Contabilidade de Custos, 6ª edição

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Foi pensando em você, estudante e concursando, que elaboramos esta obra. Trata-se de um projeto pedagógico-editorial que, além de enfatizar a excelência didática e doutrinária de seus textos, propicia uma fonte de consulta rápida e prática que alia o estudo dinâmico e a completa revisão da Contabilidade de Custos para exames e concursos na área fiscal._x000D_
É importante destacar que, nas últimas décadas, a Contabilidade de Custos vem evoluindo e se modernizando, deixando de ser mera auxiliar na avaliação de estoques e de lucros globais para tornar-se um importante instrumento de controle e suporte às tomadas de decisões._x000D_
Livro-texto para a disciplina Contabilidade de Custos dos cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Contábeis, Administração, Ciências Econômicas e Análise de Sistemas de Informação, além de cursos tecnólogos em Gestão Financeira. Recomendado para o Exame de Suficiência, consulta profissional e revisão para concursos._x000D_
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12 capítulos

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1 - Conceitos, objetivos e finalidades da Contabilidade de Custos

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Conceitos, objetivos e finalidades da

Contabilidade de

Custos

1

�� Objetivos

»» Identificar e saber a natureza, os objetivos, a finalidade e a importância da Contabilidade de Custos.

»» Analisar e justificar a integração da Contabilidade de Custos na

Contabilidade Financeira, analisando suas implicações na produção de informações para subsidiar o processo decisório.

»» Conhecer a aplicação dos princípios de contabilidade à Contabilidade de Custos.

1.1 Natureza, importância e finalidade

A Contabilidade de Custos faz parte da Contabilidade Gerencial e não está presa aos requisitos legais ou fiscais nem a convenções padronizadas. Ao contador cabe registrar os fatos ocorridos, controlar as operações e os custos e solucionar problemas típicos ou específicos da empresa. A tarefa do registro dos fatos está ligada à Contabilidade

Geral ou Financeira. O controle das operações e dos custos e a solução de problemas específicos estão ligados à Contabilidade Gerencial, que é um ponto de apoio fundamental para o administrador da empresa (CREPALDI, 2010).

 

2 - Classificação e nomenclatura dos custos

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Classificação e nomenclatura dos custos

2

�� Objetivos

»» Apresentar e justificar a classificação dos custos, pois existem vários tipos de custos, tantas quantas forem as necessidades para atender às diferentes finalidades da administração.

»» Conhecer e saber empregar as terminologias de custos.

»» Identificar a sua utilização nos sistemas de custos empresariais.

2.1 Conceitos básicos em custos

A Contabilidade de Custos utiliza terminologia própria, cujos termos muitas vezes são usados com diferentes significados. Assim, torna-se necessário definir o entendimento dessa terminologia de forma a permitir uma uniformização de conceitos.

2.1.1 Gastos

São os encargos financeiros efetuados por uma entidade com vista à obtenção de um produto ou serviço qualquer para a produção de um bem ou para a obtenção de uma receita. Representados por entrega ou promessa de entrega de ativos (geralmente dinheiro). Somente são considerados gastos no momento em que existe o reconhecimento contábil da dívida ou da redução do ativo dado em pagamento. Trata-se de um termo genérico que pode representar tanto um custo como uma despesa.

 

3 - Custos com materiais diretos e indiretos

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Custos com materiais diretos e indiretos

3

�� Objetivos

»» Conhecer e saber calcular os custos diretos dos produtos e seus respectivos controles.

»» Elaborar e justificar os métodos de controle de estoque de materiais.

»» Discutir os diversos métodos de avaliação de estoques e suas implicações nos custos da empresa.

»» Identificar e efetuar a alocação dos custos indiretos, justificando os critérios de rateio empregados para sua distribuição aos departamentos.

3.1 Custos diretos

São os custos que podem ser apropriados diretamente aos produtos e variam com a quantidade produzida. Exemplos: material direto (MD) e mão de obra direta (MOD).

Sem eles o produto não existiria. Sua apropriação pode ser direta, bastando que exista uma medida de consumo, como kg, horas-máquina, horas-homem trabalhadas etc.

Matéria-prima e material de embalagem são custos diretos, pois podem ser perfeitamente apropriados aos produtos elaborados.

3.2 Material direto

 

4 - Controle e registro contábil de custos

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Controle e registro contábil de custos

4

�� Objetivos

»» Compreender e justificar o controle e o registro contábil de custos.

»» Aprender a calcular e registrar os custos dos produtos vendidos.

»» Conhecer e saber operacionalizar o sistema de contabilização das etapas de apuração dos custos dos produtos vendidos.

4.1 Definição

O custo dos produtos vendidos (CPV) é a soma dos custos incorridos na fabricação dos produtos que foram vendidos em determinado período. Referem-se às matérias-primas consumidas, à mão de obra empregada e aos custos indiretos de fabricação.

É calculado considerando-se as diversas fases por que passa a matéria-prima até ser vendida como produto pronto. Em determinado período, corresponde aos custos incorridos na fabricação dos produtos, conforme Ferrari (2015).

4.2 Apuração do CPV

O CPV é formado pela soma dos materiais diretos (MD), da mão de obra direta

(MOD) e dos custos indiretos de fabricação (CIF), ajustado para mais ou para menos pela variação dos estoques de produtos acabados e produtos em processo.

 

5 - Sistemas de acumulação de custos

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Sistemas de acumulação de custos

5

�� Objetivos

»» Detalhar os principais sistemas de acumulação de custos quanto ao processo produtivo e ao modelo de gestão.

»» Justificar que cada empresa adota um sistema próprio de apuração de custos porque este depende da complexidade de suas operações.

»» Saber calcular os custos na produção por ordem ou encomenda e na produção contínua ou em série.

»» Destacar e mostrar a utilização do processo de produção conjunta, identificando os coprodutos, subprodutos e sucatas.

5.1 Introdução

O sistema de acumulação de custos tem por objetivos a identificação, a coleta, o processamento, o armazenamento e a produção das informações para a gestão de custos. É a forma como os custos são acumulados e apropriados aos produtos.

O tipo de sistema de acumulação de custos a ser adotado pela empresa é totalmente dependente do produto ou do serviço produzido, bem como do processo de produção empregado. Representa o aspecto do registro ou de escrituração das informações relativas à gestão de custos, conforme Horngren (1986).

 

6 - Métodos de custeio: custeio por absorção e custeio variável ou direto

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Métodos de custeio: custeio por absorção e custeio variável ou direto

6

�� Objetivos

»» Calcular o custo de um produto ou serviço por meio do sistema de custeio por absorção e sistema de custeio variável, identificando a margem de contribuição, o ponto de equilíbrio e a margem de segurança para fins decisórios e gerenciais.

»» Justificar os critérios utilizados nesse cálculo e identificar suas vantagens para as empresas para aprimorar os instrumentos de desenvolvimento organizacional.

»» Interpretar as relações custo/volume/lucro para a empresa e algumas comparações entre o sistema de custeio por absorção e o sistema de custeio variável.

6.1 Definição

Método de custeio é o método usado para a apropriação de custos. Existem dois métodos de custeio básicos: custeio por absorção e custeio variável ou direto, que podem ser usados com qualquer sistema de acumulação de custos. A diferença básica entre os dois métodos está no tratamento dos custos fixos. Por isso, vamos apresentar a classificação dos custos quanto ao volume de produção.

 

7 - Custeio baseado em atividades – ABC

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Custeio baseado em atividades – ABC

7

�� Objetivos

»» Identificar o conjunto de custos de cada transação ou evento na organização e como age um direcionador de custos.

»» Conhecer e justificar como o custeio baseado em atividades (Activity-Based Costing – ABC) permite minimizar as distorções ocorridas no método de custeio por absorção.

»» Conhecer quais são as atividades que estão consumindo de forma mais significativa os recursos da produção.

»» Propiciar uma avaliação mais precisa dos custos das atividades e dos processos, favorecendo a sua redução por meio de aprimoramentos contínuos e descontínuos.

7.1 Introdução

O mundo evolui e a economia tem que acompanhar essa evolução. Num mercado cada vez mais globalizado, a concorrência passa a ter escala mundial e favorece a oferta de bens e serviços de alta qualidade e de baixo custo. Melhorar a eficiência e reestruturar a empresa, voltando-a para eficácia, tornaram-se metas comuns no atual ambiente de negócios e com isso as informações de custos passaram a ser cada vez mais relevantes

 

8 - Custeio pleno (RKW)

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Custeio pleno (RKW)

8

�� Objetivos

»» Identificar o método de custeio RKW ou método dos centros de custos.

»» Saber que o RKW busca melhor distribuição dos custos indiretos em determinados períodos da produção.

»» Saber e justificar que a distribuição de custos indiretos nos departamentos permite melhor distribuição dos produtos fabricados, reduzindo a probabilidade de erros e a transferência indevida de custos indiretos de um produto para outro.

8.1 Introdução

Uma forma de alocação de custos e despesas é o RKW (Reichskuratorium für Wirtschaftlichkeit), sistema alemão de custeamento. Para melhor compreensão desse sistema de custeio industrial, é preciso conhecer o sistema de direcionadores de custo ABC, o qual consiste no rateio não só dos custos de produção, como também de todas as despesas da empresa – inclusive financeiras – a todos os produtos. Ou seja, tudo com base na alocação dos custos e despesas aos diversos departamentos da empresa para depois proceder às várias séries de rateio de forma que, ao final, todos os custos e despesas estejam recaindo exclusivamente sobre os produtos.

 

9 - Custos para controle: sistemas de custeio histórico e padrão

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Custos para controle: sistemas de custeio histórico e padrão

9

�� Objetivos

»» Conhecer e justificar o uso do custo-padrão como instrumento de controle à Administração da empresa.

»» Saber tomar conhecimento da realidade de custos e compará-la com aquilo que deveria ser em termos ideais.

»» Identificar oportunamente os desvios e tomar providências para corrigi-los.

»» Proporcionar à Administração informações oportunas que lhe possibilitem tomadas de decisão ótimas, fixando uma base de comparação entre o que ocorreu (custo real) e o que deveria ter ocorrido

(custo ideal).

9.1 Introdução

O sistema de custeio é a forma de registrar os custos, podendo ser por custo histórico ou por custo-padrão. Ele pode ser usado com qualquer sistema de acumulação de custos e qualquer método de custeio.

No custo histórico, os custos são apropriados à medida que ocorrem e os resultados só podem ser apurados no final do período.

O custo-padrão é o custo planejado para a produção de um bem. Funciona como uma forma de planejamento, dentro de condições previstas. Também serve de medida de eficiência do processo produtivo, já que, ao ser comparado com o custo real, identifica os pontos em que podem ocorrer ineficiências ou desvios de recursos. O custo-padrão é atribuído previamente, tomado como base para o registro da produção antes da

 

10 - Formação do preço de venda

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Formação do preço de venda

10

�� Objetivos

»» Explicar a importância de se conhecer e identificar que a formação de preço é um fator determinante para a sobrevivência da exploração da atividade da empresa.

»» Mostrar a importância de ter os preços compatíveis com o mercado, além de aprender a calcular os custos reais da sua atividade, fazer a gestão estratégica da empresa e trabalhar na identificação de novas oportunidades de mercado e, consequentemente, aumentar a lucratividade.

10.1 Introdução

O preço de venda influencia o cliente em suas decisões de compra, pois, com a concorrência acirrada, as empresas necessitam identificar que estão oferecendo a melhor oferta sem perder a lucratividade (RESENDE, 2010). O preço adequado de venda de um produto ou serviço junto ao mercado depende do equilíbrio entre o preço de mercado e o valor calculado, em função dos seus custos e despesas. Possibilita uma grande diversidade de informações sobre as empresas: define a quem, dentro do mercado, se dirige o produto e como a empresa se coloca em relação aos produtos ou serviços de seus concorrentes.

 

11 - Orçamento e análise do lucro bruto

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Orçamento e análise do lucro bruto

11

�� Objetivos

»» Identificar que a competitividade nos negócios e a lucratividade das empresas dependem cada vez mais da eficiência operacional.

»» Justificar que o instrumento gerencial que possibilita as empresas permanecerem no mercado é o orçamento empresarial, que se constitui de um plano detalhado que mostra como os recursos podem ser obtidos e gastos na realização das atividades empresariais.

»» Saber elaborar um orçamento, que é um passo na implementação da estratégia da empresa, é traduzir os pressupostos gerais a respeito do planejamento da estratégia empresarial em representações numéricas de mercados e de recursos.

11.1 Introdução

O orçamento é a parte de um plano financeiro estratégico que compreende a previsão de receitas e despesas futuras para a administração de determinado exercício (período de tempo). Aplica-se tanto ao setor governamental quanto ao privado, à pessoa jurídica e à pessoa física. É a expressão das receitas e despesas de um indivíduo, organização ou governo relativamente a determinado período de execução (ou exercício), geralmente anual, mas que também pode ser mensal, trimestral, plurianual etc. O orçamento deriva do processo de planejamento da gestão. A Administração de qualquer entidade pública ou privada, com ou sem fins lucrativos, deve estabelecer objetivos e metas para um período determinado, materializados em um plano financeiro, isto é,

 

Gabarito das questões

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Gabarito das questões

Capítulo 1

Questões de múltipla escolha

1) D

2) C

3) D

4) A

5) A

6) A

7) A

8) A

9) A

10) C

Exercícios propostos

1)

R$ 720,00 / 12 meses = R$ 60,00/mês

Em 2015, temos: 5 meses (ago., set., out., nov. e dez.)

R$ 60,00/mês × 5 meses = R$ 300,00

2)

R$ 360.000,00 × 15% = R$ 54.000,00

R$ 54.000,00 / 12 meses = R$ 4.500,00/mês

R$ 4.500,00 × 10 meses = R$ 45.000,00

Crepaldi.indb 325

10/10/2017 15:34:22

326 | Gabarito das questões

Exercício para avaliação

1) B

Capítulo 2

Questões de múltipla escolha

1) D

2) D

3) D

4) C

5) B

6) D

7) C

8) B

9) B

10) A

11) A

12) B

13) D

14) B

15) C

16) A

17) D

18) B

19) C

20) E

Exercícios propostos

1) D

Custo de transformação = MOD + CIF

 

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