Manual de Diagnóstico Diferencial do DSM-5

Autor(es): Michael B. First
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Mesmo para profissionais experientes, chegar a um diagnóstico psiquiátrico preciso pode ser um desafio. Ao oferecer orientações práticas sobre como fazer o diagnóstico diferencial, este Manual de diagnóstico diferencial do DSM-5® é uma ferramenta valiosa tanto para clínicos como para estudantes da área de saúde mental, pois oferece 29 algoritmos de decisão que indicam quais diagnósticos do DSM-5®devem ser considerados no diagnóstico diferencial de um sintoma específico, além de 66 tabelas de diagnóstico diferencial, uma para cada um dos mais importantes transtornos do DSM-5®.

 

4 capítulos

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Capítulo 1 - Diagnóstico Diferencial Passo a Passo

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1

Diagnóstico Diferencial

Passo a Passo

O

processo do diagnóstico diferencial do DSM-5 pode ser discriminado em seis passos básicos: 1) excluir a simulação e o transtorno factício, 2) excluir uma etiologia de substância, 3) excluir uma condição médica etiológica, 4) determinar o(s) transtorno(s) primário(s) específico(s), 5) diferenciar o transtorno de adaptação das outras condições especificadas e não especificadas residuais, e 6) estabelecer o limite em relação à inexistência de transtorno mental. Uma revisão completa deste capítulo fornece um quadro útil para o entendimento e a aplicação dos algoritmos de decisão apresentados no próximo capítulo.

Passo 1: Excluir a Simulação e o Transtorno Factício

O primeiro passo é excluir a simulação e o transtorno factício, porque, se o paciente não está sendo honesto no que se refere à natureza e à gravidade de seus sintomas, todas as apostas estão perdidas no tocante à capacidade do clínico de chegar a um diagnóstico preciso. A maior parte do trabalho psiquiátrico depende de um esforço colaborativo de boa-fé entre o profissional e o paciente para descobrir a natureza e a causa dos sintomas apresentados. Há momentos, contudo, em que as coisas podem não ser o que parecem.

 

Capítulo 2 - Diagnóstico Diferencial por Meio de Algoritmos

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2

Diagnóstico Diferencial por Meio de Algoritmos

O

diagnóstico diferencial está no coração de toda consulta clínica inicial e é o começo de todo plano de tratamento. O clínico deve determinar quais transtornos são possíveis candidatos a se considerar e, então, escolher a partir deles aquele (ou aqueles) que melhor explica os sintomas de apresentação. O maior problema encontrado no diagnóstico diferencial é a tendência à conclusão prematura para obtenção de um diagnóstico final. Estudos de ciência cognitiva têm indicado que os clínicos decidem sobre o diagnóstico nos primeiros

5 minutos da consulta inicial de um paciente e, então, gastam o resto do tempo da sua avaliação interpretando (e, muitas vezes, de forma errada) as informações obtidas por meio dessa propensão diagnóstica. A formulação de impressões iniciais pode ser valiosa para auxiliar a sugerir quais questões precisam ser feitas e quais hipóteses precisam ser testadas.

Infelizmente, contudo, as primeiras impressões às vezes são equivocadas – em particular porque o estado atual do paciente pode não ser um reflexo verdadeiro do curso longitudinal. O diagnóstico preciso requer uma consideração metódica de todas as possibilidades no diagnóstico diferencial.

 

Capítulo 3 - Diagnóstico Diferencial por Meio de Tabelas

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3

Diagnóstico Diferencial por

Meio de Tabelas

D

iferentemente dos 29 algoritmos de decisão incluídos no Capítulo 2, os quais usam os sintomas de apresentação como seus pontos de partida, os pontos de acesso às 66 tabelas de diagnóstico diferencial incluídas neste capítulo são os próprios transtornos do DSM-5.

Embora a prática de chegar a um diagnóstico de trabalho baseado na gestalt do paciente tenha suas falhas no que se refere ao fechamento prematuro da mente do clínico para outras possibilidades diagnósticas igualmente válidas, é provável que esse seja o método usado com mais frequência por clínicos experientes. Para ajudar a assegurar que seu diagnóstico de trabalho seja de fato o mais adequado para a apresentação clínica do seu paciente, as tabelas de diagnóstico diferencial orientadas por transtorno podem ser de grande valor, uma vez que fornecem uma listagem abrangente daqueles transtornos do DSM-5 que partilham importantes características com seu diagnóstico de trabalho inicial, de forma que esses transtornos possam ser considerados e excluídos.

 

Apêndice - Classificação do DSM-5

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Apêndice

Classificação do DSM-5

A

ntes da denominação de cada transtorno, são apresentados os códigos da CID-9-MC, seguidos dos códigos da CID-10-MC entre parênteses. Linhas em branco indicam que não se aplicam os códigos da CID-9-MC ou da CID-10-MC ao transtorno em questão.

Para algumas patologias, o código pode ser indicado apenas de acordo com o subtipo ou o especificador.

Os códigos da CID-9-MC devem ser usados nos Estados Unidos até 30 de setembro de

2014. O uso dos códigos da CID-10-MC deve ser implementado a partir de 1º de outubro de 2014.

Nota para todos os transtornos mentais devido a outra condição médica: indique o nome da outra condição médica no nome do transtorno mental devido a [condição médica]. O código e o nome da outra condição médica devem ser listados em primeiro lugar, imediatamente antes do transtorno mental devido à condição médica.

Transtornos do Neurodesenvolvimento

Deficiências intelectuais

___.___ (___.___)

 

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