GPS - Pediatria

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O livro de pediatria que faltava para a prática diária!

GPS | Pediatria foi idealizado para levar temas relevantes, baseados em evidências científicas, aos alunos, residentes e médicos que enfrentam os desafios da Pediatria diariamente em ambulatórios, salas de emergências e enfermarias. 

Os elementos da obra, como organização, formato, desenho gráfico e recursos pedagógicos, foram escolhidos criteriosamente para tornar as informações mais diretas e facilitar a consulta, tornando este livro indispensável, sobretudo, àqueles que necessitam tomar decisões acerca da conduta diagnóstica e terapêutica durante a assistência de recém-nascidos, lactentes, crianças e adolescentes.

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17 capítulos

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SEÇÃO 1 - NEONATOLOGIA

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Seção 1

Sumário

NEONATOLOGIA

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

10.

11.

12.

13.

14.

15.

16.

17.

18.

19.

20.

Apneia, 11

Asfixia Perinatal e Encefalopatia Hipóxico-Isquêmica, 14

Assistência ao Recém-Nascido na Sala de Parto, 18

Assistência ao Recém-Nascido no Alojamento Conjunto, 23

Anemia e Transfusão de Hemocomponentes, 26

Convulsão, 30

Doença Pulmonar Crônica, 35

Distúrbios Eletrolíticos, 38

Enterocolite Necrosante, 41

Hipoglicemia e Hiperglicemia, 46

Hipertensão Pulmonar Persistente, 51

Hiperbilirrubinemia, 54

Nutrição e Manuseio Hidreletrolítico, 58

Persistência do Canal Arterial, 62

Cardiopatias Congênitas, 66

Prevenção e Tratamento da Dor e do Estresse, 73

Princípios de Ventilação Mecânica, 76

Síndrome do Desconforto Respiratório, 82

Sepse Neonatal, 87

 

SEÇÃO 2 - NUTRIÇÃO E METABOLISMO

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Seção 2

Sumário

Nutrição e

Metabolismo

21.

22.

23.

24.

25.

26.

Alimentação da Criança Sadia, 97

Distúrbios Hidreletrolíticos e Acidobásicos, 101

Hipovitaminoses e Profilaxia de Carências, 118

Nutrição do Paciente em Estado Grave, 123

Nutrição Parenteral, 128

Manejo Nutricional e Alimentar no Pós-operatório de

Cirurgias do Sistema Digestório, 132

27. Manejo das Doenças Metabólicas em Situações

Emergenciais, 135

28. Obesidade Infantojuvenil, 138

Coordenador: Hélio Rocha

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Nutrição e Metabolismo

21

Alimentação da Criança Sadia

Maria Carolina Batista Cunha e Hélio Rocha

jjIntrodução

A alimentação da criança sadia deve promover a nutrição necessária para que ela cresça e se desenvolva no máximo de seu potencial genético e garantir mais tempo de vida com qualidade, evitando as doenças degenerativas preveníveis pela boa alimentação a longo prazo.

 

SEÇÃO 3 - VACINAS

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Seção 3

Sumário

VACINAS

29. Calendário de Vacinação | Recomendações para

Crianças e Adolescentes, 147

30. Eventos Adversos | Vigilância, Notificação e Atendimento, 157

31. Impacto das Doenças Imunopreviníveis na Infância e na Adolescência, 166

Coordenadora: Isabella Ballalai

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VACINAS

29

Calendário de Vacinação |

Recomendações para Crianças e Adolescentes

Isabella Ballalai

jjIntrodução

A prática da vacinação em massa como estratégia para a redução de morbidade e mortalidade relacionadas com as doen­ças infecciosas só se iniciou efetivamente no século 20.

Apesar da curta história, desde a época de Edward Jenner, a vacinação possibilitou que doen­ças como varío­la, difteria, tétano, febre amarela, coqueluche, doen­ças causadas pelo

Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite, sarampo, caxumba, rubéo­la, febre tifoide, raiva, rotavírus e hepatite B fossem erradicadas, eliminadas ou controladas em boa parte do planeta.

 

SEÇÃO 4 - EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS

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Seção 4

Sumário

EMERGÊNCIAS

PEDIÁTRICAS

32.

33.

34.

35.

36.

37.

38.

39.

40.

41.

42.

43.

44.

Alteração do Estado Mental, 181

Convulsões, 186

Desidratação Aguda, 190

Dispneia e Insuficiência Respiratória, 193

Distúrbios Eletrolíticos, 198

Dor Abdominal, 201

Febre, 205

Fraqueza Muscular Aguda, 210

Intoxicações Exógenas, 214

Parada Cardiorrespiratória, 220

Púrpuras, 234

Queimaduras, 237

Traumatismo Cranioencefálico, 242

Coordenador: Marcelo Ruiz Lucchetti

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Emergências Pediátricas

32

Alteração do Estado Mental

Alexandre R. Fernandes

jjIntrodução

jjAvaliação clínica

A associação entre as alterações do estado mental e as disfunções cerebrais graves é reconhecida desde a Grécia Antiga.

Quando estamos diante de um paciente com tais sintomas, uma abordagem sistematizada e direcionada torna possível determinar a etiologia e promover o início rápido da terapêutica mais adequada, com repercussões diretas sobre a morbidade e a mortalidade. O objetivo deste capítulo é fazer uma breve revisão sobre as principais alterações do estado mental, por meio de uma abordagem racional com exames clínicos e complementares.

 

SEÇÃO 5 - INFECTOLOGIA

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Seção 5

Sumário

Infectologia

45.

46.

47.

48.

49.

50.

51.

52.

53.

54.

AIDS, 249

Dengue, 252

Doenças Exantemáticas, 256

Infecções Bacterianas e Antibioticoterapia, 264

Sepse, 275

Infecções Congênitas, 279

Malária, 296

Meningite e Encefalite, 299

Raiva, 303

Tuberculose, 306

Coordenador: Priscila de Mattos Sillero

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Infectologia

45

AIDS

Sylvio Furtado e Priscila de Mattos Sillero

jjIntrodução

A síndrome da imunodeficiên­cia adquirida (AIDS) é causada pelo retrovírus HIV. A doen­ça cursa com imunossupressão e surgimento de doen­ças oportunistas que podem causar graves sequelas e até óbito em qualquer faixa etária, tendo evolução mais desfavorável quanto mais jovem for o paciente. No primeiro momento de infecção pelo HIV, quando o paciente é assintomático, diz-­se que ele é portador do HIV.

 

SEÇÃO 6 - GASTRENTEROLOGIA

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Seção 6

Sumário

Gastrenterologia

55.

56.

57.

58.

59.

60.

61.

62.

63.

64.

65.

66.

Doença do Refluxo Gastresofágico, 313

Diarreia Aguda, 320

Diarreia Persistente e Diarreia Crônica, 326

Intolerância à Lactose, 331

Alergia ao Leite de Vaca, 335

Doença Celíaca, 342

Doença Inflamatória Intestinal, 346

Constipação Intestinal, 352

Parasitoses Intestinais, 359

Colestase Neonatal, 363

Hepatites por Vírus, 368

Insuficiência Hepática, 373

Coordenadora: Sheila Pércope

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Gastrenterologia

55

Doença do Refluxo

Gastresofágico

Fernanda Pércope e Sheila Pércope

jjIntrodução

A doen­ça do refluxo gastresofágico (DRGE) é o distúrbio esofágico mais comum em crianças de todas as faixas etárias. É diferente de refluxo gastresofágico (RGE). RGE é definido como o movimento retrógrado do conteú­do gástrico pelo esfíncter esofágico inferior (EEI) de volta para o esôfago. Ocorre várias vezes por dia e geralmente está associado a relaxamentos transitórios do próprio EEI, independentemente da deglutição.

 

SEÇÃO 7 - ALERGIA E IMUNOLOGIA

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Seção 7

Sumário

Alergia e

Imunologia

67.

68.

69.

70.

71.

72.

73.

Alergia Alimentar, 381

Reações Adversas a Medicamentos, 385

Anafilaxia, 389

Dermatite Atópica | Aspectos Imunológicos, 394

Imunodeficiên­cias Primárias, 400

Rinite Alérgica, 403

Urticária, 410

Coordenadora: Solange Valle

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Alergia e Imunologia

67

Alergia Alimentar

Norma Rubini

jjIntrodução

Nas últimas décadas vem sendo observado aumento na prevalência, na incidência e na gravidade da alergia alimentar.

Além disso, novas manifestações clínicas foram identificadas, como é o caso da esofagite eosinofílica (EoE) e da síndrome de enterocolite induzida por proteí­na alimentar (FPIES).

A alergia alimentar frequentemente é superestimada por leigos e não especialistas, resultando em restrições alimentares desnecessárias, que podem acarretar comprometimento nutricional e grande impacto negativo na qualidade de vida de pacientes e familiares. Isto ocorre porque manifestações clínicas de intolerância alimentar (p. ex., intolerância à lactose, intoxicação alimentar etc.), sem a participação de mecanismos imunológicos, são confundidas com alergia.

 

SEÇÃO 8 - PNEUMOLOGIA

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Seção 8

Sumário

Pneumologia

74. Resfriado Comum e Faringite Aguda, 417

75. Otite Média Aguda e Sinusite Bacteriana Aguda, 421

76. Obstrução Inflamatória Aguda das Vias Respiratórias Superiores, 425

77. Lactente Sibilante, 431

78. Asma, 433

79. Bronquiolite Aguda, 439

80. Pneumonias Adquiridas na Comunidade, 443

81. Pneumonia Necrosante e Abscesso Pulmonar, 449

82. Derrames Pleurais, 454

83. Fibrose Cística, 459

84. Corpo Estranho nas Vias Respiratórias, 464

85. Síndromes Aspirativas, 469

Coordenadora: Mônica de Cássia Firmida

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Pneumologia

74

Resfriado Comum e Faringite Aguda

Mônica de Cássia Firmida e Izabel Maria Teixeira Araujo

jjResfriado comum

Introdução

Resfriado comum (ou rinossinusite viral) é uma doen­ça habitualmente benigna e autolimitada que acomete as vias respiratórias superiores e se manifesta principalmente por dor de garganta, obstrução nasal, espirros e rinorreia.

 

SEÇÃO 9 - CARDIOLOGIA

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Seção 9

Sumário

Cardiologia

86.

87.

88.

89.

90.

91.

92.

93.

94.

95.

96.

97.

Criança com Sopro Cardíaco, 477

Dor Torácica, 483

Hipertensão Arterial na Infância, 487

Febre Reumática, 493

Arritmias, 498

Cardiopatias Congênitas Acianóticas, 503

Cardiopatias Congênitas Cianóticas, 516

Endocardite Infecciosa, 527

Miocardite Aguda, 534

Pericardite, 539

Insuficiência Cardíaca, 544

Choque Cardiogênico, 548

Coordenadora: Ana Flávia Malheiros Torbey

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30/08/17 10:14

Cardiologia

86

Criança Com Sopro Cardíaco

Aurea Azevedo Grippa e Ana Flávia Malheiros Torbey

jjIntrodução

Os sopros cardíacos são achados comuns no exame clínico de pacientes pediátricos. Estima-se que ao longo da infância e da adolescência 50 a 60% das crianças apresentarão sopro cardíaco, a despeito da incidência de cardiopatia congênita corresponder a 0,8 a 1% na população geral. A abordagem inapropriada dos sopros na infância acarreta impacto social, psicológico e clínico ao paciente. A sistematização da avaliação do paciente com sopro possibilita ao pediatra uma abordagem mais objetiva e eficaz. Neste capítulo objetiva-se fornecer ferramentas que possibilitem a distinção entre os sopros patológicos e os funcionais (“inocentes”), facilitando a decisão entre uma abordagem diagnóstica de urgência ou ambulatorial.

 

SEÇÃO 10 - HEMATOLOGIA E ONCOLOGIA

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Seção 10

Sumário

Hematologia e Oncologia

98.

99.

100.

101.

102.

103.

104.

105.

106.

107.

108.

109.

110.

111.

112.

113.

114.

Avaliação do Hemograma e do Coagulograma, 555

Anemias e Diagnóstico Diferencial, 560

Doença Falciforme, 565

Distúrbios Hemorrágicos, 570

Trombose, 574

Transfusão de Hemocomponentes e Hemoderivados, 578

Leucemias, 592

Linfomas, 595

Histiocitose de Células de Langerhans, 599

Tumores do Sistema Nervoso Central, 602

Neuroblastoma, 607

Tumor de Wilms, 611

Sarcomas de Partes Moles, 614

Retinoblastoma, 619

Emergências Oncológicas, 623

Toxicidade do Tratamento Quimioterápico, 628

Complicações Infecciosas em Pacientes Pediá­tricos com

Câncer, 637

115. Cuidados Paliativos e Manejo da Dor em Oncologia

Pediá­trica, 642

116. O Que Avaliar na Criança em Controle de Tratamento

 

SEÇÃO 11 - NEFROLOGIA

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Seção 11

Sumário

Nefrologia

117.

118.

119.

120.

121.

122.

123.

Infecção do Trato Urinário, 653

Síndrome Nefrítica Aguda, 657

Síndrome Nefrótica, 661

Síndrome Hemolítico-Urêmica, 666

Injúria Renal Aguda, 671

Acidose Tubular Renal, 678

Distúrbios Miccionais, 681

Coordenadora: Simone Collopy

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12/09/17 11:06

Nefrologia

117

Infecção do Trato Urinário

Jaqueline Leal

jjIntrodução

Infecção do trato urinário (ITU) refere-se ao diagnóstico de mi­cror­ga­nis­mo patogênico – na maioria das vezes, bactéria

– no trato urinário. No entanto, para adequado tratamento, deve-se localizar anatomicamente o segmento acometido, pois isso reflete o grau de morbidade gerado pela lesão bacteriana.

Em Pediatria, a ITU é um importante marcador de anormalidade funcional e/ou estrutural do trato urinário. Deve-se destacar como principal anormalidade relacionada a essa patologia o refluxo vesicoureteral. A ITU pode ser a primeira manifestação de uropatia obstrutiva ou disfunção vesical.

 

SEÇÃO 12 - ENDOCRINOLOGIA

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687

Seção 12

Sumário

Endocrinologia

124.

125.

126.

127.

128.

129.

130.

131.

132.

133.

134.

135.

Baixa Estatura, 689

Desenvolvimento Sexual Precoce, 693

Diabetes Insípido, 702

Diabetes Melito Tipo 1, 708

Diabetes Melito Tipo 2, Síndrome Metabólica e Diabetes Monogênico, 714

Dislipidemias, 721

Distúrbios da Diferenciação do Sexo, 729

Tireotoxicose, 737

Hipotireoidismo, 742

Insuficiência Suprarrenal, 749

Puberdade Atrasada, 756

Raquitismo, 761

Coordenador: Paulo Ferrez Collett-Solberg

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30/08/17 17:13

688

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Seção 12 • Endocrinologia

30/08/17 17:13

Baixa Estatura

124

Endocrinologia

689

Baixa Estatura

Paula de Figueiredo Presti, Tiago Jeronimo dos Santos, Paulo Ferrez Collett-Solberg, Cristiane Kopacek e

Durval Damiani

 

SEÇÃO 13 - REUMATOLOGIA

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Seção 13

Sumário

Reumatologia

136.

137.

138.

139.

140.

141.

142.

143.

Artrite Idiopática Juvenil, 767

Artrites Infecciosas, 770

Dermatomiosite Juvenil, 772

Doenças Autoinflamatórias, 774

Esclerodermia, 776

Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil, 778

Febre Perió­dica, 780

Vasculites, 781

Coordenadora: Katia Lino

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12/05/17 09:44

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12/05/17 09:44

Reumatologia

136

Artrite Idiopática Juvenil

Katia Lino e Marise Lessa

jjIntrodução

A artrite idiopática juvenil (AIJ) compreende um grupo heterogêneo de doenças que têm em comum a artrite crônica durando mais de 6 semanas em uma mesma articulação, com início antes dos 16 anos de idade.

jjClassificação

A classificação mais utilizada é o ILAR (Liga Internacional de Associações de Reumatologia) que divide a AIJ em 7 subtipos distintos, baseados na apresentação clínica durante os seis primeiros meses:

 

SEÇÃO 14 - NEUROLOGIA

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Seção 14

Sumário

Neurologia

144. Acidentes Vasculares Encefálicos, 787

145. Encefalomielite Disseminada Aguda, 795

146. Cefaleia, 799

147. Coma, 807

148. Crises Convulsivas e Epilepsia, 813

149. Deficiên­cia Motora Aguda, 821

150. Doenças Neuro­musculares, 827

151. Erros Inatos do Metabolismo, 835

152. Hipertensão Intracraniana, 845

153. Miastenia Congênita, 849

154. Miastenia Gravis, 853

155. Morte Encefálica, 857

156. Paralisia Cerebral, 861

157. Síndrome de Guillain-Barré, 864

158. Síndromes Neurocutâneas, 868

159. Encefalite Autoimune, 878

Coordenador: Marcio Moacyr Vasconcelos

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31/08/17 17:55

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Neurologia

144

Acidentes Vasculares

Encefálicos

Luciana G. A. Vasconcelos e Marcio Moacyr Vasconcelos

jjIntrodução

Os acidentes vascula­res encefálicos (AVEs) incluem diversas alterações no suprimento sanguí­neo cerebral. São uma importante causa de mortalidade e morbidade, e sua incidência estimada é de 5 a 8/100.000 crianças/ano.

 

SEÇÃO 15 - DERMATOLOGIA

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Seção 15

Sumário

Dermatologia

160.

161.

162.

163.

164.

165.

166.

167.

Acne, 885

Dermatite Atópica | Aspectos Dermatológicos, 889

Dermatite de Contato, 895

Dermatite Seborreica, 901

Dermatofitoses, 904

Impetigo, 908

Psoríase, 910

Síndrome de Stevens-Johnson, 914

Coordenadora: Izabel C. Soligo Kanaan

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07/07/17 09:33

Dermatologia

160

Acne

Izabel C. Soligo Kanaan e Ana Mósca

jjIntrodução

Acne é um distúrbio multifatorial da unidade pilossebácea.

O quadro clínico pode variar de acne comedoniana a doen­ça sistêmica fulminante. Acomete principalmente adolescentes, mas pode incidir em todos os grupos etários.

jjClassificação

A acne classifica-se em:

• Neonatal (Figura 160.1)

• Infantil (Figura 160.2)

• Vulgar

• Nodulocística da mulher adulta

 

ANEXOS

PDF Criptografado

Sumário

Anexos

A. Cálculo da Área de Superfície Corporal, 919

B. Crescimento | Curvas de Percentis, 921

C. Índice de Massa Corporal e Curvas de Percentis, 934

D. Percentis da Pressão Arterial, 938

E. Laboratório e Valores de Referência, 942

F. Analgesia e Sedação, 949

G. CID 10 | Doenças Mais Comuns, 956

H. Conversões e Medidas, 961

Coordenador: Marcio Moacyr Vasconcelos

GPS Anexo A.indd 917

07/07/17 10:52

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Anexos

Anexo A | Cálculo da Área de

Superfície Corporal

Marcio Moacyr Vasconcelos

jjIntrodução

jjFórmula de Du Bois

O pediatra frequentemente necessita estimar a á­ rea de superfície corporal (ASC) de seus pacientes. Por exemplo, usa-se a ASC para calcular a taxa de filtração glomerular, definir a posologia de determinados fármacos, como quimioterápicos, e ajustar o diâ­me­tro das artérias coronárias medido por ecocardiograma em crianças suspeitas de doen­ça de Kawasaki.

 

Medicamentos

PDF Criptografado

Medicamentos

Abreviaturas usadas

• ACHT: hormônio adrenocorticotrófico

• AINE(s): anti-inflamatórios não esteroides

• ALT: alanina-aminotransferase

• Amp.: ampola

• AST: aspartato-aminotransferase

• BAV: bloqueio atrioven­tricu­lar

• Cáp(s).: cápsula(s)

• CIVD: coa­gulação intravascular disseminada

• CK: creatinoquinase

• Comp(s).: comprimido(s)

• CTI: centro de terapia intensiva

• CV: cardiovascular

• Cx.: caixa

• DAC: doença arterial coronariana

• Dg(s).: drágea(s)

• DPOC: doen­ça pulmonar obstrutiva crônica

• ECA: enzima conversora da angiotensina

• ECG: eletrocardiograma

• Eferv.: efervescente

• Emb.: embalagem

• Fr.: frasco

• Gt(s).: gota(s)

• HA: hipertensão arterial

• IAM: infarto agudo do miocárdio

 

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