Administração de produção e de operações - o essencial

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A Administração de Produção e Operações é uma área instigante e que tem mudado bastante nas últimas décadas em quatro principais sentidos: 

• tornou-se mais estratégica, à medida que fica cada vez mais claro o seu potencial de contribuição para o desempenho competitivo das organizações em que se insere;

• ampliou seu escopo de atuação, de exclusivamente fabril, para um escopo que inclui a gestão dos tão importantes serviços – não só em relação às empresas tradicionalmente consideradas “prestadoras de serviços”, mas também em relação às parcelas crescentes de serviços que as empresas manufatureiras têm oferecido aos seus clientes como forma de se diferenciarem da concorrência;

• estendeu seu horizonte de preocupações da gestão apenas de unidades operacionais (as fábricas individuais, as unidades individuais de prestação de serviços) para a gestão de redes de unidades operacionais interativas, as chamadas “redes de suprimentos”; 

• expandiu ainda mais sua abrangência no apoio à competitividade organizacional, deixando de apenas ocupar-se de gerar prosperidade econômica para também ocupar-se de garantir responsabilidade social e sustentabilidade ambiental enquanto executa suas atividades.

Livro-texto para as disciplinas Administração da Produção I e Administração da Produção II dos cursos de graduação em Administração, Administração de Produção e Gestão de Operações em programas de MBA e de especialização. Leitura relevante para profissionais das áreas de Produção e Operações, Marketing e Finanças. Literatura de apoio para várias disciplinas de cursos de Engenharia de Produção e de Administração de Empresas, como Administração de Materiais, Planejamento e Controle da Produção, Controle de Qualidade, Gestão de Projetos e Gestão de Serviços.

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1 - Introdução e Evolução Histórica da Gestão de Produção e Operações

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Capítulo 1

Introdução e Evolução

Histórica da Gestão de

Produção e Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender e ser capaz de explicar o escopo da Administração de

Produção e Operações (APO) hoje

■■ Analisar as implicações estratégicas da APO e como ela pode ajudar as organizações a tornarem-se mais competitivas

■■ Sintetizar como ocorreu a evolução e expansão de escopo da

APO ao longo dos últimos 250 anos

■■ Explicar por que APO refere-se tanto a operações de manufatura quanto a operações prestadoras de serviço

■■ Entender o quadro de referência básico deste livro, ao qual os demais capítulos referir-se-ão

Correa-Correa.indb 3

8/22/17 10:37 AM

[ 4 ]  Capítulo 1

1.1 Introdução

O Aeroporto de Congonhas, convenientemente localizado próximo ao centro de São

Paulo, é hoje o maior aeroporto do Brasil em número anual de passageiros.

Fundado em 1936, esse aeroporto está operando com nove empresas aéreas regulares, enviando e recebendo, em média, aproximadamente 52 mil passageiros por dia.

 

2 - Estratégia de Produção e Operações

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Capítulo 2

Estratégia de Produção e Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Discernir claramente entre a gestão de operações “tradicional” e a gestão estratégica de operações

■■ Entender as contribuições que a função de operações pode dar à competitividade da organização

■■ Analisar as diferentes formas de as empresas competirem no mercado por intermédio dos critérios competitivos das operações: custo, qualidade, velocidade, confiabilidade e flexibilidade

■■ Discutir, entender e ser capaz de explicar as relações possíveis entre os diferentes critérios competitivos das operações e o importante conceito de “foco” em operações

■■ Discutir, entender e ser capaz de explicar como se pode garantir que haja coerência e alinhamento entre os critérios competitivos mais relevantes para os mercados visados pela organização e as decisões de operações

■■ Familiarizar-se com ferramental prático e com como usá-lo para garantir uma gestão estratégica de operações adequada

 

3 - Redes de Operações na Cadeia de Valor

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Capítulo 3

Redes de Operações na Cadeia de Valor

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender a importância aumentada (e as razões disso) das redes de operações (ou redes de suprimento) na obtenção de vantagens competitivas em mercados crescentemente competitivos e complexos

■■ Entender e saber explicar como se podem transformar as tradicionais relações conflituosas “ganha-perde” em relações

“ganha-ganha” entre fornecedores e clientes em redes de operações

■■ Ser capaz de analisar e conduzir decisões de “comprar ou fazer”

(ou de terceirização) com uma perspectiva estratégica

■■ Ser capaz de analisar e desenvolver portfólios de relacionamento com fornecedores em redes de operações

■■ Entender e ser capaz de explicar as causas e os efeitos e de aplicar soluções para o chamado efeito chicote, que afeta a grande maioria das redes de operações

Correa-Correa.indb 55

8/22/17 10:37 AM

[ 56 ]  Capítulo 3

3.1 Introdução

 

4 - Pacotes de Valor Gerados e Entregues pelas Operações: Compostos Bens-Serviços

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Capítulo 4

Pacotes de Valor Gerados e

Entregues pelas Operações:

Compostos Bens-Serviços

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender como os “pacotes de valor” entregues pelas empresas aos clientes incluem hoje um composto de bens físicos e serviços

■■ Entender as implicações, para a gestão de operações, do significado da expressão “o cliente precisa de furos e não de brocas”, uma importante tendência no mercado

■■ Entender e saber explicar por que a tradicional dicotomia produtos-serviços pode atrapalhar análises de operações

■■ Ser capaz de aplicar na prática uma nova forma de classificar operações baseada em quatro variáveis relevantes para a sua gestão

Correa-Correa.indb 85

8/22/17 10:37 AM

[ 86 ]  Capítulo 4

4.1 Introdução

Neste capítulo, será tratada a questão dos pacotes de valor gerados e entregues pelas operações. Serão discutidas as parcelas “bens físicos” e “serviços”, presentes na maioria dos pacotes de valor das empresas de hoje e do futuro, assim como as diferenças essenciais que devem ser observadas na gestão de operações quando se geram e entregam “bens físicos” e quando se geram e entregam “serviços”. Os temas tratados referem-se, genericamente, às partes enfatizadas em preto no quadro geral apresentado e descrito no Capítulo

 

5 - Medidas e Avaliação de Desempenho em Produção e Operações

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Capítulo 5

Medidas e Avaliação de Desempenho em

Produção e Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Compreender a importância estratégica das medidas de desempenho e dos sistemas de avaliação de desempenho em produção e operações

■■ Entender como medir os principais aspectos do desempenho em produção e operações: qualidade, velocidade, confiabilidade, flexibilidade e custo/produtividade

■■ Entender como foi a evolução do pensamento sobre medidas de desempenho em produção e operações

■■ Ser capaz de fazer ambos: desenvolver/melhorar e julgar a qualidade e a adequação de sistemas de avaliação de desempenho em produção e operações

Correa-Correa.indb 107

8/22/17 10:38 AM

[ 108 ]  Capítulo 5

5.1 Introdução

Neste capítulo, será tratada a questão da avaliação de desempenho em operações.

Como a atividade de medir e acompanhar se o desempenho operacional encontra-se em níveis desejados? Os temas tratados referem-se, genericamente, às partes enfatizadas em preto no quadro geral apresentado e descrito no Capítulo 1 e reproduzido a seguir.

 

6 - Qualidade Total e Melhoramento em Produção e Operações

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Capítulo 6

Qualidade Total e

Melhoramento em

Produção e Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender a evolução do pensamento em gestão de qualidade desde o início do século XX e o papel dos principais “gurus” da qualidade nessa evolução

■■ Compreender as diferenças entre os métodos tradicionais de gestão da qualidade e o conceito de Controle Total da

Qualidade

■■ Entender o conceito de “qualidade como critério competitivo”

■■ Ser capaz de explicar o conceito de planejamento e controle da qualidade e dos custos envolvidos em gestão da qualidade

■■ Conhecer e saber como aplicar as Sete Ferramentas da qualidade a situações práticas

■■ Entender o que é o ciclo PDCA, as várias formas de gestão do melhoramento em operações incluindo benchmarking

■■ Entender os fundamentos do conceito de Seis Sigma (6σ)

Correa-Correa.indb 129

8/22/17 10:38 AM

[ 130 ]  Capítulo 6

6.1 Introdução

Neste capítulo, será tratada a questão da gestão de qualidade total em produção e operações. Os temas tratados referem-se, genericamente, às partes enfatizadas em preto no quadro geral apresentado e descrito no Capítulo 1 e reproduzido a seguir.

 

7 - Previsões e Gestão de Demanda em Produção e Operações

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Capítulo 7

Previsões e Gestão de

Demanda em Produção e Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Compreender a importância das previsões e seu impacto na qualidade das decisões tomadas em produção e operações

■■ Saber descrever e justificar os erros mais frequentemente encontrados em processos de previsão de vendas e de demanda nas organizações

■■ Entender o efeito do horizonte de previsão nos erros esperados de previsão e o efeito “consolidação de riscos” (risk pooling), assim como sua importância no projeto e gestão de sistemas de previsão

■■ Entender como funciona um bom processo de previsão, que inclui métodos quantitativos e qualitativos de previsão

■■ Ser capaz de aplicar vários métodos de previsão quantitativos e qualitativos, de curto, médio e longo prazo, a situações práticas

■■ Ser capaz de entender e utilizar métodos e processos de avaliação e melhoramento de previsões de venda

Correa-Correa.indb 179

8/22/17 10:38 AM

 

8 - Gestão de Projetos

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Capítulo 8

Gestão de Projetos

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender as origens e a importância da gestão de projetos em produção e operações

■■ Saber definir e organizar adequadamente um projeto

■■ Entender o conceito e ser capaz de definir a estrutura analítica do trabalho em projetos (WBS)

■■ Entender os principais conceitos e técnicas do planejamento, da programação e do controle de projetos

■■ Ser capaz de utilizar as técnicas conhecidas como PERT e CPM na gestão de projetos

Correa-Correa.indb 211

8/22/17 10:38 AM

[ 212 ]  Capítulo 8

8.1 Introdução

Imagine a seguinte situação: você acaba de chegar de uma reunião com seu vice-presidente em que recebeu a fantástica notícia de que, devido a seu desempenho recente, foi selecionado, entre vários possíveis candidatos, para liderar um projeto especial, do qual muito depende a própria sobrevivência do negócio. Suas emoções, durante a discussão com o vice-presidente, variaram entre lisonja, orgulho, euforia, quando caiu em si quanto ao grau de confiança que estava sendo depositado em você, passando a ansiedade, preocupação, medo e, agora, descendo o elevador do prédio da administração central, tem a impressão de que o medo está no limiar do pânico.

 

9 - Projeto do Produto e Seleção de Processos (Bens e Serviços)

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Capítulo 9

Projeto do Produto e

Seleção de Processos

(Bens e Serviços)

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender a crescente importância do projeto de produto e do processo num mundo crescentemente competitivo

■■ Ser capaz de explicar as diferentes fases do desenvolvimento de um produto e como elas impactam as áreas de vendas e operações da organização

■■ Entender e ser capaz de utilizar técnicas contemporâneas de desenvolvimento de produtos e processos como o QFD

(desdobramento da qualidade), a engenharia simultânea, o projeto para a manufatura e o projeto de produto colaborativo com clientes e fornecedores

■■ Entender as diferentes configurações das tecnologias e dos processos produtivos (tanto de bens físicos como de serviços) e sua relação com as características dos produtos e serviços a serem neles produzidos

Correa-Correa.indb 237

8/22/17 10:38 AM

[ 238 ]  Capítulo 9

9.1 Introdução

“Em vez de encolher ou esticar um produto já existente, nossa nova família de jatos comerciais Embraer foi projetada para otimizar o desempenho e o conforto de passageiros ao mesmo tempo que otimiza os custos de operação. Sendo uma aeronave realmente de

 

10 - Projeto, Medidas do Trabalho e Ergonomia

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Capítulo 10

Projeto, Medidas do

Trabalho e Ergonomia

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender os elementos envolvidos no projeto do trabalho

(principalmente humano) e seu impacto no desempenho das operações

■■ Ser capaz de descrever brevemente as maiores contribuições históricas dos principais pioneiros do estudo do trabalho

■■ Entender os conceitos fundamentais relacionados a especialização, considerações psicológicas, expansão, motivação, ergonomia, método, padrões e medição do trabalho

■■ Entender e ser capaz de aplicar as principais ferramentas de mapeamento e análise do trabalho, incluindo análise de tempos e movimentos

Correa-Correa.indb 263

8/22/17 10:38 AM

[ 264 ]  Capítulo 10

10.1 Introdução

“Perante os milhares de pessoas que trabalham na Nissan, a responsabilidade do dirigente é esclarecer, agregar pessoas. Ao lado disso, é preciso ter a preocupação de motivar aqueles que fazem a empresa, por meio da repartição dos frutos do progresso. Não se pode passar a ideia de que tudo se faz em função do cliente ou do acionista. É preciso levar em conta os empregados. Isso ficou muito claro quando encaramos nossa primeira crise séria. Nós enriquecemos nossos carros, dando mais a nossos clientes. Demos mais a nossos acionistas, através da revalorização das ações e do aumento dos dividendos, mas também demos mais ao conjunto dos funcionários, em todos os níveis, com aumentos dos salários e dos bônus. Não faço distinção entre o pessoal. Não divido a empresa em classes sociais. Existem responsabilidades atribuídas e contribuições esperadas. Mas minha visão da empresa é contínua. Trata-se de homens e mulheres que formam uma grande equipe e que trabalham cada um em seu nível de responsabilidade. É nosso dever informá-los e vinculá-los aos avanços da empresa, e devemos partilhar com eles o progresso da maneira mais honesta possível. Não somente em nível salarial, mas também das condições de trabalho. Foram feitos investimentos em ergonomia nas fábricas. Estamos refazendo todos os locais de convívio, nas fábricas e na sede. O agregar valor deve ser algo multidirecional, beneficiar a todos. É verdade que alguns se beneficiaram mais do que outros, mas eles também contribuíram mais do que outros.”

 

11 - Pessoas e sua Organização em Produção e Operações

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Capítulo 11

Pessoas e sua Organização em Produção e Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender por que um desempenho superior em operações, em muitas situações, depende diretamente das suas pessoas

■■ Entender a diferença entre focalizar atitudes e em habilidades ao recrutar e treinar colaboradores

■■ Entender a importância de ser uma empresa preferida e desejada por potenciais colaboradores já que a “guerra por talentos” é cada vez mais intensa entre as empresas

■■ Ser capaz de listar e explicar as principais características dos colaboradores em operações que têm contato direto com o cliente

■■ Saber como motivar e avaliar o desempenho dos colaboradores e funcionários terceirizados em operações

■■ Entender os principais tipos de estrutura organizacional em operações, suas vantagens e desafios

Correa-Correa.indb 287

8/22/17 10:38 AM

[ 288 ]  Capítulo 11

11.1 Introdução

Empregadores preferidos nem sempre oferecem o mais glamuroso dos trabalhos. Eis por que os casos dos dois grandes concorrentes no mercado de entregas expressas são ilustrativos. Ambos enfatizam que os trabalhos oferecidos por eles não são para qualquer pessoa, chamando a atenção para a necessária adequação do perfil do indivíduo ao trabalho oferecido. Ambas as empresas contratam grande número de pessoas para trabalhar em seus hubs (enormes centros de distribuição dos pacotes enviados pelos clientes). Na UPS, grande parte desses empregos é de tempo integral. Bom desempenho no hub pode levar a uma promoção para dirigir veículo de coleta e entrega. Bom desempenho na direção de um veículo de coleta e entrega pode levar a um cargo de supervisão com correspondente ganho de ações da UPS, uma empresa de grande sucesso. Bom desempenho como supervisor pode levar a uma carreira que garanta independência financeira na aposentadoria. O trabalho é duro. A rotina, principalmente no hub, pode ser bastante tediosa. A jornada na direção de um veículo de entrega pode ser longa, já que só acaba quando todos os pacotes tiverem sido entregues. As expectativas, entretanto, são muito claramente colocadas pela gestão para os novos contratados, inclusive no manual de políticas da UPS, entregue a cada novo ingressante. Não é para todo mundo, mas, para as pessoas que esperam um trabalho duro com boa recompensa financeira, não há desapontamento. Além disso, os funcionários são constantemente lembrados de que, embora não se trate de atividades sofisticadas ou particularmente complexas, eles são os melhores naquilo que fazem, uma fonte de satisfação certamente para uma parcela das pessoas. Com essa política muito clara, embora um emprego na UPS possa parecer para determinadas pessoas pouco atraente, consegue atrair enorme contingente de pessoas interessadas no trabalho quando a empresa abre vagas para contratação.

 

12 - Localização e Arranjo Físico de Unidades da Rede de Operações

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Capítulo 12

Localização e Arranjo

Físico de Unidades da

Rede de Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender o potencial impacto estratégico das decisões de localização de unidades de operação

■■ Saber listar e discutir os fatores quantitativos e qualitativos que afetam a localização de unidades de operação

■■ Entender como aplicar métodos quantitativos e qualitativos utilizados para definir localização de unidades de operações

(de manufatura e de serviços)

■■ Entender o potencial impacto do arranjo físico de uma operação para seu desempenho

■■ Ser capaz de descrever e discutir conceitualmente os três tipos principais de arranjo físico – por processo, por produto e posicional

– e os híbridos – como o arranjo celular

■■ Ser capaz de aplicar métodos sistemáticos para a definição de arranjos físicos tanto por processo (método SLP) como por produto

(balanceamento de linhas) e celular

Correa-Correa.indb 307

 

13 - Capacidade Produtiva e Filas em Unidades da Rede de Operações

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Capítulo 13

Capacidade Produtiva e Filas em Unidades da

Rede de Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender a influência que a gestão e as medidas de capacidade produtiva têm no desempenho de unidades de operação

■■ Ser capaz de reconhecer as diferenças entre a tomada de decisão e o impacto da gestão estratégica (longo prazo), tática

(médio prazo) e operacional (curto prazo) de capacidade

■■ Ser capaz de explicar e aplicar os importantes conceitos de

“utilização” e “eficiência” na gestão de capacidade

■■ Ser capaz de aplicar diferentes técnicas de compatibilização entre a demanda e a capacidade no longo, médio e curto prazos

■■ Ser capaz de entender e avaliar diferentes sistemas de filas (por exemplo, de clientes)

■■ Conhecer e saber aplicar modelos simples de “teoria das filas”

Correa-Correa.indb 331

8/22/17 10:38 AM

[ 332 ]  Capítulo 13

13.1 Introdução

Duas notícias da imprensa internacional, em épocas diferentes, ilustram como às vezes as empresas esforçam-se para aumentar sua capacidade e às vezes esforçam-se para reduzi-la (adaptado de Gaithier e Frazier, 2002).

 

14 - Teoria das Restrições em Redes de Operações

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Capítulo 14

Teoria das Restrições em

Redes de Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Conhecer os conceitos da Teoria da Restrições e seu possível impacto na gestão de capacidade e desempenho das operações

■■ Entender como a Teoria das Restrições altera o ponto de vista segundo o qual tradicionalmente se analisavam operações e quais as implicações disso para a gestão de operações

■■ Entender os princípios da Teoria das Restrições e como podem ser usados na gestão de operações de bens físicos e de serviços

■■ Entender o funcionamento e o processo decisório da Teoria das

Restrições em relação à programação e ao controle de operações

Correa-Correa.indb 357

8/22/17 10:38 AM

[ 358 ]  Capítulo 14

14.1 Introdução

Este capítulo vai mudar a forma com que você enxerga as operações, a gestão de capacidade de sistemas de operações e o tornará um observador muito mais crítico de sistemas de filas e fluxos de pessoas, materiais e informações. Será apresentado o conceito da “Teoria das Restrições” (TdR), que prega que a gestão de qualquer sistema de agregação de valor deveria prestar especial atenção aos recursos “gargalos” ou os recursos de menor capacidade. Serão apresentados os princípios da TdR e se discutirá como aplicá-los a situações práticas. Mas é importante que você inicie por tentar resolver um problema. Imagine-se na seguinte situação: você tem de apoiar uma tomada de decisão sobre a compra ou não da fábrica de produtos Lucrando Ltda. Os produtos feitos pela

 

15 - Planejamento Mestre (Agregado) de Produção e Operações (PMP)

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Capítulo 15

Planejamento Mestre

(Agregado) de Produção e Operações (PMP)

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender os processos de planejamento e sua dinâmica em produção e operações

■■ Ser capaz de explicar e aplicar o conceito de planejamento hierárquico de operações

■■ Entender em detalhe o papel do importante processo de Sales and

Operations Planning (Planejamento de Vendas e Operações – PVO) e sua importância no processo hierárquico de planejamento

■■ Ser capaz de explicar de que modo o PVO serve como elo de integração de decisões entre as operações e outras funções na organização

■■ Entender o papel do processo de Planejamento Mestre de

Produção (PMP) e sua importância no processo hierárquico de planejamento

■■ Ser capaz de explicar como o PMP serve de elo na integração de decisões entre o PVO e os processos detalhados de planejamento e programação de produção

Correa-Correa.indb 383

8/22/17 10:38 AM

[ 384 ]  Capítulo 15

 

16 - Gestão de Estoques na Rede de Operações

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Capítulo 16

Gestão de Estoques na

Rede de Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Compreender a importância estratégica que a gestão de estoques tem, não apenas em empresas de manufatura, mas também nas que prestam serviços

■■ Entender os motivos pelos quais é frequente se encontrarem operações que consideram seus níveis de estoque inaceitavelmente altos e, ao mesmo tempo, seus níveis de serviço logístico ao cliente inaceitavelmente baixos

■■ Saber identificar as causas-raízes do surgimento de estoques indesejáveis e saber dimensionar níveis estrategicamente adequados dos vários tipos de estoque em sistemas de operações

■■ Entender a diferença entre demanda dependente e demanda independente e sua implicação para a gestão de estoques

■■ Conhecer o potencial e as limitações e saber aplicar métodos, técnicas e modelos de gestão de estoques: ponto de reposição e revisão periódica

■■ Conhecer os erros mais frequentes encontrados na prática de gestão de estoques nas empresas e como corrigi-los

 

17 - MRP – Cálculo de Necessidade de Materiais na Rede de Operações

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Capítulo 17

MRP – Cálculo de

Necessidade de Materiais na Rede de Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender o valor do uso do sistema MRP para itens de demanda dependente no planejamento e controle de componentes de processos produtivos

■■ Ser capaz de definir estruturas de produtos (também chamadas

árvores de produto) para itens manufaturados e entender a importância da qualidade das informações para o uso do MRP

■■ Entender as variáveis intervenientes e formulações envolvidas no dimensionamento de parâmetros do MRP: estoques de segurança, lotes e lead times

■■ Entender a lógica e ser capaz de usar as técnicas de “explosões de necessidades brutas”, o “escalonamento de necessidades no tempo” e os “cálculos de necessidade líquida”, importantes para o MRP

■■ Saber interpretar e tomar decisões baseadas em informação disponibilizada pelo MRP nos chamados “registros básicos”

Correa-Correa.indb 435

8/22/17 10:38 AM

[ 436 ]  Capítulo 17

 

18 - Sequenciamento, Programação e Controle de Operações

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Capítulo 18

Sequenciamento,

Programação e Controle de Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Entender a importância das atividades de sequenciamento, programação e controle para o desempenho da produção e operações

■■ Saber listar os principais fatores que afetam o sequenciamento e a programação de produção e operações

■■ Saber o que são regras de sequenciamento e quando utilizá-las

■■ Entender a lógica e saber as vantagens e desvantagens de sistemas de programação finito, infinito, para frente e para trás em operações

■■ Ser capaz de desenhar sistemas de controle de produção e operações, como o input-output control

Correa-Correa.indb 463

8/22/17 10:38 AM

[ 464 ]  Capítulo 18

18.1 Introdução

Uma questão frequente que deve ser enfrentada pelos gestores de operações refere-se

à sequência em que as atividades devem ser feitas nos diferentes recursos de operação: por exemplo, imagine que você tem dez ordens de produção, com roteiros produtivos

 

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