Série em Foco - Audiotria

Autor(es): RIBEIRO, Osni Moura
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Você sabe por que as organizações são auditadas? Esta e outras perguntas podem ser respondidas por este livro, que traz um método introdutório ao estudo da auditoria. Auditoria ¿ Série Em Foco (antiga Série Fácil) apresenta os principais temas das Normas Brasileiras e Internacionais de Auditoria que entraram em vigor no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2010, tratando os assuntos de forma didática, objetiva e com foco sempre pensando na aplicação do que está sendo tratado .A obra está atualizada de acordo com as inovações introduzidas na Lei n. 6.404/1976 pela Lei n. 11.638/2007 e pela Medida Provisória n. 449/2008, convertida na Lei n. 11.941/2009, além de estar em consonância com as novas normas internacionais de auditoria derivadas da Ifac. Para esta 3ª edição, os autores abordam importantes alterações com revisões em várias NBCS TAS e TGS processadas pelo Conselho Federal de Contabilidade até o início de 2017, bem como a revogação da Resolução CFC n. 750/1993 efetuada por meio da NBC TSP Estrutura Conceitual, cujo enfoque está na elaboração e divulgação de informação contábil de Propósito Geral pelas Entidades do Setor Público. | SOBRE A SÉRIE EM FOCO: Com uma abordagem clara e acessível, e escrita pelos mais renomados autores em suas áreas de atuação, a Série em Foco (antiga Série Fácil) é uma das principais do mercado editorial brasileiro.Com o objetivo de facilitar o aprendizado, traz um conteúdo focado na aplicação dos conceitos e na prática da disciplina. Os assuntos são tratados sempre de forma didática e gradual, mantendo o rigor acadêmico. Além disso, traz uma sequência lógica, partindo de situações fáceis para as complexas, permitindo ao estudante familiarizar-se com o tema de maneira natural e intuitiva. O foco da Série é atender ao conteúdo programático de cursos de nível superior, podendo atender também ao nível técnico de diversas áreas do conhecimento, além de servir como instrumento de consulta para todos os profissionais, inclusive para os que pretendem se preparar para concursos públicos.

 

169 capítulos

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1.1 Conceito

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CAPÍTULO 1

A auditoria

Objetivos do Capítulo

Após ler este capítulo, você estará apto a:

 Entender o que é, para que serve e onde se aplica a auditoria.

 Conhecer a origem e saber como evoluiu a auditoria até hoje.

 Conhecer a auditoria contemporânea e sua evolução no Brasil.

 Saber qual é o objeto e a finalidade da auditoria.

 Conhecer os tipos de auditoria.

 Saber o que são normas de auditoria e de onde se originam.

 Saber distinguir auditoria contábil de perícia contábil.

 Discutir sobre as vantagens ou benefícios da auditoria.

 Saber por que as organizações são auditadas.

1.1 Conceito

Auditoria é uma técnica contábil que surgiu da necessidade de se garantir a veracidade das informações derivadas dos registros contábeis.

Sempre que falamos em auditoria, logo nos vem à mente seu conceito tradicional, ou seja, aquele que a contempla tendo como objeto as demonstrações contábeis.

Assim, o conceito tradicional de auditoria é: auditoria é uma técnica contábil que consiste na verificação da exatidão e fidedignidade dos dados contidos nas demonstrações contábeis, por meio do exame minucioso dos registros de contabilidade e dos documentos que deram origem a eles.

 

1.2 Origem e evolução da auditoria

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CAPÍTULO 1 · a AUDITORIA

contábeis por parte dos usuários (Item 3, da NBC TA 200 aprovada pela Resolução

CFC n. 1.203/2009).

A NBC supracitada estabelece, ainda, que o objetivo da auditoria externa é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável.Veja mais detalhes no Capítulo 4.

As demonstrações contábeis sujeitas à auditoria são as da entidade, elaboradas pela sua administração, com supervisão geral dos responsáveis pela governança (item 4, da

NBC TA 200). As principais demonstrações contábeis sujeitas à auditoria são o Balanço

Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Exercício, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa e a Demonstração do Valor Adicionado.

Essas demonstrações são exigidas pela Lei n. 6.404/1976 que, no seu art. 176, estabelece que elas devam ser elaboradas no final de cada exercício social, com base na escrituração mercantil para exprimir com clareza a situação do patrimônio e as mutações ocorridas durante o exercício.

 

1.3 A auditoria contemporânea

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CAPÍTULO 1 · a AUDITORIA

investir por meio das informações contidas nas demonstrações contábeis elaboradas por essas entidades.

Atualmente, as principais demonstrações contábeis elaboradas pelas entidades são o

Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Exercício, a Demonstração das

Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa e a Demonstração do Valor Adicionado.

Tendo em vista que esses relatórios são elaborados pelos próprios contadores responsáveis pela escrituração contábil da organização e destinam-se, principalmente, aos usuários externos, isto é, àqueles que não têm acesso ao controle interno da organização

(investidores, governo, fornecedores, clientes etc.), para que as informações neles contidas mereçam fé, precisam ser validadas por pessoas estranhas à organização. É em decorrência dessa necessidade que a auditoria entra em cena. O auditor, aplicando os procedimentos de auditoria aceitos internacionalmente, examina e avalia as informações contidas nas demonstrações contábeis por eles auditadas, para verificar a exatidão, isto é, se os dados nelas apresentados encontram respaldo na escrituração da entidade e foram realizados com observância das práticas contábeis adotadas no Brasil e aceitas mundialmente.

 

1.4 Objetivo da auditoria

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CAPÍTULO 1 · a AUDITORIA

O Conselho Federal de Contabilidade, a partir de 2008, iniciou um processo de substituição das normas brasileiras de contabilidade e de auditoria, bem como de emissão de novas normas para adequar os procedimentos contábeis e de auditoria praticados no Brasil aos padrões internacionais. A maior parte dessas normas é fundamentada ou corresponde a traduções ou reproduções daquelas derivadas de organismos reconhecidos internacionalmente, como a Ifac e o Iasb (esse último responsável pelos pronunciamentos IFRS).

1.4  Objetivo da auditoria

O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança dos usuários em relação a seu objeto. Quando se tratar de auditoria independente, por exemplo, cujo objeto são as demonstrações contábeis, seu objetivo será aumentar o grau de confiança dos usuários em relação às informações contidas nessas demonstrações que foram examinadas.

1.5  Objeto da auditoria

Considerando-se que o objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança dos usuários em relação a documentos, informações, controles, procedimentos etc., seu objeto variará conforme o fim a que se destina ou que se tem em vista.

 

1.5 Objeto da auditoria

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CAPÍTULO 1 · a AUDITORIA

O Conselho Federal de Contabilidade, a partir de 2008, iniciou um processo de substituição das normas brasileiras de contabilidade e de auditoria, bem como de emissão de novas normas para adequar os procedimentos contábeis e de auditoria praticados no Brasil aos padrões internacionais. A maior parte dessas normas é fundamentada ou corresponde a traduções ou reproduções daquelas derivadas de organismos reconhecidos internacionalmente, como a Ifac e o Iasb (esse último responsável pelos pronunciamentos IFRS).

1.4  Objetivo da auditoria

O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança dos usuários em relação a seu objeto. Quando se tratar de auditoria independente, por exemplo, cujo objeto são as demonstrações contábeis, seu objetivo será aumentar o grau de confiança dos usuários em relação às informações contidas nessas demonstrações que foram examinadas.

1.5  Objeto da auditoria

Considerando-se que o objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança dos usuários em relação a documentos, informações, controles, procedimentos etc., seu objeto variará conforme o fim a que se destina ou que se tem em vista.

 

1.6 Finalidade da auditoria

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CAPÍTULO 1 · a AUDITORIA

O Conselho Federal de Contabilidade, a partir de 2008, iniciou um processo de substituição das normas brasileiras de contabilidade e de auditoria, bem como de emissão de novas normas para adequar os procedimentos contábeis e de auditoria praticados no Brasil aos padrões internacionais. A maior parte dessas normas é fundamentada ou corresponde a traduções ou reproduções daquelas derivadas de organismos reconhecidos internacionalmente, como a Ifac e o Iasb (esse último responsável pelos pronunciamentos IFRS).

1.4  Objetivo da auditoria

O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança dos usuários em relação a seu objeto. Quando se tratar de auditoria independente, por exemplo, cujo objeto são as demonstrações contábeis, seu objetivo será aumentar o grau de confiança dos usuários em relação às informações contidas nessas demonstrações que foram examinadas.

1.5  Objeto da auditoria

Considerando-se que o objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança dos usuários em relação a documentos, informações, controles, procedimentos etc., seu objeto variará conforme o fim a que se destina ou que se tem em vista.

 

1.7 Tipos de auditoria

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AUDITORIA SÉRIE EM FOCO

Quando se tratar de auditoria independente das demonstrações contábeis, o auditor expressará a opinião garantindo, por exemplo, que as demonstrações contábeis tenham sido elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável.6 No caso da maioria das estruturas conceituais para fins gerais, essa opinião expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas relevantes capacita o auditor a formar essa opinião (item 3, da NBC TA

200, aprovada pela Resolução CFC n. 1.203/2009).

1.7  Tipos de auditoria

A auditoria pode ser classificada segundo vários aspectos. Tendo em vista a sua finalidade, ela pode ser:

Auditoria das demonstrações contábeis: tem como propósito expressar a opinião sobre a veracidade das informações contidas nas demonstrações contábeis.

 

1.8 Normas de auditoria

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CAPÍTULO 1 · a AUDITORIA

1.8 Normas de auditoria

1.8.1 Introdução

O Conselho Federal de Contabilidade, por meio da Resolução CFC n. 1.328 de 18 de março de 2011, ao disciplinar sobre a estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade, tratou, também, das Normas de Auditoria, como parte integrante delas.

As Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) devem seguir os mesmos padrões de elaboração e estilo utilizados nas normas internacionais e compreendem as Normas propriamente ditas, as Interpretações

Técnicas e os Comunicados Técnicos. (art. 1o da Resolução CFC n. 1328/11).

Segundo estabelece o art. 2o da citada Resolução do CFC, as Normas Brasileiras de

Contabilidade que se classificam em Profissionais e Técnicas, estabelecem: a. regras e procedimentos de conduta que devem ser observados como requisitos

para o exercício da profissão contábil; b. conceitos doutrinários, princípios, estrutura técnica e procedimentos a serem

 

1.9 Distinção entre auditoria contábil e perícia contábil

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• as Normas, Interpretações e Comunicados alterados devem ser identificados pela letra “R” de revisão, seguida do número da revisão realizada.

1.8.5  Outras Informações Importantes

Segundo estabelece o art. 9o da citada Resolução CFC n. 1328/2011, a inobservância às Normas Brasileiras de Contabilidade constitui infração disciplinar sujeita às penalidades previstas nas alíneas de “c” a “g” do art. 27 do Decreto-Lei n. 9.295/1946, alterado pela Lei n.12.249/2010, e ao Código de Ética Profissional do Contador.

Por fim, é importante destacar que o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON), por serem membros associados da Federação Internacional de Contadores (IFAC), mediante acordo firmado, têm autorização desse organismo internacional para traduzir, publicar e distribuir no Brasil suas normas internacionais e demais publicações impressas ou em formato eletrônico.

1.9 Distinção entre auditoria contábil e perícia contábil

 

1.10 Vantagens ou benefícios da auditoria

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CAPÍTULO 1 · a AUDITORIA

Enquanto o auditor apresenta o resultado da auditoria expressando uma opinião por meio do relatório de auditoria, o perito apresenta o resultado da perícia com um laudo pericial contábil ou parecer pericial contábil.

Os usuários da auditoria contábil são os proprietários, altos executivos, acionistas

(investidores), governo, fornecedores, clientes etc., já o principal usuário da perícia contábil é um órgão estatal, embora ela possa ser voluntariamente contratada pelo interessado ou de comum acordo entre as partes.

1.10 Vantagens ou benefícios da auditoria

As principais vantagens ou benefícios derivados da aplicação da auditoria podem ser resumidos na possibilidade de detectar, corrigir, prever e prevenir a ocorrência de falhas no controle interno; na confirmação da qualidade e da confiabilidade dos procedimentos em geral, bem como na garantia da veracidade das informações prestadas pela organização em seus relatórios contábeis.

 

1.11 Por que as organizações são auditadas?

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AUDITORIA SÉRIE EM FOCO

processos produtivos, evitando aborrecimentos futuros tanto aos detentores do capital quanto àqueles que dependem da organização para sobreviver.

A auditoria, além de garantir aos usuários externos maior credibilidade nas informações apresentadas nas demonstrações contábeis, pode detectar falhas no sistema ou até mesmo prevê-las, contribuindo, assim, com sua descontinuidade e o aprimoramento de todo o sistema organizacional.

Com essa nova cultura implantada no cenário organizacional, a auditoria ocupará seu necessário espaço não só como importante instrumento apropriado para aumentar o grau de confiança dos usuários em relação ao seu objeto, mas também como importante ferramenta a serviço do desenvolvimento empresarial, capaz de detectar falhas ou confirmar a qualidade e a eficiência dos procedimentos.

1.11 Por que as organizações são auditadas?

São vários os motivos que justificam a prática da auditoria nas organizações em geral. Esses motivos variam desde as exigências legais até mesmo interesses da própria empresa ou de seus empregados, ou, ainda, por determinação de órgãos reguladores devidamente amparados por lei.

 

Atividades Teóricas

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CAPÍTULO 1 · a AUDITORIA

• ser auditadas por interesses próprios, para:

• averiguar a confiabilidade de controles internos;

• apurar a existência de fraudes, principalmente na área financeira;

• verificar a eficácia e a eficiência de procedimentos operacionais;

• garantir maior segurança e confiabilidade nos registros contábeis;

• inibir a prática por parte dos empregados de atos lesivos ao patrimônio ou à própria imagem da organização etc.

Atividades Teóricas

Responda:

1. O que é auditoria?

2. O que é estimativa contábil?

3. O que é auditoria interna?

4. O que é auditoria independente?

5. Qual é o objetivo da auditoria externa?

6. Cite três demonstrações contábeis sujeitas à auditoria das demonstrações contábeis.

7. O que é o Audibra e em que ano foi fundada?

8. O que é o Coso e quando foi fundado?

9. O que é, quando foi fundado e onde está sediado o Iasb?

10. O que significa IFRS?

 

2.1 Introdução

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AUDITORIA SÉRIE EM FOCO

2.1 Introdução

Antes de tratarmos especificamente do auditor independente, é importante destacar que, de acordo com as funções que exercem, os auditores podem ser classificados em três categorias: auditor externo, auditor interno e auditor fiscal.

2.1.1  Auditor externo

O auditor externo ou independente é o contador legalmente habilitado por registro no Conselho Regional de Contabilidade, para exercer as funções de auditoria nas organizações que o contratam para esse fim.

A principal responsabilidade do auditor independente é expressar uma opinião que possibilite aumentar o grau de confiança dos usuários em relação às demonstrações contábeis.

Para isso, ele verifica a exatidão e fidedignidade dos dados contidos nas demonstrações contábeis, por meio de exame minucioso dos registros de contabilidade e dos documentos que deram origem a eles, em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas relevantes (importantes).

 

2.2 Conceito

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A principal função do auditor fiscal é examinar a escrita contábil e fiscal do contribuinte ou as declarações de rendimentos elaboradas por pessoas físicas para verificar a exatidão das informações que o próprio contribuinte oferece ao governo. Como os tributos são recolhidos por autolançamento, o governo, por meio dos seus auditores fiscais, verifica a exatidão e, em caso de não conformidade, decorrentes de erros propositais ou não, esses auditores fiscais autuam os contribuintes aplicando multas e exigindo o recolhimento dos tributos devidos.

2.2 Conceito

O auditor independente é o contador devidamente habilitado a exercer atividades de auditoria nas organizações que o contratam para esse fim.

O exercício da atividade de auditoria independente é uma prerrogativa profissional dos contadores legalmente habilitados por registro no Conselho Regional de Contabilidade.

O contador é o profissional devidamente aprovado em curso superior de bacharel em ciências contábeis.

 

2.3 Normatização

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CAPÍTULO 2 · o auditor independente

Conselho Regional de Contabilidade, precisa estar registrado no Cadastro Nacional de Auditores independentes (CNAI) e no órgão em que a organização que o contratar estiver subordinada (Comissão de Valores mobiliários, Banco Central do Brasil ou

Superintendência de Seguros Privados). Para obter o registro nesses órgãos, o contador necessita ser aprovado em exame de qualificação técnica.

2.3 Normatização

Para exercer adequadamente suas atividades profissionais, o auditor independente deve cumprir exigências contidas em normas derivadas de vários órgãos nacionais e internacionais, os quais têm por responsabilidade fiscalizar e regulamentar a profissão do contabilista.

Os principais órgãos internacionais são:

• International Accounting Standards Board (Iasb): estabelecido em Londres, na

Inglaterra, é responsável pela publicação e revisão dos pronunciamentos de contabilidade internacionais identificados por International Financial Reporting

 

2.4 Qualificação técnica

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AUDITORIA SÉRIE EM FOCO

Os principais documentos que regem a atividade de auditoria no Brasil e que serviram de suporte para os assuntos discutidos no presente capítulo, cuja leitura integral

é indispensável, são:

• NBC PA 12: Educação Profissional Continuada.

• NBC PA 13: Norma sobre o Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) do Conselho

Federal de Contabilidade (CFC).

• NBC PA 01: Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas Jurídicas e Físicas) de

Auditores Independentes.

• NBC TA ESTRUTURA CONCEITUAL: Estrutura Conceitual para

Trabalhos de Asseguração.

• NBC TA 200: Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da

Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria.

• NBC TA 220: Controle de Qualidade da Auditoria de Demonstrações Contábeis.

• NBC TA 230: Documentação de Auditoria.

• NBC TA 240: Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude, no Contexto da

 

2.5 Educação profissional continuada

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CAPÍTULO 2 · o auditor independente

sucesso nesse exame confere ganhos de qualidade tanto para o profissional como para as estruturas de Auditoria Interna.

Certification in Control Self-Assessment (CCSA): trata-se de um processo de autoavaliação de controles e riscos e de implementação de plano de ação para solução de problemas.

Assim, a CCSA é um título conferido aos especialistas na prática de Control Self-Assessment

(CSA), atestando seus conhecimentos sobre metodologia utilizada para avaliar o alcance e os objetivos empresariais, os riscos envolvidos nesse processo, bem como da efetividade dos controles internos estabelecidos para minimizar riscos.

Há, ainda, mais duas certificações promovidas pelo IIA:

Certified Financial Services Auditor (CFSA): processo de avaliação que certifica o auditor a trabalhar em instituições financeiras, empresas de seguro e no departamento financeiro de indústrias.

Certified Government Auditing Professional (CGAP): certificação especializada para a prática da auditoria interna no setor público. Testa o conhecimento de tudo o que engloba a auditoria no setor público.

 

2.6 Plano de carreira do auditor independente

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CAPÍTULO 2 · o auditor independente

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por meio do art. 34 da Instrução n.

308/1999, por sua vez, exige que os auditores independentes nela registrados mantenham uma política de educação continuada de todo o seu quadro funcional e de si próprio, conforme o caso, segundo as diretrizes aprovadas pelo Conselho Federal de

Contabilidade (CFC) e pelo Instituto Brasileiro de Contadores (Ibracon), com vistas a garantir a qualidade e o pleno atendimento das normas que regem o exercício da atividade de auditoria de demonstrações contábeis.

Dessa forma, por meio da Deliberação n. 570/2009, que dispõe sobre o Programa de Educação Continuada e sobre a necessidade de aprimoramento e treinamento dos auditores independentes em função da adoção do padrão contábil internacional emitido pelo International Accounting Standards Board (Iasb), determinou que os

Auditores Independentes – Pessoa Física e os sócios, responsáveis técnicos, diretores, supervisores e gerentes de Auditores independentes – Pessoa Jurídica se submetam periodicamente ao Programa de Educação Profissional Continuada.

 

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