendimento à comunidade. O Boxe 3.2 apresenta algumas classificações usadas comumente para avaliar lactentes.

Boxe 3.1 Indicadores da necessidade de avaliação nutricional.

Lactentes/UTINEO

Idade gestacional ≤ 37 semanas

Peso muito baixo ao nascer

Ganho ponderal insuficiente

Fórmula não padronizada

Fórmula concentrada a uma diluição não padronizada

Alergias/intolerâncias alimentares

Ingestão insuficiente/inadequada

Pré-escolares/escolares/ adolescentes

Relação peso-comprimento < P10, ou IMC < P10

 

Capítulo 4 - Idosos

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4

Idosos

Vikki Lasota, RDN

O

envelhecimento causa diversas alterações físicas e fisiológicas que, por sua vez, modificam as necessidades nutricionais e afetam o estado nutricional (Boxe 4.1). A presença de doenças crônicas e/ou uso de vários fármacos (polifarmácia) podem acentuar as discrepâncias potenciais entre necessidades e ingestão de nutrientes, resultando em desnutrição. Na verdade, existem estudos sugerindo que desnutrição seja um problema comum na população idosa, com prevalência entre 12 e 50% dos pacientes hospitalizados e 23 a 60% dos idosos mantidos em instituições de longa permanência.1,2 A anorexia é um indicador fundamental de desnutrição dos idosos. Conhecida comumente como anorexia do envelhecimento, a ingestão alimentar e o apetite geralmente

Boxe 4.1 Alterações fisiológicas do envelhecimento e implicações nutricionais.

Sistema ou função do corpo

Alterações do envelhecimento

Implicações nutricionais

Composição corporal

 

Capítulo 5 - Terapia Nutricional

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Terapia Nutricional

Brenda Howell, RDN, CNSC

O

s pacientes que não conseguem atender às suas necessidades nutricionais com uma dieta oral convencional e devem passar por tratamentos agressivos necessitam de métodos alternativos de nutrição. Os métodos nutricionais alternativos são nutrição enteral e nutrição parenteral.

NUTRIÇÃO ENTERAL

Indicações e seleção dos pacientes

A nutrição enteral (NE) é a via preferível quando a função intestinal está preservada, porque ocorrem menos complicações, os custos são menores e os resultados são mais favoráveis. Entre os benefícios da NE estão: melhor utilização dos nutrientes, manutenção do pH e da microbiota intestinais normais, inibição da proliferação excessiva de bactérias oportunistas e reforço da função de barreira imune da mucosa intestinal, que pode reduzir o risco de sepse associada a translocação bacteriana do intestino. Exemplos de condições clínicas nas quais a ingestão oral

é considerada insegura, insuficiente ou impossível são pacientes com estado mental alterado, disfagia grave, perda do apetite e insuficiência respiratória com necessidade de ventilação por tubo endotraqueal.1,2

 

Capítulo 6 - Cirurgia Bariátrica

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Cirurgia Bariátrica

Lindsey Battistelli, RDN

A

American Medical Association reconheceu a obesidade como uma doença, não apenas um problema de ingestão alimentar excessiva e falta de controle. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Institute of Medicine dos EUA, assim como outras organizações científicas, reconhecem as consequências metabólicas da obesidade nos pacientes de alto risco, nos quais podem ser fatais, dependendo do grau de obesidade. Em vista das evidências de que uma porcentagem alta dos indivíduos que perdem peso por métodos convencionais readquire o que perdeu, a cirurgia bariátrica é considerada a opção terapêutica mais eficaz para a redução e a manutenção do peso em pacientes de alto risco.1

PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS BARIÁTRICOS

Quando as abordagens não cirúrgicas não conseguem reduzir e manter a perda ponderal, a cirurgia bariátrica pode ser indicada para os pacientes com obesidade grau III (índice de massa corporal [IMC]

≥ 40 kg/m2) sem comorbidades, ou obesidade grau II (IMC ≥ 35 kg/ m2) na presença de ao menos duas comorbidades bem definidas: diabetes melito tipo 2, doença cardiovascular, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, apneia obstrutiva do sono ou outros distúrbios respiratórios, esteatose hepática não alcoólica, distúrbios gastrintestinais

 

Capítulo 7 - Câncer

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Câncer

Sheri Betz, RD e Damien H. Buchkowski, RD, CSO

A

nualmente em todo o mundo, estima-se que 14 milhões de pessoas sejam diagnosticadas com câncer e 8 milhões morram em consequência da doença.1 Até 2030, espera-se que esses dados mundiais aumentem para 21,7 milhões de casos novos de câncer e

13 milhões de mortes causadas pela doença, simplesmente em razão do crescimento e envelhecimento populacionais.2 A nutrição é importante, porque está associada à etiologia de alguns cânceres e ao seu tratamento. Nos EUA, cerca de 33% das mortes anuais por câncer são atribuídas à nutrição e ao estilo de vida.3,4 Além disso, a desnutrição proteico-energética é o diagnóstico secundário mais comum entre os pacientes com câncer diagnosticado, que tem como causa a ingestão inadequada de carboidratos, proteínas e lipídios para atender às demandas metabólicas e/ou absorção reduzida de macronutrientes.5

FISIOPATOLOGIA

Câncer não é apenas uma doença; pelo contrário, este termo abrange mais de 100 doenças. As características comuns a todos os cânceres são proliferação celular descontrolada e capacidade das células de produzir metástases (ou migrar) do sítio original e espalhar-se para áreas distantes dispersas por todo o organismo.

 

Capítulo 8 - Doença Cardiovascular

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Doença Cardiovascular

Tilakavati Karupaiah, PhD, APD, AN

O

sistema cardiovascular consiste em coração e vasos sanguíneos que o comunicam com os outros sistemas para facilitar as funções metabólicas, o transporte de nutrientes e gases, a estabilização da temperatura e do pH, a manutenção da homeostase e a ativação dos mecanismos de defesa. As doenças que afetam o coração

(doença arterial coronariana, que causa infarto agudo do miocárdio

[IAM]) e o sistema circulatório (que causam acidente vascular encefálico, ou AVE) são descritas coletivamente como doenças cardiovasculares (DCV). As taxas de mortalidade associadas à DCV diminuíram em 30,8% entre 2001 e 2011, mas a doença arterial coronariana (47,7%) e o AVE (16,4%) ainda são as causas principais de mortalidade nos EUA,1,2 com discrepâncias raciais significativas relacionadas com os fatores de risco para DCV (Boxe 8.1). O tratamento médico-nutricional (TMN) é um componente crucial da intervenção baseada em alterações específicas da dieta para controlar os sinais e sintomas de DCV, principalmente no controle da hipertensão arterial sistêmica e para tratar as dislipidemias, assim como as complicações potenciais da doença (Figura 8.1).

 

Capítulo 9 - Diabetes Melito

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Diabetes Melito

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iabetes melito é uma doença conhecida deste a Antiguidade e foi citada por gregos e egípcios a partir do ano 1500 a.C.

Em suas diversas formas, o diabetes melito acomete anualmente mais de 29 milhões de americanos e outros 86 milhões têm prédiabetes. Essa doença é a sétima causa mais frequente de mortes e a causa mais importante de complicações como cardiopatia, doença renal, cegueira e amputações.

DIABETES MELITO | CLASSIFICAÇÃO, TRIAGEM

E DIAGNÓSTICO

Classificação do diabetes melito

De forma a prestar aos pacientes diabéticos cuidados médicos e nutricionais eficazes e abrangentes, é preciso primeiramente compreender as definições e classificações do diabetes melito propostas pela American Diabetes Association (ADA). A

Tabela 9.1 inclui os quatro tipos clínicos da doença.1 É importante salientar que as descrições clássicas do diabetes melito tipo 1 que ocorre apenas nas crianças e tipo 2 que ocorre apenas nos adultos não são mais válidas, porque os dois tipos da doença incidem nessas duas coortes.2 Em geral, atribuir um dos tipos de diabetes melito a determinado paciente depende das circunstâncias presentes por ocasião do diagnóstico, porque as pessoas nem sempre se encaixam perfeitamente em determinada categoria.

 

Capítulo 10 - Doença Gastrintestinal

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Doença Gastrintestinal

C

onsiderando a importância das funções desempenhadas pelo sistema digestório na manutenção da vida e da saúde, fica evidente a gravidade com que as doenças gastrintestinais podem afetar o estado nutricional e, por fim, a saúde em geral. Os distúrbios nutricionais podem ser devidos às doenças do sistema digestório superior ou inferior. Esses problemas podem ser causados por processo patológico subjacente, sintomas da doença, intervenções e/ou restrições dietéticas impostas pelo próprio paciente. Por essas razões, a avaliação nutricional abrangente é essencial, com ênfase na história dietética detalhada, assim como nas intervenções altamente individualizadas.

DOENÇAS DO SISTEMA DIGESTÓRIO SUPERIOR

Doença do refluxo gastresofágico

Fisiopatologia

Refluxo gastresofágico é o processo no qual os ácidos do estômago refluem para cima pelo esfíncter esofágico inferior (EEI) e entram no esôfago, onde causam inflamação e esofagite resultante. A esofagite aguda pode ser causada pela ingestão de um composto cáustico, comumente um fármaco como os anti-inflamatórios não esteroides

 

Capítulo 11 - Doença Hepatobiliar

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Doença Hepatobiliar

O

fígado, o pâncreas e a vesícula biliar são conhecidos como

“órgãos acessórios” em razão de sua participação na digestão.

Em vista das funções fundamentais que o fígado desempenha na absorção, metabolismo, síntese e armazenamento dos nutrientes, as doenças que acometem este órgão podem afetar o estado nutricional negativa e gravemente. O pâncreas é um órgão com dupla função, exócrina e endócrina, que participa fundamentalmente na digestão e também na regulação da glicemia. As doenças pancreáticas interferem com essas duas funções. A função da vesícula biliar

é pequena e este órgão tem efeito potencial mínimo no estado nutricional. Contudo, a existência de cálculos biliares, que afeta até 20% dos americanos, dos quais 33% desenvolvem colecistite aguda, pode exigir intervenção nutricional.1

DOENÇA HEPÁTICA

Várias condições patológicas podem causar inflamação ou lesão do fígado e afetar negativamente suas funções, inclusive exposição a toxinas ou fármacos hepatotóxicos, infecções, lesões físicas, anomalias genéticas que resultam no acúmulo de minerais, ou reações autoimunes. Em razão da função que o fígado desempenha no metabolismo da maioria dos nutrientes, as doenças hepáticas podem afetar negativamente o estado nutricional; estas doenças incluem hepatites, esteatose hepática (fígado gorduroso) e cirrose, que têm como fator desencadeante comum a ingestão excessiva de álcool.

 

Capítulo 12 - Doença Renal

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Doença Renal

Tilakavati Karupaiah, PhD, APD, AN

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esões renais agudas e doença renal crônica progressiva são responsáveis pela maioria dos casos que requerem intervenção nutricional em pacientes hospitalizados. Nos EUA, a prevalência da doença renal terminal (DRT) é de 2.034 casos por milhão e continua a aumentar a uma taxa aproximada de 21.000 casos por ano.1 Os grupos de alto risco são afro-americanos, índios americanos e asiáticos, cujas taxas de prevalência são, respectivamente, 3,7,

1,4 e 1,5 vezes maiores que na população caucasiana.

LESÃO RENAL AGUDA

A lesão renal aguda (LRA) consiste em diminuição repentina da taxa de filtração glomerular (TFG), que reduz a capacidade de os rins excretarem as escórias metabólicas e causa distúrbios da homeostasia dos líquidos, dos eletrólitos e do equilíbrio acidobásico.2

Esse tipo de lesão renal geralmente é causado por doenças, intervenções cirúrgicas ou traumatismo grave, mas também pode ser atribuído a uma doença renal intrínseca rapidamente progressiva.1

 

Capítulo 13 - Doença Pulmonar

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Doença Pulmonar

A

s doenças crônicas das vias respiratórias inferiores representam a terceira causa principal de mortes nos EUA.1 Hoje em dia, mais de 35 milhões de americanos vivem com doenças pulmonares crônicas como asma, enfisema ou bronquite crônica. As doenças pulmonares têm impacto significativo no estado nutricional e o papel do nutricionista é crucial na avaliação nutricional e na educação do paciente para evitar ou tratar desnutrição.

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

Fisiopatologia

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) caracteriza-se por limitação persistente do fluxo ventilatório, que geralmente é progressiva e está associada a uma reação inflamatória crônica exacerbada nas vias respiratórias e nos pulmões às partículas ou aos gases nocivos.2

O termo DPOC abrange bronquite crônica (definida clinicamente) e enfisema (definido por exame radiológico ou anatomopatológico).

Nos casos típicos, os pacientes com DPOC têm bronquite crônica ou enfisema, ou uma combinação dos dois.3,4 As causas comuns são tabagismo de cigarros, charutos ou cachimbo; exposição passiva à fumaça dos cigarros; exposição ocupacional a poeira e compostos químicos; poluição do ar; e predisposição genética. As intervenções nutricionais para enfisema e bronquite são semelhantes.

 

Apêndices A, B, C e D

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Apêndice A

Avaliação Laboratorial

Kelly Sanna-Gouin, RD, CNSC

O

s testes laboratoriais e outros exames diagnósticos são recursos usados pelos nutricionistas para obter informações objetivas valiosas acerca de seus pacientes. Quando são combinados com outras informações dos pacientes (p. ex., dados antropométricos, história detalhada, exame físico completo), os testes laboratoriais podem fornecer informações valiosas quanto ao estado nutricional do paciente ou sua resposta ao tratamento médico-nutricional.

Este apêndice contém uma lista em ordem alfabética dos exames laboratoriais frequentemente relevantes à avaliação nutricional. A lista não está completa, mas serve como referência rápida aos testes laboratoriais utilizados mais comumente pelos nutricionistas na prática clínica.

Os valores de referência estão citados, mas é importante ressaltar que as faixas de referência dos exames laboratoriais variam significativamente, dependendo do laboratório e dos seus métodos utilizados. Sempre é importante conferir os valores de referência da instituição em que o exame foi realizado. Essa informação quase sempre é apresentada diretamente ao lado do resultado do exame laboratorial do paciente. Neste livro, as Faixas de

 

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