Contabilidade de Custos

Autor(es): RIBEIRO, Osni Moura
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São inúmeras as áreas da Contabilidade, sendo necessário munir-se de bons livros para estudá-las e compreendê-las. Uma dessas áreas é a Contabilidade de Custos, que, particularmente, exige análises bem detalhadas para a tomada de decisões.
Ao contrário do que muitos pensam, estudar custos não é uma tarefa difícil. E, com este livro, você terá uma experiência de leitura inigualável, uma vez que o autor faz uso da didática progressiva: parte sempre dos temas mais fáceis até chegar aos mais complexos, tornando o aprendizado mais acessível e estimulante, mesmo para aqueles que nunca estudaram custos.
Este volume apresenta temas como conceito de custos, plano de contas, mão de obra e gastos gerais de fabricação, sistemas de inventário, custos indiretos de fabricação, custeio departamental, custo-padrão, custeio baseado em atividades, ponto de equilíbrio, fixação do preço de venda entre outros.
Nesta 5ª edição foram incorporadas importantes atualizações, as quais contemplam as revisões em várias NBCS TGS processadas pelo Conselho Federal de Contabilidade até o início de 2017, bem como a revogação da Resolução CFC n. 750/1993 efetuada por meio da NBC TSP Estrutura Conceitual ¿ Estrutura Conceitual para elaboração e divulgação de informação contábil de Propósito Geral pelas Entidades do Setor Público. As atualizações abrangeram, também, as mudanças introduzidas na legislação brasileira em geral, desde o ano de 2009 até 2017.
Este livro oferece conhecimento primordial para o desenvolvimento profissional tanto de estudantes de Contabilidade como de profissionais da área que têm, em seu dia a dia, muitas informações para decifrar e precisam de um embasamento teórico confiável.

84 capítulos

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1.1 Introdução

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O custo é fácil

1.1 Introdução

V

amos acompanhar Inês na cozinha:

Receita

Doce de Abóbora

Ingredientes:

8 kg de abóbora

1,5 kg de açúcar

150 g de coco ralado

6 g de cravo-da-índia

3 xícaras de água

Modo de fazer:

Em uma panela grande, coloque a abóbora descascada e picada em pequenos pedaços para cozinhar. Vá adicionando as três xícaras de água aos poucos e mexendo de vez em quando até secar. Depois, coloque o açúcar e o cravo-da-índia, mexa bem e apure por aproximadamente 50 minutos. Então, acrescente o coco ralado e deixe no fogo por mais

25 minutos, mexendo sempre.

Tempo de preparo:

Duas horas e meia, sendo uma hora e quinze minutos de cozimento e uma hora e quinze minutos de apuração.

Rendimento:

Aproximadamente 5 kg de doce.

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Após quatro horas de trabalho (incluindo compra dos ingredientes, tempo de preparo, cozimento, apuração e embalagem), o doce de abóbora ficou pronto.

 

1.2 O desafio da terminologia

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ATIVIDADE PRÁTICA

Ajude dona Teresa a calcular o custo de fabricação do bolo de aniversário. No supermer­cado, ela gastou (valores hipotéticos):

$ 3,50 por 5 kg de farinha de trigo (usou 2 kg);

$ 3 por 5 kg de açúcar (usou 1 kg);

$ 3,60 por 3 dúzias de ovos (usou 1 dúzia);

$ 0,80 por 100 g de fermento;

$ 1,20 por 500 g de manteiga (usou 250 g);

$ 5,40 por 3 latas de leite condensado;

$ 4,80 por 3 caixas de chantilly;

$ 0,80 por 1 litro de leite;

$ 2 por uma caixa de morangos.

Dona Teresa trabalhou durante 3 horas para fazer o bolo (considere um salário de $ 15 pelas

3 horas de trabalho). Os demais gastos necessários para a fabricação foram: energia elétrica: $ 0,60 (correspondentes às 3 horas de trabalho); gás: $ 0,50 (correspondentes ao consumo para assar o bolo); aluguel: $ 5 (correspondendo ao valor proporcional já calculado, pelo tempo de uso da cozinha).

Calcular: a) Custo dos materiais aplicados. b) Custo da Mão de Obra aplicada. c) Custo dos gastos gerais de fabricação. d) Custos diretos. e) Custos indiretos. f) Custo total de fabricação.

 

1.3 A Contabilidade Financeira, a Contabilidade de Custos e a Contabilidade Gerencial

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Dessa forma, para que esses termos, palavras e expressões de caráter técnico sejam facilmente compreendidos por você sem que lhe causem embaraços nos estudos, é preciso analisá-los e entender os seus significados do ponto de vista da Contabilidade de Custos.

Eles serão devidamente explicados com muita clareza, à medida que forem surgindo ao longo dos nossos estudos.

Até aqui, alguns deles já apareceram e foram explicados, embora de maneira sucinta; por exemplo: materiais, mão de obra, gastos gerais de fabricação, custos diretos, custos indiretos, rateio, bases de rateio. Lembra-se?

Por derradeiro, cumpre salientar que a inobservância da terminologia pode não interferir no resultado final, porém observá-la corretamente tornará mais fácil compreen­ der a composição do custo de fabricação.

1.3 A Contabilidade Financeira, a Contabilidade de Custos e a Contabilidade Gerencial

A Contabilidade de Custos ou Contabilidade Industrial é um ramo da Contabilidade

 

2.1 Custos, Despesas e Investimentos

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Conceito de Custos

2.1 Custos, Despesas e Investimentos

2.1.1 Introdução

A

ntes de estudarmos os mecanismos utilizados para a contabilização do custo industrial, é necessário conhecer alguns conceitos básicos que facilitarão o entendimento da matéria.

Neste capítulo, explicaremos os significados dos principais termos, palavras e expressões técnicos utilizados na Contabilidade de Custos, sem esgotá-los, evidentemente, pois sempre que novos termos surgirem nos demais capítulos, eles também serão explicados.

A palavra custo possui significado muito abrangente.

Veja alguns exemplos: em uma empresa comercial, pode ser utilizada para representar o custo das compras de mercadorias, o custo das mercadorias disponíveis para venda, o custo das mercadorias vendidas etc.; em uma empresa de prestação de serviços, pode ser utilizada para representar o custo dos materiais adquiridos para aplicação na prestação de serviços, o custo dos serviços prestados etc.; em uma empresa industrial, pode ser utilizada para representar o custo das compras de matérias-primas, o custo das matérias-primas disponíveis, o custo das matérias-primas aplicadas no processo de fabricação, o custo direto de fabricação, o custo indireto de fabricação, o custo da produção acabada no período, o custo dos produtos vendidos etc.

 

2.2 Custo de fabricação

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Despesa: compreende os gastos decorrentes do consumo de bens e da utilização de serviços das áreas administrativa, comercial e financeira, que direta ou indiretamente visam a obtenção de receitas.

Desembolso: entrega de numerário antes, no momento ou depois da ocorrência dos gastos.

Gastos com parte despesa e parte custo: compreendem os gastos que beneficiam ao mesmo tempo tanto a área de produção quanto as áreas administrativa, comercial e financeira. Neste caso, há necessidade de segregar a parcela que será classificada como despesas da parcela que será classificada como custos.

2.2 Custo de fabricação

2.2.1 Conceito

Custo de fabricação ou custo industrial compreende a soma dos gastos com bens e serviços aplicados ou consumidos na fabricação de outros bens.

2.2.2 Elementos

São três os elementos componentes do custo de fabricação:

Materiais.

Mão de Obra.

Gastos gerais de fabricação.

 

2.3 Sistemas de Custeio

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2.3 Sistemas de Custeio

Existem vários sistemas que podem ser utilizados para o custeamento dos produtos: uns com fins específicos de alocar aos produtos os custos indiretos, como ocorre, por exemplo, com o sistema de custeio departamental e com o sistema de custeio ABC (estudados nos Capítulos 10 e 11); e outros com fins específicos de promover a composição do custo total de fabricação dos produtos, como ocorre, por exemplo, com os sistemas de custeio direto, por absorção e Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit (RKW), esse último explicado logo adiante.

Para facilitar o seu entendimento no estágio dos estudos em que se encontra, diferenciamos custos de despesas dizendo que “a despesa vai para o resultado enquanto o custo vai para o produto”. Pois bem, os gastos que correspondem a custos ou a despesas integrarão o custo de fabricação ou o resultado do exercício, conforme o sistema de custeio adotado. Veja:

2.3.1 Sistema de Custeio Direto ou Variável

Esse sistema contempla como custo de fabricação somente os custos diretos ou variáveis. Nesse caso, os custos indiretos integram o resultado juntamente com as despesas. Por contemplar apenas parte dos custos incorridos na fabricação, esse sistema não

 

3.1 Conceito

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Plano de Contas

3.1 Conceito

O

Plano de Contas é um conjunto de contas, diretrizes e normas que disciplina as tarefas do setor de contabilidade, objetivando a uniformização dos registros contábeis.

Constitui ferramenta indispensável no desenvolvimento do processo contábil, e cada entidade deve elaborar o seu Plano de Contas, tendo em vista as suas particularidades, observando-se as disciplinas contidas na Lei n. 6.404/1976, a legislação específica do ramo de atividade exercido pela entidade, bem como as normas brasileiras de contabilidade aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

É importante salientar que as instituições financeiras, dentre elas os estabelecimentos bancários, estão sujeitas à adoção do Plano de Contas específico das Instituições do

Sistema Financeiro Nacional (Cosif). Da mesma forma, as companhias que atuam no ramo de seguros estão sujeitas à adoção do Plano de Contas específico aprovado pela

Superintendência de Seguros Privados (Susep).

 

3.2 Composição do Plano de Contas

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De acordo com o estabelecido na Lei n. 6.404/1976, as contas podem ser divididas em dois grupos: a) contas patrimoniais; b) contas de resultado. As contas patrimoniais são utilizadas para o registro de elementos representativos de bens, direitos e obrigações, bem como para aqueles que compõem o Patrimônio Líquido. As contas de resultado destinam-se ao registro das despesas, dos custos e das receitas.

As contas de resultado, que são abertas na escrituração contábil no início do exercício social e encerradas no final dele, não fazem parte do Balanço Patrimonial, porém possibilitam a apuração e o conhecimento do custo de fabricação e também do resultado econômico da movimentação do patrimônio, que poderá ser lucro ou prejuízo.

Embora não contemplado pela Lei das Sociedades por Ações, há um terceiro grupo de contas consideradas extrapatrimoniais que possibilita o registro dos atos relevantes que venham a ocorrer na empresa, e cujos efeitos possam se traduzir em modificações futuras no patrimônio.

 

3.3 Manual de Contas

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3.3 Manual de Contas

O Manual de Contas tem por finalidade apresentar informações detalhadas de cada conta, servindo de guia para que o contabilista possa registrar uniformemente todos os eventos responsáveis pela movimentação do patrimônio.

As informações contidas no Manual de Contas devem envolver o código numérico, a intitulação, a função, o funcionamento, a natureza, os critérios de avaliação de cada conta, exemplos de lançamentos apropriados para o registro de operações raras, roteiros para conciliações de dados, bem como os documentos que servem de suporte aos registros contábeis.

3.4 Modelos padronizados de demonstrações contábeis

O objetivo da contabilidade é possibilitar o controle da movimentação do patrimônio das entidades para fornecer informações de ordem patrimonial, econômica e financeira que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da organização e as mutações ocorridas em cada exer­cício social. Essas informações, que serão utilizadas tanto por contabilistas quanto por outros­usuários, são elaboradas com base nos registros contábeis da entidade, e apresentadas em forma de mapas, relatórios, gráficos ou de outros quadros sintéticos ou analíticos que exprimam com fidelidade a situa­ção patrimonial, econômica e financeira, além das mutações ocorridas no patrimônio da entidade por intermédio dos dados neles apresentados.

 

3.4 Modelos padronizados de demonstrações contábeis

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3.3 Manual de Contas

O Manual de Contas tem por finalidade apresentar informações detalhadas de cada conta, servindo de guia para que o contabilista possa registrar uniformemente todos os eventos responsáveis pela movimentação do patrimônio.

As informações contidas no Manual de Contas devem envolver o código numérico, a intitulação, a função, o funcionamento, a natureza, os critérios de avaliação de cada conta, exemplos de lançamentos apropriados para o registro de operações raras, roteiros para conciliações de dados, bem como os documentos que servem de suporte aos registros contábeis.

3.4 Modelos padronizados de demonstrações contábeis

O objetivo da contabilidade é possibilitar o controle da movimentação do patrimônio das entidades para fornecer informações de ordem patrimonial, econômica e financeira que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da organização e as mutações ocorridas em cada exer­cício social. Essas informações, que serão utilizadas tanto por contabilistas quanto por outros­usuários, são elaboradas com base nos registros contábeis da entidade, e apresentadas em forma de mapas, relatórios, gráficos ou de outros quadros sintéticos ou analíticos que exprimam com fidelidade a situa­ção patrimonial, econômica e financeira, além das mutações ocorridas no patrimônio da entidade por intermédio dos dados neles apresentados.

 

3.5 Elenco de Contas

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3.3 Manual de Contas

O Manual de Contas tem por finalidade apresentar informações detalhadas de cada conta, servindo de guia para que o contabilista possa registrar uniformemente todos os eventos responsáveis pela movimentação do patrimônio.

As informações contidas no Manual de Contas devem envolver o código numérico, a intitulação, a função, o funcionamento, a natureza, os critérios de avaliação de cada conta, exemplos de lançamentos apropriados para o registro de operações raras, roteiros para conciliações de dados, bem como os documentos que servem de suporte aos registros contábeis.

3.4 Modelos padronizados de demonstrações contábeis

O objetivo da contabilidade é possibilitar o controle da movimentação do patrimônio das entidades para fornecer informações de ordem patrimonial, econômica e financeira que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da organização e as mutações ocorridas em cada exer­cício social. Essas informações, que serão utilizadas tanto por contabilistas quanto por outros­usuários, são elaboradas com base nos registros contábeis da entidade, e apresentadas em forma de mapas, relatórios, gráficos ou de outros quadros sintéticos ou analíticos que exprimam com fidelidade a situa­ção patrimonial, econômica e financeira, além das mutações ocorridas no patrimônio da entidade por intermédio dos dados neles apresentados.

 

4.1 Conceito

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Materiais

4.1 Conceito

N

o Capítulo 2, quando estudamos os elementos componentes do custo de fabricação, dissemos que materiais são os objetos utilizados no processo de fabricação. Dissemos, também, que alguns materiais integram o produto, por exemplo, as matérias-primas e os materiais secundários, ao passo que outros são consumidos no processo de fabricação sem integrar os produtos, como ocorre com os materiais auxiliares (lixas, estopas, óleos e lubrificantes para as máquinas etc.), com os materiais de limpeza e outros.

4.2 Classificação

Conforme estudamos no Capítulo 2, em relação aos produtos fabricados, os materiais podem ser classificados em diretos e indiretos.

4.2.1 Materiais diretos

São considerados diretos todos os materiais aplicados no processo de fabricação e que integram os produtos fabricados, como ocorre com a matéria-prima e com os materiais secundários.

Devem ser classificados também como diretos os materiais de embalagem, quando aplicados nos produtos dentro da área de produção.

 

4.2 Classificação

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Materiais

4.1 Conceito

N

o Capítulo 2, quando estudamos os elementos componentes do custo de fabricação, dissemos que materiais são os objetos utilizados no processo de fabricação. Dissemos, também, que alguns materiais integram o produto, por exemplo, as matérias-primas e os materiais secundários, ao passo que outros são consumidos no processo de fabricação sem integrar os produtos, como ocorre com os materiais auxiliares (lixas, estopas, óleos e lubrificantes para as máquinas etc.), com os materiais de limpeza e outros.

4.2 Classificação

Conforme estudamos no Capítulo 2, em relação aos produtos fabricados, os materiais podem ser classificados em diretos e indiretos.

4.2.1 Materiais diretos

São considerados diretos todos os materiais aplicados no processo de fabricação e que integram os produtos fabricados, como ocorre com a matéria-prima e com os materiais secundários.

Devem ser classificados também como diretos os materiais de embalagem, quando aplicados nos produtos dentro da área de produção.

 

4.3 Estoques de materiais

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2.

Julgue as afirmações como falsas (F) ou verdadeiras (F):

2.1 ( ) A matéria-prima e os materiais secundários são materiais diretos.

2.2 ( ) Os materiais auxiliares são indiretos.

2.3 ( ) �Materiais diretos são aqueles cujos valores e quantidades podem ser facilmente identificados em relação aos produtos fabricados.

2.4 ( ) �Os materiais indiretos são assim denominados porque suas quantidades e seus valores podem ser facilmente identificados em relação aos produtos fabricados.

4.3 Estoques de materiais

4.3.1 Almoxarifado

É uma seção da empresa industrial onde são armazenados os materiais que serão aplicados no processo de fabricação ou consumidos nas diversas áreas que compõem a empresa industrial.

Os responsáveis pelo almoxarifado cuidam do recebimento, da estocagem, conservação, do controle e da distribuição dos materiais, tanto para a área de produção como para as demais áreas da empresa.

Assim, além dos materiais que serão aplicados no processo de fabricação, poderão ser encontrados no almoxarifado outros materiais, como bens de uso da empresa – móveis e utensílios, máquinas, ferramentas etc. –, materiais de limpeza, materiais de expediente etc.

 

4.4 Compras de materiais

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2.

Julgue as afirmativas como falsas (F) ou verdadeiras (V):

2.1 ( ) Todo material que passa pelo almoxarifado deve ser contabilizado em contas de estoques, classificadas no Ativo Circulante do Balanço Patrimonial.

2.2 ( ) O resultado nas vendas de mercadorias corresponde à receita bruta de vendas diminuída do custo das mercadorias vendidas.

2.3 ( ) O resultado nas vendas de produtos corresponde à receita líquida na venda de produtos diminuída do custo dos produtos vendidos.

2.4 ( ) Os produtos cujos processos de fabricação ainda não foram concluídos correspondem aos produtos em elaboração.

2.5 ( ) Os materiais de acondicionamento e embalagem serão tratados como custos quando aplicados nos produtos ainda na fase de fabricação, e serão tratados como despesas quando utilizados pela área comercial para embalar produtos para venda.

2.6 ( ) O estoque de subprodutos, quando levantado, será contabilizado a débito de uma conta de estoque e a crédito da conta que registra o custo de produção do período.

 

4.5 Fatos que alteram os valores das compras

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200 m3 de cerejeira, tendo pago em dinheiro a importância de $ 50.000, conforme

NF n. 3.522.

Contabilização no livro Diário:

Estoque de Matérias-primas a Caixa

Compra conf. NF n. 3.522, do fornecedor

Madeireira Santa Branca Ltda., ref. a 200 m3

de cerejeira........................................................................ 50.000

Nota

n Se a empresa adotasse o sistema de inventário periódico, a compra ora indicada

deveria ser lançada a débito da conta Compras de Matérias-primas, que no Elenco de Contas apresentado no Capítulo 3 pertence ao grupo 3.3 CUSTO DAS COMPRAS

DE MATERIAIS.

4.5 Fatos que alteram os valores das compras

Os valores das compras efetuadas pelas empresas industriais a serem registrados nas contas de estoques nem sempre correspondem somente aos valores constantes das

Notas Fiscais.

Eles sofrem influências das despesas acessórias (fretes, seguros etc.), dos descontos ou abatimentos incondicionais obtidos, dos juros embutidos (quando se tratar de compras para serem pagas em longo prazo) e dos tributos incidentes sobre as compras.

 

4.6 Vendas de materiais

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200 m3 de cerejeira, tendo pago em dinheiro a importância de $ 50.000, conforme

NF n. 3.522.

Contabilização no livro Diário:

Estoque de Matérias-primas a Caixa

Compra conf. NF n. 3.522, do fornecedor

Madeireira Santa Branca Ltda., ref. a 200 m3

de cerejeira........................................................................ 50.000

Nota

n Se a empresa adotasse o sistema de inventário periódico, a compra ora indicada

deveria ser lançada a débito da conta Compras de Matérias-primas, que no Elenco de Contas apresentado no Capítulo 3 pertence ao grupo 3.3 CUSTO DAS COMPRAS

DE MATERIAIS.

4.5 Fatos que alteram os valores das compras

Os valores das compras efetuadas pelas empresas industriais a serem registrados nas contas de estoques nem sempre correspondem somente aos valores constantes das

Notas Fiscais.

Eles sofrem influências das despesas acessórias (fretes, seguros etc.), dos descontos ou abatimentos incondicionais obtidos, dos juros embutidos (quando se tratar de compras para serem pagas em longo prazo) e dos tributos incidentes sobre as compras.

 

4.7 Fatos que alteram os valores das vendas

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n Nesse caso, dois lançamentos precisam ser efetuados: um para registrar o valor da

Observação

receita bruta de vendas e outro para registrar a baixa nos estoques, pelo valor do custo dos produtos vendidos.

b.

Empresa que adota o sistema de inventário periódico

Caixa a Vendas de Produtos

N/NF n. 650 ......................................................................

10.000

4.7 Fatos que alteram os valores das vendas

Os fatos que alteram os valores das vendas, correspondem aos descontos incondicionais e aos abatimentos concedidos, aos juros embutidos (quando se tratar de vendas realizadas para recebimento em longo prazo) bem como aos tributos incidentes sobre as vendas. Esses assuntos não serão estudados no presente capítulo, tendo em vista que foram tratados em nossos livros Contabilidade Comercial e Contabilidade Geral ambos da série em Foco (antiga série Fácil), e Contabilidade Intermediária.

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Contabilidade de Custos

 

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