Planejamento e Controle da Produção - Teoria e Prática, 3ª edição

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Além de apresentar modelo de PCP com as funções revistas e atualizadas de planejamento estratégico da produção (longo prazo), planejamento-mestre da produção (médio prazo) e programação e acompanhamento da produção (curto prazo), esta obra demonstra a estratégia da manufatura enxuta (lean) e une os atuais conceitos dessa estratégia com os de PCP._x000D_ Inclui ainda jogos computacionais como ferramenta de apoio didático para o ensino das funções do PCP. Com o auxílio desse recurso, praticamente todos os conceitos aqui apresentados, e seus exemplos ilustrativos, podem ser praticados em uma série de jogos (LSSP_PCP) desenvolvida em banco de dados Access com programação em Visual Basic que fornecem uma visão “horizontal” de passagem do tempo com a simulação de 12 períodos. Um novo exercício em Excel que aprofunda “verticalmente” o tema em estudo, entrando no detalhe de cada heurística do ERP ligada às funções do PCP, também é proposto nesta terceira edição. Espera-se, assim, facilitar o ensino e o aprendizado do PCP, tornando uma tarefa simples e agradável tanto para o professor como para o aluno. Livro-texto para as disciplinas Administração da Produção e Planejamento e Controle de Produção dos cursos de Engenharia de Produção e Administração de Empresas. Leitura para atualização de profissionais da área de produção.

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10 capítulos

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1 - PCP e Sistemas Produtivos

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C A P Í T U L O

1

PCP e Sistemas

Produtivos

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Entender como os sistemas produtivos são organizados.

2. Identificar as atividades de longo, médio e curto prazo para a tomada de decisão nas empresas.

3. Relacionar o fluxo de informações com as funções do PCP dentro destes prazos.

4. Compreender como os sistemas de produção são classificados de acordo com a demanda.

5. Descrever as funções do PCP nos sistemas contínuos, em massa, em lotes e sob encomenda.

6. Diferenciar a programação empurrada da programação puxada dentro da estratégia da manufatura enxuta.

1 INTRODUÇÃO

Este primeiro capítulo tem por finalidade introduzir os conceitos gerais associados aos sistemas produtivos e sua relação com as funções de planejamento e controle da produção. Inicialmente, serão apresentadas as atividades desenvolvidas para a tomada de decisão nas empresas a longo, médio e curto prazo e seus objetivos. Na sequência, é introduzido o conceito de Planejamento e Controle da Produção (PCP) como setor de apoio, dentro do sistema produtivo, para tratar estas informações, com base no desenvolvimento de quatro funções: Planejamento Estratégico da Produção (longo prazo), Planejamento-mestre da

 

2 Previsão da Demanda

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Previsão da

Demanda

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Entender a importância da demanda nos sistemas produtivos.

2. Inter-relacionar as etapas de um modelo de previsão da demanda.

3. Escolher a técnica de previsão mais adequada.

4. Aplicar técnicas para previsão da média.

5. Desenvolver técnicas para previsão da tendência.

6. Identificar o período sazonal e montar uma previsão.

7. Correlacionar variáveis para previsão da demanda.

8. Manter e monitorar um modelo de previsão da demanda.

1 INTRODUÇÃO

O Capítulo 2 tem por finalidade desenvolver as principais questões associadas à previsão da demanda, dado que ela é a variável mais importante na definição de um sistema de produção, em especial para as funções desenvolvidas pelo PCP. Neste capítulo, serão apresentados os passos que devem ser seguidos para obtenção de um modelo de previsão da demanda, quais sejam: o objetivo, a coleta e a análise dos dados, a seleção da técnica de previsão, a obtenção das previsões e o monitoramento do modelo. Uma atenção especial será dada à descrição das técnicas de previsão, subdivididas em qualitativas e quantitativas. Dentro das técnicas quantitativas serão apresentadas as previsões baseadas em séries temporais, com técnicas para a previsão da média, tendência e sazonalidade, e as previsões baseadas em correlações. Ao final do capítulo, serão discutidas as questões associadas à manutenção e monitoração do modelo de previsão da demanda, calcada no valor do erro acumulado da previsão e no desvio médio absoluto. Durante todo o capítulo, exemplos ilustrativos baseados no Jogo LSSP_PCP1 serão apresentados.

 

3 - Planejamento Estratégico da Produção

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Planejamento

Estratégico da Produção

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Obter uma visão geral do planejamento estratégico.

2. Diferenciar missão de visão corporativa.

3. Definir áreas de negócios e estratégia corporativa.

4. Relacionar margem de lucro e volume de vendas com estratégia competitiva.

5. Identificar as três estratégias competitivas.

6. Compreender a diferença entre critérios qualificadores e ganhadores de pedido.

7. Descrever as nove áreas de decisão estratégica de um sistema produtivo.

8. Discutir quando a estratégia de produção é eficaz.

9. Montar e analisar um plano de produção.

1 INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo apresentar os principais conceitos relacionados ao planejamento estratégico da produção, e a formalização deste planejamento através da elaboração do plano de produção. Esse plano servirá de referencial na empresa para os ajustes de longo prazo do sistema produtivo, no sentido de atender à demanda futura por bens ou serviços.

 

4 - Planejamento-Mestre da Produção

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Planejamento-mestre da Produção

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Obter uma visão geral do planejamento-mestre da produção.

2. Compreender as duas funções do planejamento-mestre da produção.

3. Relacionar o nivelamento do plano-mestre com a demanda.

4. Diferenciar o plano-mestre do plano de vendas.

5. Organizar a montagem do plano-mestre de produção.

6. Analisar e validar a capacidade de produção do plano-mestre.

7. Identificar que itens entram no plano-mestre.

1 INTRODUÇÃO

O Capítulo 4 pretende introduzir os conceitos de planejamento-mestre da produção e de plano-mestre de produção (PMP) dentro das atividades de planejamento e controle da produção. O planejamento-mestre da produção faz a conexão, através da montagem do plano-mestre de produção, entre o planejamento estratégico de longo prazo e as atividades operacionais da produção. Dentro desse quarto capítulo será vista a forma de elaboração do plano-mestre de produção e o uso de suas informações, com ênfase nos prazos que compõem o plano e no conceito atual de nivelamento do plano-mestre à demanda, na interação e passagem das informações de demanda do plano de vendas para o plano-mestre e na montagem da tabela que comporta esse plano. Complementando o capítulo, será discutido o emprego do plano-mestre de produção para análise e validação da capacidade produtiva

 

5 - Programação da Produção

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Programação da Produção

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Relacionar a programação da produção com os tipos de sistemas produtivos.

2. Diferenciar a programação puxada da programação empurrada.

3. Compreender por que as empresas precisam de estoques.

4. Identificar os custos envolvidos na definição do tamanho dos lotes.

5. Calcular os lotes econômicos.

6. Relacionar o tamanho dos lotes com a estratégia da manufatura enxuta.

7. Discutir as quatro etapas da TRF.

8. Entender o relacionamento ganha-ganha com fornecedores.

9. Calcular os estoques de segurança.

1 INTRODUÇÃO

O Capítulo 5 apresenta as funções de curto prazo executadas na programação da produção.

Uma breve discussão sobre a complexidade associada a essas funções, quando executadas dentro dos diferentes tipos de sistemas produtivos, será feita. Os conceitos de programação empurrada e programação puxada também serão apresentados. A programação da produção será dividida, para efeito de estudo, em três grupos de funções: a administração dos estoques, o sequenciamento, e a emissão e liberação das ordens. Este capítulo irá se dedicar, dentro da função de administração dos estoques, às questões relacionadas à definição do tamanho do lote de reposição e do estoque de segurança, sendo que as demais funções de programação da produção serão apresentadas nos próximos capítulos. O tamanho dos lotes a serem programados está relacionado aos custos envolvidos com a reposição e manutenção dos estoques no sistema produtivo, conhecido como a teo­ria do lote econômico, que será detalhada. Na discussão do tamanho dos lotes se abrirá espaço para apresentar o conceito de lote econômico dentro da estratégia da manufatura enxuta e a forma como ela trata a questão de redução dos custos de reposição de itens produzidos pela própria empresa, ou fornecidos por terceiros, de maneira a permitir uma programação de lotes econômicos tão pequenos quanto os necessários no momento, ou seja, just in time. Nesse sentido, apresentam-se a troca rápida

 

6 - Modelos de Controle de Estoques

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Modelos de Controle de Estoques

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Entender como se faz uma classificação ABC de estoques.

2. Relacionar os modelos de controle de estoques com a frequência e volume da demanda.

3. Aplicar o controle de estoques por ponto de pedido.

4. Dimensionar o controle de estoques por revisões periódicas.

5. Identificar os dados de entrada do sistema MRP.

6. Organizar as tabelas de controle do sistema MRP.

7. Desenvolver a dinâmica entre as tabelas do sistema MRP.

1 INTRODUÇÃO

O Capítulo 6 se propõe a apresentar os modelos de controle de estoques disponíveis para a administração de materiais dentro da lógica empurrada para a função de programação da produção. Inicialmente, são discutidas as premissas que levam à escolha do modelo de controle a ser utilizado dentre os disponíveis para a programação da produção, com foco no tipo de sistema produtivo, na classificação ABC (Pareto) da demanda e na sua frequência de ocorrência. Uma sugestão das alternativas de modelos de controle de estoques a serem utilizados, com base na posição do item dentro da classificação ABC-VF, é realizada. Na sequência, são detalhados os modelos de controle de estoques por ponto de pedido, por revisões periódicas e pelo planejamento das necessidades de materiais (MRP). Durante todo o capítulo exemplos ilustrativos são colocados para permitir maior visualização da dinâmica dos modelos apresentados.

 

7 - Sequenciamento da Programação da Produção

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Sequenciamento da

Programação da Produção

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Entender as diferenças dos problemas de sequenciamento nos sistemas produtivos.

2. Relacionar as variáveis envolvidas no balanceamento de linhas de montagem.

3. Dimensionar os tempos de ciclos com base nas rotinas de operações-padrão.

4. Organizar as rotinas de operações-padrão.

5. Propor formas de acionamento de linhas e layouts.

6. Identificar as atividades que geram os lead times produtivos.

7. Gerar regras de sequenciamento.

8. Entender o que é APS e capacidade finita.

9. Aplicar o conceito de redes com PERT/CPM.

10. Identificar o caminho crítico em uma rede.

11. Utilizar tempos probabilísticos na montagem da rede.

12. Acelerar uma rede PERT/CPM.

1 INTRODUÇÃO

O Capítulo 7 apresenta o desenvolvimento da função de sequenciamento dentro da dinâmica de programação da produção. Como existem grandes diferenças nos processos produtivos, tanto na demanda como na própria organização física dos recursos a serem sequenciados, o assunto é dividido em três grandes tópicos. O sequenciamento nas linhas de montagem, conhecido como balanceamento de linha, o sequenciamento em processos repetitivos em lotes e o sequenciamento em projetos. No balanceamento de linhas de montagem, os conceitos de tempo de ciclo, rotina de operações-padrão, polivalência e layout da linha são discutidos com base em um exemplo detalhado da montagem de um motor elétrico. Para o sequenciamento da produção em lotes, regras de decisão para a escolha do lote e escolha do recurso, e a importância do sequenciamento na formação dos lead times produtivos são discutidas. O conceito de sistema de programação avançada (APS) com capacidade finita, e onde as regras são aplicadas, são definidos e exemplificados dentro da

 

8 - Programação Puxada da Produção – Sistema Kanban

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Programação Puxada da

Produção – Sistema Kanban

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Entender as duas formas básicas de programação da produção.

2. Relacionar a flexibilidade com as duas formas de programação.

3. Simular os dois sistemas de programação.

4. Identificar os dispositivos necessários para a programação puxada.

5. Construir e utilizar um cartão kanban.

6. Montar um quadro porta-kanban.

7. Organizar o supermercado com contenedores.

8. Definir outras formas de funcionamento do sistema kanban.

9. Aplicar uma fórmula para o dimensionamento do número de cartões.

10. Entender o dimensionamento no Jogo LSSP_PCP3.

11. Analisar as variáveis de dimensionamento em uma situação prática.

12. Interligar a estratégia da manufatura enxuta com o sistema kanban.

1 INTRODUÇÃO

O Capítulo 8 apresenta a programação puxada da produção. Como introdução é discutido onde a programação puxada se diferencia da programação empurrada, focando suas diferenças tanto no nível de planejamento das informações como no nível operacional. No sentido de permitir uma visualização mais fácil dessas diferenças, propõe-se uma simulação de um sistema produtivo simples, analisando os efeitos da programação no nível de estoques e de atendimento ao cliente. Discutidas essas diferenças, o sistema kanban e seus dispositivos operacionais são apresentados: cartão, quadro, supermercado e contenedor.

 

9 - Emissão, Liberação, Acompanhamento e Controle da Produção

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Emissão, Liberação,

Acompanhamento e

Controle da Produção

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Diferenciar as funções de emissão, liberação, acompanhamento e controle da produção.

2. Identificar as informações contidas em uma ordem de produção.

3. Definir a velocidade de atualização dos dados de produção.

4. Relacionar desempenho da produção com TQC.

5. Aplicar o ciclo PDCA para controle do PCP.

6. Listar itens de controle para o PCP.

1 INTRODUÇÃO

O Capítulo 9 tem por objetivo apresentar as funções de emissão, liberação, acompanhamento e controle da produção, exercidas normalmente pelo pessoal do PCP instalado junto ao chão de fábrica. Inicialmente serão discutidas as funções de emissão e liberação das ordens, que completam o ciclo de programação da produção. Na sequência serão descritas as funções empregadas para o controle e acompanhamento da produção, com ênfase no emprego dos métodos desenvolvidos pelo Controle da Qualidade Total (TQC). Dentro desse aspecto, serão definidos os conceitos de processo e controle como forma de encaminhamento das atividades de acompanhamento e controle da produção por parte do PCP, bem como a utilização do ciclo PDCA para controle de processos, mostrando como ele está relacionado às funções de controle do PCP. Complementando essa visão de TQC, serão apresentadas algumas considerações para o uso da tabela de verificação 5W1H como apoio ao desenvolvimento de medidas de desempenho necessárias à avaliação dos processos produtivos.

 

Apêndices A, B e C

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A P Ê N D I C E

A

Estudo de Caso: Jogo LSSP_PCP1

Previsão da Demanda e Planejamento Estratégico da Produção

Este Estudo de Caso, baseado no Jogo LSSP_PCP1, que pode ser baixado na página do GEN | Atlas como material suplementar , tem por objetivo estudar e discutir as características da previsão da demanda e do planejamento estratégico da produção. Para tanto, inicia-se este estudo de caso com a descrição do sistema produtivo a ser simulado, bem como das regras de decisão que estão por trás da dinâmica do planejamento estratégico da produção embutidas no Jogo LSSP_PCP1. Em seguida, é apresentada a sistemática utilizada para a avaliação financeira dos resultados do plano de produção montado, e, ao final, um conjunto de questões para estimular a discussão e verificar o conhecimento desenvolvido durante a aplicação do jogo é proposto.

Sistema produtivo simulado

O jogo de empresas LSSP_PCP1 trabalha a dinâmica de PCP no horizonte de longo prazo, com 12 períodos mensais a serem simulados, do mês 13 até o mês 24. Para se inciciar o jogo há necessidade de cadastrar o nome da empresa e o nome dos participantes do grupo (até cinco), bem como escolher um tipo de demanda (alta, média ou baixa) e um tipo de estrutura fabril (pequena, média ou grande) a ser simulada.

 

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