Anatomia e Fisiologia de Seeley - 10.ed.

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Esta obra acompanha a tendência atual de ensino integrado das ciências básicas da saúde, facilitando a aprendizagem e proporcionando uma visão multidisciplinar dos conteúdos apresentados. Tanto a abrangência quanto a forma de abordagem dos assuntos atendem às demandas dos currículos atuais nos diferentes cursos da área da saúde. Descrições claras e ilustrações excepcionais se combinam para ajudar os estudantes a desenvolverem uma sólida compreensão dos conceitos de anatomia e fisiologia e para ensiná-los a utilizar este conhecimento na prática clínica.

30 capítulos

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Capítulo 1 - O organismo humano

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1

O organismo humano

O

que está por vir é uma aventura surpreendente – aprender sobre a estrutura e a função do corpo humano e as complexas verificações e equilíbrios que o regulam. A resposta de Renzo ao comer a barrinha de cereal é um bom exemplo do quanto é importante para o corpo este sistema de verificações e equilíbrios. Talvez você tenha tido uma experiência similar, mas com um desfecho diferente. Você acordou tarde, atrasado para sua aula das 8 horas e não tomou seu café da manhã. Em seguida, a caminho da aula de

Anatomia e Fisiologia, você comprou uma barra de cereal em uma máquina.

Comer a barra ajudou você a se sentir melhor. A explicação para essas experiências está no processo de homeostase; para você, a homeostase foi mantida, mas, para Renzo, ocorreu uma quebra na homeostase. Ao longo deste livro, o tema principal é a homeostase. Quando você pensa sobre o caso de Renzo, pode perceber o quanto o corpo humano é capaz de ter uma coordenação inacreditável de milhares e milhares de processos. Conhecer a anatomia e a fisiologia humana é também a base para entender a doença. O estudo da anatomia e da fisiologia humana é importante para os estudantes que planejam seguir uma profissão na área das ciências da saúde, pois os profissionais da saúde necessitam de um sólido conhecimento sobre as estruturas e as funções a fim de exercer seus deveres. Além disso, o entendimento da anatomia e da fisiologia prepara-nos para avaliar tratamentos recomendados, revisar de forma crítica anúncios e reportagens da literatura popular e discutir racionalmente o corpo humano com profissionais da saúde e leigos.

 

Capítulo 2 - As bases químicas da vida

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Brad e sua colega de laboratório, Angie, misturaram uma pequena quantidade de amido em um tubo de ensaio com água. Em seguida, eles adicionaram iodo, que marca as moléculas de amido com a cor azul e, depois, acrescentaram saliva ao tubo de ensaio. Após 30 minutos, a coloração azul desapareceu. Esse exercício demonstra as consequências do metabolismo na ausência de homeostase (descrita no Cap. 1).

A homeostase frequentemente envolve o equilíbrio das reações químicas que vão sintetizar e degradar moléculas, como o amido. No tubo de ensaio, ocorreu somente uma dessas reações. Depois de ler este capítulo, você terá aprendido que as enzimas podem aumentar muito a velocidade das reações químicas nas células e nos fluidos corporais, e você entenderá o papel de dois fenômenos químicos – energia de ativação e reações de decomposição.

Considerando as propriedades das enzimas e das reações químicas, você poderia explicar por que a coloração azul desapareceu no tubo de ensaio?

 

Capítulo 3 - Biologia celular

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Carlos sempre carrega uma garrafa de água, e nunca fica muito longe de um banheiro. Ele tem diabetes insípida, uma doença incurável que faz o seu rim produzir quantidades grandes de urina diluída. Para manter a homeostase dos seus fluidos corporais (ver Cap. 1), Carlos necessita ingerir uma quantidade suficiente de água e solutos para restabelecer o que ele perde ao urinar. O diabetes insípido resulta de uma modificação genética, uma mudança no DNA, que impede que os rins respondam a um hormônio importante, o ADH (hormônio antidiurético), que regula a perda de água pelos rins. Depois de ler sobre a estrutura celular e a expressão gênica no Capítulo 3, explique como a condição de Carlos se desenvolve no nível celular.

Fotografia: Modelo de uma aquaporina (canal de água), na membrana plasmática de uma célula. A imagem também representa as moléculas de água (formas em azul) movimentando-se através do canal.

Biologia celular

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corpo humano é constituído de trilhões de células. Se cada uma dessas células fosse do tamanho de um tijolo, o corpo humano teria uma altura de quase 10 km. Na verdade, o tamanho médio de uma célula é um quinto do menor ponto que você conseguir escrever com uma caneta em uma folha de papel. Apesar de serem tão pequenas, as células funcionam como fábricas complexas responsáveis por todas as funções da vida.

 

Capítulo 4 - Tecidos

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Tecidos

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e certa forma, o corpo humano é como um carro. Ambos são constituídos de diversas partes que são compostas por materiais compatíveis com suas funções especializadas. Por exemplo, os pneus dos carros são feitos com uma borracha sintética reforçada com muitas fibras, o motor é composto por várias partes de metal, e as janelas são feitas de um vidro transparente. Da mesma forma, as várias partes do corpo humano são constituídas de grupos de células especializadas e de materiais que as envolvem. Células musculares, que contraem a fim de produzir os movimentos do corpo humano, diferem tanto estrutural quanto funcionalmente das células epiteliais, que têm a função de produzir, secretar e absorver diversos componentes. Em contrapartida, as células da retina do olho, que são especializadas em detectar a luz e nos permitir enxergar, não contraem como as células musculares nem apresentam funções de célula epitelial.

A estrutura e a função dos tecidos são fortemente relacionadas, de forma que podemos, muitas vezes, predizer a função de um tecido a partir de sua estrutura, e vice-versa. O conhecimento da estrutura e função tecidual é importante para a compreensão tanto dos órgãos quantos do organismo por completo.

 

Capítulo 5 - Sistema tegumentar

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Sistema tegumentar

É

a manhã do “grande dia”. Você se olha no espelho e, para seu espanto, há uma protuberância grande e vermelha no seu queixo. Justo quando você precisava estar no seu melhor visual, isso acontece! Para a maioria das pessoas, a pele livre de defeitos é desejável, e qualquer sinal de acne é motivo de mal-estar. A queda de cabelo e as marcas de expressão também são motivos de constrangimento. É evidente que tempo, esforço e dinheiro são gastos na mudança da aparência do sistema tegumentar. Pense no espaço do balcão de uma loja destinado aos cosméticos e aos produtos para o cuidado da pele e do cabelo. As pessoas aplicam loções na pele, tingem os cabelos e aparam suas unhas.

Elas tentam evitar a transpiração usando antitranspirantes e reduzir ou mesmo mascarar o odor do corpo com banho ou com a utilização de desodorantes e perfumes.

O sistema tegumentar consiste em pele e estruturas acessórias, como pelos, glândulas e unhas. Embora as pessoas se preocupem com a aparência do seu sistema tegumentar em razão da vaidade, ela também pode indicar desequilíbrios fisiológicos. Algumas doenças, como a acne ou as verrugas, afetam somente o sistema tegumentar. Outras afetam diferentes partes do organismo, mas se manifestam no sistema tegumentar, fornecendo sinais úteis para o diagnóstico. Por exemplo, durante um infarto, o fluxo sanguíneo reduzido pela pele pode fazer a pessoa apresentar um aspecto pálido, enquanto, na febre, o fluxo sanguíneo aumentado pode provocar uma aparência corada. Além disso, algumas doenças causam erupções cutâneas, como as características de sarampo, catapora e reações alérgicas.

 

Capítulo 6 - Sistema esquelético

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Sistema esquelético

OSSOS E TECIDO ÓSSEO uebre a perna!”,* o seu amigo pode lhe dizer pouco antes de sua primeira entrevista de emprego, mas, se você quebrasse a perna literalmente, suas chances de completar a entrevista seriam pequenas ou nulas. Um dos símbolos mais icônicos da forma humana, o esqueleto é essencial para nossas atividades cotidianas. Sentar, levantar, caminhar, pegar um lápis e tomar fôlego envolvem o sistema esquelético. Além de auxiliar o corpo a se mover e respirar, o esqueleto é o arcabouço estrutural que dá ao corpo sua forma e protege os órgãos internos e tecidos moles. Embora consista em material mineralizado que sobra após a remoção da carne e dos órgãos e seja constantemente associado com morte, o esqueleto é composto de tecidos dinâmicos e vivos, que são capazes de crescer, se adaptar ao estresse e de sofrer reparo após lesão.

“Q

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Amir vive para o futebol americano. Ele joga desde o segundo ano e assistiu regularmente a todos os jogos televisionados dos circuitos universitário e profissional. Ele sonhou um dia estar na tevê, jogando futebol americano. Em uma partida memorável, o seu jogador preferido quebrou a perna, e Amir quis fazer de tudo para que isso não acontecesse um dia consigo.

 

Capítulo 7 - Sistema esquelético

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Sistema esquelético

ANATOMIA BÁSICA

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e o corpo não tivesse esqueleto, ia parecer uma boneca de pano. O sistema esquelético é uma armação que ajuda a manter a forma do corpo e permite os nossos movimentos. A maior parte dos músculos atua nos ossos para produzir movimento, puxando os ossos com força considerável. Ossos de seres humanos são muito fortes e podem resistir a grandes forças de flexão e compressão sem quebrar. No entanto, cerca de 6,8 milhões de norte-americanos quebram um osso a cada ano.

O sistema esquelético inclui ossos, cartilagem e ligamentos. Entretanto, para estudar a anatomia esquelética básica, anatomistas usam ossos secos, preparados, a fim de analisar as principais características de ossos individuais desobstruídos dos tecidos moles associados. Enquanto você estudar os ossos representados neste capítulo, mantenha em mente que ossos vivos não apenas contêm tecidos moles, como o periósteo (ver Cap. 6), mas também têm relações importantes com muitos tecidos moles, incluindo músculos, tendões, ligamentos, cartilagem, nervos e vasos sanguíneos.

 

Capítulo 8 - Articulações e movimento

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Articulações e movimento

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ssista a uma manobra de um esquiador estilo livre em uma montanha, ou a um jogador driblando e deixando os defensores para trás, e você estará vendo as articulações em ação. Os músculos puxam os ossos para movimentá-los, mas o movimento não seria possível sem as articulações entre os ossos. A articulação é o lugar onde dois ou mais ossos se unem. Embora sempre pensemos em articulações como móveis, esse nem sempre é o caso. Muitas permitem apenas movimentos limitados, e outras não permitem nenhum tipo de movimento aparente. A estrutura de uma determinada articulação está diretamente relacionada com o seu grau de movimento.

Articulações móveis são locais do corpo onde os ossos se movem em contato próximo um com o outro. Ao trabalhar com máquinas, sabemos que as peças que fazem contato entre si exigem maior manutenção. No entanto, em nossos corpos, tendemos a dar pouca atenção às articulações móveis até que doenças ou danos tornem o movimento muito difícil. Se o movimento for restrito – mesmo em uma articulação altamente móvel – a qualquer momento durante a vida de uma pessoa, uma articulação móvel pode ser transformada em uma articulação imóvel.

 

Capítulo 9 - Sistema muscular

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Sistema muscular

HISTOLOGIA E FISIOLOGIA

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ara virar as páginas deste capítulo, mover seus olhos por toda a página e continuar respirando, impulsos elétricos devem viajar para milhões de pequenos motores por todo o seu corpo. Esses “motores” são, na verdade, suas células musculares, as quais, ao receberem um impulso nervoso, convertem energia química (ATP) em energia mecânica para as partes móveis das células.

O corpo tem três tipos de tecido muscular, cada um com diferentes objetivos. Os músculos que você controla voluntariamente trabalham com o sistema esquelético para produzir movimentos coordenados dos seus membros. Os sistemas digestório, circulatório, urinário e reprodutor usam músculos lisos para propelir materiais pelo corpo. O coração contém tecido muscular cardíaco especializado para bombear sangue. Não importa onde os tecidos musculares estão no corpo, todos compartilham a mesma característica: a contração.

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Capítulo 10 - Sistema muscular

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Sistema muscular

ANATOMIA BRUTA

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em músculos, nós, seres humanos, seríamos pouco mais do que manequins de lojas de departamento – incapazes de caminhar, falar, piscar os olhos ou até mesmo segurar este livro. No entanto, nenhum desses inconvenientes nos incomodaria, porque também seríamos incapazes de respirar.

Uma das principais características dos seres humanos é a nossa capacidade de se movimentar. Mas também usamos os nossos músculos esqueléticos quando não estamos em movimento. Músculos posturais estão constantemente contraindo para nos manter sentados ou em pé. Músculos respiratórios estão constantemente funcionando para nos manter respirando, mesmo durante o sono.

Comunicação de todos os tipos necessita dos músculos esqueléticos, seja para escrever, teclar ou falar. Mesmo a comunicação silenciosa, usando sinais manuais ou expressões faciais, necessita do funcionamento dos músculos esqueléticos.

Este capítulo focaliza a anatomia dos principais músculos denominados esqueléticos; o músculo cardíaco é considerado em mais profundidade em capítulos posteriores. A fisiologia dos músculos esqueléticos e lisos foi descrita no Capítulo 9, incluindo os efeitos do envelhecimento no músculo esquelético.

 

Capítulo 11 - Organização funcional do tecido nervoso

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Organização funcional do tecido nervoso

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o pensar e sentir ao respirar, mover-se e alimentar-se, praticamente tudo o que o nosso corpo faz é controlado pelo sistema nervoso. O sistema nervoso é um dos dois principais sistemas de controle do nosso corpo, com o sistema endócrino em segundo. O sistema nervoso é composto pelo encéfalo, medula espinal, nervos e receptores sensoriais. Neste capítulo, começamos a estudar o sistema nervoso analisando a fisiologia do tecido nervoso. Os Capítulos 12 e 13 discutem a anatomia da medula espinal e dos nervos espinais, bem como do encéfalo e nervos cranianos. O Capítulo 14 centra-se na integração dos componentes do sistema nervoso e discute os efeitos do envelhecimento no sistema nervoso. O Capítulo 15 foca a anatomia e a fisiologia dos sentidos especiais. Finalmente, o Capítulo 16 explora a anatomia e a fisiologia do sistema nervoso autônomo. Após revisar a seção do sistema nervoso, você vai entender definitivamente por que pula do assento e seu coração acelera quando a música do filme de terror toca e o vilão salta do chuveiro!

 

Capítulo 12 - Medula espinal e nervos espinais

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Javier já tinha pedido que seus filhos não deixassem brinquedos espalhados pelo chão muitas vezes, mas enquanto caminhava pelo corredor escuro no meio da noite, Javier pisou com seu pé direito sobre um carrinho de corrida. Ele imediatamente retirou seu pé do estímulo doloroso, mas então pisou sobre um segundo carrinho com seu pé esquerdo.

Felizmente, ele conseguiu deslocar o peso do seu corpo sobre o outro pé, evitando cair. Após ler este capítulo, explique os reflexos medulares que permitiram que Javier permanecesse em pé. Descrever esses reflexos exigirá seu conhecimento sobre a organização do sistema nervoso, discutida no Capítulo 11.

Fotografia: Microscopia eletrônica de varredura colorida de feixes de axônios em um nervo.

Medula espinal e nervos espinais

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ais de 10 mil pessoas sofrem danos na medula espinal por ano, em geral homens no fim da adolescência e início da idade adulta. Conforme se aprende mais sobre a medula espinal, há uma esperança crescente por terapias melhores para esse tipo de lesão. A medula espinal e os nervos espinais associados desempenham um papel central na comunicação entre o encéfalo e o resto do corpo.

 

Capítulo 13 - Encéfalo e nervos cranianos

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Encéfalo e nervos cranianos

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complexidade do encéfalo humano é intrigante. Ele contém cerca de 100 bilhões de neurônios, além de outro trilhão de células gliais. Ainda mais surpreendente é que cada neurônio estabelece cerca de 10 mil conexões com outros neurônios. Dessa complexidade emana o controle e comando de nossos corpos, por meio da medula espinal e dos nervos espinais – descritos no

Capítulo 12 –, bem como nos nervos cranianos, os quais serão discutidos neste capítulo e encontram-se conectados diretamente ao encéfalo. Além disso, estas conexões são importantes para gerar nossa autopercepção. Pesquisas recentes têm trazido novas informações a respeito da organização e função encefálica, mas muito ainda permanece um mistério. Este capítulo proporcionará os fundamentos para o conhecimento do encéfalo, por meio da descrição de sua estrutura, unidades funcionais e nervos cranianos associados. A integração das funções encefálicas será discutida no Capítulo 14.

 

Capítulo 14 - Integração das funções do sistema nervoso

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Integração das funções do sistema nervoso

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credita-se que existam mais conexões no encéfalo humano do que na

Via Láctea. Essas conexões permitem que você leia e entenda este parágrafo enquanto desconsidera o peso do livro em suas mãos, se você o estiver segurando, ou o peso de seus antebraços em cima da mesa ou no seu colo. Você provavelmente também não está ciente dos pequenos barulhos ao seu redor ou das roupas tocando o seu corpo, até que sua atenção seja direcionada a eles. Com certeza, não está ciente das alterações na sua pressão arterial ou no pH de seus fluidos corporais, nem nos níveis de sua glicose sanguínea, mas seu sistema nervoso está ativamente processando todos esses estímulos sensoriais e controlando as respostas para esses estímulos.

Além disso, o encéfalo humano é capaz de outras funções únicas e complexas – como registrar história, raciocínio e planejamento – a um nível incomparável no reino animal. Muitas dessas funções podem ser estudadas apenas em seres humanos. Isso explica porque a função encefálica humana permanece enigmática e é uma das fronteiras mais desafiadoras da anatomia e fisiologia.

 

Capítulo 15 - Os sentidos especiais

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Freddy, um avô e pai de 67 anos, estava sentado em seu sofá com a mão em sua orelha esquerda. Toda sua família estava fazendo-lhe uma visita, e a sala estava muito barulhenta.

“O que houve?”, perguntou sua esposa. Ele riu:

“Nunca tinha percebido o quão barulhenta é nossa família”. Durante a maior parte da sua vida, Freddy sofreu de perda completa da audição em sua orelha esquerda. Recentemente, ele passou por uma cirurgia que repôs dois ossículos da audição nessa orelha, e agora sua audição está restabelecida. Freddy está ouvindo sua família de uma maneira completamente nova. Após ler sobre o processo de audição neste capítulo, explique a razão da perda auditiva de Freddy, como isso afetou sua capacidade de localizar a direção dos ruídos e como sua audição foi restabelecida.

Fotografia: Cóclea isolada da orelha interna.

Os sentidos especiais

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istoricamente, os fisiologistas pensavam que os seres humanos tinham apenas cinco sentidos: olfato, paladar, visão, audição e tato. Hoje, eles reconhecem muitos mais. O sentido originalmente chamado de “tato” foi classificado em múltiplos tipos de sentidos gerais, incluindo pressão, tato, dor e outros. Os sentidos gerais estão descritos no Capítulo 14. Olfato, paladar, visão e audição agora são classificados como sentidos especiais. O sentido do equilíbrio foi adicionado nessa categoria. Este capítulo descreve os cinco sentidos especiais

– olfação, gustação, visão, audição e equilíbrio.

 

Capítulo 16 - Sistema nervoso autônomo

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Sistema nervoso autônomo

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ense em um piquenique, em um dia ensolarado de primavera. É fácil manter a concentração apenas na comida deliciosa e na vista agradável à volta.

A manutenção da homeostase corporal não exige qualquer pensamento consciente. O sistema nervoso autônomo (SNA) auxilia na manutenção da temperatura do corpo, controlando a atividade das glândulas sudoríparas e o fluxo sanguíneo cutâneo. O SNA também regula as complexas atividades necessárias

à digestão dos alimentos. Os nutrientes absorvidos movimentam-se pela circulação sanguínea, em direção aos diversos tecidos, graças ao controle exercido por esse sistema sobre a frequência cardíaca, o que ajuda na manutenção de uma pressão arterial adequada. Sem as ações do SNA, as atividades responsáveis por garantir a homeostase corporal ficariam sobrecarregadas.

Este capítulo examinará o SNA. O estudo desse sistema permitirá conhecer antecipadamente respostas gerais ante diferentes estímulos, explicar as respostas que sobrevêm às mudanças no ambiente, compreender os sinais decorrentes de anormalidades no SNA e como diversos fármacos podem influenciá-lo.

 

Capítulo 17 - Organização funcional do sistema endócrino

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Organização funcional do sistema endócrino

“A

cabou o tempo. Por favor, entreguem suas provas.” Essas palavras podem causar ansiedade na mente de alguns alunos. Seus corações começam a bater mais forte, e eles podem até sentir o corpo tremer e respirar com mais dificuldade. Mas, por quê? A culpada por essas sensações

é a descarga de adrenalina. Adrenalina, ou epinefrina, é uma das centenas de mensageiros químicos, chamados hormônios, que circulam pelo corpo. Esses mensageiros têm diferenças entre si, mas todos compartilham a característica fundamental de transmitir sinais às células-alvo. Neste capítulo, mostraremos os princípios gerais dos hormônios e, no Capítulo 18, discutiremos hormônios específicos e suas funções.

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Luan foi um dos melhores lutadores de luta greco-romana do time de sua escola, mas sabia que seu porte pequeno lhe traria dificuldades para competir com outros na faculdade. Ele havia tentado treinar musculação, mas pareceu não funcionar. Luan decidiu, então, tentar algo diferente daquilo que jamais havia pensado

 

Capítulo 18 - Glândulas endócrinas

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Douglas, um garoto de 10 anos, tinha fome constante e perdia peso rapidamente, apesar do seu consumo anormal de grande quantidade de comida. Ele também tinha sede constante e urinava frequentemente. Além disso, sentia-se fraco e letárgico, e sua respiração, às vezes, apresentava um distinto odor adocicado ou de acetona. Os pais de Douglas tentaram orientá-lo a adotar uma dieta saudável, mas o garoto consumia, às escondidas dos pais, doces e refrigerantes. Após ler este capítulo e aprender sobre os hormônios do corpo, qual tipo de desequilíbrio hormonal você considera responsável pelos sintomas de Douglas? Qual efeito a ingestão de doces e refrigerantes tem sobre o menino?

Fotografia: O cirurgião da foto está transplantando ilhotas pancreáticas de um doador para um paciente diabético. As ilhotas podem se instalar no pâncreas e secretar insulina para o indivíduo. Observe as novas ilhotas na foto da direita. Elas estão funcionando normalmente agora. Esse paciente nunca mais precisará de uma injeção de insulina.

 

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