Obstetrícia de Williams

Visualizações: 693
Classificação: (0)

A principal referência em obstetrícia há mais de um século, cada vez mais relevante para a prática atual. Escrito pela renomada equipe de ginecologistas e obstetras do Parkland Hospital, em Dallas, Obstetrícia de Williams é o livro mais abrangente da especialidade. As marcas registradas deste clássico são o detalhamento, a ampla base científica e a aplicabilidade dos conceitos na prática clínica. Esta edição continua enfatizando a medicina baseada em evidências ao incorporar mais de 3 mil novas citações bibliográficas e diretrizes das principais organizações profissionais e acadêmicas.

FORMATOS DISPONíVEIS

54 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 1. Visão Geral da Obstetrícia

PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Visão Geral da Obstetrícia

ESTATÍSTICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

GESTAÇÃO NOS EUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

MEDIDAS PARA AVALIAR OS CUIDADOS OBSTÉTRICOS . . . . . 4

TÓPICOS OPORTUNOS EM OBSTETRÍCIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

A obstetrícia está relacionada com a reprodução humana e, dessa forma, será sempre uma matéria de considerável relevância contemporânea. A especialidade é responsável por promover a saúde e o bem-estar da gestante e do feto por meio de atenção perinatal de qualidade. Tal atenção implica reconhecimento e tratamento apropriados das possíveis complicações, supervisão do trabalho de parto e do parto, garantia de assistência ao recém-nato e acompanhamento do puerpério. A assistência puerperal implica promoção da saúde e acesso às opções para planejamento familiar.

A importância da obstetrícia é confirmada pelo uso de parâmetros relacionados com a evolução materna e neonatal como indicadores da qualidade de vida e saúde na sociedade. É intuitivo que a presença de indicadores de resultados obstétricos e perinatais insatisfatórios leve à suposição de que a atenção à saúde seja deficiente para toda a população. Com isso em mente, seguimos apresentando um resumo do estado atual da saúde materna e do recém-nascido nos EUA, no que se refere à obstetrícia.

 

Capítulo 2. Anatomia da Mãe

PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Anatomia da Mãe

PAREDE ANTERIOR DO ABDOME . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

ÓRGÃOS REPRODUTORES EXTERNOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18

ÓRGÃOS REPRODUTORES INTERNOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

ANATOMIA MUSCULOESQUELÉTICA DA PELVE . . . . . . . . . . . 31

O conhecimento sobre a anatomia feminina da pelve e da parede inferior do abdome é essencial à prática obstétrica. Embora a norma seja a manutenção de relações anatômicas consistentes entre essas estruturas, é possível haver variações acentuadas entre as mulheres. Isso é especialmente verdadeiro para os grandes vasos e nervos.

PAREDE ANTERIOR DO ABDOME j Pele, camada subcutânea e fáscia

A parede anterior do abdome contém as vísceras abdominais, sofre estiramento para acomodar o útero em expansão na gravidez e provê acesso cirúrgico aos órgãos reprodutores internos.

Assim, há necessidade de um conhecimento abrangente sobre sua estrutura disposta em camadas para que seja possível penetrar cirurgicamente a cavidade abdominal.

 

Capítulo 3. Malformações Geniturinárias Congênitas

PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Malformações Geniturinárias Congênitas

DESENVOLVIMENTO DO TRATO GENITURINÁRIO . . . . . . . . . . 36

REMANESCENTES MESONÉFRICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37

levar a anomalias esporádicas. A Figura 3-1 sintetiza o desenvolvimento geniturinário normal, que também será discutido no Capítulo 7.

MALFORMAÇÕES DA BEXIGA E DO PERÍNEO . . . . . . . . . . . . . 38

MALFORMAÇÕES HIMENAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38

MALFORMAÇÕES MÜLLERIANAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38

AGENESIA MÜLLERIANA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39

MALFORMAÇÕES VAGINAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39

MALFORMAÇÕES DO COLO UTERINO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

MALFORMAÇÕES UTERINAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

ANOMALIAS DO TRATO REPRODUTIVO CAUSADAS

POR DIETILESTILBESTROL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42

 

Capítulo 4. Fisiologia da Mãe

PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Fisiologia da Mãe

TRATO REPRODUTIVO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46

MAMAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50

PELE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51

ALTERAÇÕES METABÓLICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51

ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55

SISTEMA CARDIOVASCULAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58

TRATO RESPIRATÓRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62

SISTEMA URINÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63

TRATO GASTRINTESTINAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66

SISTEMA ENDÓCRINO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67

SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71

 

Capítulo 5. Nidação e Desenvolvimento Placentário

PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Nidação e Desenvolvimento Placentário

O CICLO OVARIANO-ENDOMETRIAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80

A DECÍDUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86

NIDAÇÃO E FORMAÇÃO INICIAL DO TROFOBLASTO . . . . . . . 88

DESENVOLVIMENTO DE CÓRIO E PLACENTA . . . . . . . . . . . . . 92

ambiente hormonal que inicialmente ajuda a manter a gravidez e, finalmente, inicia os eventos que levarão ao parto. Nas seções seguintes, serão abordados a fisiologia do ciclo ovariano endometrial, o implante do óvulo, a formação da placenta e das membranas fetais, bem como as relações hormonais específicas materno-fetais.

O ÂMNIO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98

O CORDÃO UMBILICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100

HORMÔNIOS PLACENTÁRIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101

INTERAÇÕES ENTRE SUPRARRENAIS FETAIS E PLACENTA . . . 108

 

Capítulo 8. Aconselhamento Pré-concepcional

PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Aconselhamento Pré-concepcional

SESSÃO DE ACONSELHAMENTO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156

HISTÓRIA CLÍNICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157

DOENÇAS GENÉTICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159

HISTÓRIA REPRODUTIVA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161

IDADE MATERNA/PATERNA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161

HISTÓRIA SOCIAL. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162

TESTES DE TRIAGEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163

Os Centers for Disease Control and Prevention (CDC) definem cuidado pré-concepcional como “um conjunto de intervenções que visam identificar e modificar riscos biomédicos, comportamentais e sociais para a saúde ou o resultado da gestação por meio de intervenções profiláticas e terapêuticas ” (Johnson,

2006). As seguintes metas foram estabelecidas para melhorar os cuidados pré-concepcionais:

 

Capítulo 9. Cuidado Pré-natal

PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Cuidado Pré-natal

CUIDADO PRÉ-NATAL NOS ESTADOS UNIDOS . . . . . . . . . . . 167

DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168

AVALIAÇÃO PRÉ-NATAL INICIAL. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170

CONSULTAS SUBSEQUENTES DO PRÉ-NATAL . . . . . . . . . . . . 175

ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177

PREOCUPAÇÕES COMUNS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182

Conforme descrito pela American Academy of Pediatrics e pelo

American College of Obstetricians and Gynecologists (2012),

“Um programa anteparto abrangente envolve a abordagem coordenada de cuidados médicos, avaliação permanente de risco e apoio psicológico com início idealmente antes da concepção, estendendo-se até o período de pós-parto e interconcepção”. A melhora da saúde e do bem-estar da mulher antes da gestação deve ser parte integrante do cuidado pré-natal.

 

Capítulo 10. Exames de Imagem do Feto

PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Exames de Imagem do Feto

ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194

TECNOLOGIA E SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194

simpósio organizado pelo National Institute of Child Health and Human Development (NICHD) concluiu que “todos os fetos devem ser submetidos a um exame físico” (Reddy, 2008).

ULTRASSONOGRAFIA DO PRIMEIRO TRIMESTRE . . . . . . . . . 195

ULTRASSONOGRAFIA DO SEGUNDO

E DO TERCEIRO TRIMESTRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197

ANATOMIA FETAL NORMAL E ANORMAL . . . . . . . . . . . . . . . 200

ULTRASSONOGRAFIAS TRIDIMENSIONAL (3D) E

QUADRIMENSIONAL (4D) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218

DOPPLERVELOCIMETRIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222

ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA

Um dos marcos mais importantes da história obstétrica começou na segunda metade do século XX, quando se tornou possível ver imagens do útero gravídico e de seu conteúdo.

 

Capítulo 11. Líquido Amniótico

PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Líquido Amniótico

VOLUME NORMAL DE LÍQUIDO AMNIÓTICO . . . . . . . . . . . . 231

j Fisiologia

FISIOLOGIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231

No início da gestação, a cavidade amniótica é preenchida com um líquido muito similar em composição ao líquido extracelular. Durante a primeira metade da gestação, ocorre transferência de água e de outras pequenas moléculas pelo âmnio (fluxo transmembranoso), pelos vasos fetais na superfície placentária

(fluxo intramembranoso) e pela pele fetal. A produção fetal de urina inicia-se entre 8 e 11 semanas, mas a urina só passa a ser um componente importante do líquido amniótico a partir do segundo trimestre. Esta última observação explica por que fetos com anormalidades renais letais não manifestam oligoidrâmnio grave antes de 18 semanas. O transporte de água pela pele fetal continua até que haja queratinização, com 22 a

25 semanas. Isso explica por que neonatos muito prematuros podem apresentar perda significativa de líquidos pela pele.

 

Capítulo 12. Teratologia, Teratógenos e Agentes Fetotóxicos

PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Teratologia, Teratógenos e

Agentes Fetotóxicos

TERATOLOGIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240

CRITÉRIOS PARA DETERMINAR A TERATOGENICIDADE. . . . 242

ACONSELHAMENTO DEPOIS DA EXPOSIÇÃO A

UM TERATÓGENO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243

SUSCETIBILIDADE GENÉTICA E FISIOLÓGICA

AOS TERATÓGENOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244

TERATÓGENOS CONHECIDOS E SUSPEITOS . . . . . . . . . . . . . 245

As anomalias congênitas são comuns – 2 a 3% de todos os recém-nascidos têm alguma malformação congênita significativa detectável ao nascer (Cragan, 2009; Dolk, 2010). Em torno da idade de cinco anos, outros 3% são diagnosticados com malformação, e mais 8 a 10% têm uma ou mais anormalidades funcionais ou de desenvolvimento em torno dos 18 anos. É importante ressaltar que cerca de 70% das anomalias congênitas não têm causa evidente e, entre as que têm causa identificada, a malformação tem probabilidade muito maior de ter etiologia genética do que teratogênica (Schardein, 2000; Wlodarczyk, 2011).

 

Capítulo 14. Diagnóstico Pré-natal

PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Diagnóstico Pré-natal

DEFEITOS DO TUBO NEURAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283

SÍNDROME DE DOWN E OUTRAS ANEUPLOIDIAS . . . . . . . . 288

TRIAGEM DO PRIMEIRO TRIMESTRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 289

TRIAGEM DO SEGUNDO TRIMESTRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290

TRIAGEM ULTRASSONOGRÁFICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 292

GESTAÇÕES COM RISCO AUMENTADO DE

DISTÚRBIOS GENÉTICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294

EXAMES DIAGNÓSTICOS PRÉ-IMPLANTAÇÃO E

PRÉ-NATAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297

Anomalias congênitas significativas são detectadas durante a gravidez ou logo depois do nascimento em 2 a 3% das gestações. Essas anomalias são responsáveis por 20% dos óbitos neonatais ocorridos nos Estados Unidos, suplantando a prematuridade como causa mais comum (Kochanek, 2011). Diagnóstico pré-natal é a ciência especializada em detectar malformações, disrupções, anomalias cromossômicas e outras síndromes genéticas do feto. Esse procedimento inclui testes rotineiros de triagem para aneuploidia e defeitos do tubo neural; exames diagnósticos invasivos, inclusive obtenção de amostras do vilo corial e amniocentese; outros exames de triagem e diagnóstico oferecidos às gestantes em risco de doenças genéticas específicas; diagnóstico de malformações estruturais por ultrassonografia especializada e outras técnicas de imageamento fetal descritas no Capítulo 10. O objetivo do diagnóstico pré-natal é fornecer informações precisas quanto ao prognóstico de curto e longo prazo, ao risco de recidiva e ao potencial terapêutico e, desse modo, facilitar o aconselhamento e melhorar os desfechos gestacionais.

 

Capítulo 15. Distúrbios Fetais

PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Distúrbios Fetais

ANEMIA FETAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306

ALOIMUNIZAÇÃO DE GLÓBULOS VERMELHOS . . . . . . . . . . . 306

HEMORRAGIA FETO-MATERNA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 312

TROMBOCITOPENIA FETAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313

HIDROPSIA FETAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315

Os distúrbios fetais podem ser adquiridos (como na aloimunização), genéticos (hiperplasia suprarrenal congênita ou a4-talassemia), ou podem ser anormalidades esporádicas durante o desenvolvimento, como muitas malformações estruturais.

Neste capítulo, serão revisadas a anemia e a trombocitopenia fetais, além da hidropsia fetal imune e não imune. A hidropsia talvez seja a quintessência dos distúrbios fetais, já que pode ser uma manifestação de doença grave de diversas etiologias. As malformações estruturais fetais foram revisadas no

 

Capítulo 16. Tratamento Fetal

PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Tratamento Fetal

TRATAMENTO CLÍNICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 321

PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS FETAIS ABERTOS . . . . . . . . . 325

trações atriais prematuras. A ultrassonografia fetal em modo M deve ser realizada para determinar as frequências atrial e ventricular e definir a relação entre os batimentos atriais e ventriculares e, desse modo, diagnosticar o tipo de arritmia.

PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS POR FETOSCOPIA . . . . . . . . 327

Contrações atriais prematuras

PROCEDIMENTOS PERCUTÂNEOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329

Sem dúvida alguma, essa é a arritmia mais comum. As contrações atriais prematuras são detectadas em 1 a 2% das gestações e, em geral, são um achado benigno (Hahurij, 2011; Strasburger, 2010). Essas contrações são atribuídas à imaturidade do sistema de condução cardíaca e, nos casos típicos, regridem com a progressão da gestação ou no período neonatal. Embora possam ser conduzidas, as contrações atriais prematuras são bloqueadas na maioria dos casos e, com o Doppler portátil ou o estetoscópio, são evidenciadas por batimentos “saltados”. Elas não estão associadas a anomalias cardíacas estruturais significativas, mas em alguns casos ocorrem nos pacientes com aneurismas do septo atrial. Como se pode observar na Figura 10-24, o exame em modo M demonstra que o batimento “saltado” é uma pausa compensatória depois da contração atrial prematura. Essas contrações podem ocorrer frequentemente a cada dois batimentos, condição conhecida como bigeminismo atrial bloqueado. Isso resulta na frequência ventricular fetal de apenas

 

Capítulo 17. Avaliação Fetal

PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

Avaliação Fetal

MOVIMENTOS FETAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 335

RESPIRAÇÃO FETAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337

TESTE DE ESTRESSE CONTRÁTIL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338

TESTES SEM ESTRESSE (CARDIOTOCOGRAFIA BASAL) . . . . 338

TESTES DE ESTIMULAÇÃO ACÚSTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341

PERFIL BIOFÍSICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341

VOLUME DE LÍQUIDO AMNIÓTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 343

DOPPLERVELOCIMETRIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344

RECOMENDAÇÕES ATUAIS DOS TESTES PRÉ-NATAIS. . . . . . 345

As técnicas disponíveis utilizadas para predizer o bem-estar fetal enfatizam as características biofísicas do feto, inclusive frequência cardíaca, movimento, respiração e produção de líquido amniótico. Esses parâmetros são usados para realizar a vigilância fetal pré-natal de acordo com as metas estabelecidas pelo American

 

Capítulo 19. Gravidez Ectópica

PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Gravidez Ectópica

GRAVIDEZ TUBÁRIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 379

DIAGNÓSTICO MULTIMODAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 379

TRATAMENTO CLÍNICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 384

TRATAMENTO CIRÚRGICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 385

GRAVIDEZ INTERSTICIAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 387

GRAVIDEZ ABDOMINAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 388

GRAVIDEZ OVARIANA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 390

GRAVIDEZ CERVICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 390

GRAVIDEZ EM CICATRIZ DE CESARIANA. . . . . . . . . . . . . . . . 391

Depois da fecundação e do trânsito pela tuba ovariana, o blastocisto normalmente implanta-se no revestimento endotelial da cavidade uterina. A implantação em qualquer outro local é considerada ectópica e, nos Estados Unidos, representa 1 a 2% de todas as gestações no primeiro trimestre. Por outro lado, essa porcentagem diminuta é responsável por 6% de todos os óbitos relacionados com gestação (Berg, 2010; Stulberg, 2013). Além disso, a probabilidade de uma gravidez subsequente bem-sucedida é reduzida depois de uma gestação ectópica. Felizmente, os ensaios urinários e séricos para subunidade b da gonadotrofina coriônica humana (b-hCG, de b-human chorionic gonadotropin) e a ultrassonografia transvaginal tornaram possível o diagnóstico mais precoce. Por essa razão, os coeficientes de sobrevivência materna e os índices de preservação da função reprodutiva aumentaram.

 

Capítulo 20. Doença Trofoblástica Gestacional

PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

Doença Trofoblástica Gestacional

MOLA HIDATIFORME – GRAVIDEZ MOLAR . . . . . . . . . . . . . . 396

PATOGENIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 397

DIAGNÓSTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 399

MANEJO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400

NEOPLASIA TROFOBLÁSTICA GESTACIONAL . . . . . . . . . . . . 401

DIAGNÓSTICO, ESTADIAMENTO E ESCORE PROGNÓSTICO. . 402

TRATAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 403

GRAVIDEZ SUBSEQUENTE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 404

Doença trofoblástica gestacional (DTG) é o termo usado para descrever um grupo de tumores que se caracterizam por proliferação trofoblástica anormal. O trofoblasto produz gonadotrofina coriônica humana (hCG, de human chorionic gonadotropin) e, desse modo, a determinação dos níveis desse hormônio peptídico no soro é essencial ao diagnóstico, ao tratamento e à monitoração da DTG. Histologicamente, a DTG é dividida em molas hidatiformes – que se caracterizam pela existência de vilosidades – e neoplasias trofoblásticas não molares – que não contêm vilosidades.

 

Capítulo 21 - Fisiologia do Trabalho de Parto

PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Fisiologia do Trabalho de Parto

FASES DA PARTURIÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408

FASE 1 DA PARTURIÇÃO: INATIVIDADE UTERINA E

AMOLECIMENTO CERVICAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408

FASE 2 DA PARTURIÇÃO: PREPARAÇÃO PARA O

TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 410

as espécies, sendo estas diferenças que complicam a elucidação dos fatores que regulam o parto humano. Quando a parturição não é normal, as consequências podem ser trabalho de parto prematuro, distocia ou gravidez pós-termo. Entre essas complicações, o trabalho de parto prematuro ainda é o principal contribuinte para os índices de morbidade e mortalidade neonatais nos países desenvolvidos.

FASE 3 DA PARTURIÇÃO: TRABALHO DE PARTO . . . . . . . . . . 412

FASE 4 DA PARTURIÇÃO: PUERPÉRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 416

PROCESSOS FISIOLÓGICOS E BIOQUÍMICOS QUE

 

Capítulo 23 - Anormalidades no Trabalho de Parto

PDF Criptografado

CAPÍTULO 23

Anormalidades no Trabalho de Parto

DISTOCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 455

ANORMALIDADES DAS FORÇAS EXPULSIVAS . . . . . . . . . . . 458

RUPTURA PREMATURA DAS MEMBRANAS A TERMO . . . . . 462

TRABALHO DE PARTO PRECIPITADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 462

DESPROPORÇÃO FETOPÉLVICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 463

CAPACIDADE PÉLVICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 463

APRESENTAÇÃO DE FACE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466

APRESENTAÇÃO DE FRONTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468

SITUAÇÃO TRANSVERSA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468

APRESENTAÇÃO COMPOSTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 469

COMPLICAÇÕES COM A DISTOCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 470

DISTOCIA

Há diversas anormalidades do trabalho de parto que podem interferir com a progressão ordenada do parto espontâneo. Essas anormalidades são genericamente denominadas distocias. Literalmente, distocia significa parto difícil, sendo caracterizada por trabalho de parto que evolui de forma anormalmente lenta. Ela ocorre a partir de quatro anormalidades distintas que podem ocorrer isoladamente ou em combinação. Em primeiro lugar, as forças expulsivas podem ser anormais. Por exemplo, as contrações uterinas podem apresentar força insuficiente ou ser descoordenadas para que ocorram o apagamento e a dilatação do colo – disfunção uterina. Além disso, é possível que o esforço muscular voluntário materno seja insuficiente durante o segundo estágio do trabalho de parto. Em segundo lugar, as anormalidades na apresentação, na posição ou no desenvolvimento fetais podem atrasar o trabalho de parto. Ademais, anormalidades na estrutura óssea da pelve materna podem induzir uma contração pélvica. E, finalmente, anormalidades nos tecidos moles do trato reprodutor podem ser um obstáculo à descida do feto. Para

 

Carregar mais


Detalhes do Produto

Livro Impresso
Book
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPP0000256218
ISBN
9788580555264
Tamanho do arquivo
85 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados