Teoria e Formulação de Casos em Análise Comportamental Clínica

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Neste livro, a teoria sobre a Análise Comportamental Clínica é ilustrada a partir da apresentação de modelos de formulação comportamental e da análise de casos clínicos reais, contextualizados na realidade brasileira, com clientes de diversas idades e padrões de comportamento. São abordados, também, o atendimento on-line e os cuidados éticos e técnicos necessários nessa modalidade.

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Capítulo 3. Reflexões sobre o estabelecimento de objetivos terapêuticos na clínica analítico-comportamental

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3

Reflexões sobre o estabelecimento de objetivos terapêuticos na clínica analítico-comportamental

Nicolau Chaud de Castro Quinta

Ao contrário do que aconteceu com muitas abordagens e modelos terapêuticos da Psicologia, a Análise do Comportamento foi concebida e desenvolvida sem nenhuma preocupação inicial direta com práticas clínicas. Enquanto ciência psicológica, propõe-se a descrever e explicar fenômenos comportamentais sob uma ótica behaviorista radical. Ainda que Skinner em sua obra tenha deixado explícitos seus vieses políticos e seu interesse em promover modificações culturais por meio de uma ciência do comportamento (Skinner, 1948/1977, 1953/1998, 1971/2000), a

Análise do Comportamento enquanto corpo de conhecimento não tem caráter prescritivo. Assim, embora exista um alto grau de coerência e uniformidade teórica na descrição dos fenômenos comportamentais tratados em qualquer terapia de base analítico-comportamental, não existem parâmetros universais ou unânimes que ditam como um processo psicoterapêutico deve ser conduzido a partir dessa ciência.

 

Capítulo 20. Análise funcional de um caso de transtorno bipolar

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Análise funcional de um caso de transtorno bipolar

Alceu Martins Filho

O diagnóstico psiquiátrico é importante para que informações sobre o indivíduo que procura tratamento na área da saúde mental sejam compartilhadas entre os profissionais. Essas informações versam sobre padrões topográficos (i.e., formas de comportamento) de respostas estatisticamente prevalentes em sujeitos acometidos por transtornos mentais de mesma alcunha (Lappalainen

& Tuomisto, 2005). Os padrões topográficos de respostas são os sintomas. Dessa forma, a descrição presente no Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (American Psychiatric Association [APA], 2013/2014) não inclui a história de seleção ontogenética que produziu esse responder nem as consequências que mantêm essas respostas, tampouco atenta para os contextos antecedentes envolvidos na sua emissão.

Para a terapia de base analítico-comportamental, discursar sobre estatística e rótulos psicopatológicos não é fundamental. A Análise do

 

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