Periodontia e Implantodontia - Algoritmos de Hall para Prática Clínica, 5ª edição

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Desde a primeira edição da obra, a base de conhecimentos em relação aos avanços da regeneração periodontal, estética e implantodontia vem se modificando rapidamente. Tendo isso em mente, os autores recrutaram mais de 100 especialistas para discutir sua lógica e raciocínio em diversas situações clínicas. Esta quinta edição foi atualizada e expandida para incluir tópicos relevantes para os dias atuais, por exemplo, “o estado da arte” da prática clínica. Esta ampliação – associada à homenagem ao Dr. Hall – levou-os a escolher o título deste livro: Periodontia e Implantodontia | Algoritmos de Hall para Prática Clínica. Os capítulos foram agrupados em doze seções e identificados por cores para facilitar a consulta. Organizaram-se as seções de modo a conduzir o leitor ao longo do processo de tomada de decisão, começando com o exame clínico, passando pelo tratamento periodontal global e finalizando com o tratamento com implantes.

 

12 capítulos

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Parte 1 | Exame Clínico

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Parte

1

Exame Clínico

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História Médica

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Alan W. Budenz e Walter B. Hall

A

obtenção de uma história médica completa é uma das primeiras etapas do atendimento após se receber e cumprimentar um novo paciente. Em todas as consultas subsequentes, deve-se indagá-lo se “Ocorreu alguma alteração em seu estado de saúde desde a nossa última consulta?” ou “Como você tem passado desde a última vez?”. Essas questões podem revelar importantes respostas. “Descobri que estou grávida” pode parecer irrelevante para a paciente sob o ponto de vista odontológico, mas afeta, de modo significativo, o modo como o profissional deve conduzir o tratamento. Em seguida, após essa simples pergunta, o profissional deve questionar o paciente sobre as visitas ao seu médico, doenças e mudanças na medicação desde a última consulta. É essencial que esses questionamentos ocorram antes de qualquer procedimento odontológico. No prontuário, o profissional deve registrar que a história médica do paciente foi atualizada escrevendo

 

Parte 2 | Diagnóstico

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Parte

2

Diagnóstico

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Sistema de Classificação para Doenças e Condições

Periodontais

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Gary C. Armitage

O

s sistemas de classificação para doenças multifatoriais, nas quais existem combinações complexas de agentes etiológicos não completamente compreendidos e diversos fatores de risco putativos, são úteis para estudos dessas doenças em grandes populações. Esses sistemas fornecem um esquema para o estudo da etiologia, da epidemiologia e do resultado do tratamento para um conjunto de doenças ou condições semelhantes. Eles não fornecem um conjunto de critérios rígidos que pode ser facilmente utilizado para se chegar a um diagnóstico para um paciente individual. Tais sistemas de classificação só podem servir como estrutura geral dentro da qual pode ser alocado um diagnóstico para um paciente em particular.

O sistema de classificação atual foi desenvolvido em 1999 e é aceito pela American Dental Association e pela American

 

Parte 3 | Exames Laboratoriais

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Parte

3

Exames Laboratoriais

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Exames Laboratoriais

Complementares

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David W. Richards e Richard T. Kao

Q

uando um paciente se apresenta para exame periodontal completo, o primeiro grupo de dados a ser avaliado é gerado a partir da revisão da história médica, como detalhado no Capítulo 1. Essa revisão deve consistir em história familiar, social e farmacológica, incluindo questões que identifiquem os fatores de risco para doenças sistêmicas, como hipertensão, tabagismo, apneia do sono, osteoporose, diabetes, obesidade e doença cardiovascular. A análise dessa informação deve encorajar o profissional a avaliar, adicionalmente, as condições médicas com exames laboratoriais.

No passado, a razão para se pedir exames laboratoriais era impedir que terapias dentais interferissem ou exacerbassem doenças sistêmicas preexistentes e também alertar o profissional sobre a necessidade de procurar manifestações orais de condições médicas particulares. Hoje em dia e futuramente, os exames são e serão usados não apenas para identificar possíveis problemas que possam ser prevenidos, mas também para contribuir ao crescente conhecimento da associação entre várias doenças sistêmicas e doenças periodontais inflamatórias.

 

Parte 4 | Plano de Tratamento e Considerações

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Parte

4

Plano de Tratamento e Considerações

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Estabelecimento de Prognóstico

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Walter B. Hall

O

processo de decisão mais difícil para o profissional inclui a realização de um prognóstico correto, em longo prazo, para um paciente com problema periodontal significativo. Ao comparar com resultados reais, McGuire encontrou dificuldades para projetar os que não eram bons de dentes individuais.

O prognóstico é influenciado por muitos fatores complexos.

A. A idade é um fator importante para o prognóstico. Em geral, quanto mais jovem o paciente com determinado problema periodontal, mais desfavorável será o prognóstico. Além disso, quanto mais rapidamente o problema se desenvolver, pior será o prognóstico.

B. As habilidades e a experiência do cirurgião-dentista têm influência significativa sobre o prognóstico. Um profissional com habilidades limitadas deve encaminhar ao especialista os problemas periodontais significativos; no entanto, se o paciente solicitar que o dentista trate o problema, o clínico com habilidades limitadas deve reconhecer que o prognóstico não será tão bom.

 

Parte 5 | Terapia Inicial e Tratamento Adjunto

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Parte

5

Terapia Inicial e

Tratamento Adjunto

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Considerações sobre

Anestesia Local para o

Tratamento Periodontal

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Alan W. Budenz

A

ntes de decidir qual anestesia local pode ser adequada a um procedimento periodontal particular, o estado de saúde do paciente deve ser avaliado para determinar se a anestesia pode ser administrada de modo seguro. Possível exacerbação de condições médicas sistêmicas e interação com quaisquer medicações que o paciente esteja tomando, incluindo medicações sem prescrição e suplementos de ervas devem ser considerados. Por exemplo, pacientes com função hepática desregulada, em decorrência de cirrose ou infecção hepática, não são capazes de metabolizar muitos anestésicos locais da circulação em uma taxa normal, tornando-os mais suscetíveis a reações de toxicidade (superdosagem). Numerosas interações medicamentosas potenciais são possíveis com agentes anestésicos locais; por exemplo, pacientes que usam bloqueadores alfa-1 (medicações vasodilatadoras) podem ter menor duração do anestésico, enquanto aqueles que usam bloqueadores beta-1 podem apresentar o efeito oposto, ou seja, aumento da duração do anestésico e da pressão sanguínea periférica, especialmente se eles usarem um betabloqueador seletivo. Outro exemplo é a metemoglobinemia induzida por medicamentos, resultando em depressão do transporte de oxigênio pelas hemácias no sistema circulatório. O risco dessa condição é maior com anestésicos locais com prilocaína junto com medicações oxidantes, como nitroglicerina, paracetamol ou sulfonamidas, principalmente em pacientes com condições sistêmicas que manifestam insuficiência respiratória, como enfisema ou doença pulmonar obstrutiva crônica, ou anemia. A importância de atualizar a história médica de cada paciente a cada consulta não pode ser subestimada.

 

Parte 6 | Terapia Periodontal Ressectiva

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Parte

6

Terapia Periodontal

Ressectiva

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Seleção do Paciente para Cirurgia Periodontal

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Richard T. Kao, Debra S. Finney, Joseph A. Zingale e Lisa A. Harpenau

O

sucesso terapêutico não costuma decorrer da seleção do tratamento, e sim da combinação do tratamento apropriado com os pacientes e os problemas. Com isso em mente o profissional pode prover o cuidado apropriado com resultados duradouros. Embora existam muitos estudos indicando que as terapias não cirúrgica e cirúrgica têm desfechos semelhantes a longo prazo, existe número igual de estudos demonstrando a vantagem da terapia cirúrgica. Essa diferença no desfecho pode ser causada pela adequada seleção do paciente. Os critérios a seguir podem ajudar os profissionais na escolha efetiva dos candidatos bons e ruins para a terapia cirúrgica:

A. Os problemas periodontais que requerem terapia cirúrgica podem ser divididos em duas categorias básicas: problemas periodontais que resultam de mudanças localizadas, em que a dentição remanescente não está em risco; e condições localizadas que necessitam de cuidado contínuo e monitoramento.

 

Parte 7 | Terapia Periodontal Regeneradora

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Parte

7

Terapia Periodontal

Regeneradora

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Seleção de Material

Regenerador

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Flavia Q. Pirih e Paulo M. Camargo

P

ara determinar o material regenerador que melhor se adapta a uma situação clínica, é importante identificar claramente quais são os resultados de tratamento que se deseja obter com a intervenção. Fenômenos biológicos relevantes para um resultado clínico específico devem servir como orientação na seleção do material e da técnica cirúrgica, de modo a otimizar passos específicos para a cicatrização da ferida. Portanto, os materiais e as técnicas regeneradoras selecionados devem melhorar a migração, a proliferação e a diferenciação das células apropriadas, promovendo a regeneração dos tecidos desejados. Outros fatores a se considerar no momento da escolha de materiais regeneradores incluem a capacidade de manter o espaço e de prover um arcabouço para o crescimento do tecido. Não existe material substituto ideal para regeneração periodontal e, em alguns casos, há pouca ou nenhuma evidência científica comparando diferentes modalidades de tratamento.

 

Parte 8 | Cirurgia Mucogengival

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Parte

8

Cirurgia Mucogengival

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Árvore de Decisão para

Enxerto de Tecido Mole

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Daylene Jack-Min Leong e Hom-Lay Wang

C

irurgia mucogengival foi um termo introduzido em 1957, por Friedmann, e foi definido como “procedimentos cirúrgicos desenhados para preservar a gengiva, remover freios aberrantes ou inserções musculares e aumentar a profundidade do vestíbulo”. O objetivo de tais procedimentos era manter um complexo mucogengival adequado com ênfase na quantidade de gengiva inserida. Subsequentemente, Miller não apenas introduziu uma classificação da retração da margem tecidual, mas também cunhou o termo “cirurgia plástica periodontal”. Hoje, cirurgia plástica periodontal não é realizada apenas por motivos fisiológicos, mas também para propósitos estéticos.

Enxerto de tecido mole é um tipo de cirurgia plástica periodontal, e um fluxograma de tomada de decisão para realizar o enxerto de tecido mole é proposto neste capítulo para guiar os clínicos na determinação das técnicas mais apropriadas e previsíveis para o manejo dos diferentes objetivos e situações clínicas.

 

Parte 9 | Aspectos Cirúrgicos Adjuntos

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Parte

9

Aspectos Cirúrgicos

Adjuntos

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Seleção do

Material de Sutura

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Joe W. Krayer

A

seleção do material de sutura que será usado em um procedimento cirúrgico em particular é baseado em vários critérios. As propriedades de um material de sutura ideal devem incluir fácil manipulação; reação tecidual mínima, força, segurança do nó, não alergenicidade, não carcinogenicidade e capacidade de sofrer esterilização. A sutura ideal para um cirurgião pode ser diferente daquela de outro cirurgião, ou do mesmo cirurgião em um procedimento diferente. Dada a riqueza de suturas e os critérios que o cirurgião considera quando faz a escolha, o processo de decisão pode ser desafiador.

Pode-se agrupar os materiais de sutura de diversas maneiras: reabsorvíveis ou não reabsorvíveis; feitos de materiais naturais ou sintéticos; mono ou multifilamento. Além dessas descrições, são classificados de acordo com o tamanho, por exemplo, 3-0, 4-0 e 5-0. Na maioria das aplicações dentais, o material de sutura tem uma agulha inserida e, assim, a informação sobre o tamanho e o formato da agulha (1/2 círculo,

 

Parte 10 | Implantes Dentários

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Parte

10

Implantes Dentários

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Seleção de Pacientes para Implantes Dentários

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Debra S. Finney

A

abordagem a qualquer tratamento deve ser iniciada com o resultado desejado em mente. O objetivo final da atenção à saúde é restabelecer e/ou melhorar a saúde do paciente.

Quando ele apresenta ausência de dentes ou tem dentes com prognóstico duvidoso, os implantes dentários devem ser considerados como opção para substituição de dentes. As opções de tratamento incluem: não substituição de dentes ausentes, prótese removível convencional, prótese fixa convencional ou prótese implantossuportada. Os implantes são, geralmente, a substituição desejada se o caso atender aos critérios necessários.

A. O planejamento do tratamento inicial deve começar tendo-se a função desejada em mente e com a ideia de que os implantes melhorariam o resultado. Uma vez que tenha sido estabelecido que implantes possam ser benéficos, informações adicionais, registros, discussões e decisões são necessários para determinar se os implantes são, de fato, uma opção viável para o paciente.

 

Parte 11 | Estética | Aspectos do Planejamento do Sorriso

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Parte

11

Estética | Aspectos do Planejamento do Sorriso

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Planejamento do

Sorriso pela Perspectiva

Periodontal

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Richard T. Kao, Lisa A. Harpenau e William P. Lundergan

O

objetivo primário do tratamento estético dentário é a restauração da dentição danificada, com o objetivo de prover uma aparência natural, saudável e estética. Este capítulo revisa as abordagens interdisciplinares para atingir esse objetivo. Embora a estrutura facial, a composição do lábio, o equilíbrio, a proporção e a simetria desempenhem um grande papel na análise estrutural estética, este tópico está além do escopo dessa discussão.

Este capítulo foca o complexo dentogengival, que o clínico pode analisar de maneira competente e modificar como necessário.

A. O complexo gengival consiste em elementos esqueléticos, dentários, de mucosa e gengivas. Para uma apresentação estética, o complexo dentogengival deve enfatizar simetria e se inter-relacionar à linha interpupilar e à linha média facial. Os elementos do complexo dentogengival devem ser analisados individualmente para determinar se o sorriso do paciente pode ser melhorado.

 

Parte 12 | Terapias Adjuntas e Considerações

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Parte

12

Terapias Adjuntas e

Considerações

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Abordagem Ortodôntica a Pacientes com Problemas

Periodontais

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Josef A. Huang e Yoshi F. Shen

A

relação entre ortodontia e periodontia é de importância significativa, pois o movimento do dente pode afetar o periodonto. O tratamento ortodôntico pode melhorar, potencialmente, tanto a estética quanto a função, mas, para alcançar sucesso terapêutico, é importante que os problemas associados ao periodonto não sejam exacerbados. O movimento ortodôntico dos dentes, combinado com doença periodontal ativa, pode resultar em perda óssea irreversível. Consequentemente, doença periodontal ativa e não tratada é uma contraindicação à terapia ortodôntica. A ortodontia contemporânea tem por objetivo corrigir não apenas os problemas de alinhamento dentário, mas também promover saúde periodontal por melhorar o acesso para controle de placa e, em alguns casos, resolver os problemas de proximidade de raízes ou melhorar os defeitos ósseos. Apinhamento dentário e sobreposições não levam, necessariamente, ao desenvolvimento de doença periodontal, mas podem favorecer a retenção de placa bacteriana nessas áreas de difícil acesso à limpeza. Apesar da doença periodontal preexistente, é possível alcançar sucesso ortodôntico sem causar perda adicional de tecido periodontal em um periodonto reduzido, mas saudável. Atualmente, muitos ortodontistas solicitarão liberação periodontal de seus pacientes antes do tratamento.

 

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