Enfermagem em Saúde Coletiva - Teoria e Prática, 2ª edição

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O campo da Saúde Coletiva está em constante debate, em função do aprimoramento científico e das mudanças sociais, políticas e econômicas que repercutem na assistência, além dos avanços tecnológicos e das exigências de qualificação permanente dos profissionais de saúde. Assim, a segunda edição de Enfermagem em Saúde Coletiva | Teoria e Prática, ampliada e totalmente atualizada, reúne reflexões fundamentais para a atuação do enfermeiro nesse campo, qualificando a prática da Enfermagem e incorporando no cotidiano o potencial das práticas específicas de cuidado, especialmente na atenção primária à saúde._x000D_
Os 22 capítulos que compõe esta obra, didaticamente organizados em três partes, abordam as bases conceituais e operacionais da Saúde Coletiva, o cotidiano do trabalho em saúde e em Enfermagem na atenção primária e o cuidado de Enfermagem na Saúde Coletiva.

22 capítulos

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1 - Pelos Caminhos do SUS |Avanços e Perspectivas deuma Política

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1

Pelos Caminhos do SUS |

Avanços e Perspectivas de uma Política

Carmen da Conceição Araújo Maia, Fernanda Gonçalves Rodrigues e

Lenira de Araújo Maia

Resumo

Este capítulo discute a criação e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), seus princípios e diretrizes, realizando uma retrospectiva desde sua criação até os dias atuais. Nesse percurso, identifica aspectos que representam paradoxos em relação às propostas de mudanças favoráveis à perspectiva do direito à saúde e que exigem intervenções para manter coerência com o que preconiza o sistema de saúde, contribuindo para sua consolidação. Ao abordar a reorganização da atenção primária à saúde no país, por meio da Estratégia de

Saúde da Família (ESF), do seu advento aos dias de hoje, busca superar a lógica programática com vistas a incorporar a perspectiva de uma ação estratégica e transformadora do modo de organizar e atuar em saúde. Discute, ainda, a diretriz da regionalização como fundamento para a efetiva partilha solidária dos recursos tecnológicos e financeiros entre diferentes territórios populacionais e entes federativos, a partir da análise das necessidades de saúde da população e da leitura dos problemas sanitários identificados. A regionalização é tida como perspectiva para avanços do sistema de saúde pela possibilidade de viabilizar novos fluxos de atendimento e distribuição dos serviços instituídos. Desse modo, não penaliza a população residente em regiões que apresentam carência ou escassez de serviços e ações, tampouco onera aquelas que, historicamente, vêm suprindo essas insuficiências. Utilizou-se o conceito de território como resultante do processo de construção humana vivenciada social e politicamente. Aponta, ainda, os desafios que se apresentam de redução do financiamento do setor saúde e do desmantelamento das políticas protetivas com impacto negativo na vida das pessoas.

 

2 - Promoção da Saúde | Histórico, Conceito e Práticas no Contexto da Saúde Coletiva

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Promoção da Saúde |

Histórico, Conceito e

Práticas no Contexto da

Saúde Coletiva

Denise Vianna Amador e Kênia Lara Silva

Resumo

Este capítulo traz uma reflexão sobre a promoção da saúde e as práticas desenvolvidas na concretização desse campo, bem como seus desafios e suas perspectivas. Para tanto, apresenta uma breve descrição sobre a evolução histórica do tema e os dilemas para a promoção da saúde no contexto da saúde coletiva brasileira. Relata, ainda, algumas experiências de promoção da saúde que têm sido desenvolvidas por profissionais da área, apontando seu potencial para desencadear e manter práticas que ganham capilaridade no dia a dia dos serviços.

Conceitos-chave: Intersetorialidade; políticas públicas de saúde; promoção da saúde.

Introdução

A promoção da saúde tem sido pauta de amplos debates desde meados do século passado. Muito se tem discutido, todavia há uma grande distância entre as proposições teóricas e as práticas implementadas. Sabe-se que o setor saúde, com suas ações específicas, sozinho, pode influenciar relativamente pouco na melhoria da qualidade de vida da população e, consequentemente, impactar a promoção da saúde.

 

3 - Educação em Saúde | Concepção e Prática no Cuidado de Enfermagem

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Educação em Saúde |

Concepção e Prática no

Cuidado de Enfermagem

Flávia Andrade Almeida e Marina Celly Martins Ribeiro de Souza

Resumo

A educação em saúde tem se tornado cada vez mais um tema de extrema relevância no contexto da saúde coletiva não apenas no

Brasil, mas em todo o mundo. Levando em conta a importância do enfermeiro no processo de educação em saúde, este capítulo discute seu desenvolvimento, considerando as diferentes concepções e a aplicabilidade no cuidado em saúde coletiva. Além disso, busca apresentar metodologias que possam facilitar a implementação dessa ferramenta no cotidiano do trabalho do enfermeiro.

Conceitos-chave: Atenção primária à saúde; enfermagem; estratégia saúde da família; educação em saúde.

Introdução

Parte essencial do trabalho de cuidar da Enfermagem, entende-se a educação em saúde como o diálogo travado entre as pessoas, com o objetivo de reunir forças e motivação para mudanças, seja de comportamento, atitude ou adaptações às novas situações de vida. A educação em saúde é, também, uma das funções dos profissionais de saúde, em especial da

 

4 - Humanização das Práticas de Saúde no Cuidado e no Trabalho de Enfermagem

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4

Humanização das Práticas de Saúde no Cuidado e no

Trabalho de Enfermagem

Débora Vieira de Almeida e Samira Auxiliadora Pereira

Resumo

O presente capítulo tem por objetivo refletir sobre a humanização na área da saúde e sua relação com o trabalho da Enfermagem. A priori, busca-se contextualizar o conceito de humanização, tendo a alteridade como princípio filosófico do cuidado na saúde e do trabalho da Enfermagem. Descreve, também, os princípios, diretrizes e dispositivos delineados pela Política Nacional de Humanização (PNH), instituída pelo Ministério da Saúde a partir de 2003, além de seus principais desafios na atualidade. Discute-se como a humanização se configura em um dos impulsos para a mudança dos modos de produção de cuidado nos diferentes serviços de saúde, especialmente na atuação da equipe de Enfermagem.

Conceitos-chave: Assistência centrada no paciente; cuidados de enfermagem; humanização da assistência; política de saúde.

Introdução

 

5 - Processo de Trabalho em Saúde e em Enfermagem

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5

Processo de Trabalho em

Saúde e em Enfermagem

Natália de Cássia Horta e Samira Auxiliadora Pereira

Resumo

Este capítulo discute os elementos que compõem o trabalho em saúde, partindo da própria concepção de trabalho, e a evolução de suas modalidades ao longo dos séculos. Além disso, aponta as características das atividades em saúde, considerando as dimensões da

Saúde Coletiva para, em seguida, apresentar o trabalho em Enfermagem. Traz ainda a discussão sobre o dia a dia e a prática do enfermeiro na atenção primária, focalizando a consulta e a supervisão, os procedimentos técnicos e o gerenciamento do cuidado, tecendo desafios e apresentando propostas para a qualificação permanente do trabalho em saúde e em Enfermagem.

Conceitos-chave: Processo de trabalho em saúde; estratégia saúde da família; Enfermagem; prática profissional; produção do cuidado.

Introdução

O trabalho enfoca uma das primeiras marcas da socialização humana. Na medida em que o ser humano se relaciona com o meio em que vive, ele busca transformá-lo e, para isso, elege uma matéria-prima a ser modificada, utiliza instrumentos e gera um produto que, na maioria das vezes, tem o objetivo de atender às suas necessidades de sobrevivência. Assim, o processo de trabalho é composto necessariamente pelos seguintes elementos: um objeto a ser transformado (matéria-prima), os instrumentos e métodos para realizar a transformação, um produto que se quer gerar e o(s) trabalhador(es), sujeito(s) da ação.

 

6 - Planejamento e Gerenciamento das Ações de Saúde pelo Enfermeiro

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6

Planejamento e

Gerenciamento das Ações de Saúde pelo Enfermeiro

Enilmar da Cunha Carvalho, Evandro de Souza Queiróz e Viviane Gonçalves Barroso

Resumo

Este capítulo propõe a articulação entre a Atenção Primária e o planejamento em saúde. Avalia-se, ainda, a importância da análise situacional ampliada como base de informações para o planejamento como ferramenta para o gerenciamento das ações em saúde pelo enfermeiro na saúde coletiva. Os autores propõem o uso do Planejamento Estratégico Situacional (PES), apresentando o passo a passo para sua implementação pelas equipes nas unidades de saúde.

Conceitos-chave: Atenção primária à saúde; enfermagem em saúde comunitária; planejamento em saúde; planejamento estratégico.

Introdução

O planejamento em saúde pode ser discutido em diversos setores, desde a construção de políticas públicas nacionais, passando pela atualização legal do Sistema até o planejamento local em saúde, nos setores públicos ou privados. Apesar da existência de diferentes correntes de planejamento, este capítulo pretende discutir o Planejamento Estratégico Situacional (PES) aplicado à realidade local, considerando que a qualificação da assistência acontece mediante o planejamento e o gerenciamento do trabalho em saúde, focado no usuário e em determinado território. Mais especificamente, pretende-se realizar a abordagem ao planejamento no contexto do trabalho do enfermeiro na atenção primária, fundamentada na

 

7 - Comunicação e Informação em Saúde | O Enfermeiro na Construção do Sujeito Informacional

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7

Comunicação e

Informação em Saúde | O

Enfermeiro na Construção do Sujeito Informacional

Maria Elizabeth Oliveira Silva e Samira Auxiliadora Pereira

Resumo

Este capítulo trata da comunicação em saúde, destacando o uso da informação pelos profissionais no âmbito da saúde coletiva, considerando sua interface com a comunicação, a educação e a participação social historicamente constituída. Ressalta, ainda, a importância do uso da informação no cotidiano dos serviços de saúde na perspectiva de superação da visão instrumental que orienta práticas prescritivas e fragmentadas, visando à possibilidade de apropriação e utilização adequada das informações produzidas pelas equipes de saúde, especialmente pela Enfermagem. Identifica, também, a dificuldade das equipes de saúde em estabelecer espaços de comunicação efetiva e incorporar o uso das informações como ferramenta para sua prática cotidiana na assistência à saúde de indivíduos, grupos e coletividades. Perpassa pela descrição das principais bases de dados dos Sistemas de Informação em Saúde (SIS), utilizadas no contexto da saúde coletiva. Enfim, desenvolve a concepção do sujeito informacional, delineando as habilidades necessárias para a incorporação desse conceito pelos trabalhadores de saúde no cotidiano dos serviços, que os torna capazes de produzir mudanças significativas para garantir e legitimar práticas de democratização da informação em saúde no processo de construção do SUS.

 

8 - Educação Permanente em Saúde | Concepções e Perspectivas

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8

Educação Permanente em Saúde | Concepções e

Perspectivas

Maria Elizabeth Oliveira Silva e Samira Auxiliadora Pereira

Resumo

A Educação Permanente em Saúde (EPS) configura-se como dispositivo potente para a discussão sobre o trabalho na saúde com vistas

às transformações necessárias para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). O enfermeiro inserido no cotidiano das práticas de saúde pode utilizar a EPS como meio de alcançar o envolvimento da sua equipe com a busca da qualidade da assistência de Enfermagem e o reconhecimento do seu papel educativo. O presente capítulo destaca as premissas, diretrizes, características políticas e pedagógicas do processo da EPS, enfatizando o seu manejo na qualificação do trabalho na saúde e em Enfermagem.

Conceitos-chave: Atenção primária à saúde; educação permanente em saúde; enfermagem; processo de trabalho em saúde.

Introdução

O setor saúde no Brasil vem sofrendo mudanças conceituais e estruturais significativas ao longo do tempo, constituindo-se uma área em franca expansão se comparada a outros setores no país como a educação, a assistência social, a cultura e outros. Esse franco desenvolvimento acompanha a tendência econômica atual de aprimoramento dos setores de prestação de serviços no mundo globalizado.

 

9 - Sistematização da Assistência de Enfermagem em Saúde Coletiva | Processo de Enfermagem e Classificações

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Sistematização da

Assistência de Enfermagem em Saúde Coletiva |

Processo de Enfermagem e Classificações

Meire Chucre Tannure, Tânia Couto Machado Chianca e Agma Leozina Viana Souza

Resumo

Este capítulo revisa o Processo de Enfermagem; contempla a Teoria das Necessidades Humanas Básicas (NHB) de Wanda de Aguiar

Horta; apresenta a Classificação Internacional para as Práticas de Enfermagem (CIPE®) e o relato de uma das contribuições brasileiras ao projeto CIPE®: um catálogo desenvolvido para a área da saúde coletiva, denominado Classificação Internacional para as Práticas de

Enfermagem em Saúde Coletiva (CIPESC). Tem como objetivos divulgar a importância das classificações no processo de trabalho dos enfermeiros, melhorar a qualidade da assistência prestada pela equipe de Enfermagem e contribuir para a reorganização do cuidado com a utilização de uma linguagem unificada, colaborando, dessa forma, para a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).

 

10 - Qualidade e Segurança no Cuidado na Atenção Primária à Saúde

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10

Qualidade e

Segurança no

Cuidado na Atenção

Primária à Saúde

Helen Cristiny Teodoro Couto Ribeiro, Lívia Cozer Montenegro,

Luciana Regina Ferreira da Mata e Simone Gravitol Marchon

Resumo

A proposta deste capítulo é apresentar e discorrer sobre os conceitos de qualidade e de segurança do paciente na Atenção Primária à

Saúde (APS), pilares essenciais para o desenvolvimento de boas práticas rumo à excelência assistencial. Considerando a complexidade de se qualificar as práticas e de se desenvolver uma cultura voltada para a segurança nesse nível de atenção, compreende-se a relevância de refletir, discutir e pesquisar a segurança do paciente e os instrumentos e indicadores para organização da qualidade na APS.

Diante da importância e da obrigatoriedade legal da constituição de Núcleos de Segurança (NSP) e elaboração do Plano de Segurança do Paciente (PSP) nos municípios, serão discutidas estratégias fundamentais para quebrar o paradigma da cultura de punição frente a um incidente, melhorando continuamente a qualidade e a segurança na APS.

 

11 - Setor de Saúde Suplementar no Brasil | Interfaces com a Atuação do Enfermeiro

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Setor de Saúde

Suplementar no Brasil |

Interfaces com a Atuação do Enfermeiro

Sophia Urhânia Medeiros e Camila Barbosa da Costa

Resumo

Este capítulo contextualiza o setor suplementar no sistema de saúde brasileiro e os pontos de interface com a atuação do enfermeiro.

São citados os tipos de organização que compõem a saúde suplementar no cenário brasileiro e uma síntese da legislação que regulamenta o setor, discutindo algumas modalidades assistenciais que têm sido incorporadas pelo setor suplementar, como os processos de produção do cuidado.

Conceitos-chave: Saúde suplementar; Enfermagem; regulação em saúde; saúde coletiva.

Introdução

A saúde coletiva surge de movimentos e lutas sociais do seu tempo. Na América Latina, é confundida com as lutas pela redemocratização dos países que viveram sob ditadura.

A democratização da saúde, concebida e teorizada pela Saúde Coletiva, compromete-se com a democracia substantiva e progressiva, com ideais libertários e com a emancipação dos sujeitos na conquista de modos de vida mais saudáveis

 

12 - Avaliação e Intervenção na Família no Contexto da Saúde Coletiva | Pressupostos Teóricos e Metodológicos

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12

Avaliação e Intervenção na Família no Contexto da Saúde Coletiva |

Pressupostos Teóricos e

Metodológicos

Gisele Fráguas, Shirley Pereira de Almeida e Sônia Maria Soares

Resumo

A Estratégia Saúde da Família tem como propósito atender a família integralmente em seu espaço social desenvolvendo ações de promoção, prevenção, tratamento e recuperação da saúde, aumentando sua capacidade resolutiva a partir da atenção e do cuidado da unidade familiar. Para atender à família, é necessário que os profissionais compreendam seu conceito, sua dinâmica e seu papel com cada um de seus membros, conhecendo os determinantes envolvidos no processo saúde-doença e sua influência na interação entre as famílias.

O objetivo deste capítulo consiste em descrever algumas concepções acerca do conceito das diversas modalidades de família, bem como delinear seu contexto histórico e os instrumentos de avaliação e intervenção acessíveis aos profissionais nas unidades de saúde.

 

13 - Domicílio como Locus para o Cuidado | Visita Domiciliar

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13

Domicílio como Locus para o Cuidado | Visita

Domiciliar

Evandro de Souza Queiróz, Marina Celly Martins Ribeiro de Souza,

Patrícia Pinto Braga e Viviane Gonçalves Barroso

Resumo

A visita domiciliar deve ser entendida como estratégia para viabilizar o plano terapêutico individual ou familiar e utilizada como ferramenta do cuidado em saúde. Levando-se em conta as particularidades que permeiam essa atividade, o capítulo discute as especificidades da visita domiciliar e reflete sobre sua importância como estratégia de cuidado que promove a participação da família. É oportuno salientar que não se pretende descrever protocolos ou rotinas para o atendimento no domicílio, mas sim discutir a abordagem de aspectos que devem ser considerados no cuidado domiciliar, como a mudança da produção do trabalho e o cuidado centrado na família, aspectos éticos e o planejamento, em equipe, desta ferramenta de cuidado.

Conceitos-chave: Atenção domiciliar; enfermagem; visita domiciliar.

 

14 - “Saber”, “Fazer” e “Ser” Enfermeiro nas Práticas de Imunização

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14

“Saber”, “Fazer” e “Ser”

Enfermeiro nas Práticas de Imunização

Juliana Carvalho Araujo Leite e Lenise Westin Maciel Dornas

Resumo

Este capítulo discute os conhecimentos (o saber), as atitudes (o saber ser) e os fazeres (o saber fazer) que fundamentam a atividade de vacinação, buscando subsidiar a prática do enfermeiro na saúde coletiva. Para tanto, aborda os calendários de vacinação, as especificidades de preparo e administração dos imunobiológicos, a organização e o funcionamento da sala de vacinação e a importância do registro e da avaliação das ações realizadas. Salienta a importância da vacinação como uma estratégia de vigilância da saúde e a atuação do enfermeiro no processo de trabalho na atenção primária, de modo a não fragmentar a assistência.

Conceitos-chave: Competência; enfermagem; imunização.

Introdução

É inegável a contribuição da vacinação no controle de doenças transmissíveis. Para que a vacinação seja uma estratégia eficaz no rompimento da cadeia de transmissão, é preciso alcançar

 

15 - Prática do Enfermeiro na Atenção Integral à Saúde da Criança | Como Construir a Criança Cidadã

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15

Prática do Enfermeiro na Atenção Integral à

Saúde da Criança | Como

Construir a Criança Cidadã

Anésia Moreira Faria Madeira, Ieda Maria Andrade Paulo, Lindalva Carvalho Armond,

Maria Elizabeth Oliveira Silva e Milson Álvares da Fonseca

Resumo

Este capítulo aborda a organização das ações de Enfermagem para o acompanhamento da criança, destacando a vigilância em saúde.

Ressalta a importância do trabalho do enfermeiro e dos demais membros da equipe de saúde a fim de favorecer e potencializar o cuidado integral à saúde da criança.

O capítulo aborda, ainda, a prática assistencial, gerencial e educativa dos enfermeiros para a construção da criança cidadã. Os primeiros passos consistem em conhecer as crianças, realizar o diagnóstico social epidemiológico, estratificar por vulnerabilidade e faixa etária, planejar, implementar e avaliar a gestão dessa assistência, levando em consideração: estrutura física, recursos humanos, equipamentos, materiais e insumos, apoio diagnóstico e resolutividade na rede de saúde do SUS. Todos estão convidados para refletir sobre os passos da organização da atenção integral à saúde da criança.

 

16 - Abordagem ao Adolescente e ao Jovem na Atenção Primária

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Abordagem ao

Adolescente e ao Jovem na Atenção Primária

Angela Maria Drumond Lage, Luciana Ramos de Moura e Natália de Cássia Horta

Resumo

Este capítulo trata da abordagem ao adolescente e ao jovem na Atenção Primária à Saúde e tem como objetivo discutir o conceito de adolescência e juventude, as políticas públicas de saúde e projetos direcionados a esse segmento, bem como propor estratégias para organização da assistência a essa população. Espera-se que, após a leitura, seja possível que o enfermeiro, junto à sua equipe, proponha e experimente ações bem estruturadas com adolescentes e jovens em sua comunidade.

Conceitos-chave: Adolescência; consulta de enfermagem; Estratégia de Saúde da Família; juventude; Práticas de Enfermagem em saúde coletiva na atenção primária; saúde coletiva.

Introdução

Este capítulo se inicia com uma reflexão primordial: ao se pensar em adolescentes e jovens, de quem se está falando?

Quem são os adolescentes e jovens do Brasil? Como falar deles? Quando e por quê? O que sustenta esse discurso?

 

17 - Saúde da Mulher | Desafios para Enfermeirosque Atuam na Atenção Primária

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17

Saúde da Mulher |

Desafios para Enfermeiros que Atuam na Atenção

Primária

Míriam Rêgo de Castro, Rosa Maria Godoy Serpa da Fonseca e Thatiana Malta Gomes

Resumo

Este capítulo trata da atenção à saúde das mulheres ao abordar questões sobre saúde sexual e reprodutiva, gestação, parto e puerpério, prevenção de câncer de mama e de colo do útero, violência contra a mulher e menopausa. Aponta a necessidade de se prestar cuidado integral, equânime, baseado nas melhores evidências científicas disponíveis, centrado na mulher como cidadã de direito e como participante ativa da produção da saúde, especialmente nos espaços de controle social. Considerando os cuidados primários em saúde, apresenta os procedimentos técnicos preconizados pelo Ministério da Saúde para garantir a assistência integral às mulheres, contribuindo para a melhoria das suas condições de saúde.

Conceitos-chave: Assistência de Enfermagem; câncer de colo; câncer de mama; direitos sexuais e reprodutivos; gestação; menopausa; parto; puerpério; saúde da mulher; violência.

 

18 - Homem, Saúde e Cuidado | Uma Trajetória em Construção

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18

Homem, Saúde e

Cuidado | Uma Trajetória em Construção

Ana Paula Azevedo Hemmi e Shirley Pereira de Almeida

Resumo

Este capítulo pretende refletir e discutir sobre a abordagem da Enfermagem à saúde do homem nas Unidades de Saúde, considerando a necessidade de um atendimento integral. Salienta-se que os homens necessitam de cuidados relacionados com prevenção de agravos e doenças – câncer de próstata, infecções sexualmente transmissíveis (IST), violência, acidentes de trânsito, alcoolismo e outros – direcionados às suas características específicas, como as questões de gênero, que se refletem na suscetibilidade e na vulnerabilidade ao aparecimento de muitos desses agravos. Assim, é importante considerar as possíveis estratégias para a inserção dos homens nas Unidades de Saúde e sua adesão às ações de prevenção de agravos e de promoção da saúde, embora esse espaço, até então, seja reconhecido pelo senso comum como um espaço feminino.

Conceitos-chave: Cuidados de enfermagem; saúde coletiva; saúde do homem.

 

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