Medicamentos de A a Z: Enfermagem 2016-2018

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Medicamentos de A a Z: Enfermagem - 2016-2018 - foi atualizado para manter-se como referência prática no dia a dia do profissional. A primeira parte do livro apresenta capítulos sobre os cuidados necessários para o preparo dos medicamentos e a adequação para seu uso seguro. Na segunda parte, são listados, em ordem alfabética, os fármacos que apresentam maiores evidências de terapêutica racional e que fazem parte da rotina de assistência à saúde, tanto no ambiente hospitalar quanto no ambulatorial e no domiciliar.

26 capítulos

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Capítulo 1. Expressões e cálculos matemáticos de uso na prática da enfermagem

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1

Expressões e cálculos matemáticos de

uso na prática da enfermagem

Luciana dos Santos

Mayde Seadi Torriani

Elvino Barros

Um dos objetivos essenciais da prática da enfermagem consiste em garantir que os pacientes recebam o medicamento correto conforme prescrito pela equipe médica, na dose e no horário também corretos.

Os princípios fundamentais para essa atividade envolvem o entendimento das expressões de concentração dos medicamentos e das suas unidades de medida. O sistema métrico decimal é importante para o cálculo e para o preparo dos fármacos e das soluções.

A concentração de uma solução fornece a quantidade de fármaco ou substância ativa presente em uma determinada quantidade de preparação, seja ela líquida (xarope) ou sólida (pó, pomada).

O cálculo correto das doses dos medicamentos é de fundamental importância para evitar efeitos adversos pelo excesso ou pela falta da quantidade adequada do fármaco. Esses cuidados devem ser uma preocupação contínua nas unidades de saúde ou hospitais, devendo seguir as diretrizes e recomendações para promoção de práticas seguras.

 

Capítulo 2. Vias de administração de medicamentos

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Vias de administração de medicamentos

Ana Luísa Petersen Cogo

Gislene Pontalti

Isabel Cristina Echer

Luciana dos Santos

Mayde Seadi Torriani

A administração de medicamentos é uma atividade da equipe de enfermagem e requer conhecimentos, habilidades e atenção para garantir a segurança do paciente e a efetividade do medicamento. É recomendável que a prescrição médica ou o farmacêutico indique o diluente no que se refere ao tipo e ao volume, à velocidade e ao tempo de infusão. Essas informações são essenciais para a estabilidade e a prevenção da diminuição ou perda da ação do medicamento.

Da mesma forma, para garantir a segurança na sua administração, os medicamentos de alta vigilância, como eletrólitos concentrados, anticoagulantes e insulina, exigem cuidados no seu armazenamento, fornecimento e preparo.

VIA PARENTERAL

As vias de administração parenterais mais utilizadas são: subcutânea (SC), intradérmica (ID), intramuscular (IM) e intravenosa (IV).

 

Capítulo 3. Cuidados de enfermagem com cateteres venosos centrais

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Cuidados de enfermagem com cateteres venosos centrais

Isabel Cristina Echer

Ana Luísa Petersen Cogo

Nadia Mora Kuplich

Cateteres venosos centrais (CVCs) são dispositivos indispensáveis para o tratamento e o cuidado de pacientes criticamente enfermos. No entanto, o uso desses dispositivos predispõe ao desenvolvimento de infecções locais ou sistêmicas, cuja incidência depende de aspectos como o tipo de cateter, a frequência da manipulação e fatores relacionados às características do paciente.

As infecções da corrente sanguínea relacionadas ao CVC são geralmente graves, causando aumento do tempo de internação, custos e risco de mortalidade. Mesmo assim, essas infecções são potencialmente preveníveis com a adoção de cuidados no momento da inserção e durante o tempo de manutenção do cateter indicado.

O papel da equipe de enfermagem na adoção de técnicas adequadas de manipulação dos cateteres e na implementação de medidas preventivas assume importante repercussão nos desfechos associados ao uso desses dispositivos. A chave para a prevenção das infecções de cateter é a educação permanente dos profissionais de saúde, dos pacientes e seus familiares.

 

Capítulo 4. Segurança no preparo de medicamentos

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Segurança no preparo de medicamentos

Juliana Didonet

Mayde Seadi Torriani

A melhoria no atendimento ao paciente e o aumento da qualidade dos serviços de saúde são temas abordados mundialmente e norteiam as ações da Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, criada em 2004 pela

Organização Mundial da Saúde (OMS). O Brasil faz parte da Aliança e, por meio da Portaria nº 529, de 01/04/2013, publicada pelo Ministério da Saúde, instituiu o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), compartilhando dos propósitos da OMS.

A Portaria define a segurança do paciente à redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde. Nos hospitais, os danos aos pacientes podem estar associados aos erros de medicação durante o processo de utilização de fármacos e ocorrem com frequência nas etapas de preparo e administração. Por isso, torna-se relevante identificar a natureza e os determinantes dos erros, a fim de direcionar ações para a prevenção e instituir práticas seguras na utilização de medicamentos.

 

Capítulo 5. Segurança na administração de medicamentos

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5

Segurança na administração de medicamentos

Ana Elisa Bauer Camargo Silva

Fernanda Raphael Escobar Gimenes

Isabel Cristina Echer

Mayde Seadi Torriani

A administração de medicamentos é a última etapa de um processo que engloba uma série de ações direcionadas para o cumprimento da terapêutica medicamentosa prescrita. É um procedimento de responsabilidade da enfermagem e, para ser executado, exige que os profissionais possuam conhecimentos, habilidades e atitudes construídos em bases científicas e nos princípios de qualidade e segurança do paciente.

Apesar da importância dos medicamentos para o tratamento de pacientes, pesquisas apontam, há décadas, que os medicamentos nem sempre são administrados de forma correta. Erros na administração de fármacos são comuns nos serviços de saúde, correspondendo de 1,7 a 59,1% do total de oportunidades para erros.

Os erros de medicação, de acordo com conceitos apresentados pela

Organização Mundial de Saúde (OMS), são qualquer evento evitável que pode causar ou conduzir ao uso inadequado do medicamento ou dano ao paciente. Vários são os tipos de erros que podem ocorrer na administração de fármacos, como:

 

Capítulo 6. Orientações de autoadministração de medicamentos por via subcutânea

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Orientações de autoadministração de medicamentos por via subcutânea

Ana Elisa Bauer Camargo Silva

Fernanda Raphael Escobar Gimenes

Isabel Cristina Echer

Mayde Seadi Torriani

O número de pessoas com doenças crônicas tem aumentado gradativamente no Brasil e no mundo, promovendo a utilização de diversas modalidades de tratamento. Entre os tratamentos existentes está a utilização de medicamentos por via subcutânea (SC), na qual o fármaco é injetado no tecido abaixo da derme, fazendo com que sua absorção seja mais lenta, quando comparada com a via intramuscular, por ser menos vascularizada.

A administração de medicamentos por via SC pode ser realizada pelo próprio paciente e tem se configurado uma atividade comum entre essa população.

Este capítulo tem o objetivo de apresentar orientações básicas sobre a autoadministração de medicamentos que são tradicionalmente injetados na via

SC, dentre os quais podemos citar insulina, enoxaparina e eritropoetina.

 

Letra A

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A

ABACAVIR (ABC)

Grupo farmacológico. Antirretroviral; inibidor da transcriptase reversa análogo aos nucleosídeos (ITRAN).

Nome comercial.

►► Referência. Ziagenavir (GlaxoSmithKline)

Apresentações. Cpr de 300 mg; sol oral de 20 mg/mL com 240 mL.

Receituário. Receituário do Programa DST/aids (SICLON) + Receituário de

Controle Especial, em duas vias (branco).

Espectro. Ativo contra o HIV tipos 1 e 2.

Uso. Tratamento da infecção pelo HIV.

Contraindicações. IH moderada a grave, amamentação.

Posologia.

■■ Adultos: 300 mg, VO, de 12/12 h, ou dose única diária de 600 mg; combinação com 3TC – dose única diária.

Modo de administração.

Via oral: os cpr revestidos e a sol oral podem ser administrados com ou sem a presença de alimentos, com água (200 mL). Para pediatria, a sol oral é acompanhada de seringa dosadora.

Via sonda: administrar a sol oral via sonda e em separado da dieta enteral.

Interações medicamentosas.

 

Letra B

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B

BACITRACINA

(VER NEOMICINA +

BACITRACINA)

BACLOFENO

Grupo farmacológico. Relaxante muscular, de ação espinal; agonista dos receptores GABA­‑B no SNC.

Nomes comerciais.

►► Referência. Lioresal (Novartis)

►► Similar. Baclofen (Teuto)

Apresentação. Comprimido de 10 mg.

Usos. Espasticidade dos músculos esqueléticos na esclerose múltipla; contraturas dolorosas. Controle da espasticidade em pacientes com transtorno de desenvolvimento e paralisia muscular.

Contraindicações. Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Posologia.

■■ Adultos: iniciar com 5 mg/3x/dia e aumentar 5 mg/dose a cada 3 dias conforme a resposta clínica (máximo 120 mg/dia). Evitar a retirada súbita devido a possível ocorrência de alucinações e convulsões.

Modo de administração.

■■ Via oral: pode ser administrado com alimentos ou leite.

■■ Via sonda: os cpr dispersam­‑se facilmente em água. Também, pode­‑se preparar a sol oral a partir dos cpr para facilitar a administração via sonda.

 

Letra C

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C

CAFEÍNA

Grupo farmacológico. Estimulante do SNC.

Nomes comerciais. Várias associações contendo cafeína com adjuvante no tratamento analgésico: (Cefadrin®, Doralflex®, Doralgex®, Dorflex®, Doricin®, Doril®, Elcodrix®, Engov®, Enjoy®, Excedrin®, Fenaflex®, Flexalgex®, Flexdor®, Grpin c®, Maxidrin®, Nevralgex®, Neosaldina®, Relaflex®, Royflex®, Sedalex®, Tylalgin caf®).

Nome genérico. Dipirona + cafeína, Paracetamol + cafeína, Citrato de orfenadrina + dipirona + cafeina, dipirona + cafeína + isometepteno, citrato de cafeína.

Apresentações. Cpr contendo 30 a 50 mg de cafeína, sol injetável contendo

20 mg/mL e 125 mg/mL de citrato de cafeína.

Usos. Tratamento da apneia da prematuridade (citrato de cafeína), tratamento adjuvante da cefaleia incluindo a cefaleia após punção espinal, dores muscalures e articulares (benzoato sódio de cafeína), aumento na indução de convulsões durante a eletroterapia.

Contraindicações. Hipersensibiliade à cafeína, uso do composto de cafeína associado ao benzoato de sódio em neonatos.

 

Letra D

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D

DACLIZUMABE

Grupo farmacológico. Imunossupressor. Anticorpo monoclonal quimérico

(90% humano, 10% murino) anti­‑TAC (receptor de alta afinidade com interleucina 2 expressado na superfície de linfócitos ativados).

Nome comercial.

►► Referência. Zenapax (Roche)

Apresentação. Fr­‑amp com 5 mg/mL em 5 mL.

Usos. Profilaxia da rejeição aguda no transplante renal. Uso associado com ciclosporina e/ou corticosteroides; usos ainda em estudo no transplante cardíaco, na esclerose múltipla, em doenças inflamatórias oculares e na síndrome enxerto­‑hospedeiro – embora tenha sido verificado aumento da mortalidade nesse último uso.6,7

Contraindicações. Hipersensibilidade ao fármaco ou aos componentes da fórmula.

Posologia.

■■ Adultos: Rejeição aguda do enxerto renal: 1 mg/kg, IV, infundida em 15 min, 24 h antes do transplante (dia 0), seguida de uma dose de 1 mg/kg a cada 14 dias (total de 5 doses). Síndrome enxerto­‑hospedeiro: 0,5-1,5 mg/kg, IV; repete­‑se a mesma dose na resposta parcial; doses repetidas podem ser administradas 11-48 dias depois da dose inicial. Profilaxia de rejeição do enxerto no transplante cardíaco: 1 mg/kg até, no máximo, 100 mg; administrado 12 h depois do transplante e nos dias 8, 22, 36 e 50 após o transplante. Doenças inflamatórias oculares: uso de 1 mg/kg a cada 2 semanas por períodos prolongados.

 

Letra E

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E

EBASTINA

Grupo farmacológico. Anti­‑histamínico H1; 2ª geração.

Nome comercial.

►► Referência. Ebastel (Eurofarma)

Apresentações. Cpr de 10 mg, xpe 1 mg/mL de 60 mL; cápsula gelatinosa dura com microgrânulos com 10 mg de ebastina e 120 mg de pseudoefedrina.

Usos. Rinite e conjuntivite alérgica, urticária idiopática crônica. Sem evidência para uso em asma.

Contraindicações. IH grave.

Posologia.

■■ Adultos: 10-20 mg/dia, conforme gravidade.

Modo de administração.

■■ Via oral: pode ser administrado com ou sem a presença de alimentos.

■■ Via sonda: administrar o xpe via sonda, separadamente da dieta enteral.

Interações medicamentosas.

■■ Droperidol, cetoconazol, eritromicina: risco aumentado de cardiotoxi­cidade.

■■ Procarbazina: risco aumentado de depressão do SNC.

Interações com alimentos.

■■ A presença de alimento não afeta significativamente a absorção do medicamento.

Conservação e preparo.

 

Letra F

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F

FAMOTIDINA

Grupo farmacológico. Inibidor dos receptores H2. Antiúlcera.

Nomes comerciais.

►► Referência. Famox (Aché)

►► Similar. Famotid (Neo Química); Famoxil (Hebron)

Apresentações. Cpr de 20 e 40 mg.

Usos. Tratamento de úlcera gástrica, úlcera duodenal, DRGE, estados hipersecretores.

Contraindicações. Hipersensibilidade à substância ou a outros antagonistas H2.

Posologia.

■■ Adultos: VO: Úlcera duodenal e gástrica: 40 mg/dia, dose única à noite por

4-8 semanas. DRGE sem esofagite: 20 mg, 2x/dia, por 6 semanas. DRGE com esofagite erosiva: 20 ou 40 mg, 2x/dia, por 12 semanas. Estados hipersecretores: dose inicial de 20 mg, a cada 6 h – incrementos da dose podem ser feitos até 160 mg a cada 6 h. IV: 20 mg, 12/12 h.

Modo de administração.

■■ Via oral: administrar com os alimentos.

■■ Via sonda: para a administração via sonda, pode­‑se preparar a susp oral a partir dos cpr ou dispersá­‑los em água (uso imediato). Administrar separadamente da dieta enteral.

 

Letra G

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G

GABAPENTINA

Grupo farmacológico. Antiepiléptico; análogo estrutural do neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA); apresenta propriedade ansiolítica.

Nomes comerciais.

►► Referência. Neurontin (Pfizer)

►► Genérico. Gabapentina (EMS, Germed, Sigma Pharma)

►► Similar. Gabaneurin (Sigma Pharma); Gamibetal (Arrow); Progresse

(Biosintética)

Apresentações. Cps gelatinosa dura de 100, 300, 400 mg; cpr revestidos de 600 e 800 mg.

Receituário. Receituário de Controle Especial C, em duas vias (branco).

Usos. Crises parciais refratárias geralmente como coadjuvante de outras medicações. É também usada em neuralgia pós­‑herpética, dor crônica neuropática.

Contraindicações. Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Posologia.

■■ Adultos: iniciar com 300 mg no primeiro dia, devendo ser aumentada em

300 mg/dia a cada 4 dias. A dose usual é de 1.800- 2.400 mg/dia. Dose máxima de 3.600 mg/dia. Administrar a dose diária em 3 tomadas.

 

Letra H

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H

HALOPERIDOL

Grupo farmacológico. Antipsicótico típico; antagonista dos receptores D2 da dopamina.

Farmácia popular. Disponível.

Nomes comerciais.

►► Referência. Haldol (Janssen-Cilag); Haldol decanoato (Janssen-Cilag)

►► Genérico. Haloperidol (EMS, Sigma Pharma, Teuto)

►► Similar. Decan haloper (União Química); Halo decanoato (Cristália); Uni haloper (União Química)

Apresentações. Cpr de 1, 2 e 5 mg; sol oral (gts) com 2 mg/mL em fr de 10,

20 e 30 mL; amp com 5 mg em 1 mL. Haloperidol decanoato: amp com 50 mg/mL em 1 mL.

Receituário. Receituário de Controle Especial C, em duas vias (branco).

Usos. Esquizofrenia, mania com psicose, problemas de comportamento graves na infância, agitação em pacientes com demência ou outros transtornos mentais orgânicos, transtorno de Tourette, transtorno esquizoafetivo, sedativo de emergência para agitação intensa e delírio.

Contraindicações. Doença de Parkinson, depressão grave do SNC, supressão de medula óssea, doença cardíaca ou hepática grave e glaucoma de ângulo fechado.

 

Letra I

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I

IBANDRONATO

Grupo farmacológico. Bifosfonato.

Nome comercial.

►► Referência. Bonviva (Roche)

Apresentação. Cpr revestidos de 50 e 150 mg; seringa preenchida com 3 mg em 3 mL; fr‑amp com 1 mg/mL em 6 mL.

Usos. Osteoporose senil ou pós­‑menopausa.

Contraindicações. Hipocalcemia não corrigida.

Posologia.

■■ Adultos: Oral: 150 mg, 1x/mês. IV: 3 mg, a cada 3 meses.

Modo de administração.

■■ Via oral: deve ser administrado em jejum, pela manhã, 1 h antes do primeiro alimento, bebida ou medicação do dia, com um copo de água. Não administrar com outros líquidos (não usar água mineral) e não mastigar ou triturar o medicamento. Após a ingestão do cpr, permanecer em posição supina (em pé ou sentado) por 1 h.

■■ Via endovenosa: Bólus: direto, sem diluir em soro, em 15-30 s. O acesso venoso pode ser irrigado com SF 0,9% ou SG 5%.

■■ Via intramuscular: não.

■■ Via subcutânea: não.

Interações medicamentosas.

 

Letra L

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L

LACIDIPINO

Grupo farmacológico. Antagonista dos canais de cálcio; di-hidropiridínico.

Nome comercial.

►► Referência. Lacipil (GlaxoSmithKline)

Apresentação. Cpr revestido de 2 e 4 mg.

Usos. HAS.

Contraindicações. Estenose aórtica grave.

Posologia.

■■ Adultos: iniciar com 2 mg, 1x/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg,

1x/dia após 3-4 semanas. Dose máxima de 6 mg, 1x/dia.

Modo de administração.

■■ Via oral: pode ser administrado com ou sem alimentos. Melhor se administrado pela manhã. Os cpr não devem ser partidos.

■■ Via sonda: dados não disponíveis.

Interações medicamentosas.

■■ Atenolol, carvedilol, esmolol, metoprolol, propanolol, sotalol: o uso concomitante pode causar hipotensão e/ou bradicardia.

■■ Diclofenaco, dipirona, ibuprofeno, indometacina, ácido mefenâmico, meloxicam, tenoxicam: risco de hemorragia gastrintestinal e/ ou diminuição no efeito hipotensivo.

■■ Hypericum: pode diminuir a biodisponibilidade do medicamento.

 

Letra M

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M

MACROGOL

Grupo farmacológico. Laxante osmótico.

Nome comercial. Muvinlax®.

Apresentação. Sachê contendo 14 g de macrogol 3350 (adicionado de bicarbonato de sódio 0,1775 g, cloreto de potássio 0,0466 g e cloreto de sódio

0,3507 g).

Usos. Constipação intestinal crônica e preparo intestinal para exames de imagem.

Contraindicações. Pacientes com doenças inflamatórias intestinais ativas, obstrução ou perfuração intestinal e sintomas gastrintestinais de etiologia não definida.

Posologia.

■■ Adultos: administrar 1-2 sachês por dia. A dose máxima é de 8 sachês/ dia, por até 3 dias.

Modo de administração.

■■ Via oral: o sachê deve ser diluído em 1 copo (125-250 mL) de água, chá ou suco. Administrar preferencialmente pela manhã.

■■ Via sonda: caso seja necessária a administração via sonda, dispersar o conteúdo do sachê em volume adequado de água (preferir a via oral).

Administrar separadamente da dieta enteral.

 

Letra N

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N

NADOLOL

Grupo farmacológico. Antiarrítmico. Betabloqueador; sem seletividade β­‑1.

Nome comercial.

►► Referência. Corgard (Bristol-Myers-Squibb)

Apresentações. Cpr de 40 e 80 mg.

Usos. HAS, angina pectoris, arritmias cardíacas, prolapso da válvula mitral; profilaxia da migrânea.

Contraindicações relativas. Bradicardia grave, bradiarritmias, bloqueio de

2º ou 3º graus sem marca­‑passo, asma brônquica, ICC sintomática.

Posologia.

■■ Adultos: 40-120 mg, VO, a cada 24 h.

Modo de administração.

■■ Via oral: o medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos.

■■ Via sonda: dado não disponível.

Interações medicamentosas.

■■ Anlodipina, atazanavir, verapamil: o uso concomitante pode causar hipotensão e/ou bradicardia.

■■ Clonidina: risco de hipertensão aguda.

■■ Diclofenaco, dipirona, ibuprofeno, indometacina, ácido mefenâmico, meloxicam, piroxicam: diminuição do efeito anti­‑hipertensivo.

 

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