Aula Nota 10 2.0

Autor(es): Doug Lemov
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Ensinar é um dos trabalhos mais importantes do mundo e, geralmente, um dos mais difíceis. Professores excelentes estão sempre se empenhando em aprender e melhorar suas aulas, e não importa o quão bons eles sejam, sempre há algo a ser aprimorado. Aula nota 10 2.0 reúne a experiência de professores em salas de aula ao redor do mundo e oferece um conjunto atualizado de técnicas efetivas e envolventes para aprimorar a gestão da sala de aula. Esta obra mostra como ajustar técnicas de ensino clássicas para serem ainda mais eficazes, executar técnicas totalmente novas que mantêm os alunos engajados e focados na aprendizagem e transformar a teoria em ação com demonstrações em vídeos.

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13 capítulos

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Capítulo 1 - Coletando dados sobre o domínio do conteúdo pelos alunos

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Coletando dados sobre o domínio do conteúdo pelos alunos

Técnica 1: Rejeite o autorrelato.

Substitua perguntas funcionalmente retóricas por formas mais objetivas de avaliação improvisada.

Técnica 2: Questionamento dirigido.

Faça uma série rápida de perguntas com final aberto, cuidadosamente escolhidas e direcionadas para uma amostra estratégica da turma, executadas em um curto período de tempo.

Técnica 3: Padronize o formato.

Otimize as observações projetando materiais e espaço de forma que todas as vezes você possa procurar, sempre no mesmo espaço, consistentemente, as informações que está buscando.

Técnica 4: Rastrear, não observar.

Seja intencional em relação ao que você examina em sua sala de aula. Decida especificamente o que você está procurando e mantenha-se disciplinado diante de distrações.

Técnica 5: Mostre-me.

Mude a dinâmica típica da sala de aula em que o professor coleta dados de um grupo de alunos passivos. Faça os alunos mostrarem ativamente evidências do seu entendimento.

 

Capítulo 2 - Agindo com base em dados e a cultura do erro

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Agindo com base em dados e a cultura do erro

Técnica 7: Planeje para o erro.

Aumente a sua probabilidade de reconhecer e responder aos erros, planejando-se antecipadamente para os erros mais frequentes.

Técnica 8: Cultura do erro.

Crie um ambiente onde seus alunos se sintam seguros para cometer e discutir os erros, para que você possa passar menos tempo garimpando os erros e mais tempo intervindo para corrigi-los.

Técnica 9: Investigue o erro.

Procure os erros, estudando-os com eficiência e eficácia, para compreender melhor onde os alunos estão encontrando dificuldades e qual é a melhor maneira de abordar esses pontos.

Técnica 10: Identifique e localize.

Faça os alunos corrigirem ou revisarem o próprio trabalho, estimulando um ambiente de responsabilidade pela resposta certa.

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Durante uma aula recente, a professora de inglês do 5º ano, Meaghan Reuger, foi capaz de rapidamente identificar evidências de domínio incompleto do conteúdo e de tomar providências imediatas. Repetidamente, ela interferia com rapidez e de maneira contínua em resposta a dados que observava em silêncio. Durante a aula, que descrevi no Capítulo 1,

 

Capítulo 3 - Criando altas expectativas acadêmicas

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Criando altas expectativas acadêmicas

Técnica 11: Sem escapatória.

Transforme “Eu não sei” em sucesso, garantindo que os alunos que não querem tentar ou não sabem a resposta possam acertar.

Técnica 12: Certo é certo.

Quando você reage a respostas durante a aula, insista nas respostas que são “totalmente certas” ou que estão totalmente de acordo com seus padrões de rigor.

Técnica 13: Puxe mais.

Recompense as respostas “certas” com perguntas mais difíceis.

Técnica 14: O formato importa.

Ajude os alunos a praticar as respostas em um formato que comunique o mérito das suas ideias.

Técnica 15: Sem desculpas.

Adote – em vez de se desculpar – conteúdo rigoroso, desafio acadêmico e trabalho árduo necessário para dominar o conteúdo.

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Criando altas expectativas acadêmicas   75

TÉCNICA

Um dos achados mais consistentes na pesquisa acadêmica é o de que as altas expectativas dos professores podem servir como motor para o alto desempenho entre os alunos, mesmo entre aqueles que não têm um histórico de bom desempenho acadêmico. Muitas pesquisas foram feitas para testar o famoso estudo do “Pigmaleão”, no qual foi dito aos professores que grupos de alunos escolhidos aleatoriamente demonstraram por meio de testes ser excelentes alunos. Esses grupos tiveram melhor desempenho do que outros grupos escolhidos aleatoriamente cujos professores não tinham sido levados a ter grandes expectativas pelo seu desempenho. Ao que tudo indica a diferença nas expectativas levou os alunos que estavam na média a aprenderem no mesmo nível que os alunos excepcionais.

 

Capítulo 4 - Planejar para garantir um bom desempenho acadêmico

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Planejar para garantir um bom desempenho acadêmico

Técnica 16: Comece pelo fim.

Avance do planejamento da unidade para o planejamento da aula. Defina o objetivo, decida como irá avaliá-lo e depois escolha atividades apropriadas para a aula.

Técnica 17: Quatro critérios.

Use quatro critérios para criar um objetivo eficaz para o plano de ação, tornando-o viável, mensurável, um bom guia para atividades e prioritário.

Técnica 18: Deixe claro.

Exponha o objetivo da aula em local onde todos possam vê-lo e identificar seu propósito.

Técnica 19: Planeje em dobro.

Ao fazer o planejamento de aula, planeje o que os alunos farão em cada etapa.

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TÉCNICA

As técnicas neste capítulo são diferentes das outras técnicas do livro, uma vez que são projetadas para serem colocadas em prática antes de você entrar na sala de aula em vez de durante a aula. Assim sendo, pouca gente vai ver você utilizando-as. Para dizer o óbvio, o planejamento

 

Capítulo 5 - Estrutura da aula

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Estrutura da aula

Técnica 20: Faça agora.

Use uma pequena atividade de aquecimento que os alunos possam completar sem instruções ou orientações para começar a aula todos os dias. Isso permite que a aprendizagem comece antes mesmo de você começar a ensinar.

Técnica 21: Dê nome às etapas.

Divida tarefas complexas em etapas que formem um caminho até o domínio por parte dos alunos.

Técnica 22: Quadro = Papel.

Dê exemplos e mostre aos alunos como fazer anotações para registrar as informações que você apresenta.

Técnica 23: Controle o jogo.

Peça para os alunos lerem em voz alta com frequência, mas administre o processo para garantir expressividade, responsabilidade e envolvimento.

Técnica 24: Circule.

Movimente-se estrategicamente pela sala durante toda a aula.

Técnica 25: Mais uma vez.

Como ser bem-sucedido uma ou duas vezes não garante o domínio sobre uma habilidade, dê aos alunos muitas oportunidades de praticar para garantir a aprendizagem de conhecimentos e habilidades.

 

Capítulo 6 - Ritmo

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Ritmo

Técnica 27: Mude o ritmo.

Estabeleça um ritmo produtivo na sala de aula. Crie momentos “rápidos” ou “lentos” na aula alternando os tipos e os formatos das atividades.

Técnica 28: Marque as etapas.

Garanta que as mudanças nas atividades e em outros marcos sejam percebidas claramente tornando o início e o fim das atividades visíveis e bem definidos.

Técnica 29: Todas as mãos.

Utilize-se das mãos levantadas pelos alunos para impactar o ritmo. Administre e varie as formas pelas quais os alunos levantam a mão, além dos métodos usados para chamá-los.

Técnica 30: Trabalhe com o relógio.

Meça o tempo (seu maior recurso como educador) intencional, estratégica e visivelmente para moldar a sua experiência e a dos alunos em sala de aula.

Técnica 31: Cada minuto conta.

Respeite o tempo dos alunos gastando cada minuto produtivamente.

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Quando o meu filho tinha 5 anos, fizemos uma viagem em família para visitar os meus pais no Dia de Ação de Graças. Quando o avião ia aterrissar na pista, ele se virou para mim e perguntou: “Papai, o avião vai mais rápido na hora de pousar?”. Sua pergunta foi um equívoco bem observado; ele estava “certo” ao estar “errado”. Parecia mesmo que o avião estava ganhando velocidade no momento exato em que estava desacelerando, então perguntei por que ele achava isso.

 

Capítulo 7 - Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio do questionamento

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Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio do questionamento

Técnica 32: Tempo de espera.

Deixe os alunos pensarem antes de responder. Se eles não forem produtivos durante esse tempo, ajude-os a serem mais produtivos.

Técnica 33: De surpresa.

Chame os alunos mesmo que não tenham levantado a mão.

Técnica 34: Todos juntos.

Peça para os alunos responderem a perguntas, de tempos em tempos, em uníssono, para gerar um envolvimento enérgico e positivo.

Técnica 35: Divida em partes.

Quando um aluno cometer um erro, ajude-o apenas o bastante para que ele “resolva” sozinho o máximo que conseguir do problema original.

Técnica 36: Bate-rebate.

Use Bate-rebate como uma revisão verbal rápida para gerar energia e envolver ativamente a turma.

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Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio do questionamento   197

Todos já presenciamos aquela aula em que o professor faz todo o esforço sozinho na frente da sala. Ele explica por que o capítulo é tão importante para o romance e algumas formas de interpretá-lo. Ele destaca algumas passagens e as explica. Enquanto isso, a atividade principal dos alunos é “ouvir”; uma atividade pouco ativa e pela qual eles não têm grande responsabilidade. Por outro lado, em uma aula com proporção, o exercício pertence aos alunos: eles ficam de sobreaviso constante, respondendo a perguntas, utilizando-se do seu conhecimento, refletindo e refinando suas ideias.

 

Capítulo 8 - Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio da escrita

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Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio da escrita

Técnica 37: Todo mundo escreve.

Prepare os alunos para se engajarem rigorosamente, dando-lhes a chance de refletir por escrito antes de uma discussão.

Técnica 38: A arte da frase.

Peça para os alunos sintetizarem uma ideia complexa com uma única frase bem construí­da. A disciplina necessária para construir uma única frase que contenha todo o pensamento incentiva os alunos a usarem novas formas sintáticas.

Técnica 39: Mostre o texto.

Crie um forte incentivo para completar trabalhos escritos com qualidade e reflexão exibindo e revisando em público a escrita dos alunos (independentemente de quem se oferecer).

Técnica 40: Desenvolva vigor.

Aumente gradualmente o tempo que os alunos têm para redigir textos, a fim de desenvolver o hábito de escrever produtivamente e a habilidade de fazê-lo por períodos cada vez maiores de tempo.

Técnica 41: Antecipe a escrita.

 

Capítulo 9 - Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio da discussão

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Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio da discussão

Técnica 42: Hábitos de discussão.

Torne as discussões mais produtivas e agradáveis normalizando um conjunto de regras básicas ou “hábitos” que as façam ficar mais eficientes, coesas e conectadas.

Técnica 43: Virem e conversem.

Estimule os alunos a formularem melhor seus pensamentos ao incluir nas aulas discussões curtas e contidas em duplas; mas se certifique de que tenham máxima eficiência e responsabilização.

Técnica 44: Processo em lotes.

Dê maior responsabilidade e autonomia aos alunos (particularmente quando o seu objetivo é uma discussão), permitindo que eles discutam sem mediação do professor por curtos períodos ou por sequências mais longas e formais.

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Proporção, como você deve se lembrar, é o processo de garantir que os alunos realizem maior trabalho cognitivo em sala de aula. O objetivo é deixá-los constantemente de sobreaviso, respondendo a perguntas, utilizando ou desenvolvendo sua base de conhecimento e refinando suas ideias. O conceito é composto por duas partes distintas: a proporção de participação e a proporção de pensamento. A primeira é a medida de quantos alunos participam e com que frequência. A segunda refere-se ao rigor e à profundidade do pensamento implícito dessa participação. Em uma sala de aula excelente, você precisa de ambas: participação total e enérgica de todos, e trabalho rigoroso e exigente. Nos

 

Capítulo 10 - Sistemas e rotinas

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Sistemas e rotinas

Técnica 45: Umbral.

Encontre os alunos na porta da sala, criando expectativas antes de entrarem na sala de aula.

Técnica 46: Rotina de entrada.

Planeje e estabeleça uma rotina eficiente para a entrada dos alunos na sala e para o início da aula.

Técnica 47: SOPRe/POSSO.

Ensine aos alunos comportamentos básicos para a aprendizagem, tais como sentar durante a aula e olhar para quem está falando, por meio de um acrônimo memorável como SOPRe* ou POSSO.**

Técnica 48: Construa a eficiência.

Ensine aos alunos o procedimento mais simples e rápido para executar tarefas-chave na sala de aula e em seguida pratique de modo que a execução do procedimento se torne uma rotina.

Técnica 49: Investimento estratégico: do procedimento à rotina.

Transforme procedimentos em rotina ensaiando-os e reforçando-os até que a excelência se torne habitual. Tornar rotineiro um procedimento-chave exige expectativas claras, consistência e, o mais importante, paciência. Mesmo assim, quase sempre vale a pena.

 

Capítulo 11 - Altas expectativas comportamentais

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Altas expectativas comportamentais

Padrão 100%, Parte 1. Técnica 51: Olhar de radar/ser visto observando.

Evite comportamentos não produtivos desenvolvendo sua capacidade de observar quando ocorrem e lembrando sutilmente aos alunos que você os está observando.

Padrão 100%, Parte 2. Técnica 52: Torne a colaboração visível.

Certifique-se de que os alunos atenderão a uma solicitação de maneira imediata e visível estabelecendo um padrão que seja mais exigente do que a colaboração marginal. Seja sensato sobre o que você solicita, especificamente porque isso determinará o padrão de colaboração.

Padrão 100%, Parte 3. Técnica 53: Intervenção menos invasiva.

Maximize o tempo de ensino e minimize o “drama” utilizando a tática mais sutil e menos invasiva possível para corrigir os alunos que não estão realizando a tarefa.

Padrão 100%, Parte 4. Técnica 54: Gentileza firme e calma.

Tome medidas para conseguir a colaboração sem conflitos estabelecendo um ambiente com propósito e respeito e mantendo sua própria postura.

 

Capítulo 12 - Desenvolvendo o caráter e a confiança

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Desenvolvendo o caráter e a confiança

Técnica 58: Discurso positivo.

Oriente os alunos a fazerem um melhor trabalho enquanto os motiva e inspira utilizando um tom positivo para dar feedback construtivo.

Técnica 59: Elogio preciso.

Torne seu reforço positivo estratégico. Diferencie entre reconhecimento e elogio.

Técnica 60: Cordial/rigoroso.

Seja, ao mesmo tempo, cordial e rígido para mandar uma mensagem de altas expectativas, atenção e respeito.

Técnica 61: Equilíbrio emocional.

Controle suas emoções para promover consistentemente a aprendizagem e o desempenho dos alunos.

Técnica 62: Fator A.

Celebre o desenvolver da aprendizagem à medida que você prossegue.

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348  Aula nota 10 2.0

TÉCNICA

O significado de uma mensagem muda de maneira sutil, drástica e, às vezes, por completo, dependendo do contexto e do tom em que ela é transmitida. Em uma escola, o desafio da comunicação efetiva é exacerbado pela quantidade e complexidade dos cenários em que você precisa se comunicar, sem falar na amplitude dos tópicos que deve cobrir.

 

Conclusão

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Conclusão

O FINAL ESTÁ APENAS COMEÇANDO

Artistas, atletas, músicos, cirurgiões e agentes de milhares de outras atividades atingem o sucesso apenas prestando atenção aos detalhes das suas técnicas. Seu constante refinamento das técnicas renova perpetuamente sua paixão pela profissão e permite que eles continuem buscando o Santo Graal do melhor desempenho; a expressão que celebra a capacidade de fazer a maior diferença possível. Essa concentração na técnica e no seu constante refinamento também é o caminho da excelência para os professores. Essa é a razão pela qual eu não estava 100% satisfeito com a primeira edição de Aula nota 10 e essa é a razão pela qual eu e minha equipe continuamos crescendo e nos adaptando.

Quando digo que o ensino é uma arte, quero dizer que a educação é difícil, pois exige delicadeza e discrição na sua aplicação e um desenvolvimento cuidadoso e atento de técnicas para o seu domínio. Esse caminho é diferente para cada professor. As técnicas desenvolvidas por professores de destaque e descritas neste livro podem pertencer a qualquer docente que adote o conceito de refinamento constante e atento das técnicas. Apenas essa abordagem, associada, espero, a pelo menos uma parte da sabedoria dos professores que estudei para escrever este livro, será suficiente para alterar a equação de oportunidade em nossas escolas e fechar a lacuna de desempenho em grande escala. Adaptadas, refinadas, melhoradas e, talvez em alguns poucos casos, ignoradas, porque nem tudo neste livro pode ser adequado para você, essas técnicas podem transformar sua sala de aula.

 

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