O desenvolvimento da pessoa - do nascimento à terceira idade

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Em O Desenvolvimento da Pessoa – Do Nascimento à Terceira Idade, as teorias clássicas e as descobertas mais recentes nessa área de estudo são discutidas e explicadas com competência e profundidade, recorrendo sempre a questões contemporâneas enfrentadas no dia a dia. Das escolhas feitas ao planejar ter filhos à melhor maneira de lidar com a morte, passando por temas urgentes – como bullying, maus-tratos à criança, transtorno do espectro autista, doença de Alzheimer, educação bilíngue, abuso de drogas e álcool, estilos de parentalidade e diferenças culturais –, a autora apresenta perspectivas variadas, sugere áreas de pesquisa e aprofundamento, bem como tendências regionais e mundiais do desenvolvimento dos seres humanos.Além da divisão didática em capítulos que abordam diferentes dimensões de cada uma das principais fases da vida, esta nova edição destaca-se por sua estrutura atraente e interativa. Nela, o estudante é convidado a observar atentamente os dados e refletir sobre os dilemas comuns na vida de pais, adolescentes e jovens adultos, assim como sobre desafios enfrentados por profissionais que trabalham com o desenvolvimento, como médicos, educadores, psicólogos. O Desenvolvimento da Pessoa – Do Nascimento à Terceira Idade é uma ferramenta de peso para quem busca compreender os aspectos psicológicos, biológicos e sociais da vida humana, combinando estilo acessível e conteúdo aprofundado e prático.

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28 capítulos

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Capítulo 1 A Ciência do Desenvolvimento Humano

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1

C A P Í T U L O

A Ciência do

Desenvolvimento Humano n Compreendendo

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Quais são as complexidades de estudar o crescimento ao longo do ciclo vital?

2. Quais são os métodos de pesquisa que os desenvolvimentistas usam para estudar as mudanças que ocorrem com o passar do tempo?

3. Por que as conclusões científicas devem ser interpretadas com cautela?

Como e

Por quê

O Método Científico

A Controvérsia Natureza-Criação

(Inato ou Aprendido) n A

Perspectiva do Ciclo Vital

O Desenvolvimento É Multidirecional

O Desenvolvimento É Multicontextual

O Desenvolvimento É Multicultural

perspectivas opostas:

Às 6h11 da manhã eu seguro a perna direita dobrada da minha filha com toda a minha força.

Uma enfermeira segura a perna esquerda dela enquanto a parteira comanda: “Força… Força…

Força.” Finalmente, uma cabeça está visível, pequena e molhada, mas perfeita. Um momento depois, corpo e membros emergem, todos os 4139 gramas de Caleb, igualmente perfeitos. Cada número do monitor é bom, e Caleb respira e se move como um recém-nascido saudável deve fazer. Bethany, sorrindo, começa a cuidar do bebê.

 

Capítulo 2 Teorias do Desenvolvimento

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2

C A P Í T U L O

Teorias do

Desenvolvimento n O

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Como uma teoria se difere de um fato?

2. O desenvolvimento ocorre por estágios, ou mais gradualmente, dia após dia?

3. Quais limitações que Freud, Erikson, Watson, Skinner e Piaget compartilham?

4. Por que é melhor usar várias teorias para compreender o desenvolvimento humano, em vez de apenas uma?

Quando eu era pequena, em ocasiões especiais, íamos para a fazenda de meus avós, a casa de infância de meu pai e seus três irmãos e uma irmã, todos casados e com filhos. Quando chegávamos, meu irmão e eu brincávamos com nossos 12 primos, incluindo três outras meninas da minha idade. Lembro-me de peru, purê de batatas e torta de limão e merengue em uma grande mesa; cavalos e feno no celeiro; a avó em um avental; o vovô repousando suas grandes mãos sobre uma grande caneca de café; enormes cadeiras de balanço de madeira na sala de estar.

Mas minha memória mais forte é uma memória amarga: Um Natal, minha avó deu para mim e para suas outras três netas bonecas semelhantes, precursoras da Barbie. A minha boneca tinha um vestido cor de pêssego; a da minha prima (a única filha da única filha da vovó) tinha um vestido de noiva branco e véu.

 

Capítulo 3 Hereditariedade e Ambiente

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3

C A P Í T U L O

Hereditariedade e Ambiente n O

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Qual é a relação entre genes e cromossomos?

2. As diferenças entre os sexos resultam dos cromossomos ou da cultura?

3. Como pode uma criança ter características genéticas que não são óbvias em nenhum dos pais?

4. Se os pais são alcoolistas, seus filhos também vão ser alcoolistas?

5. Por que algumas crianças nascem com síndrome de Down? O que pode ser feito por elas?

Código Genético

Que São Genes

Variações n O

Início da Vida

Genes Correspondentes

Homem ou Mulher?

Novas Células, Novas Funções

perspectivas opostas:

Meninos Demais?

Gêmeos

Reprodução Assistida n Do

“Ela precisa de uma escola especial. Ela não pode voltar no próximo ano”, nos disse o diretor da escola de Elissa.

Martin e eu ficamos atordoados. Aparentemente, o pessoal da escola pensava que nossa filha maravilhosa e brilhante tinha dificuldade de aprendizagem. Eles tinham uma frase específica para isso: “gravemente desorganizada espacialmente.” Tínhamos notado que ela perdia as lições de casa, se perdia, deixava livros na escola, esquecia onde seriam as aulas todo dia – mas pensávamos que isso era insignificante em comparação com suas aptidões para ler, analisar e fazer amizades.

 

Capítulo 4 Desenvolvimento Pré-Natal e Nascimento

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4

C A P Í T U L O

Desenvolvimento

Pré-Natal e Nascimento n Desenvolvimento

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Quais são os três estágios da gestação e quais são as principais mudanças desenvolvimentais em cada estágio?

2. O que normalmente acontece nos primeiros poucos minutos de vida de um recém-nascido?

3. Quais fatores determinam se uma substância ou circunstância potencialmente nociva terá realmente efeitos prejudiciais ao desenvolvimento do feto? Quais são as causas e as consequências do baixo peso ao nascer?

4. Que tipos de mudança o nascimento de uma criança causa nos relacionamentos familiares e o que os casais podem fazer para ajudar a garantir que eles se ajustem a essas mudanças da melhor maneira para a criança?

Os nascimentos são importantes. Um dia ou dois antes de cada 28 de fevereiro, eu envio um cartão de aniversário para meu irmão mais velho, um homem de 1,80 m de altura, avô de seis netos, nascido em 1936.

 

Capítulo 5 Os Dois Primeiros Anos: Desenvolvimento Biossocial

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5

C A P Í T U L O

Os Dois Primeiros Anos:

Desenvolvimento Biossocial n Crescimento

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

na Infância

Tamanho do Corpo

Crescimento Cerebral

1. Qual parte da criança se desenvolve mais nos dois primeiros anos?

uma visão da ciência:

2. Como recém-nascidos humanos são diferentes de outros recém-nascidos animais?

perspectivas opostas:

3. A imunização protege ou prejudica os bebês?

Nossa primeira filha, Bethany, nasceu quando eu estava fazendo pós-graduação. Eu havia memorizado os padrões de desenvolvimento, incluindo andar e falar aos 12 meses. Eu fiquei maravilhada ao ouvi-la balbuciar e dizer “mama”, mas, aos 14 meses, Bethany ainda não havia começado a andar.

Para me tranquilizar, eu disse a meu marido que os genes eram mais influentes que qualquer coisa que viéssemos a fazer. Eu havia lido que os bebês em Paris estavam entre os que mais demoravam a andar, no mundo, e minha avó era francesa. Para meu alívio, Bethany logo começou a andar e, aos 5 anos, ela era uma das crianças que corria mais rápido no jardim de infância. Minha explicação quanto à genética foi confirmada quando nossas outras duas filhas, Rachel e Elissa, também levaram mais tempo para aprender a andar. E meus alunos com ascendentes da Guatemala e de Gana tinham filhos que começavam a andar antes mesmo de 1 ano de vida; já os que vinham da China e da Europa começavam mais tardiamente. Genética, eu pensava.

 

Capítulo 6 Os Primeiros Dois Anos: Desenvolvimento Cognitivo

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6

C A P Í T U L O

Os Primeiros Dois Anos:

Desenvolvimento Cognitivo n Inteligência

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Por que Piaget comparou crianças de 1 ano a cientistas?

2. Por que a teoria de Piaget sobre a inteligência sensório-motora não é reconhecida universalmente como esclarecedora?

3. Quais fatores influenciam no fato de os bebês se lembrarem ou não do que acontece com eles antes de poderem falar?

4. Como e quando os bebês aprendem a falar?

Sensório-Motora

Estágios Um e Dois: Reações

Circulares Primárias

Estágios Três e Quatro: Reações

Circulares Secundárias

Estágios Cinco e Seis: Reações

Circulares Terciárias

Piaget e as Pesquisas Modernas n Processamento

da

Informação

O marido da minha tia Anna, tio Henry, vangloria-se de não ter feito nada com seus três filhos

– todos homens – até que eles fossem inteligentes o suficiente para poderem falar. Ele pode ter arrumado uma desculpa para fugir das fraldas, arrotos e banhos, mas estava errado sobre a cognição dos bebês.

 

Capítulo 7 Os Primeiros Dois Anos: Desenvolvimento Psicossocial

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7

C A P Í T U L O

Os Primeiros Dois Anos:

Desenvolvimento Psicossocial n Desenvolvimento

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Como sorrisos, lágrimas, raiva e medo mudam, do nascimento aos dois anos de idade?

2. O temperamento do bebê prediz sua personalidade ao longo da vida?

3. Quais são os sinais de uma relação saudável entre pai/mãe e criança?

4. As culturas diferem no modo de compreender as emoções das crianças e nos cuidados com elas?

Meu neto de uma semana de idade chorava. Muitas vezes. Cada vez mais. Dia e noite. Por muito tempo. Outra vez. Seus pais e ele ficaram comigo por alguns meses. Eu não era a cuidadora, então não me importava com o choro. Mas me importava, e muito, com minha filha, que não conseguia dormir direito.

E me preocupava com o marido dela. Ele passou muitas horas, dia e noite, carregando meu neto enquanto minha filha dormia.

“Parece que você ficou com a maior parte do trabalho de acalmar o bebê”, eu disse a ele.

 

Capítulo 8 A Primeira Infância: Desenvolvimento Biossocial

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8

C A P Í T U L O

A Primeira Infância:

Desenvolvimento Biossocial n Mudanças

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. As crianças comem demais, de menos ou a quantidade certa?

2. Como a maturação do cérebro afeta o desenvolvimento emocional na primeira infância?

3. Do que as crianças precisam para desenvolver suas habilidades motoras grossas?

4. Quando e como o abuso infantil deve ser prevenido?

Corporais

Padrões de Crescimento

Alimentação

Os Riscos do “Estar em Ordem” n O

Desenvolvimento do

Cérebro

A Velocidade do Pensamento

Os Hemisférios Cerebrais

Conectados

As Emoções e o Cérebro n Melhorando

as

Habilidades Motoras

Quando eu tinha 4 anos, eu ficava pulando de trás do sofá de casa repetidas vezes, tentando voar. Eu fiz isso muitas vezes, porque eu tentava com e sem capa, batendo e não batendo os braços. Minha mãe, rindo, se perguntava se tinha cometido um erro ao me deixar assistir a

 

Capítulo 9 Primeira Infância: Desenvolvimento Cognitivo

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9

C A P Í T U L O

Primeira Infância:

Desenvolvimento Cognitivo n O

Pensamento Durante a

Primeira Infância

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. As crianças pequenas são egoístas ou apenas egocêntricas?

2. Como os adultos devem responder quando as crianças perguntam: “Por quê”?

3. As crianças pequenas ficam confusas quando ouvem duas ou mais línguas?

4. O que as crianças aprendem na educação infantil?

Asa, que ainda não tinha 1 metro de altura, segurava uma bola de borracha vermelha. Ele queria que eu jogasse basquete com ele.

“Não podemos jogar basquete; não temos uma cesta”, eu disse.

“Podemos imaginar uma cesta”, ele respondeu, jogando a bola para mim.

“Eu coloquei na cesta”, rebateu ele com alegria. “Tenta!”

Eu o fiz.

“Você também conseguiu”, anunciou ele e fez uma dancinha.

Então, eu estava cansada e me sentei.

“Eu quero sentar e pensar meus pensamentos”, disse para ele.

 

Capítulo 10 Primeira Infância: Desenvolvimento Psicossocial

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1 0

C A P Í T U L O

Primeira Infância:

Desenvolvimento Psicossocial n Desenvolvimento

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Por que crianças de 2 anos apresentam maiores mudanças de temperamento, choram mais e têm mais medos repentinos do que crianças de 6 anos?

2. Se uma criança não brinca, isso é um problema?

3. O que acontece quando um pai deixa o filho fazer o que quiser?

4. Quais são os efeitos a longo prazo de bater nos filhos?

Emocional

Iniciativa versus Culpa

Motivação

Controle Emocional e Cultura

Encontrando Equilíbrio Emocional n Brincadeiras

Colegas de Brincadeiras

Cultura e Coorte

Brincadeiras Ativas n Desafios

Era uma tarde de verão. Rachel, de quase 3 anos, e Bethany, de 4, estavam comigo na cozinha, que ficava em um canto de nossa sala de estar/jantar. Rachel abriu a geladeira e pegou uma garrafa de suco de laranja. A garrafa escorregou de sua mão e caiu no chão, despedaçando-se no chão de mármore. Minhas filhas me olhavam atordoadas, olhavam os cacos da garrafa, e o suco com polpa derramado no chão. Peguei minhas filhas e as coloquei sentadas no sofá.

 

Capítulo 11 Meia Infância: Desenvolvimento Biossocial

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1 1

C A P Í T U L O

Meia Infância:

Desenvolvimento Biossocial n Período

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. O que aconteceria se um número maior de pais deixasse os filhos “sair para brincar”?

2. A culpa da epidemia de obesidade infantil deve recair sobre os pais, sobre as escolas ou sobre as políticas públicas?

3. Por que os testes de QI não são mais usados como eram décadas atrás?

4. Como os diagnósticos, a educação especial, e a medicação podem ajudar crianças com necessidades especiais?

Saudável

Crescimento Mais Lento,

Maior Força

Atividade Física n Problemas

de Saúde na

Meia Infância

Obesidade Infantil

uma visão da ciência:

O que Contribui para a

Obesidade Infantil?

Asma

n Desenvolvimento

do Cérebro

Na metade do meu segundo ano do fundamental, eu e minha família nos mudamos para uma nova cidade a quilômetros de distância. Entrei em uma nova escola, em que meu sotaque era estranho; eu me sentia constrangida e sozinha. Cynthia tinha um sorriso amigável, sardas e cabelo ruivo. Mais importante que isso, ela falava comigo, e eu perguntei se poderia ser sua amiga.

 

Capítulo 12 Meia Infância: Desenvolvimento Cognitivo

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C A P Í T U L O

Meia Infância:

Desenvolvimento Cognitivo n Embasamento

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. A cognição melhora naturalmente com a idade, ou o ensino é crucial para seu desenvolvimento?

2. As crianças aprendem melhor com a experiência ou com instruções explícitas?

3. Por que as crianças usam gírias, palavrões e gramática imprópria?

4. Que tipo de escola é melhor durante a meia infância?

Aos 9 anos, eu queria ter um cachorrinho. Meus pais disseram que não, já tínhamos o Dusty, o cachorro da família. Escrevi um poema, prometendo “pentear seus pelos até ficarem macios como seda” e “dar-lhe leite”. Errei duas vezes. O poema era ruim, e o leite de vaca deixa os cachorros doentes. Mas meu pai valorizou meu poema; eu finalmente ganhei Taffy, uma cocker spaniel dourada.

Aos 10 anos, Sarah queria furar as orelhas. Eu disse que não, que seria injusto com suas três irmãs mais velhas, que tiveram que esperar até se tornar adolescentes para fazer isso. Sarah escreveu um depoimento juramentado e persuadiu todas as três a assinar “sem objeções”. Ela conseguiu o que queria.

 

Capítulo 13 Meia Infância: Desenvolvimento Psicossocial

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C A P Í T U L O

Meia Infância:

Desenvolvimento Psicossocial n A

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Que meios algumas crianças desenvolvem para lidar com condições familiares e de vizinhança difíceis?

2. Os pais devem se casar, mesmo com o risco do divórcio, ou não se casar, evitando assim o divórcio?

3. O que pode ser feito a fim de evitar que uma criança seja violenta?

4. Quando as crianças mentiriam para os adultos com o intuito de proteger um amigo?

“Mas, pai, não é justo! Por que o Keaton pode matar os zumbis e eu não?”

“Bem, porque você é jovem demais para matar zumbis. Seu primo Keaton é mais velho, por isso ele pode. Você vai ter pesadelos.”

“Isso não é justo.”

“No ano que vem, depois do seu aniversário, eu deixo você matar zumbis.”

[adaptado de Asma, 2013]

Essa conversa entre um professor universitário e seu filho de 8 anos ilustra o desenvolvimento psicossocial na idade escolar, explicado neste capítulo. Todas as crianças querem fazer o que os maiores já fazem, e os pais tentam proteger seus filhos, às vezes sem sucesso. Ao longo da idade escolar, assuntos referentes aos pais e seus pares, equidade e justiça, inclusão e exclusão são dominantes. Moral é a última seção deste capítulo, porém, já na primeira seção, a natureza das crianças, o tema ética é abordado juntamente com as questões psicossociais.

 

Capítulo 14 Adolescência: Desenvolvimento Biossocial

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C A P Í T U L O

Adolescência:

Desenvolvimento Biossocial n O

Início da Puberdade

Começos Invisíveis

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

perspectivas opostas:

1. Uma vez que a puberdade começa a qualquer momento dos 8 aos 14 anos, como é possível prever seu início para uma criança em particular?

2. Por que alguns adolescentes decidem passar fome, enquanto outros comem demais?

3. Se os impulsos sexuais na adolescência são poderosos e inevitáveis, por que existem tantas variações nas taxas de gravidez e DSTs entre os adolescentes?

Escutei uma conversa entre três adolescentes, entre elas minha filha Rachel; todas já haviam passado aqueles anos em que somos desajeitadas e agora eram bonitas. Estavam discutindo as imperfeições de seus corpos. Uma falou da gordura de sua barriga (que barriga? Eu não via nada), outra de seu pescoço comprido (escondido por seu cabelo sedoso, longo até os ombros).

Rachel queixou-se não só de seu mindinho torto, mas também de seus pés!

 

Capítulo 15 Adolescência: Desenvolvimento Cognitivo

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C A P Í T U L O

Adolescência:

Desenvolvimento Cognitivo n Lógica

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Por que a maioria dos adolescentes pensa que é o centro das atenções?

2. Por que os adolescentes não usam sua nova capacidade cognitiva para pensar logicamente?

3. De que maneira os computadores e telefones celulares afetam a aprendizagem dos adolescentes?

4. Em que escolas (tamanho e tipo) os adolescentes (idade e antecedentes) podem se sentir perdidos e ignorados?

n Duas

Maneiras de Pensar

Intuição Versus Análise

Processamento Dual e o Cérebro n Nativos

Digitais

Tecnologia e Cognição

Um Vício Novo?

Perigo Cibernético n Ensino

Eu ensino em quatro universidades, educando milhares de estudantes universitários. A maior parte do conteúdo dos meus cursos é padrão. Isto me permite cuidar da atualização, adicionando exemplos recentes e ajustando cada período de aulas. Posso decidir a melhor estratégia para cada assunto e cada aula (palestra, debate, enquetes, grupos, vídeos, pares/compartilhamento, dramatizações, respostas escritas, questionários, entre outras).

 

Capítulo 16 Adolescência: Desenvolvimento Psicossocial

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Adolescência:

Desenvolvimento Psicossocial n Identidade

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Por que alguns adolescentes, de um ano para outro, parecem mudar de aparência, comportamento e objetivos na vida?

2. Quando os adolescentes não concordam com seus pais em todos os assuntos, é o momento de os pais desistirem, tornarem-se mais rígidos, ou de tentarem alguma outra coisa?

3. Ter informações sobre sexo faz aumentar a probabilidade de um adolescente se tornar sexualmente ativo?

4. A delinquência é uma fase temporária ou é um sinal de que a pessoa poderá cometer crimes graves na idade adulta?

5. Uma vez que a maioria dos adolescentes experimenta o álcool, por que as leis o proíbem?

Ainda Não Realizado

Quatro Áreas de Formação da

Identidade n Relacionamentos

Pais

uma visão da ciência:

Pais, Genes e Riscos

Outros Adultos

n O

Poder dos Colegas

Colegas e Pais

 

Capítulo 17 Adultez Emergente: Desenvolvimento Biossocial

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1 7

C A P Í T U L O

Adultez Emergente:

Desenvolvimento Biossocial n Crescimento

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Por que os adultos emergentes querem sexo, mas não querem casamento?

2. Por que os adultos emergentes têm menor probabilidade de ir ao médico para exames de rotina?

3. Por que alguém arrisca a própria vida desnecessariamente?

4. Como o abuso de drogas entre os estudantes universitários pode ser reduzido?

e Força

Corpos Fortes e Ativos

uma visão da ciência:

Idades e Estágios

Corpos em Equilíbrio

Mantendo-se Saudável

n Atividade

Sexual

Antes e Agora

Opiniões e Problemas n Psicopatologia

“Qual é a sensação de ter a sua idade?”, perguntou-me Elissa em meu jantar de aniversário.

“Eu não me sinto velha”, eu disse, “mas o número faz pensar que sou.”

“Vinte e cinco é velho também”, disse Sarah. (Ela tinha feito 25, duas semanas antes.)

Nós rimos, mas compreendemos. Embora aos 18 ou 21 anos já tenha sido considerado o início da idade adulta, 25 anos de idade tornou-se o novo ponto de mudança. Por volta dos 18 anos, as mudanças biológicas da adolescência estão completas: uma pessoa está literalmente

 

Capítulo 18 Adultez Emergente: Desenvolvimento Cognitivo

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1 8

C A P Í T U L O

Adultez Emergente:

Desenvolvimento Cognitivo n Pensamento

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Como é o pensamento dos adultos sobre problemas diferentes daqueles da adolescência?

2. Existem evidências de que os adultos têm mais moral do que os adolescentes?

3. Qual país tem a maior taxa de adultos jovens que se graduam na universidade?

4. Como a universidade afeta os processos do pensamento de uma pessoa?

O que você aprendeu hoje?

Quando eu fazia esta pergunta para minhas filhas pequenas, algumas vezes eu percebia a excitação delas sobre novas descobertas (que o sol na verdade não se movimenta no céu), mas também sobre coisas que não me interessavam (como de que maneira o coelho come uma cenoura). Quando eu fazia a mesma pergunta para elas na adolescência, algumas vezes escutava verdades emocionais (você sabia que os escravos não eram considerados pessoas na Constituição?), mas em geral eu obtinha um silêncio. As crianças dão detalhes; os adolescentes podem dizer “Nada”.

 

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