Manual do Arquiteto - 5.ed. - Planejamento, Dimensionamento e Projeto

Autor(es): Pamela Buxton
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Ponto de partida ideal para qualquer projeto de arquitetura, este livro trata de aspectos específicos do projeto, como materiais, acústica e iluminação, de dados gerais de projeto sobre as dimensões humanas (ergonomia e ergometria) e de necessidades espaciais. A obra fornece as exigências básicas para projetos considerando as mudanças de comportamento, climáticas e necessidades da sociedade, como projetar para áreas sujeitas a enchentes, inclusão de práticas de projeto sustentável, etc.

37 capítulos

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Capítulo 1 - Informações básicas para projeto e coordenação dimensional

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Informações básicas para projeto e coordenação dimensional

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Terry Nichols e David King

Terry Nichols, Diretor, ELE, e David King, HOK Londres, Diretor de Elaboração de Projetos

PONTO-CHAVE:

• Para que a interpretação de um projeto seja clara e inequívoca, as convenções de notação devem ser respeitadas

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Padrões para o registro de informações de projeto

Notações métricas

Desenhos

Conteúdo dos desenhos

Coordenação dimensional

Reprografia e tamanhos de papel

Mapas de levantamento aerofotogramétrico

Referências bibliográficas

Estudo de caso: uso do BIM para a entrega de um projeto

1 PADRÕES PARA O REGISTRO DE INFORMAÇÕES DE PROJETO

1.1 Métodos de produção

O setor da construção (arquitetura e engenharia) conta com diversos métodos para o registro e compartilhamento de informações de projeto. Embora algumas poucas firmas continuem a usar técnicas tradicionais de desenho manual, muitas têm adotado sistemas de desenho e projeto bidimensional assistido por computador (CAD 2D), e um número cada vez maior já usa sistemas de projeto baseados em objetos paramétricos tridimensionais, como o BIM (Building

 

Capítulo 2 - Informações básicas para a realização de projetos: pessoas e espaços

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Informações básicas para a realização de projetos: pessoas e espaços

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Atualizado pelo professor Norman Wienand

O professor Norman Wienand é chefe do departamento de

Ambiente Natural e Construído da Sheffield Hallam University

PONTOS-CHAVE:

• Algumas dimensões são fundamentais para o conforto, o bem-estar e a saúde das pessoas

• Ao satisfazer a média da população, é impossível contentar

à maioria

• Em cada caso, devem-se considerar cuidadosamente todas as classes de usuários, principalmente os portadores de necessidades especiais

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Introdução

Antropometria

Ergonomia

Instalações sanitárias

Referência bibliográficas

1 INTRODUÇÃO

1.1 Desenho universal

De modo geral, este capítulo deve ser visto principalmente como um ponto de partida para o processo projetual, ou seja, como um guia de princípios e convenções que determinam como tipos específicos de edificações são planejados para se adequarem a seus possíveis usuários. Um princípio fundamental e orientador que será adotado é o conceito de desenho universal (ou inclusivo).

 

Capítulo 3 - Circulação de pessoas

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Circulação de pessoas

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Atualizado pelo Professor Norman Wienand

O professor Norman Wienand é chefe do departamento de Ambiente Natural e Construído da Sheffield Hallam

University

PONTOS-CHAVE:

• As edificações geralmente são estáticas, mas as pessoas precisam se deslocar através delas de muitas maneiras

• As estratégias de circulação devem ser cuidadosamente analisadas tendo-se em mente todas as classes de usuários, particularmente as pessoas com necessidades especiais

• O movimento mecânico das pessoas nas edificações é extremamente eficaz, mas, devido a seu alto custo, deve ser projetado por especialistas para que se alcance a eficiência de operação desejada

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Introdução

Acesso às edificações

Circulação horizontal dentro de edificações

Circulação vertical dentro de edificações

Transporte mecânico dentro de edificações

Referências bibliográficas

 

Capítulo 4 - Acessibilidade e inclusão

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Acessibilidade e inclusão

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Neil Smith e David Dropkin

Consultores seniores para acessibilidade, Buro Happold Ltd., Londres

PONTOS-CHAVE:

• É preciso considerar as necessidades de todos os portadores de necessidades especiais e não apenas dos cadeirantes, que representam uma porcentagem dentro de um grupo tão diversificado de pessoas

• Em alguns momentos ao longo da vida, as pessoas podem precisar dos mesmos equipamentos projetados para portadores de necessidades especiais; a flexibilidade é fundamental

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Projeto inclusivo

Pessoas

Equipamentos de locomoção

Alcance das mãos

Distâncias de percurso

Toaletes

os quais incluem as placas e os mapas de orientação, a iluminação, o contraste visual, os controles, as portas e os materiais.

O projeto inclusivo depende tanto do processo de elaboração do projeto quanto do produto final, vinculando a experiência do usuário com a experiência profissional e as práticas de gestão. O processo se inicia na concepção e prossegue pelo planejamento, pelo projeto dos detalhes, pela construção, ocupação, administração e operação.

 

Capítulo 5 - Estruturas

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Estruturas

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David Adler, Norman Seward e Andrew Peters

Este capítulo, originalmente escrito por David Adler e Norman Seward, foi revisado por Andrew Peters em 2011. Andrew Peters é arquiteto e Professor Sênior do Departamento de Planejamento e Arquitetura da

University of the West of England

PONTOS-CHAVE:

• As normas atuais exigem especialistas para analisar e projetar tipos específicos de estruturas e materiais

• Existem análises e métodos de projeto genéricos e simplificados, assim como “regras práticas”, mas nada deve substituir uma análise final rigorosa

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Introdução

Teoria básica das estruturas

Materiais estruturais

Alvenaria

Madeira

Concreto armado

Estruturas de aço e outros metais

Vidro

Outros materiais

Fundações

Análise intuitiva de sistemas estruturais básicos: o que o arquiteto deve considerar

 

Capítulo 6 - Materiais de construção

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Materiais de construção

Arthur Lyons com AHR Arquitetos (antiga Aedas)

O Dr. Arthur Lyons escreve sobre arquitetura e materiais de construção; recentemente se aposentou da

Leicester School of Architecture, Faculty of Art and Design, De Montfort University, Leicester, Reino

Unido. Ele atualmente é pesquisador visitante honorário dessa universidade. A AHR Architects é uma firma interdisciplinar de consultoria em projeto e construção

PONTO-CHAVE:

• Os padrões e as especificações mudam constantemente; sempre consulte as normas técnicas correntes e os detalhes fornecidos pelos fabricantes

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Introdução

Aço

Madeira

Tijolos e blocos

Concreto

Alumínio

Revestimentos de coberturas e de fachadas

Vidro

Materiais cerâmicos

Pedra natural e artificial

 

Capítulo 7 - Conforto térmico

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Conforto térmico

Phil Jones

Phil Jones é professor titular da disciplina Ciência da Arquitetura, na Universidade do País de Gales, Cardiff

PONTOS-CHAVE:

• A segurança e o conforto para os usuários são as principais considerações de conforto térmico para um ambiente interno

• O uso eficiente da energia e a redução das emissões dos gases de efeito estufa vêm em segundo lugar

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Introdução

Tipos de transferência térmica

Conforto térmico

Terreno e clima

Vedações externas das edificações

Condensação

Infiltração e ventilação

Sistemas de calefação e resfriamento

Previsão e medição

• a forma e as vedações externas da edificação;

• os serviços de climatização da edificação;

• os usuários e processos contidos em uma edificação.

Ele também se preocupa com a energia consumida para calefação, resfriamento e ventilação das edificações, e com o impacto local e global do uso de energia, especialmente em relação às emissões de dióxido de carbono. O projeto de conforto térmico deve estar integrado aos aspectos visuais e acústicos do projeto de arquitetura, a fim de alcançar uma solução ambiental satisfatória.

 

Capítulo 8 - Iluminação

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Iluminação

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Joe Lynes

Joe Lynes é consultor de luminotécnica

PONTOS-CHAVE:

• Conservação de energia por meio de iluminação natural e solar

• Iluminação elétrica eficiente em consumo de energia

• A iluminação de acordo com as normas de construção britânicas (Building Regulations)

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Recursos solares passivos

Interiores com iluminação natural

Projeto de janelas

Iluminação elétrica e eficiência energética

Controles de iluminação

Dimensionamento de um sistema de iluminação completo

Iluminação de destaque

Postos de trabalho

Glossário

Referências bibliográficas

INTRODUÇÃO

Os avanços recentes nos programas computadorizados de cálculo, simulação e representação gráfica significam que o projeto dos sistemas de iluminação cada vez mais se torna uma atividade exercida por especialistas e por meio da tecnologia da informação e comunicação. Os arquitetos devem permanentemente acompanhar as novas exigências impostas pelas normas de construção dessa área. Eles devem estar cientes dos aumentos contínuos na eficácia das lâmpadas, especialmente as de LED (diodos emissores de luz), bem como entender como a escolha das luminárias pode afetar o caráter de um ambiente iluminado artificialmente.

 

Capítulo 9 - Acústica

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Acústica

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Chris Steel

Robin Mackenzie Partnership/Edinburgh Napier University

PONTOS-CHAVE:

• As exigências de desempenho detalhadas devem ser disponibilizadas ao projetista

• Nos últimos anos, os critérios de desempenho vêm sendo ampliados, e seus padrões mínimos, elevados

• Em muitas áreas, o controle legal ou normatizado do desempenho acústico é feito por meio de testes, enfatizando o bom projeto

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Introdução

Fundamentos de acústica

Reduzindo a transmissão sonora nas fontes externas

Reduzindo a transmissão sonora por meio do leiaute e do projeto

Reduzindo a transmissão sonora por meio da estrutura

Níveis de ruído admissíveis dentro de uma edificação

Parâmetros de desempenho do isolamento acústico

Critérios de desempenho do isolamento acústico

Especificação do isolamento contra sons aerotransportados e de impacto com base em dados obtidos por testes em laboratório

 

Capítulo 10 - Proteção e combate a incêndios

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Proteção e combate a incêndios

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Beryl Menzies

CI/Sfb (K)

Beryl Menzies presta consultoria em prevenção a incêndio

PONTOS-CHAVE:

• Considerar, desde o princípio, como um incêndio pode começar

• A seguir, como ele pode se propagar?

• Ele ameaçará a vida, os bens materiais ou ambos?

• Como ele pode ser combatido?

• Como as pessoas escaparão?

• Somente após considerar todas essas questões, consulte as normas técnicas

2.2 Combate

Conteúdo

Uma fonte de calor entra em contato com um material inflamável

(o combustível), que inicia e mantém a combustão enquanto o oxigênio está presente. No interior de uma edificação, as fontes de calor são múltiplas – cozimento, fumaça, equipamento de calefação, equipamentos defeituosos ou que sobreaquecem (particularmente os elétricos).

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Introdução

Componentes do fogo

Princípios da prevenção contra incêndios

 

Capítulo 11 - Projeto para prevenção de enchentes

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Projeto para prevenção de enchentes

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Robert Barker e Richard Coutts

Robert Barker e Richard Coutts são diretores de Baca Architects

ATENÇÃO

As informações contidas neste capítulo são apenas uma introdução ao problema de como lidar com o risco de enchentes nas edificações. Os autores não se responsabilizam pelo uso subsequente dessas informações nem por qualquer erro ou omissão que as páginas seguintes possam conter. A assessoria de um profissional especializado sempre deve ser solicitada em todo empreendimento imobiliário, particularmente quando houver o risco real de alagamentos na região ou no terreno.

PONTOS-CHAVE:

• O aumento da urbanização e as mudanças nos padrões climáticos estão aumentando a frequência de enchentes

• As enchentes nem sempre podem ser prevenidas, assim, as inovações de projeto que incluem corpos de água e buscam lidar com eles estão se tornando cada vez mais importantes

• A solução ideal para reduzir e gerenciar o risco de enchentes pode exigir uma combinação de diferentes estratégias de projeto

 

Capítulo 12 - A prevenção do crime por meio do projeto

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A prevenção do crime por meio do projeto

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Nick Hughes

Nick Hughes é consultor de projetos para prevenção do crime nos departamentos de polícia dos condados de

Avon e Somerset, Grã-Bretanha

PONTOS-CHAVE:

• O projeto que considera as estratégias de prevenção não é uma ciência exata: ao contrário, envolve a ponderação de fatores que podem minimizar as oportunidades de ação dos criminosos

• Leve em consideração quem são as vítimas (ou os alvos) potenciais, os criminosos e a localização

• Os projetistas de edificações devem se perguntar: “Se eu quisesse invadir este prédio, como faria isso?”

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Introdução

Acesso e circulação

Vigilância

Leiaute e uso do solo

Espaços defensíveis

Manutenção

Estacionamentos

Circuitos fechados de televisão

Vegetação

Iluminação

Bibliografia de apoio

 

Capítulo 13 - Estabelecimentos agrícolas

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Estabelecimentos agrícolas

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John Weller, Rod Sheard, Frank Bradbeer e outros

CI/SfB: 26, 565

PONTOS-CHAVE:

• O setor agrícola no Reino Unido está sujeito a mudanças contínuas

• A preocupação com o bem-estar dos animais e com a poluição resultaram em restrições legais, tanto na Grã-Bretanha como no restante da Europa continental

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Introdução

Animais de fazenda

Máquinas agrícolas

Estábulos para gado bovino leiteiro

Currais para gado bovino de corte e bezerros

Estábulos para ovinos

Currais para suínos

Aviários

Armazenamento de colheita e efluentes produzidos

Projeto de haras

Legislação edilícia no Reino Unido

Referências bibliográficas

cil de avaliar) torna galpões de baixo custo muito inadequados para a guarda de alguns produtos agrícolas.

A demanda por flexibilidade reflete dois fatores: a falta de confiança na estabilidade do mercado e a rapidez das inovações técnicas. A produção alimentícia no Reino Unido é controlada pela política da União Europeia por meio da Common Agricultural Policy

 

Capítulo 14 - Auditórios

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Auditórios

Ian Appleton e Stefanie Fischer

CI/SfB 52

Ian Appleton é um dos sócios da The Appleton Partnership. Stefanie Fischer, que contribui para o projeto de cinemas com a participação de Ron Inglis, do Mayfield Arts and Media, e Richard Boyd, diretor técnico do

BFI Southbank, é diretora da Burrel, Foley Fischer LLP

PONTOS-CHAVE:

• Todos os espectadores de uma plateia devem ter plenas condições de enxergar uma apresentação, uma tela ou um palestrante, além de ouvir com clareza discursos, músicas ou sons

• O projeto de um auditório deve considerar o conforto, a segurança contra incêndio, a qualidade acústica, o isolamento acústico, os sistemas de som, a iluminação, a atmosfera acolhedora e o acesso aos equipamentos técnicos

• As tecnologias de palco e audiovisuais estão em constante evolução

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Introdução

Assentos

 

Capítulo 15 - Estações do corpo de bombeiros, estações de ambulâncias e delegacias de polícia

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Estações do corpo de bombeiros, estações de ambulâncias e delegacias de polícia

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Michael Bowman

Incluindo uma seção sobre corpos de bombeiros escrita por

Michael Bowman MA (Cantab) Dip. Arch. Dip. Cons (AA) RIBA.

Michael Bowman é o gerente de projetos sênior do Corpo de Bombeiros de Londres

PONTOS-CHAVE:

• Muitas das funções abordadas neste capítulo são rigidamente controladas por regulamentos municipais ou estaduais

• A necessidade de segurança contra o ataque de pessoas, tanto interna quanto externamente, junto com a garantia de acesso livre aos indivíduos autorizados, torna o projeto cada vez mais difícil

• A autoridade responsável pelo corpo de bombeiro local possui um programa de necessidades detalhado para o projeto de novas unidades, inclusive daquelas que são de bombeiros voluntários (que não ficam na estação)

• As estações dos corpos de bombeiros são edifícios únicos, sui generis em termos de planejamento. Sua localização será determinada pelo número de vezes que os serviços de combate a incêndios e resgate são requisitados dentro de sua área de cobertura. Às vezes, é preciso atenuar a poluição sonora e luminosa gerada, seja pelo projeto do local, seja pela gestão das atividades desenvolvidas

 

Capítulo 16 - Hospitais

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Hospitais

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David Clarke

CI/SfB: 41

David Clarke é arquiteto com experiência no projeto de hospitais. Anteriormente membro da Nightingale

Associates, ele hoje tem sua própria empresa, Clearwell Healthcare Planning Ltd

PONTOS-CHAVE:

• Os serviços de saúde estão tentando se aproximar mais dos pacientes

• Há mais demanda por serviços de saúde básicos

• Internações cada vez mais curtas são a regra

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Introdução

Prestação de serviços

Projeto de equipamentos hospitalares

Prestação de serviços – atividades

Serviços de apoio – terceirização

Publicações e orientações

mento de Saúde para a prestação de serviços centrais que atendem a vários serviços de saúde em uma mesma área. Da mesma forma, os serviços de esterilização (conhecidos como equipamentos centralizados), patologia e esterilização de equipamentos (CME) já são considerados como caso de descontaminação e estão sujeitos a abordagens estratégicas semelhantes por parte das Secretarias. Essa também é uma área distinta que não será discutida em detalhes neste capítulo.

 

Capítulo 17 - Hotéis

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Hotéis

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Fred Lawson

Fred Lawson é arquiteto especializado em hotéis e autor de muitos livros sobre hotelaria e turismo

PONTOS-CHAVE:

• O setor hoteleiro é competitivo e exige altos custos de capital e operação

• Os padrões são determinados pelas exigências do mercado e pela localização

• Os hotéis são cada vez mais dominados pelas redes hoteleiras e grandes marcas

• O projeto deve garantir a operação eficaz e eficiente

• As facilidades extras oferecidas aos hóspedes podem ser um grande gerador de negócios para o hotel

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Introdução

Considerações gerais

Apartamentos para hóspedes

Áreas públicas

Espaços para os serviços de apoio

Estudos de caso

Referências bibliográficas

1 INTRODUÇÃO

1.1 O setor hoteleiro

Os hotéis atendem às necessidades de viajantes, turistas, visitantes a negócios e pessoas que buscam acomodação temporária e outros serviços relacionados. As exigências essenciais são apartamentos limpos, silenciosos e confortáveis e serviços de qualidade, que geralmente incluem refeições. As facilidades extras para os usuários a negócios e/ou as atrações de lazer frequentemente influem na escolha de um hotel, embora os custos envolvidos e a relação custo/ benefício também sejam considerações primordiais.

 

Capítulo 18 - Residências para idosos

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Residências para idosos

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Ian Smith (atualizado por David Littlefield)

CI/SfB: 44

Antes de se aposentar, Ian Smith era sócio da Hubbard Ford & Partners

PONTOS-CHAVE:

• Devido à disponibilidade de outros tipos de acomodação, as pessoas que necessitam de cuidados são, cada vez mais, os idosos enfermos

• Os moradores de residências para idosos precisam realizar outras atividades além de assistir à televisão

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Principais elementos da planta baixa

Relação entre os elementos da planta baixa

Pré-dimensionamento de áreas de piso

Exemplos de planejamento

Dados sobre dormitórios e necessidades espaciais

Equipamentos e acessórios

Móveis

Referências bibliográficas

1 PRINCIPAIS ELEMENTOS DA PLANTA BAIXA

1.1 Introdução

O projeto de residências para idosos deve resultar em uma atmosfera aconchegante, confortável e simpática. A maioria dos guias de projetos e instruções para arquitetos enfatiza a necessidade de evitar que o local tenha uma aparência institucional.

 

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