Contabilidade Introdutória, 2ª edição

Visualizações: 368
Classificação: (0)

Esta obra foi concebida numa metodologia que contempla exposição teórica, exemplos práticos, casos programados para estudo e suas respectivas resoluções. Tudo isso para promover uma aprendizagem didática da Contabilidade dentro dos padrões das Normas Internacionais de Contabilidade e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis._x000D_
Livro indicado para a disciplina Contabilidade Introdutória dos cursos de graduação e pós-graduação em Contabilidade e Administração. Leitura indicada para contadores, auditores, controllers e demais profissionais que necessitam tomar decisões baseadas na Contabilidade._x000D_
_x000D_
_x000D_
_x000D_

 

19 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

1 - Panorama Geral da Contabilidade no Mundo e no Brasil e uma Visão Geral das Demonstrações Contábeis

PDF Criptografado

1

PANORAMA GERAL DA CONTABILIDADE NO

MUNDO E NO BRASIL E UMA VISÃO GERAL DAS

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1 INTRODUÇÃO

As normas internacionais de contabilidade, que servem de base para elaboração das demonstrações contábeis, são emitidas pelo IASB (International Accounting Standards

Board – Conselho de Normas Contábeis Internacionais).

Essas normas são denominadas IFRS (International Financial Reporting Standard – Normas Internacionais de

Relatório Financeiro) e de IAS (International Accounting

Standard – Normas Internacionais de Contabilidade).

No Brasil, essas normas internacionais de contabilidade são emitidas em português pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).

2 PROCESSO FORMAL DO IASB

O IASB segue um processo formal aberto e rigoroso.

Todas as reuniões do IASB e de seus grupos de trabalho formal são públicas. O processo formal para projetos, normalmente, mas não necessariamente, inclui as seguintes etapas:

 

2 - Metodologia das Partidas Dobradas, Ativo, Passivo, Patrimônio Líquido, Receitas e Despesas

PDF Criptografado

2

METODOLOGIA DAS PARTIDAS DOBRADAS, ATIVO,

PASSIVO, PATRIMÔNIO LÍQUIDO, RECEITAS E

DESPESAS

1 INTRODUÇÃO

O objetivo principal da contabilidade é coletar, registrar, resumir, analisar e demonstrar, em termos monetários, informações acerca dos negócios das companhias.

Essas informações são compiladas em termos de um conjunto de demonstrações contábeis, cujos usuários primários, conforme já abordado em capítulo anterior desta obra, são investidores atuais, investidores potenciais, credores por empréstimos e outros credores.

O Pronunciamento Técnico CPC 26(R1).10 (Apresentação das Demonstrações Contábeis) estabelece que o conjunto completo das demonstrações financeiras inclui: a) Balanço patrimonial – relata os bens e direitos da companhia, bem como as obrigações com terceiros e os recursos investidos pelos proprietários. b) Demonstração do resultado – informa o lucro ou prejuízo apurado pela companhia durante o seu exercício social. c) Demonstração do resultado abrangente – informa o resultado líquido (lucro ou prejuízo) e inclui os outros resultados abrangentes (valores que foram registrados provisoriamente no patrimônio líquido). d) Demonstração das mutações do patrimônio líquido

 

3 - Principais Grupos de Contas do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado

PDF Criptografado

3

PRINCIPAIS GRUPOS DE CONTAS

DO BALANÇO PATRIMONIAL E DA

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO

1 INTRODUÇÃO

O balanço patrimonial relata em uma certa data a situação econômica e financeira da entidade, em termos de ativos, dívidas com terceiros e os recursos investidos pelos sócios no negócio.

A demonstração do resultado informa o lucro ou prejuízo apurado pela sociedade em um dado período.

Quando as receitas são maiores do que as despesas, a entidade apura lucro. Quando as despesas são maiores do que as receitas, a entidade apura prejuízo.

Os principais grupos de contas do balanço patrimonial e da demonstração do resultado estão previstos no CPC 26(R1) – Apresentação das Demonstrações

Contábeis.

2 BALANÇO PATRIMONIAL

Um modelo de balanço patrimonial, de acordo com o CPC 26(R1).54 – Apresentação das Demonstrações

Contábeis, é exibido a seguir:

BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 20x2 E 20x1 (VALORES EXPRESSOS

 

4 - Critérios Gerais de Avaliação de Contas a Receber de Clientes, de Ativos Financeiros de Renda Fixa, de Ativos Financeiros de Renda Variável e de Estoques

PDF Criptografado

4

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DE CONTAS A

RECEBER DE CLIENTES, DE ATIVOS FINANCEIROS DE

RENDA FIXA, DE ATIVOS FINANCEIROS DE RENDA

VARIÁVEL E DE ESTOQUES

1 INTRODUÇÃO

Este capítulo contempla estudo dos critérios gerais de avaliação de contas a receber de clientes e ativos financeiros de renda fixa e de renda variável, no âmbito do CPC 48 – Instrumentos Financeiros, bem como dos estoques que estão normatizados no CPC 16(R1)

– Estoques.

Com referência a instrumentos financeiros, abordamos neste capítulo esse tema apenas preliminarmente e de forma introdutória.

2 CONTAS A RECEBER DE CLIENTES

CONTAS/HISTÓRICO

Contas a receber de clientes (ativo circulante)

CRÉDITO

1.000

Receita bruta de vendas (demonstração do resultado)

1.000

Registro de vendas a prazo a clientes

Despesas de impostos sobre vendas (demonstração do resultado)

200

Impostos sobre vendas a pagar (passivo circulante)

 

5 - Critérios Gerais de Avaliação de Investimentos, do Ativo Imobilizado e do Ativo Intangível

PDF Criptografado

5

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DE

INVESTIMENTOS, DO ATIVO IMOBILIZADO E DO

ATIVO INTANGÍVEL

1 INTRODUÇÃO

Este capítulo contempla estudo dos critérios gerais de avaliação de investimentos (CPC 18(R2), CPC 19(R2) e

CPC 36(R3)), do ativo imobilizado (CPC 27) e do ativo intangível (CPC 04(R1)).

Cada um dos citados CPC será objeto de capítulo específico em obras subsequentes do autor, quando então abordaremos temas complexos (exemplos; resultados não realizados entre investidor e investidas e ativos intangíveis gerados internamente) e assuntos específicos (exemplos; permutas e ativos adquiridos em uma combinação de negócios).

2 INVESTIMENTOS

2.1 Natureza

De acordo com os procedimentos técnicos do CPC, as participações em ações no capital social de outras sociedades podem ser avaliadas pelo valor justo (critério de avaliação analisado no capítulo anterior) ou pelo método de equivalência patrimonial – MEP. Nesse

ALMEIDA_Contabilidade Intermediária e Contabilidade Introdutória - 2. Ed.indb 69

 

6 - Critérios Gerais de Avaliação dos Passivos de Fornecedores, de Empréstimos, de Benefícios a Empregados e de Provisões para Riscos

PDF Criptografado

6

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS PASSIVOS DE

FORNECEDORES, DE EMPRÉSTIMOS, DE BENEFÍCIOS A

EMPREGADOS E DE PROVISÕES PARA RISCOS

1 INTRODUÇÃO

Este capítulo contempla o estudo dos critérios gerais de avaliação de passivos de fornecedores (CPC 48), de empréstimos (CPC 48 e CPC 20(R1)), de benefícios a empregados (CPC 33(R1)) e de provisões para riscos

(CPC 25).

Cada um dos citados CPC será objeto de capítulo específico, quando então abordaremos temas complexos, como por exemplo capitalização de juros de empréstimos, planos para os empregados de benefícios definidos, planos para os empregados de contribuição definida, perda operacional futura, contrato oneroso e reestruturação.

2 FORNECEDORES

2.1 Natureza

As dívidas com fornecedores são oriundas de compras a prazo de bens e serviços. Essas obrigações tradicionalmente não são onerosas (não têm incidência de juros) e vencem em curto espaço de tempo.

CONTAS/HISTÓRICO

Despesas com serviços (resultado)

 

7 - Patrimônio Líquido – Capital Social e Reservas

PDF Criptografado

7

PATRIMÔNIO LÍQUIDO – CAPITAL

SOCIAL E RESERVAS

1 INTRODUÇÃO

O patrimônio líquido representa os recursos dos sócios que estão investidos no negócio na forma de bens e direitos. Esses recursos são capital de risco, não são exigíveis nem a curto nem a longo prazo e são remunerados aos sócios através do pagamento de dividendos.

Ilustração:

Ativos

R$ 1.000

Menos

Passivos

R$ 300

Igual

Patrimônio

Líquido de

R$ 700

Segundo o pronunciamento técnico do CPC Estrutura Conceitual para Elaboração e Apresentação das

Demonstrações Contábeis, embora o patrimônio líquido seja definido como o valor residual dos ativos da entidade depois de deduzidos todos os passivos, ele pode ter subclassificações no balanço patrimonial. Por exemplo, recursos aportados pelos sócios (capital social), reservas resultantes de apropriações de lucros (reservas de lucros) e reservas para manutenção do capital (reservas de capital) podem ser demonstrados separadamente. Tais classificações podem ser importantes para a tomada de decisão dos usuários das demonstrações contábeis quando indicarem restrições legais ou de outra natureza sobre a capacidade que a entidade tem de distribuir ou aplicar de outra forma os seus recursos patrimoniais. Podem também refletir o fato de que acionistas de uma entidade tenham direitos diferentes em relação ao recebimento de dividendos ou

 

8 - Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido e do Resultado Abrangente

PDF Criptografado

8

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO E DO RESULTADO

ABRANGENTE

1 INTRODUÇÃO

De acordo com o CPC 26(R1).10 – Apresentação das Demonstrações Contábeis, o conjunto completo de demonstrações contábeis inclui: a) Balanço patrimonial ao final do exercício social. b) Demonstração do resultado do exercício social. c) Demonstração do resultado abrangente do exercício social (DRA). d) Demonstração das mutações do patrimônio líquido do exercício social (DMPL). e) Demonstração dos fluxos de caixa do exercício social. f) Notas explicativas, compreendendo um resumo das políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.

Cumpre informar que a Demonstração do Valor Adicionado, estabelecida na Lei no 6.404/76 e não prevista nas normas do IFRS, é obrigatória somente para companhias abertas.

Neste capítulo estudaremos os conceitos e a forma de elaboração da DMPL e da DRA.

2 ELABORAÇÃO DA DEMONSTRAÇÃO DAS

MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

 

9 - Deduções de Prejuízos, Participações, Destinação do Lucro, Reservas e Dividendos

PDF Criptografado

9

DEDUÇÕES DE PREJUÍZOS, PARTICIPAÇÕES,

DESTINAÇÃO DO LUCRO, RESERVAS E DIVIDENDOS

1 INTRODUÇÃO

2 DEDUÇÕES DE PREJUÍZOS

Norma da lei societária:

Neste capítulo, abordamos assuntos contábeis e societários relacionados com apuração de prejuízos, cálculos e contabilização de participantes no lucro da entidade, constituição das reservas de lucros, destinações do lucro, limites das reservas de lucros, utilização das reservas de capital e a remuneração dos proprietários da entidade na forma de dividendos.

Os lucros apurados devem ser totalmente destinados às entidades constituídas na forma de sociedades anônimas.

Essa destinação é formalizada através de transferências da conta de Lucros Acumulados para as contas de reservas de lucros e dividendos propostos ou a pagar aos acionistas.

As reservas de lucros previstas na lei societária brasileira são as seguintes: a) Reserva legal. b) Reservas estatutárias. c) Reservas para contingências. d) Reserva de retenção de lucros. e) Reserva de lucros a realizar. f) Reserva de incentivos fiscais.

 

10 - Apresentação das Demonstrações Contábeis

PDF Criptografado

10

APRESENTAÇÃO DAS

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1 INTRODUÇÃO

Este capítulo aborda o CPC 26(R1) – Apresentação das Demonstrações Contábeis, com relação aos tópicos considerações gerais, balanço patrimonial e demonstração do resultado.

Os principais assuntos desses tópicos são analisados com exemplos de eventos ilustrativos, de forma a aliar a teoria à prática, e, dessa maneira, facilitar o entendimento do leitor.

Segundo o citado CPC, o objetivo deste Pronunciamento Técnico é definir a base para a apresentação das demonstrações contábeis, para assegurar a comparabilidade tanto com as demonstrações contábeis de períodos anteriores da mesma entidade quanto com as demonstrações contábeis de outras entidades. Nesse cenário, este Pronunciamento Técnico estabelece procedimentos gerais para a apresentação das demonstrações contábeis, diretrizes para a sua estrutura e os requisitos mínimos para seu conteúdo.

2 CONSIDERAÇÕES GERAIS

2.1 Demonstração do valor adicionado

 

11 - Estoques

PDF Criptografado

11

ESTOQUES

1 INTRODUÇÃO

A norma contábil que trata dos estoques é o CPC

16(R1) – Estoques. Os estoques são bens destinados à venda ou à fabricação de produtos, relacionados com os objetivos e atividades da entidade. Os estoques são normalmente ativos importantes na composição do ativo circulante e na determinação do lucro líquido de cada exercício social das entidades.

Os estoques nas empresas comerciais representam mercadorias compradas de terceiros (fornecedores) para serem vendidas aos clientes. Os estoques nas empresas industriais representam matérias-primas, produtos em processo e produtos acabados. As matérias-primas são ativos comprados de terceiros (fornecedores) para serem utilizados na produção de produtos. Produtos em processo são ativos que estão em fase de transformação em produtos acabados. Produtos acabados são ativos fabricados pela entidade e que estão prontos para serem vendidos aos clientes.

Neste capítulo, tratamos das normas contábeis emanadas do CPC 16(R1) – Estoques, principalmente com referência a custeio, valorização e avaliação dos estoques.

 

12 - Ativo Biológico e Produto Agrícola

PDF Criptografado

12

ATIVO BIOLÓGICO E PRODUTO AGRÍCOLA

1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, abordamos o tratamento contábil relacionado com ativos biológicos e com produtos agrícolas.

Ativos biológicos são plantas e animais vivos. Produtos agrícolas são produtos colhidos ou obtidos de ativo biológico da entidade.

Os procedimentos contábeis para ativos biológicos e produtos agrícolas estão estabelecidos no CPC 29 –

Ativo Biológico e Produto Agrícola. Esse CPC aborda os critérios de mensuração dos ativos biológicos desde o reconhecimento inicial até a data em que esses ativos são desreconhecidos do balanço patrimonial. O critério definido na norma para ativos biológicos é o valor justo menos as despesas com venda. Com referência aos produtos agrícolas, a norma estabelece a mensuração pelo valor justo menos as despesas com venda no momento da colheita, corte ou abate.

Os ativos biológicos usualmente são classificados no ativo não circulante, em grupo específico de contas denominado de “Ativos Biológicos”. Entretanto, ativos biológicos podem ser classificados no ativo circulante, como por exemplo no caso de entidades que têm animais destinados ao abate (aves, suínos e bovinos) no curto prazo.

 

13 - Propriedade para Investimento

PDF Criptografado

13

PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO

1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, abordamos o tratamento contábil relacionado com propriedade para investimento. Propriedade para investimento é a propriedade (terreno ou edifício – ou parte de edifício – ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário em arrendamento financeiro) para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas, e não para: (a) uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços ou para finalidades administrativas

(CPC 27 – Ativo Imobilizado); ou (b) venda no curso ordinário do negócio (CPC 16(R1) – Estoques).

Os procedimentos contábeis para propriedade para investimento estão estabelecidos no CPC 28 – Propriedade para Investimento. Esse CPC aborda os critérios de mensuração no reconhecimento e após o reconhecimento de propriedade para investimento. O critério definido na norma para propriedade para investimento é que as entidades têm a opção de avaliar pelo valor de custo ou pelo valor justo.

 

14 - Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento Controlado em Conjunto

PDF Criptografado

14

INVESTIMENTO EM COLIGADA, EM

CONTROLADA E EM EMPREENDIMENTO

CONTROLADO EM CONJUNTO

1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, abordamos a avaliação de investimento pelo método de equivalência patrimonial (MEP). O pronunciamento técnico que trata desse assunto é o CPC

18(R2) – Investimento em Coligada, em Controlada e em

Empreendimento Controlado em Conjunto.

Esse CPC contempla os procedimentos do MEP e os conceitos de sociedade coligada. Os conceitos de controlada estão no CPC 36(R3) – Demonstrações Consolidadas.

Os conceitos de empreendimento controlado em conjunto estão no CPC 19(R2) – Negócios em Conjunto.

2 NATUREZA

De acordo com os procedimentos técnicos do CPC, as participações em ações no capital social de outras sociedades podem ser avaliadas pelo valor justo (critério previsto no CPC 48 – Instrumentos Financeiros ) ou pelo método de equivalência patrimonial – MEP. Neste tópico, estudamos os investimentos em ações avaliados pelo MEP.

 

15 - Negócios em Conjunto

PDF Criptografado

15

NEGÓCIOS EM CONJUNTO

1 INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é discutir os conceitos de negócios em conjunto e sua contabilização nas demonstrações contábeis individuais e nas demonstrações contábeis consolidadas das entidades que tenham interesses em negócios conjuntos. A norma contábil que trata desse assunto é o CPC 19(R2) – Negócios em Conjunto.

Esse tema é relevante para análise devido ao fato de que um entendimento equivocado poderia resultar em apresentação errônea nas demonstrações contábeis do investidor. Por exemplo, a interpretação de uma participação como em sociedade controlada ao invés de como em empreendimento controlado em conjunto resultaria que o investidor incluiria todos os ativos, passivos, receitas e despesas da investida em suas demonstrações contábeis consolidadas, ao contrário de apenas apresentar essa participação com base na avaliação pelo método de equivalência patrimonial em suas demonstrações consolidadas.

2 NATUREZA DOS NEGÓCIOS EM

 

16 - Ativo Imobilizado

PDF Criptografado

16

ATIVO IMOBILIZADO

1 INTRODUÇÃO

Os bens do ativo imobilizado representam geralmente uma parcela significativa dos ativos de uma entidade e têm vida útil superior a um ano. Eles são utilizados principalmente na fabricação de produtos de estoques e na manutenção da parte administrativa da entidade.

Esses ativos são registrados no balanço patrimonial pelos custos incorridos em sua aquisição, e esses custos são transferidos para o resultado ou para ou custo de outros ativos (por exemplo, custos de produção dos estoques) através de um processo denominado depreciação.

O CPC 01(R1) – Redução do Valor Recuperável de

Ativos determina que a entidade deve testar a recuperabilidade do valor contábil dos bens do ativo imobilizado sempre que houver indício de desvalorização desses ativos, bem como constituir provisão para perda quando o valor contábil desses bens for superior ao seu valor recuperável.

2 NATUREZA

Ativo imobilizado compreende bens físicos usados nos negócios da entidade, com vida útil superior a um ano e não destinados a venda. As normas contábeis do ativo imobilizado estão previstas no CPC 27 – Ativo

 

17 - Ativo Intangível

PDF Criptografado

17

ATIVO INTANGÍVEL

1 INTRODUÇÃO

Suponha a situação de uma entidade que compra de terceiros uma fórmula patenteada de um remédio para cura de uma certa doença. Essa patente gera receita para a entidade através da venda dos remédios para terceiros.

Essa patente é equivalente a uma máquina em uma empresa industrial, ou seja, é utilizada na manutenção dos negócios da entidade. No entanto, ao contrário de uma máquina, essa patente não tem substância física. Essa patente representa um ativo intangível.

Antes da adoção do IFRS no Brasil, a prática contábil brasileira era classificar os ativos intangíveis no grupo do ativo imobilizado. Após a adoção do IFRS, os ativos intangíveis passaram a ser registrados em grupo específico de contas no ativo não circulante.

A parte contábil da lei societária brasileira, a Lei no

6.404/76, foi alterada pela Lei no 11.638/07, para incluir o ativo intangível, definido como direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido.

 

18 - Operações de Arrendamento Mercantil

PDF Criptografado

18

OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL

1 INTRODUÇÃO

Suponha uma situação em que a Entidade A aluga um ativo da Entidade B, sendo a operação formalizada através de um contrato. Esse contrato tem prazo de cinco anos e estabelece que a Entidade A deverá pagar à Entidade

B certa quantia em base mensal. De que forma as Entidades A e B registrariam essa transação na escrituração mercantil de suas contabilidades? Esse assunto se torna mais complexo em algumas situações onde o contrato de aluguel se assemelha a uma compra financiada.

Neste capítulo, analisamos o tratamento contábil das operações de arrendamento mercantil, tanto do ponto de vista do arrendatário quanto do arrendador. A norma contábil que aborda esse assunto é o CPC 06(R1) – Operações de Arrendamento Mercantil.

2 ALCANCE

O CPC 06(R1) – Operações de Arrendamento Mercantil aplica-se a contratos ou acordos que transfiram o direito de usar ativos, mesmo que existam serviços substanciais relativos ao funcionamento ou à manutenção de tais ativos prestados pelos arrendadores.

 

Carregar mais


Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPPD000261271
ISBN
9788597016567
Tamanho do arquivo
9,8 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados