Corpo Humano

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Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia, 10ª edição, mantém as características que o tornaram uma referência da área: texto claro, objetivo e amplamente ilustrado sobre os fundamentos de anatomia e fisiologia, com ênfase na homeostasia. O corpo humano – com sua graça, força e adaptabilidade tão bem expressas, nesta obra, pela relação entre estrutura e função – às vezes é marcado pelo desequilíbrio, levando à ocorrência de distúrbios. Estes são aqui contemplados pelas correlações clínicas apresentadas ao longo de cada capítulo e de quadros que fornecem ao leitor informações sobre distúrbios comuns, terminologia e condições médicas relacionadas ao tema estudado.

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Capítulo 1. Organização do corpo humano

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C A P Í T U L O

1

ESTÍMULO

ORGANIZAÇÃO DO

CORPO HUMANO

interrompe a homeostasia por meio do aumento ou da diminuição de uma

CONDIÇÃO CONTROLADA

que é acompanhada pelos

RECEPTORES

V

ocê está começando uma fascinante exploração do corpo humano, em que aprenderá como ele está organizado e como funciona.

Inicialmente, você será introduzido às disciplinas científicas de anatomia e fisiologia. Serão considerados os níveis de organização que caracterizam os seres vivos e as propriedades que todos compartilham.

A seguir, examinaremos como o corpo está constantemente regulando seu ambiente interno. Esse processo incessante, denominado homeostasia , é um tema importante em todos os capítulos deste livro. Estudaremos, também, como os vários sistemas individuais que compõem o corpo humano cooperam entre si para manter a saúde como um todo. Finalmente, estabeleceremos um vocabulário básico que nos permita falar sobre o corpo da maneira como é compreendido pelos cientistas e pelos profissionais da saúde.

 

Capítulo 2. Introdução à química

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INTRODUÇÃO À

QUÍMICA

M

uitas substâncias comuns que ingerimos – como água, açúcar, sal, proteínas, amidos, gorduras – desempenham funções fundamentais para nos manter vivos. Neste capítulo, você aprenderá como essas substâncias funcionam no organismo. Como o corpo é composto de substâncias químicas, e como todas as atividades corporais têm uma natureza química,

é importante que

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... você se familiarize com a linguagem e com as ideias básicas

Níveis de organização e sistemas do corpo (Seção 1.2) da química para entender a anatomia e a fisiologia humanas.

2.1 Introdução à química

OBJETIVOS

• Definir elemento químico, átomo, íon, molécula e composto.

• Explicar como se formam as ligações químicas.

• Descrever o que acontece em uma reação química e explicar por que é importante para o corpo humano.

Química é a ciência da estrutura e das interações da matéria, que é qualquer coisa que ocupa espaço e tem massa.

 

Capítulo 3. Células

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CÉLULAS

E

xistem aproximadamente 200 tipos diferentes de células no corpo. Cada célula é uma unidade de vida estrutural e funcional envolvida por uma membrana. Todas as células surgem de células já existentes, por meio do processo de divisão celular, em que uma

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... célula

Níveis de Organização e Sistemas do Corpo (Seção 1.2) se divide em duas novas células. No corpo, diferentes tipos

Íons, Moléculas e Compostos (Seção 2.1) de células cumprem funções exclusivas que sustentam a

Carboidratos (Seção 2.2) homeostasia e contribuem para muitas capacidades funcionais

Lipídeos (Seção 2.2) do organismo humano. Biologia celular é o estudo da estrutura

Proteínas (Seção 2.2) e da função celular. À medida que estudamos as várias partes

Ácido Desoxirribonucleico (DNA) e Ácido da célula e suas relações entre si, aprenderá que a estrutura e a

Ribonucleico (RNA) (Seção 2.2) função celulares estão intimamente relacionadas.

 

Capítulo 4. Tecidos

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TECIDOS

C

omo você aprendeu no capítulo anterior, as células são unidades vivas bastante organizadas, mas normalmente não funcionam sozinhas. Ao contrário, as células trabalham juntas, em grupos chamados tecidos.

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR...

Níveis de organização e sistemas do corpo (Seção 1.2)

Visão geral da célula (Seção 3.1)

Fagocitose (Seção 3.3)

Citosol (Seção 3.4)

Organelas (Seção 3.4)

Cílios (Seção 3.4)

Um tecido é um grupo de células semelhantes, em geral com uma origem embrionária comum, que funcionam em conjunto para executar atividades especializadas. Histologia é a ciência que lida com o estudo dos tecidos. Um patologista

é um médico que examina as células e os tecidos para ajudar outros médicos a fazer um diagnóstico preciso. Uma das principais funções de um patologista é examinar os tecidos quanto a quaisquer alterações que possam indicar doença.

4.1 Tipos de tecidos

 

Capítulo 5. Tegumento comum

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TEGUMENTO COMUM

D

e todos os órgãos do corpo, nenhum é mais facilmente observado ou exposto a infecções, doenças e lesões do que a pele. Em razão de sua visibilidade, a pele reflete nossas emoções e alguns aspectos da fisiologia normal, como demonstrado pela testa franzida em situações de desagrado, rubor ou palidez e suor.

Mudanças na coloração ou na condição da pele podem indicar desequilíbrios homeostáticos no corpo. Por exemplo, erupções cutâneas como as que ocorrem na catapora revelam uma infecção sistêmica, mas a cor amarelada geralmente tem origem nas doenças do fígado, um órgão interno. Outros distúrbios podem ser limitados

à pele, como verrugas, manchas de idade ou espinhas. A localização da pele a torna vulnerável a danos por trauma, luz solar, micróbios ou poluentes no ambiente. Danos à pele de grandes proporções, como em queimaduras de terceiro grau, são potencialmente fatais, em razão da perda de suas propriedades protetoras.

 

Capítulo 6. Sistema esquelético

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SISTEMA ESQUELÉTICO

A

pesar de sua aparência simples, o osso é um tecido vivo dinâmico e complexo, remodelado continuamente – um novo osso é formado enquanto o osso velho se degenera. Cada osso individual é um órgão composto por vários tecidos diferentes que trabalham em conjunto: osso, cartilagem, tecidos conectivos densos, epitélio, tecido hemopoético, tecido adiposo e tecido nervoso. Todo o

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... arcabouço de ossos e

Matriz extracelular do tecido conectivo (Seção 4.3) suas cartilagens constitui

Cartilagem (Seção 4.3) o sistema esquelético.

Tecido ósseo (Seção 4.3)

O estudo da estrutura

Fibras colágenas (Seção 4.3)

óssea e do tratamento

Tecido conectivo denso não modelado (Seção 4.3) dos distúrbios ósseos é chamado osteologia.

6.1 Funções do osso e do sistema esquelético

OBJETIVO

• Discutir as seis funções do osso e do sistema esquelético.

O tecido ósseo e o sistema esquelético realizam várias funções básicas:

 

Capítulo 7. Articulações

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ARTICULAÇÕES

O

s ossos são muito rígidos para serem curvados sem que sofram lesão. Felizmente, tecidos conectivos flexíveis formam articulações que mantêm os ossos unidos enquanto, na maioria dos casos, permitem algum grau de movimento. A flexibilidade e o movimento das articulações contribuem para a homeostasia. Se você, alguma vez, já sofreu lesão nessas áreas, sabe como é difícil caminhar com o joelho engessado ou girar uma maçaneta de porta com uma tala no dedo. Uma articulação (também chamada de juntura) é um ponto de contato entre ossos, entre cartilagem e ossos, ou entre dentes e ossos. Quando dizemos que um osso se articula com outro, significa

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... que os dois ossos formam uma

Fibras colágenas (Seção 4.3) articulação. Artrologia é o estudo

Tecido conectivo regular denso modelado (Seção 4.3) científico das articulações. Muitas

Cartilagem (Seção 4.3) articulações do corpo permitem

 

Capítulo 8. Sistema muscular

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SISTEMA MUSCULAR

M

ovimentos, como jogar uma bola, andar de bicicleta e caminhar, requerem uma interação entre ossos e músculos. Para compreender como os músculos produzem diferentes movimentos, você aprenderá onde os músculos se fixam nos ossos individuais e os tipos de articulações acionadas pelos músculos em contração. Ossos, músculos e articulações formam, em conjunto, um sistema integrado, chamado

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... sistema musculosquelético. O estudo científico dos músculos é

Tecido muscular (Seção 4.5) conhecido como miologia. O ramo

Trifosfato de adenosina (Seção 2.2) da ciência médica relacionado

Divisões do sistema esquelético (Seção 6.6) com a prevenção ou a correção

Articulações (Seção 7.1) dos distúrbios do sistema

Tipos de movimentos nas articulações sinoviais musculosquelético é chamado

(Seção 7.5) ortopedia.

8.1 Visão geral do tecido muscular

OBJETIVO

• Descrever os tipos de tecido muscular e suas funções.

 

Capítulo 9. Tecido nervoso

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TECIDO NERVOSO

E

m conjunto, todos os tecidos nervosos do corpo constituem o sistema nervoso. Entre os 11 sistemas corporais, o sistema nervoso e o sistema endócrino são os que desempenham as funções mais importantes na manutenção da homeostasia. O

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... sistema nervoso,

Canais iônicos (Seção 3.3) assunto deste e

Bomba de sódio-potássio (Seção 3.3) dos próximos três

Tecido nervoso (Seção 4.6) capítulos, responde

Terminações nervosas sensoriais e receptores rapidamente sensoriais na pele (Seção 5.1) para ajudar no ajuste dos processos corporais por meio de

Liberação de acetilcolina na junção neuromuscular impulsos nervosos. O sistema endócrino em geral atua mais

(Seção 8.3) lentamente e exerce sua influência na homeostasia por meio da liberação de hormônios que o sangue distribui para as células de todo o corpo. Além de ajudar a manter a homeostasia, o sistema nervoso é responsável por nossas percepções, comportamentos e memórias. Além disso, inicia todos os movimentos voluntários. O ramo da ciência médica que lida com o funcionamento normal e com os distúrbios do sistema nervoso é chamado de neurologia.

 

Capítulo 10. Parte central do sistema nervoso, nervos espinais e nervos cranianos

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PARTE CENTRAL DO

SISTEMA NERVOSO,

NERVOS ESPINAIS E

NERVOS CRANIANOS

A

gora que você entende como o sistema nervoso funciona no nível celular, neste capítulo exploraremos a estrutura e as funções da parte central do sistema nervoso (SNC), que consiste no encéfalo e na medula espinal. Também examinaremos os nervos espinais e os nervos cranianos, que constituem a parte periférica do sistema nervoso (SNP) (ver Fig. 9.1).

A medula espinal e seus nervos espinais associados contêm vias neurais que controlam algumas de suas reações mais rápidas relacionadas às alterações ambientais. Se você pega algo quente, os músculos de preensão podem relaxar, e você solta o objeto quente mesmo antes de você conscientemente perceber dor ou calor extremos. Esse é um exemplo de reflexo da medula espinal – uma resposta automática rápida a determinados tipos de estímulos envolvendo neurônios apenas nos nervos espinais e na medula espinal. A substância branca da medula espinal contém uma dúzia de vias sensoriais e motoras principais, que atuam como “rodovias”, ao longo das quais sinais sensoriais viajam até o encéfalo, e sinais motores viajam do encéfalo até os músculos esqueléticos e outros efetores. Lembre-se de que a medula espinal é contínua com o encéfalo e, que, juntos, eles formam o SNC.

 

Capítulo 11. Divisão autônoma do sistema nervoso

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DIVISÃO

AUTÔNOMA DO

SISTEMA NERVOSO

É

final de semestre, você estudou ativamente para a prova final de Anatomia e Fisiologia e, agora, é a hora da prova.

Quando você entra na sala lotada e senta, percebe a tensão na sala à medida que outros estudantes conversam nervosamente sobre os detalhes de última hora que consideram importante saber para a prova. Subitamente, você sente o coração disparar com ansiedade – ou é preocupação? Percebe que a boca se torna um pouco seca e começa a suar frio. Além disso, percebe que a respiração está um pouco mais acelerada e mais profunda. Enquanto espera o professor entregar a prova, esses sintomas tornam-se cada vez acentuados. Finalmente a prova chega à sua carteira. Assim que você, vagarosamente, folheia a prova para examinar as questões, reconhece que consegue respondê-las com segurança. Que alívio! Os sintomas começam a desaparecer assim que você se concentra na transferência de conhecimento do encéfalo para o papel. A maioria dos efeitos que acabamos de descrever está sob o controle da divisão autônoma do sistema nervoso (SNA), parte do sistema nervoso que regula o músculo liso, o músculo cardíaco e determinadas glândulas. Lembre-se de que, juntas, o SNA e a parte somática do sistema nervoso formam a parte periférica do sistema nervoso (SNP) (ver Fig. 9.1). O SNA era originalmente denominada autônoma, porque se acreditava que funcionasse independentemente. Embora o SNA normalmente atue sem controle consciente do córtex cerebral, é regulada por outras regiões do encéfalo, basicamente pelo hipotálamo e pelo tronco encefálico. Neste capítulo, comparamos as características funcionais e estruturais do SNA com

 

Capítulo 12. Sentidos somáticos e sentidos especiais

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SENTIDOS

SOMÁTICOS

E SENTIDOS

ESPECIAIS

I

magine uma viagem de acampamento para uma bela costa rochosa embalando um trecho de areia da praia. À medida que você desperta de sua noite de sono na areia, lentamente estica as articulações enrijecidas e cautelosamente sai do saco de dormir para cumprimentar o ar fresco da manhã. Você esfrega o sono dos olhos e vê o nevoeiro rolando distante das cristas brancas das rápidas ondas. Você caminha em direção ao oceano e respira profundamente, sente o cheiro salgado da maré, e sente os grãos individuais de areia entre os dedos que se mexem. De repente, começa a esfregar os braços expostos de forma vigorosa, à medida que o ar fresco envia um frio pelo corpo ainda sonolento.

Você vê e ouve gaivotas ruidosas que deslizam suspensas no ar, e ouve um barco distante soar a buzina. À medida que caminha em direção à água, na qual os sons produzidos tocam sua melodia contra as rochas, olha de relance para as piscinas naturais deixadas para trás pelas ondas que recuam, e percebe uma disposição colorida de vida entre as marés – estrelas do mar, mexilhões, anêmonas e caranguejos correndo. Curvando-se para dar uma olhada, seu rosto é espirrado por uma onda que se aproxima,

 

Capítulo 13. Sistema endócrino

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SISTEMA

ENDÓCRINO

À

medida que amadurecem, meninos e meninas desenvolvem diferenças marcantes na aparência física e no comportamento.

Nas meninas, estrogênios (hormônios sexuais femininos) promovem o acúmulo de tecido adiposo nos seios e nos quadris, esculpindo uma forma feminina. Nos meninos, a testosterona (hormônio sexual masculino) aumenta as cordas vocais, produzindo uma voz de baixa frequência, e começa a ajudar na construção da massa muscular. Essas mudanças são exemplos da poderosa influência dos hormônios, secreções das glândulas endócrinas. Em menor escala, mas igualmente de grande impacto, os

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... hormônios ajudam a manter a homeostasia diariamente.

Esteroides (Seção 2.2)

Regulam a atividade do músculo liso, do músculo cardíaco e

A membrana plasmática (Seção 3.2) de algumas glândulas; alteram o metabolismo; estimulam o

Neurônios (Seção 9.2) crescimento e o desenvolvimento; influenciam nos processos

 

Capítulo 14. Sistema circulatório: Sangue

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SISTEMA

CIRCULATÓRIO:

SANGUE

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sistema circulatório consiste em três componentes inter-relacionados: sangue, coração e vasos sanguíneos. O foco deste capítulo é o sangue; os dois capítulos seguintes examinarão o coração e os vasos sanguíneos.

Do ponto de vista funcional, o sistema circulatório transporta substâncias para dentro e para fora das células do corpo. Para executar suas funções, o sangue deve circular por todo o corpo. O coração atua como uma bomba para a circulação sanguínea, e os vasos sanguíneos conduzem o sangue do coração para as células do corpo, e

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... das células do corpo de volta para o coração.

Tecido sanguíneo (Seção 4.3)

O ramo da ciência relacionado com o estudo do

Sistema de retroalimentação positiva (Seção 1.4) sangue, dos tecidos formadores do sangue e dos distúrbios

Fagocitose (Seção 3.3) associados é a hematologia.

14.1 Funções do sangue

 

Capítulo 15. Sistema circulatório: Coração

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SISTEMA

CIRCULATÓRIO:

CORAÇÃO

N

o último capítulo, examinamos a composição e as funções do sangue. Para alcançar as células do corpo e trocar materiais com elas, o sangue deve ser constantemente bombeado pelo coração ao longo dos vasos sanguíneos do corpo. O coração bate aproximadamente

100.000 vezes todos os dias, o que soma em torno de 35 milhões de batimentos ao ano. O lado esquerdo do coração bombeia sangue por aproximadamente 100.000 km de vasos sanguíneos. O lado direito do coração bombeia sangue pelos pulmões, permitindo que o sangue capte oxigênio e se livre de dióxido de carbono. Mesmo quando estamos dormindo, o coração bombeia, a cada minuto, 30 vezes o seu próprio peso, o que equivale a aproximadamente 5 litros de sangue para os pulmões e o mesmo volume para o restante do corpo. Nessa frequência, o coração bombeia mais de

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR...

14.000 litros de sangue em um dia, ou 10 milhões de litros

 

Capítulo 16. Sistema circulatório: Vasos sanguíneos e circulação

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SISTEMA CIRCULATÓRIO:

VASOS SANGUÍNEOS E

CIRCULAÇÃO

O

sistema circulatório contribui para a homeostasia dos outros sistemas corporais, transportando e distribuindo o sangue por todo o corpo para levar substâncias, como oxigênio, nutrientes e hormônios, e remover resíduos. Esse transporte é feito pelos vasos sanguíneos, que formam rotas circulatórias fechadas para o sangue fluir do coração aos órgãos do corpo e voltar ao coração. Nos Capítulos 14 e 15, discutimos a composição e as funções do sangue, bem como a estrutura e a função do coração.

Neste capítulo, examinaremos

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... a estrutura e as funções dos diferentes tipos de vasos

Difusão (Seção 3.3) sanguíneos que levam o sangue

Bulbo (Seção 10.4) para o coração e a partir dele,

Hormônio antidiurético (Seção 13.3) para as demais partes do corpo,

Mineralocorticoides (Seção 13.7) juntamente com os fatores que contribuem para o fluxo

 

Capítulo 17. Sistema linfático e imunidade

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SISTEMA LINFÁTICO

E IMUNIDADE

A

manutenção da homeostasia no corpo exige um combate contínuo contra os agentes nocivos em nosso ambiente. Apesar da constante exposição a uma variedade de patógenos, micróbios produtores de doenças, como as bactérias e os vírus, a maioria das pessoas continua saudável. A superfície do corpo também suporta cortes e pancadas, exposição aos raios ultravioleta da luz solar, toxinas químicas e queimaduras leves com um arsenal de defesas. Neste capítulo, exploraremos os mecanismos que fornecem as defesas contra os invasores e promovem o reparo dos tecidos corporais danificados.

Imunidade ou resistência é a capacidade de usar as defesas do corpo para precaver-se contra dano ou doenças. Os dois tipos de imunidade são (1) inata e (2) adaptativa. A imunidade inata (inespecífica) se refere às defesas que possuímos desde o nascimento. Estão sempre presentes e disponíveis, proporcionando respostas rápidas e nos protegendo contra as doenças. A imunidade inata não compreende o reconhecimento específico de um micróbio e age contra todos os patógenos da mesma forma. Entretanto, a imunidade inata não apresenta a característica de memória imunológica, ou seja, não consegue reconhecer um contato prévio com uma molécula estranha. Entre os componentes da imunidade inata estão a primeira linha de defesa (pele e túnicas mucosas) e a segunda linha de defesa (agentes antimicrobianos, células citotóxicas [destruidoras] naturais, fagócitos, resposta inflamatória e febre). As respostas da imunidade inata representam o sistema de alerta primário e são responsáveis por evitar que os micróbios tenham acesso ao nosso organismo, ajudando a eliminá-los.

 

Capítulo 18. Sistema respiratório

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SISTEMA

RESPIRATÓRIO

A

s células do corpo utilizam continuamente oxigênio (O2) para as reações metabólicas que liberam energia a partir das moléculas de nutrientes e que produzem trifosfato de adenosina (ATP). Essas mesmas reações produzem dióxido de carbono (CO2). Como uma quantidade excessiva de CO2 produz acidez, que é tóxica para as células, o excesso de CO2 precisa

OLHANDO PARA TRÁS PARA AVANÇAR... ser eliminado de forma rápida

Cartilagem (Seção 4.3) e eficiente. O

Epitélio colunar ciliado pseudoestratificado sistema respiratório, que inclui nariz, faringe (garganta),

(Seção 4.2) laringe (caixa de voz), traqueia, brônquios e pulmões (Fig.

Epitélio escamoso simples (Seção 4.2)

18.1), garante as trocas gasosas, captação de O2 e eliminação

Músculos usados na respiração (Seção 8.11) de

CO2. O sistema respiratório também ajuda a regular o

Difusão (Seção 3.3) pH sanguíneo; contém receptores para o sentido do olfato;

 

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