Integrando psicoterapia e psicofarmacologia

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As pesquisas atuais mostram que as abordagens combinadas estão entre as formas mais eficazes de tratamento para os vários transtornos psiquiátricos. No entanto, embora tal prática esteja se tornando cotidiana para psiquiatras, psicólogos e outros profissionais da área, identificar o tratamento adequado para cada caso pode ser um desafio. Este guia prático auxiliará os leitores que buscam informações sobre tratamentos combinados, constituindo-se em recurso completo para a definição das estratégias que ajudarão seus pacientes a obter a melhora e/ou a remissão dos sintomas.

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Capítulo 1 - Integrando Psicoterapia e Psicofarmacologia: Desfechos, endofenótipos e os fundamentos teóricos sobre eficácia

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Integrando Psicoterapia e Psicofarmacologia

Desfechos, endofenótipos e os fundamentos teóricos sobre eficácia

Thomas L. Schwartz e Shilpa Sachdeva

Introdução

Este livro objetiva fornecer ao leitor informações relativas a transtornos psiquiátricos específicos e sua receptividade ao tratamento com abordagens integradas de psicoterapia e psicofarmacologia. Informações baseadas em evidências serão apresentadas e, na ausência delas, serão oferecidas abordagens e explicações sobre por que a integração e o uso simultâneo dessas duas modalidades de tratamento devem fazer sentido tanto biológico como psicológico para o clínico e para o paciente. Este capítulo introdutório examinará primeiro alguns estudos integrativos típicos e seus desfechos, quando uma técnica de psicoterapia específica e/ou uma intervenção psicofarmacológica específica foram fornecidas a pacientes com um transtorno psiquiátrico definido. Os desfechos clínicos serão discutidos resumidamente neste capítulo, a fim de estabelecer um tom para os capítulos seguintes, sobre transtornos psiquiátricos específicos, nos quais análises mais profundas serão apresentadas. Mais importante do que revisar os desfechos iniciais mais relevantes,

 

Capítulo 2 - Terapia Cognitiva Processual (TCP): Uma nova abordagem de terapia cognitivo-comportamental

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Terapia Cognitiva Processual (TCP)

Uma nova abordagem de terapia cognitivo-comportamental

Irismar Reis de Oliveira

Introdução

Os recentes avanços na neurobiologia sugerem que, assim como os medicamentos, a psicoterapia altera os circuitos cerebrais. Acredita-se que efeitos terapêuticos tanto de medicamentos quanto da psicoterapia ocorram nos transtornos psiquiátricos, melhorando a eficiência do processamento de informações em circuitos cerebrais disfuncionais. Como tratamentos clinicamente eficazes para transtornos psiquiátricos, a psicoterapia e a psicofarmacologia combinadas podem ser terapeuticamente sinérgicas. A psicoterapia hipoteticamente induz alterações epigenéticas nos circuitos cerebrais, aumentado a eficiência do processamento de informações em neurônios disfuncionais e melhorando os sintomas psiquiátricos, exatamente como os medicamentos (Stahl, 2012).

Para os teóricos da terapia cognitiva

(TC), a cognição ocorre em três níveis de processamento de informações (Fig. 2.1). No primeiro nível, e mais superficial, estão os pensamentos automáticos (PAs), definidos como percepções que ocorrem rapidamente em resposta a uma situação, as quais não estão sujeitas a análise lógica, sistemática,

 

Capítulo 3 - Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos do Humor: Depressão maior

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Integrando Psicofarmacologia e

Psicoterapia nos Transtornos do Humor

Depressão maior

Aaron M. Koenig, Edward S. Friedman e Michael E. Thase

Introdução

A depressão é uma das maiores preocupações de saúde pública do mundo (Murray

& Lopez, 1996), e em nações industrializadas, ela é a principal causa de incapacitação

(Kessler et al., 2006). As abordagens teórica e clínica no tratamento da depressão mudaram muito desde os modelos psicanalíticos que dominavam o panorama psiquiátrico em meados do século XX. Desenvolvimentos originais nas décadas de 1950 e 1960 incluíam o reconhecimento de que diversos tipos de medicamentos nitidamente diferentes tinham efeitos antidepressivos, que por fim formaram as influentes hipóteses monoaminérgicas da depressão e ajudaram a redefinir o tratamento pelas décadas seguintes.

Simultaneamente, os trabalhos pioneiros de

Beck (terapia cognitiva), de Klerman e Weisman (psicoterapia interpessoal) e de outros levaram à introdução de diversas formas de psicoterapia de tempo limitado, operacionalizadas, desenvolvidas especificamente para tratar a depressão. À medida que o nosso entendimento da etiologia, da fisiopatologia e dos fatores de risco para depressão aumentou,

 

Capítulo 4 - Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos do Humor: Transtorno bipolar

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Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos do Humor

Transtorno bipolar

Donna M. Sudak e Wei Du

Introdução

O transtorno bipolar, considerado outrora fácil de tratar, é uma doença mental grave e recorrente que frequentemente responde mal ao tratamento. Os pacientes bipolares passam cerca de 50% de suas vidas com sintomas (Judd et al., 2002). Uma vez que a doença geralmente começa na adolescência ou na idade adulta jovem, ela tem consequências duplas – a carga da doença e os efeitos devastadores sobre o desenvolvimento normal. Os pacientes com transtorno bipolar devem aceitar que têm uma doença crônica, que requer tratamento farmacológico de longo prazo. A opção por ter filhos e a escolha de carreira também são afetadas por esse diagnóstico.

O transtorno bipolar em geral ocorre juntamente com transtornos de ansiedade, de abuso ou dependência de substâncias ou distúrbios médicos. Além disso, o suicídio é uma complicação frequente da doença. Dos pacientes com transtorno bipolar, de 15 a 20% cometem suicídio (Baldessarini, Pompili, &

 

Capítulo 5 - Integrando Psicofarmacologia e Remediação Cognitiva para Tratar a Disfunção Cognitiva nos Transtornos Psicóticos

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Integrando Psicofarmacologia e Remediação

Cognitiva para Tratar a Disfunção Cognitiva nos Transtornos Psicóticos

Alice Medalia, Lewis A. Opler e Mark G. Opler

Introdução

A esquizofrenia é uma síndrome neuropsiquiátrica complexa com aspectos neurodesenvolvimentais e neurodegenerativos. Embora seja desafiador determinar as taxas de esquizofrenia em determinada população, as estimativas globais são de aproximadamente 0,5 a 1% (Bromet

& Fennig, 1999; Harrison, 1997; Lewis & Lieberman, 2000; Thaker & Carpenter, 2001). As causas da esquizofrenia estão gradualmente sendo elucidadas e existem agora evidências substanciais de diversos fatores de risco ambientais, incluindo idade paterna avançada

(Malaspina et al., 2002), privação nutricional pré-natal (Susser et al., 1996) e exposição in utero a infecção (Brown, 2011). Fatores genéticos e familiares também foram implicados e sugerem que interações gene-gene, bem como gene-ambiente, podem ocorrer durante a patogênese.

 

Capítulo 6 - Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos de Ansiedade

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Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos de Ansiedade1

David S. Shearer, Christopher S. Brown,

S. Cory Harmon e Bret A. Moore

Introdução

Este capítulo sintetiza as pesquisas sobre o uso de várias modalidades de tratamento para os transtornos de ansiedade, incluindo psicoterapia, farmacoterapia e a combinação de ambas. A última modalidade é de particular interesse dado o uso difundido dessa estratégia de tratamento na prática clínica e a escassez de pesquisas documentando sua eficácia (Olfson, Marcus, Wan, & Geissler, 2004).

O tratamento combinado faz sentido lógico e, talvez por essa razão, não tenha sido examinado empiricamente na mesma proporção que a psicoterapia e a farmacoterapia individualmente.

Olafson e colaboradores (2004) compararam dados do National Medical Expenditure Survey (NMES), de 1987, e do Medical

Expenditure Panel Survey (MEPS), de 1999, para descrever as tendências nos tratamentos dos transtornos de ansiedade em pacientes ambulatoriais. Eles encontraram um aumento no uso da associação psicoterapia/farmacoterapia de 29% da amostra de 1987 para 32% da amostra de 1999. Durante aquele período, o uso de ansiolíticos diminuiu, enquanto o de antidepressivos aumentou (embora nenhuma das tendências alcançasse significância esta-

 

Capítulo 7 - Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos Alimentares

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Integrando Psicofarmacologia e Psicoterapia nos Transtornos Alimentares

Phillipa J. Hay, Josué Bacaltchuk e Stephen Touyz

Introdução

Este capítulo se concentra no uso integrado de psicofarmacologia e psicoterapia aplicadas ao tratamento de pacientes com anorexia nervosa (AN), bulimia nervosa (BN), transtorno de compulsão alimentar (TCA) e transtorno alimentar sem outra especificação

(TASOE).

Descrição geral do transtorno

Prevalência e aspectos diagnósticos

Em um estudo nacionalmente representativo dos transtornos alimentares (TAs) nos Estados Unidos em 2001 a 2003, a prevalência ao longo da vida de AN era de 0,9% nas mulheres e 0,3% nos homens; da BN era de 1,5% nas mulheres e 0,5% nos homens; e do TCA era de 3,5% nas mulheres e 2,0% nos homens

(Hudson, Hiripi, Pope, & Kessler, 2007). No

Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, quinta edição (DSM-5; APA,

2013), a AN é caracterizada pela busca incessante de magreza, resultando em perda de peso ou falha em ganhar peso durante o período de crescimento, recusa em manter um

 

Capítulo 8 - Integração entre a Psicofarmacologia e a Psicoterapia no Tratamento de Crianças com TDAH

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Integração entre a Psicofarmacologia e a Psicoterapia no Tratamento de Crianças com TDAH

Tais S. Moriyama, Guilherme V. Polanczyk, Fernanda S. Terzi,

Kauy M. Faria, Manfred Döpfner e Luis A. Rohde

Introdução

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é um dos transtornos mentais mais comuns na infância. Estima-se que cerca de 5% das crianças e adolescentes são afetados em todo o mundo (Polanczyk, de Lima, Horta,

Biederman, & Rohde, 2007) e que a maior parte deles manifestará sintomas e déficit funcional associado na vida adulta (Faraone, Biederman,

& Mick, 2006). O impacto do TDAH pode ser devastador; o transtorno afeta diferentes áreas de funcionamento e os sintomas estão associados a rendimento escolar mais baixo (Mannuzza, Klein, Bessler, Malloy, & Hynes, 1997), problemas conjugais, dificuldades com os filhos

(Barkley & Fischer, 2010), emprego de menor status e desemprego (Mannuzza et al., 1997;

Stein, 2008), envolvimento mais frequente em acidentes de trânsito (Barkley & Cox, 2007) e aumento do risco de outros transtornos psiquiátricos (Mannuzza, Klein, Bessler, Malloy, &

 

Capítulo 9 - Integração entre a Psicofarmacologia e a Psicoterapia na Insônia

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Integração entre a Psicofarmacologia e a Psicoterapia na Insônia

Karl Doghramji e Dimitri Markov

Introdução

A insônia é a queixa de incapacidade de adormecer ou dormir, ou de um sono não restaurador. Constitui a segunda queixa mais comumente relatada na prática clínica, depois da dor (Mahowald, Kader, & Schenck, 1997). É também uma das queixas mais encontradas e desafiadoras da prática psiquiátrica. Embora uma vasta gama de modalidades de tratamento esteja disponível para essa doença, os tratamentos isolados não conferem benefício absoluto para a insônia em todos os pacientes. Observa-se resistência ao tratamento em mais de um terço dos pacientes depois da aplicação do tratamento farmacológico convencional para insônia (Mini, Wang-Weigand, &

Zhang, 2008). Além disso, ela é um sintoma persistente depois do manejo de suas comorbidades; por exemplo, em um estudo, quase metade dos indivíduos que responderam ao tratamento farmacológico para depressão tinha distúrbios do sono persistentes (Nierenberg et al.,  1999).  A persistência da insônia representa uma complicação do tratamento, uma vez que leva à possibilidade de polifarmácia e a uma gama mais ampla de efeitos colaterais, aumenta o risco de comprometimento cognitivo e funcional durante o dia e

 

Capítulo 10 - Integração da Psicoterapia e Medicação em Pacientes Dependentes

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Integração da Psicoterapia e Medicação em

Pacientes Dependentes

Diane St. Fleur e Brian Johnson

Introdução, epidemiologia e classificação

A dependência é uma doença neurológica e psicológica complexa, difícil de tratar e fatal.

Quarenta e cinco milhões de norte-americanos são dependentes da nicotina, 22% dos homens e 17% das mulheres. Vinte e dois milhões de norte-americanos são dependentes do álcool e de drogas ilícitas (Okie, 2010).

Esse número tem permanecido relativamente estável, com uma ligeira tendência positiva.

A nicotina, o álcool e a maconha são as três substâncias das quais mais se faz uso abusivo e isso já é assim há algum tempo. O uso abusivo de fármacos opioides subiu para a quarta colocação entre as substâncias mais comumente abusadas. No entanto, as duas drogas mais letais, a nicotina e o álcool, são vendidas legalmente nos Estados Unidos. Além disso, os médicos estão habilitados a prescrever três classes de fármacos que causam dependência: opioides, benzodiazepínicos e estimulantes, o que torna a indução da dependência um assunto complexo e multifatorial.

 

Capítulo 11 - Integração entre Farmacoterapia e Psicoterapia nos Transtornos Perinatais

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Integração entre Farmacoterapia e

Psicoterapia nos Transtornos Perinatais

Amy Wenzel

Introdução

Embora seja importante alcançar a integração entre fármacos e psicoterapia no tratamento de muitos quadros clínicos, se não de todos,

é particularmente importante consegui-la no tratamento dos transtornos perinatais.

Definem-se transtornos perinatais como a presença de sintomas psiquiátricos clinicamente significativos de depressão ou ansiedade em gestantes ou mulheres no primeiro ano após o parto. A decisão de medicar uma mulher em período perinatal é tomada com grande cuidado, já que, durante a gestação, a medicação atravessa a placenta e é absorvida pelo feto, e, nas puérperas que estão amamentando, uma porção do fármaco pode ser encontrada no leite materno. Assim, medicar uma mulher durante a gestação e a lactação significa que o médico está, em algum grau, medicando o feto ou o recém-nascido. Por essa razão, muitos médicos e pacientes unilateralmente optam pela psicoterapia em vez da farmacoterapia. Dito isso, há inúmeros casos em que medicar uma mulher grávida ou que está amamentando é indicado com base em aspectos de sua manifestação clínica. Em ou-

 

Capítulo 12 - Integração entre Psicoterapia e Psicofarmacologia nos Transtornos Sexuais

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Integração entre Psicoterapia e

Psicofarmacologia nos Transtornos Sexuais

Mehmet Z. Sungur e Anıl Gündüz

Introdução

Novos desafios na área de transtornos sexuais

Uma porção considerável das informações disponíveis sobre transtornos sexuais foi contestada durante as últimas décadas. Os transtornos sexuais têm sido definidos como dificuldades persistentes e recorrentes que interferem em uma ou mais etapas (desejo, excitação e orgasmo) do ciclo de resposta sexual humana. Na atualidade, até mesmo essa definição ordinária tem sido objeto de críticas. Os clínicos e pesquisadores já não pretendem basear as definições de transtorno sexual nos ciclos de resposta sexual inicialmente definidos por Masters e Johnson (1966) e mais tarde modificados por Kaplan (1974), uma vez que esses  ciclos seguem um padrão linear e não são suscetíveis de ser análogos em homens e mulheres.

Até o momento, todas as classificações do DSM basearam as definições de transtornos sexuais em opiniões de especialistas que não foram apoiadas por dados clínicos ou epidemiológicos.  Além disso, incluíam termos vagos – como “satisfatório”, “rápido”,

 

Capítulo 13 - Integração entre Psicofarmacologia e Psicoterapia Mediada pelo Computador

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Integração entre Psicofarmacologia e

Psicoterapia Mediada pelo Computador

John Greist

Introdução

É óbvio que tanto o tratamento farmacológico quanto a psicoterapia exercem efeitos em muitos transtornos psiquiátricos.  Ambas as modalidades produzem alterações em neurotransmissores, neuromoduladores, estruturas do encéfalo e seu funcionamento. Embora o organograma de decisões de tratamento seja tão abundante, continua sendo difícil prever para quem determinada modalidade ou combinação de modalidades irá funcionar melhor ou ser mais aceitável. Continuamos sendo guiados em grande medida por tentativas empíricas com cada paciente, avaliando sua preferência, a relação risco/benefício, a resposta pregressa, a disponibilidade e o custo. As considerações a respeito do uso combinado e do acréscimo de terapias começa com esse pano de fundo de humildade justificável. A substituição dos psicoterapeutas humanos por psicoterapias mediadas pelo computador acrescenta outra variável na tomada de decisão em relação ao tratamento. Este capítulo aborda muitas das questões relativas ao desenvolvimento, à avaliação e à implementação das psicoterapias mediadas pelo computador e sua combinação com o tratamen-

 

Capítulo 14 - Um Delicado Equilíbrio: A contribuição dos fatores psicossociais aos tratamentos biológicos dos transtornos mentais

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Um Delicado Equilíbrio

A contribuição dos fatores psicossociais aos tratamentos biológicos dos transtornos mentais

Roger P. Greenberg e Mantosh J. Dewan

Introdução

A seguir encontra-se uma breve descrição de um caso real atendido por um de nós (R.P.G.) em sua prática de psicoterapia.  O paciente é um homem de meia-idade encaminhado por seu psiquiatra após diversos meses de tratamento com antidepressivos.  O paciente, que sofreu crises de depressão durante a maior parte de sua vida adulta, teve algum benefício durante o curso inicial do tratamento farmacológico, mas tanto ele quanto seu psiquiatra sentiram que poderia experimentar ganhos ainda maiores com o acréscimo do tratamento psicoterápico.  A suspeita mostrou-se precisa.

O paciente respondeu muito bem à terapia pela fala. Dentro de poucos meses, vários elementos históricos e interpessoais que contribuíam para a disforia do paciente foram identificados e discutidos. Descobriu-se como ele distorcia as experiências atuais com base em seu passado e ele começou a fazer mudanças no modo como respondia aos outros, como lidava com decisões importantes e como avaliava sua percepção de si mesmo. Sua confiança melhorou e os sintomas da depressão desapareceram. Por fim, os sentimentos positivos e uma sensação de estabilidade contínua o conduziram – com a concor-

 

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