Representação Gráfica em Arquitetura

Autor(es): Francis Ching
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Clássica introdução às ferramentas, aos princípios e às técnicas essenciais para traduzir ideias de projetos arquitetônicos em apresentações visuais. Explicações sobre pesos de linha, dimensionamento, perspectiva e informações sobre projeções ortogonais em relação a modelos tridimensionais são alguns dos conteúdos da obra. 

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Capítulo 1 - Instrumentos e Materiais de Desenho

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Instrumentos e Materiais de Desenho

Este capítulo apresenta os lápis e as canetas necessários para se traçar linhas, os instrumentos disponíveis para guiar os olhos e as mãos enquanto desenhamos, e as superfícies adequadas para receber as linhas de desenho. Embora a tecnologia digital continue aumentando e aprimorando esse conjunto tradicional de ferramentas de desenho, o ato cinestésico de desenhar à mão, com lápis ou caneta, permanece sendo o meio mais direto e versátil de aprender a linguagem da representação da arquitetura.

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LÁPIS E LAPISEIRAS

Lápis são relativamente baratos, muito versáteis e respondem de maneira

única à pressão feita sobre o papel durante a criação do desenho.

Lapiseiras de mina grossa

• As lapiseiras de mina grossa utilizam minas comuns de 2 mm.

• O pressionamento de um mecanismo propulsor permite que a ponta exposta da mina seja ajustada ou retraída quando a lapiseira não estiver sendo utilizada.

• A ponta da mina, a qual pode produzir diversas espessuras de linha, deve ser mantida bem afiada com um apontador.

 

Capítulo 2 - Desenhos Técnicos de Arquitetura

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Desenhos Técnicos de

Arquitetura

O desenho técnico – desenhar com o auxílio de réguas, esquadros, gabaritos, compassos e escalímetros – é o meio tradicional de desenho e representação gráfica em arquitetura, e ainda é relevante em um mundo cada vez mais digital. Traçar uma linha com uma caneta ou lápis incorpora o sentido cinestésico de direção e comprimento, e é um ato tátil que realimenta a mente e reforça a estrutura da imagem gráfica resultante. Este capítulo descreve técnicas e sugestões para traçar linhas, construir figuras e formas geométricas, e realizar operações como subdividir um comprimento em partes iguais. Entender esses procedimentos resultará em uma representação mais eficiente e sistemática das obras de arquitetura e engenharia; vários deles são também muito úteis em esboços à mão livre. Também há equivalentes digitais de técnicas de representação à mão intercaladas para ilustrar os princípios que estão por trás de todo tipo de desenho, seja manual ou em computador.

 

Capítulo 3 - Sistemas de Desenho de Arquitetura

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Sistemas de Desenho de

Arquitetura

O problema fundamental do desenho de arquitetura é como representar formas, construções e espaços tridimensionais em apenas duas dimensões. Três tipos distintos de sistemas de desenho evoluíram ao longo do tempo para cumprir essa missão: desenhos de vistas múltiplas, de linhas paralelas e em perspectivas cônicas. Este capítulo descreve esses três principais sistemas de desenho, os princípios por trás de sua construção e suas características gráficas finais. A discussão não inclui mídias que envolvem movimento e animação, tornadas possíveis pela tecnologia computacional. Mesmo assim, esses sistemas visuais de representação constituem uma linguagem gráfica formal que

é regida por um conjunto de princípios consistente. Entender esses princípios e suas convenções é crucial para elaboração e leitura de desenhos de arquitetura.

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DESENHOS EM PERSPECTIVA

Os três principais sistemas de desenho resultam do modo em que um objeto tridimensional é projetado em um plano bidimensional ou, em outras palavras, no plano do desenho.

 

Capítulo 4 - Desenhos em Vistas Múltiplas

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Desenhos em Vistas

Múltiplas

Os desenhos em vistas múltiplas compreendem os tipos de desenho que conhecemos como plantas, elevações e cortes. Cada um deles é uma projeção ortográfica de um aspecto particular de um objeto ou de uma construção tridimensional. Estas vistas ortográficas ou ortogonais são abstratas, uma vez que não correspondem à realidade ótica; elas são uma forma conceitual de representação baseada naquilo que sabemos sobre uma coisa, e não em como ela talvez pareça aos nossos olhos. No projeto de arquitetura, os desenhos em vistas múltiplas estabelecem campos bidimensionais nos quais conseguimos estudar padrões formais e espaciais bem como relações de proporção e escala em uma composição. A capacidade de regular tamanho, posicionamento e configuração também torna os desenhos em vistas múltiplas úteis para comunicar a informação gráfica necessária à descrição, pré-fabricação e execução de um projeto.

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PLANTAS

Ao envolver um objeto com uma caixa transparente com planos de desenho, conseguimos dar nome aos principais planos de desenho e às imagens projetadas ortograficamente sobre tais planos. Cada vista ortográfica representa uma orientação diferente e um ponto de observação particular para visualizarmos o objeto. Cada vista desempenha um papel específico no desenvolvimento e na comunicação de um projeto.

 

Capítulo 5 - Vistas de Linhas Paralelas

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Vistas de Linhas

Paralelas

As vistas de linhas paralelas incluem o subconjunto de projeções ortográficas conhecidas como projeções axonométricas – as perspectivas ou projeções isométricas, dimétricas e trimétricas – bem como a classe completa de projeções oblíquas. Cada tipo oferece um ponto de vista levemente distinto e enfatiza diferentes aspectos do objeto ou tema sendo representado. Em comum, contudo, elas combinam a precisão das medidas e do uso das escalas dos desenhos de vistas múltiplas e a natureza pictórica das perspectivas cônicas. Por causa de sua natureza pictórica e da relativa facilidade de construção, as vistas de linhas paralelas são adequadas para a visualização em três dimensões de uma ideia emergente logo no início de um projeto. São capazes de fundir plantas, elevações e cortes e ilustrar padrões tridimensionais e composições espaciais. Porções dos desenhos de linhas paralelas podem ser cortadas e removidas ou se tornar transparentes, para a visualização de seu interior e através de suas partes, ou expandidas, para ilustrar as relações espaciais entre as partes de um todo. Às vezes, podem até servir como substitutos razoáveis para as perspectivas aéreas.

 

Capítulo 6 - Perspectivas Cônicas

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Perspectivas Cônicas

Perspectiva pode referir-se a qualquer técnica gráfica para representar relações entre espaços e volumes em uma superfície plana, como a perspectiva de tamanho ou a paisagística. O termo perspectiva, entretanto, na maior parte das vezes, traz à mente o sistema de desenho de perspectivas cônicas. A perspectiva cônica é a uma técnica de representação de volumes e relações espaciais tridimensionais em uma superfície bidimensional por meio de linhas que convergem conforme retrocedem na profundidade do desenho. Se, por um lado, desenhos de vistas múltiplas e vistas paralelas apresentam vistas de uma realidade objetiva, perspectivas cônicas, por outro, oferecem visões sensoriais da realidade óptica. Elas representam o modo como objetos e espaço podem ser visualizados pelo observador, que olha em direção específica, a partir de um determinado ponto de partida no espaço.

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PERSPECTIVAS CÔNICAS

As perspectivas cônicas são válidas apenas para a visão monocular. O desenho em perspectiva pressupõe que o observador veja com um único olho. Quase nunca vemos algo desta maneira. Mesmo com a cabeça em posição fixa, vemos por meio dos dois olhos que estão constantemente em movimento, examinando objetos e seu entorno, alternando ambientes sucessivamente. Assim, perspectivas cônicas podem apenas aproximar-se da maneira complexa como os olhos realmente funcionam.

 

Capítulo 7 - Representando Tonalidades e Texturas

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Representando

Tonalidades e Texturas

Este capítulo tem como foco os princípios que regem como uma composição de formas e linhas transmite a ilusão de uma construção tridimensional ou um ambiente espacial em uma superfície bidimensional, seja uma folha de papel ou papelão ou um monitor de computador.

Embora as linhas sejam essenciais para delinear contornos e formatos, também há características de luz, textura, volume e espaço que não podem ser descritas em sua totalidade apenas com linhas. Para modelar as superfícies de formas e transmitir uma noção de luz, dependemos da representação de tonalidades e texturas.

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VALORES TONAIS

A visão resulta do estímulo das células nervosas na retina do olho, assinalando padrões de intensidade de luz e cor. Nosso sistema visual processa esses padrões de claro e escuro e extrai características específicas do ambiente – arestas, contornos, tamanho, movimento e cor.

Assim como ver padrões de claros e escuros é essencial para nossa percepção dos objetos, a criação de contrastes em um desenho é essencial para a representação de luz, forma e espaço.

 

Capítulo 8 - Representando o Contexto

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Representando o Contexto

Uma vez que projetamos e avaliamos a arquitetura em relação ao seu entorno, é importante incorporar o contexto no desenho da proposta de projeto. Em cada um dos principais sistemas de desenho, fazemos isso estendendo a linha de solo e o plano-base de modo a incluir as estruturas adjacentes e características do terreno. Além do contexto físico, devemos indicar a escala e o uso previsto para os espaços, incluindo figuras humanas (calungas) e mobiliário. Também podemos descrever a ambientação de um lugar, representando seu tipo de iluminação, as cores, as texturas dos materiais, a escala e a proporção do espaço ou os efeitos cumulativos dos detalhes.

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PESSOAS

O observador de um desenho se relaciona com as figuras humanas (calungas) dentro dele e assim se coloca dentro da cena. Portanto, em desenhos de arquitetura e de espaços urbanos, incluímos pessoas a fim de:

• Expressar a escala de um espaço.

• Indicar o uso previsto ou a atividade de um espaço.

 

Capítulo 9 - Desenhos de Apresentação

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Desenhos de

Apresentação

Os desenhos de apresentação são aqueles em que normalmente pensamos quando o termo “representação gráfica” é usado. Estes desenhos descrevem uma proposta de projeto de modo gráfico, com a intenção de persuadir um público sobre o valor do projeto. O público pode ser um cliente, um comitê ou simplesmente alguém avaliando uma ideia. Seja produzido para ajudar a imaginação de um cliente, seja para obter a contratação como arquiteto, em esfera privada ou em um concurso, os desenhos de apresentação devem comunicar, da maneira mais clara e precisa possível, as qualidades tridimensionais de um projeto. Embora os desenhos que compreendem a apresentação possam ser excelentes representações bidimensionais que mereçam exibição, eles são apenas ferramentas para comunicar uma ideia de projeto, nunca um fim em si mesmo.

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DESENHOS DE APRESENTAÇÃO

Uma apresentação será fraca e pouco efetiva, a menos que os desenhos de apresentação sejam completos e persuasivos (com convenções compreendidas e conteúdo significativo). Entretanto, uma apresentação efetiva também possui importantes características de conjunto.

 

Capítulo 10 - Desenho à Mão Livre

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Desenho à Mão Livre

Apesar dos avanços acelerados e constantes da tecnologia de representação gráfica por computador, desenhar à mão livre segurando um lápis ou uma caneta ainda é o meio mais intuitivo para registrar graficamente observações, ideias e experiências. A natureza tátil e cinestésica do desenho à mão livre, como resposta direta aos sentidos, aguça nossa percepção no presente e nos permite coletar memórias visuais do passado. O desenho à mão livre também nos dá o poder de iniciar e trabalhar livremente em ideias de um possível futuro que temos em mente. Durante o processo de criação do desenho em si, o desenho

à mão livre de diagramas nos permite explorar ainda mais essas ideias e desenvolvê-las em conceitos que possam ser trabalhados.

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DESENHO A PARTIR DA OBSERVAÇÃO

O desenho a partir da observação aguça nossa consciência do contexto, melhora nossa capacidade de reter, ver e entender os elementos da arquitetura e suas relações e aprimora nossa habilidade de construir e reter memórias visuais. É por meio do desenho que conseguimos perceber nosso ambiente de maneira inovadora e apreciar a singularidade de um lugar.

 

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