Exames laboratoriais e procedimentos diagnósticos em cães e gatos

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Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos propicia aos clínicos e estudantes de veterinária uma referência completa e de consulta rápida para procedimentos diagnósticos e exames laboratoriais utilizados diariamente no diagnóstico e no controle de enfermidades de cães e gatos. 

Atualizada e em formato de fácil acesso, a obra reúne o conteúdo acerca dos exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos, o qual encontrava-se disperso em diversas fontes clínicas. Nesse sentido, não há outro livro tão abrangente que apresente todos estes procedimentos diagnósticos e exames laboratoriais em um só volume. A seção de exames laboratoriais possibilita rápido acesso aos exames clinicamente importantes, com informações gerais sobre sua preparação, realização e fatores que os influenciam, bem como um guia conciso para interpretação do resultado do exame.

A obra é uma fonte de referência atualizada sobre dados médicos, ideal para os médicos veterinários que buscam um atendimento de alta qualidade.

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21 capítulos

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A

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A

Vaden A.indd 1

Abdominocentese e Análise do Líquido, 2

Acetilcolinesterase, 6

Ácidos Biliares, 8

Alanina Aminotransferase, 11

Albumina, 14

Albumina na Urina, 16

Amilase, 19

Amônia, 21

Análise de Líquidos, 24

Análise de Urólitos, 27

Angiografia e Angiocardiografia, 30

Anticorpo Antinuclear, 35

Anticorpo Antirreceptor de Acetilcolina, 37

Antígeno de Giardia nas Fezes, 39

Aquocentese e Vitreocentese, 41

Artrocentese e Análise do Líquido Sinovial, 43

Artroscopia, 49

Aspartato Aminotransferase, 51

Aspiração com Agulha Fina, 54

Atividade Enzimática na Hemácia, 56

Audiometria de Tronco Cerebral, 58

Autoanticorpo Antitireoglobulina, 60

26/08/13 22:41

2

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

 

B

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B

Vaden B.indd 63

Babesia, 64

Bartonella, 66

Bicarbonato, 69

Bilirrubina, 71

Bilirrubina na Urina, 74

Biopsia Cutânea, 76

Biopsia de Músculo e Nervo, 78

Biopsia de Tecido | Agulha e Punch, 81

Biopsia e Aspirado de Medula Óssea, 84

Biopsia Hepática, 87

Biopsia Óssea, 92

Broncoscopia, 95

26/08/13 23:33

64

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Babesia

Adam J. Birkenheuer

Considerações básicas

Tipo de amostra

Sangue.

Contraindicações

Não há.

Risco de complicações

Não há.

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

Babesiose é causada por parasitas protozoários intraeritrocitários, transmitidos por carrapatos. Anemia hemolítica é a consequência clínica mais grave da infecção, mas também pode ocorrer trombocitopenia. A babesiose pode se apresentar como doença aguda ou crônica e alguns animais podem ser carreadores assintomáticos. Há várias opções de testes disponíveis:

 

C

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C

Vaden C.indd 99

Cálcio, 100

Calcitriol, 103

Carnitina, 105

Cateterização Cardíaca, 109

Cateterização Vesical, 117

Cetonas na Urina, 120

Chumbo, 122

Cinomose, 124

Cintigrafia de Perfusão Pulmonar, 127

Cintigrafia da Tireoide, 130

Cintigrafia Óssea, 133

Cintigrafia Portal Transesplênica, 137

Cistocentese, 140

Cistometria e Medida da Pressão Uretral, 143

Citologia Auricular e de Superfície Cutânea, 146

Citologia de Aspirado de Medula Óssea | Exame Microscópico, 148

Citologia e Esfregaço de Fezes Direto, 153

Cloreto, 156

Cobalamina, 158

Colesterol, 160

Coleta de Amostra de Sangue, 163

Coleta de Líquido Cefalorraquidiano, 165

 

D

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D

Densidade da Urina, 208

Desobstrução Nasolacrimal, 211

Detecção de Anticorpos contra Plaquetas, 213

Determinação da Pressão Sanguínea | Não Invasiva e Invasiva, 215

Dímero D, 219

Vaden D.indd 207

27/08/13 00:03

208

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Densidade da Urina

Karen E. Russell

Considerações básicas

Tipo de amostra

Indicações

Avaliação da função renal, verificando a capacidade dos rins de concentrar urina.

Urina.

Contraindicações

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

A concentração apropriada de solutos na urina requer função renal adequada, cuja eficiência depende da ingestão de líquido, da filtração glomerular, da reabsorção e da secreção tubular renal, da liberação e resposta à vasopressina e da magnitude da perda de líquido extrarrenal. A reabsorção e a secreção tubular renal de solutos e água regulam o equilíbrio e a concentração total de solutos na urina. Em animais saudáveis, espera-se que a concentração de solutos na urina aumente quando os rins conservam água e diminua quando aumentar a eliminação hídrica. Solutos urinários incluem eletrólitos (p. ex., sódio, potássio, cloreto, cálcio, magnésio, fósforo, sulfato, NH4ϩ) e metabólitos [p. ex., ureia, creatinina (Cr), ácido úrico].

 

E

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E

Vaden E.indd 223

Ecocardiograma, 224

Ehrlichia/Anaplasma, 228

Elastase Fecal, 231

Eletrocardiografia, 232

Eletroencefalografia, 237

Eletroforese de Proteínas, 240

Eletromiografia, 244

Eletroneurografia, 247

Eletrorretinografia, 249

Epidurografia, 252

Eritropoetina, 254

Esferas de Polietileno Impregnadas com Bário, 256

Esfregaço por Impressão | Imprint, 260

Esofagogastroduodenoscopia, 261

Esofagograma, 264

Estradiol, 267

Estudos Radiográficos Contrastados do Trato Gastrintestinal

Inferior, 269

Esvaziamento da Bexiga por Hidropropulsão, 271

Etilenoglicol, 273

Exame com a Lâmpada de Wood, 275

Exame de Urina, Considerações Gerais, 277

Exame do Sêmen, 279

 

F

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F

Vaden F.indd 289

Fator de von Willebrand, 290

Fator Reumatoide, 292

Fatores de Coagulação, 294

Febre Maculosa das Montanhas Rochosas, 297

Ferritina, 299

Fibrinogênio, 301

Flotação Fecal, 303

Fluoroscopia, 307

Folato, 309

Fosfatase Alcalina, 311

Fósforo, 313

Fragilidade Osmótica, 316

Frutosamina, 318

28/08/13 08:49

290

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Fator de von Willebrand

Marjory Brooks

Considerações básicas

Tipo de amostra

Sangue.

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

O fator de von Willebrand (FvW) consiste em uma glicoproteína plasmática de adesão necessária para a formação do agregado plaquetário e para o controle de pequenas hemorragias vasculares.

O FvW é sintetizado nas células endoteliais e nos megacariócitos, os quais sofrem extenso processamento pós-translacional que resulta na formação e liberação de complexos de grandes subunidades (multímeros). Grandes multímeros do FvW auxiliam na adesão plaquetária por meio de interações com o colágeno subendotelial e os receptores de membrana das plaquetas.

 

G

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G

Gamaglutamiltransferase, 322

Gastrina, 324

Glicose, 326

Glicose na Urina, 329

Globulinas, 332

Gordura nas Fezes, 334

Vaden G.indd 321

27/08/13 07:39

322

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Gamaglutamiltransferase

Perry J. Bain

Considerações básicas

Tipo de amostra

Sangue.

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

Acredita-se que a gamaglutamiltransferase (GGT) seja uma enzima ligada à membrana celular, envolvida no metabolismo da glutationa. GGT está presente na maioria dos tipos celulares

(excluindo-se os monócitos); as células epiteliais dos ductos biliares e dos túbulos renais (borda em escova) apresentam alta atividade de GGT. Embora exista GGT em vários tecidos (com atividade particularmente elevada no pâncreas, rins e mucosa intestinal), o aumento da atividade sérica de GGT é considerado em especial um marcador de doença hepática. Pode haver aumento dessa enzima nos casos de colestase ou de necrose biliar. O mecanismo exato de aumento da atividade sérica de

 

H

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H

Hematócrito, 338

Hemogasometria, 340

Hemoglobina, 343

Hemoglobina Glicosilada, 345

Hemograma, 348

Hormônio Estimulante da Tireoide, 349

Hormônio Luteinizante, 352

Vaden H.indd 337

27/08/13 07:51

338

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Hematócrito

Jennifer L. Brazzell

Considerações básicas

Tipo de amostra

Sangue.

Orientação ao cliente

Não há.

Sistemas corporais avaliados

Hematológico, linfático e imune.

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

Os termos volume globular (VG) e hematócrito (Ht) são empregados como sinônimos, embora, na verdade, seus valores sejam especificados de maneira diferente. VG é um número mensurado que representa a porcentagem de hemácias no sangue total. Um tubo microcapilar preenchido com sangue é centrifugado e mensura-se a altura da coluna de hemácias com relação à parte superior da coluna de plasma. Ht é um número calculado gerado por analisadores hematológicos automáticos.

 

I

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I

Vaden I.indd 355

Imunorreatividade da Lipase Pancreática, 356

Imunorreatividade Semelhante à Tripsina, 358

Indicadores de Tumor de Bexiga, 360

Índices Hematimétricos, 362

Inibidor da Alfa1-Protease, 364

Insulina e Razão Insulina:Glicose, 366

Intervalo Aniônico | Anion Gap, 369

27/08/13 07:57

356

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Imunorreatividade da Lipase Pancreática

Panagiotis G. Xenoulis e Jörg M. Steiner

Considerações básicas

Tipo de amostra

Orientações ao cliente

Sangue.

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

Lipases são enzimas que hidrolisam substratos hidrossolúveis, como triglicerídios, nos produtos de lipólise mais polares.

Várias células são capazes de produzir lipases e todas as lipases de diferentes origens celulares (p. ex., lipase pancreática, lipase gástrica) compartilham a mesma função. Contudo, lipases de diversas origens celulares diferem imunologicamente umas das outras e a utilidade clínica do teste da imunorreatividade da lipase pancreática (ILP) baseia-se nessa característica. A lipase pancreática é sintetizada exclusivamente pelas células acinares do pâncreas e normalmente é secretada no sistema de ductos pancreáticos. Em condições fisiológicas, pequenas quantidades de lipase pancreática alcançam a circulação. Nas doenças inflamatórias do pâncreas, grande quantidade de lipase pancreática alcança a circulação e pode ser detectada pelo teste ILP.

 

L

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L

Vaden L.indd 373

Lactato, 374

Laparoscopia, 376

Lavado Broncoalveolar, 379

Lavado e Biopsia Nasais, 383

Lavado Prostático, 388

Lavado Traqueal, 391

Leptospirose, 393

Leucócitos | Basófilos, 396

Leucócitos | Eosinófilos, 398

Leucócitos | Linfócitos, 400

Leucócitos | Monócitos, 403

Leucócitos | Neutrófilos, 405

Linfangiografia, 407

Lipase, 410

27/08/13 08:23

374

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Lactato

Michael S. Lagutchik

Considerações básicas

Amostragem

Tipo de amostra

Coleta

Sangue.

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

O ácido láctico é o produto final do metabolismo anaeróbico da glicose. É produzido diariamente (p. ex., durante exercícios), mas também durante processos patológicos (p. ex., choques). Em pH fisiológico, o ácido láctico dissocia-se imediatamente em íons lactato e hidrogênio, sendo o lactato excretado pelo fígado e pelos rins. O acúmulo de lactato clinicamente relevante se deve à hipoperfusão tecidual e à subsequente hipoxia tecidual, com desvio para glicólise anaeróbica.

 

M

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M

Magnésio, 414

Mensuração do Sulco Gengival, 416

Metemoglobina, 419

Micoplasmas Hemotróficos, 421

Mielografia, 423

Miosite de Músculos Mastigatórios (Teste de Anticorpo 2M), 426

Monitoramento Eletrocardiográfico Ambulatorial, 428

Morfologia das Hemácias, 432

Vaden M.indd 413

27/08/13 18:55

414

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Magnésio

Seth E. Chapman e Karen E. Russell

Considerações básicas

Técnica

Tipo de amostra

Sangue.

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

O magnésio (Mg) é o segundo cátion intracelular mais abundante, depois do potássio, e um cofator essencial em centenas de reações enzimáticas; está também associado à produção de

ATP, ao transporte de íons e ao estabelecimento de gradiente elétrico transmembrana. No corpo, o magnésio está presente nos ossos (aproximadamente 67%), em tecidos moles (aproximadamente 32%) e no líquido extracelular/plasma (aproximadamente 1%). Esta última porção é dividida em fração ionizada ou livre (aproximadamente 55%), em fração ligada à proteína

 

N

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N

Nitrogênio Ureico, 438

Vaden N.indd 437

27/08/13 19:03

438

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Nitrogênio Ureico

Joyce S. Knoll

Considerações básicas

Amostragem

Tipo de amostra

Coleta

Sangue.

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

A ureia é um subproduto do nitrogênio utilizado para avaliar a taxa de filtração glomerular. Sua síntese depende tanto da função hepática quanto do equilíbrio proteico (produção de amônia). É o principal produto final do metabolismo de proteínas quando a amônia, liberada durante a determinação de aminoácidos, é transformada em ureia no fígado, via ciclo de ureia. Uma vez formada, a ureia é transportada do fígado pelo sistema vascular e se difunde de forma passiva por toda a água corporal. Pequena quantidade de ureia contida no alimento é absorvida diretamente ou metabolizada em amônia pelas bactérias intestinais, para, assim, ser absorvida.

 

O

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O

Osmolalidade, 442

Oximetria de Pulso, 444

Vaden O.indd 441

27/08/13 19:06

442

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Osmolalidade

Brenda Yamamoto e M. Judith Radin

Considerações básicas

Tipo de amostra

Sangue

Urina.

plasma. Urina hiperstenúrica apresenta osmolalidade maior do que a do plasma e indica que a urina encontra-se muito concentrada.

Indicações

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

A osmolalidade de um líquido é a quantidade total de partículas de soluto por quilograma de solvente (mOsm/kg). É diferente de osmolaridade, que corresponde à quantidade de partículas de soluto em um litro de solução. No soro normal, os principais contribuintes (Ͼ 95%) para a osmolalidade são os que estão presentes em concentrações mais elevadas, com maior contribuição de Naϩ e ClϪ. Isto é seguido, de longe, por bicarbonato,

Kϩ, ureia e glicose. Outros eletrólitos, como magnésio, cálcio e fosfato, além de solutos, como proteínas, contribuem muito pouco para a osmolalidade sérica.

 

P

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P

Vaden P.indd 447

Paratormônio, 448

Peptídios Natriuréticos, 451

Pericardiocentese, 453

Pesquisa de Anticoagulante, 458

Pesquisa de Célula LE, 459 pH da Urina, 461

Potássio, 463

Preparação de Creme Leucocitário, 466

Preparação de Esfregaço Sanguíneo, 468

Pressão Venosa Central, 471

Produtos de Degradação da Fibrina, 473

Progesterona, 476

Proteína de Bence-Jones, 479

Proteína Heme na Urina, 481

Proteína na Urina, 484

Proteína Relacionada com o Paratormônio, 487

Proteína Total, 489

Proteínas Anticoagulantes, 491

Proteínas de Fase Aguda, 493

Punção Aspirativa de Massa ou Órgão Guiada por

Ultrassonografia, 495

Punção Aspirativa e Biopsia Renais, 499

27/08/13 19:12

448

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

 

R

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R

Radiografia Abdominal, 504

Radiografia com Feixe Horizontal, 509

Radiografia de Tórax, 513

Radiografia Dentária, 520

Radiografia do Crânio, 525

Radiografia Óssea, 529

Radiografias Contrastadas do Trato Gastrintestinal Superior, 532

Raspado de Pele e Tricograma, 535

Raspado e Citologia Conjuntivais, 537

Raspado Retal e Citologia, 539

Razão Cortisol:Creatinina, 541

Razão Gamaglutamiltransferase:Creatinina na Urina, 543

Razão Proteína:Creatinina Urinária, 545

Reação Cruzada, 548

Relaxina, 550

Ressonância Magnética, 552

Retirada de Cálculos Guiada por Cateter, 556

Rinoscopia, 557

Vaden R.indd 503

27/08/13 19:22

504

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Radiografia Abdominal

 

S

PDF Criptografado

S

Vaden S.indd 563

Sangue Oculto nas Fezes, 564

Sedimentação Fecal e Teste de Baermann, 566

Sedimento Urinário, 568

Sódio, 573

Somatomedina C, 576

Sorologia Específica para Alérgenos, 579

Sorologia para a Doença de Lyme, 581

Sorologia para Brucelose, 584

Sorologia para Dirofilariose, 587

Sorologia para Toxoplasmose, 589

27/08/13 19:33

564

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Sangue Oculto nas Fezes

Jennifer Steinberg

Considerações básicas

Tipo de amostra

Fezes.

Sistemas corporais avaliados

Explanação sobre o teste e fisiologia relacionada

Em pacientes veterinários normais, somente pequenas quantidades de sangue passam pelo trato GI. Tumores GI malignos e benignos podem causar hemorragia GI. Com o crescimento de um tumor para o lúmen intestinal, qualquer tecido friável, submetido a repetidos traumas pelo fluxo fecal, pode ulcerar e sangrar. Outras causas de hemorragia GI incluem úlceras, doença intestinal inflamatória e presença de corpos estranhos. Sangue no trato GI inferior normalmente não é visível, mas pode estar presente no trato GI proximal e não ser visto a olho nu, nas fezes, pois o sangue encontra-se digerido. Ademais, sangue oculto nas fezes pode ter origem em lesões bucais ou nasofaríngeas, se o sangue tiver sido engolido e esteja presente no trato GI.

 

T

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T

Vaden T.indd 593

Taurina, 594

Taxa de Filtração Glomerular, 597

Tempo de Coagulação Ativada, 601

Tempo de Protrombina, 603

Tempo de Sangramento, 605

Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada, 608

Teor de Ferro e Capacidade de Ligação de Ferro Total, 611

Teste Alimentar, 613

Teste da Fluoresceína, 616

Teste de ACTH, 618

Teste de Coombs, 620

Teste de Estimulação do ACTH, 622

Teste de Estimulação do Hormônio Estimulante da Tireoide, 625

Teste de Knott, 627

Teste de Privação de Água Modificado, 629

Teste de Resposta à Desmopressina, 632

Teste de Resposta ao Hormônio Liberador de

Tireotropina (TRH), 635

Teste de Schirmer, 637

Teste de Sensibilidade Alimentar por Gastroscopia e

 

U

PDF Criptografado

U

Ultrassonografia Abdominal, 694

Ultrassonografia Cerebral, 698

Ultrassonografia de Baço, 700

Ultrassonografia de Fígado e Vesícula Biliar, 704

Ultrassonografia de Glândulas Adrenais, 710

Ultrassonografia de Pâncreas, 713

Ultrassonografia de Tireoide e Paratireoides, 716

Ultrassonografia de Tórax, 720

Ultrassonografia de Trato Urinário Inferior, 723

Ultrassonografia de Útero, 726

Ultrassonografia Gastrintestinal, 729

Ultrassonografia Ocular, 733

Ultrassonografia Renal, 737

Uretrocistografia, 741

Uretrocistoscopia, 745

Urografia Excretora, 749

Vaden U.indd 693

27/08/13 20:04

694

Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos

Ultrassonografia Abdominal

Anne Bahr

Considerações básicas

Procedimento

 

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