Princípios de Anatomia e Fisiologia, 14ª edição

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Chegou a nova edição de Tortora | Princípios de Anatomia e Fisiologia: conteúdo na medida certa para o seu curso!

Organizada de modo didático, esta 14ª edição foi totalmente reformulada e atualizada para fornecer uma apresentação precisa, objetiva e ilustrada da estrutura e do funcionamento do corpo humano aos estudantes dos cursos da saúde, como Biomedicina, Ciências Biológicas, Enfermagem, Educação Física, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina e Odontologia.

Principais características:

• Novo projeto gráfico, que proporciona fácil acesso à informação;
• Boxes Correlação clínica reformulados e reposicionados junto a figuras que reforçam seu conteúdo;
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• Seção Foco na homeostasia reestruturada e redesenhada;
• Figuras bastante aprimoradas;
• Glossário ampliado;
• Termos revisados com base na Terminologia Anatômica.

31 capítulos

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1 - Introdução ao Corpo Humano

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1

Introdução ao

Corpo Humano

Corpo humano e homeostasia

Os seres humanos têm muitas maneiras de manter a homeostasia, o estado de estabilidade relativa do ambiente interno do corpo. O comprometimento da homeostasia frequentemente deflagra ciclos corretivos, chamados sistemas de retroalimentação (feedback), que ajudam a restabelecer as condições necessárias para a saúde e para a vida.

Nossa jornada fascinante pelo corpo humano começa com uma visão geral do significado dos termos anatomia e fisiologia, seguida por uma discussão da organização do corpo humano e das propriedades que compartilha com todos os seres vivos. Em seguida, descobriremos como o corpo regula seu próprio ambiente interno; esse processo ininterrupto, chamado homeostasia, é um tema importante em todos os capítulos deste livro. Por fim, apresentaremos o

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2 - Nível Químico de Organização

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2

Nível Químico de Organização

Química e homeostasia

A manutenção da composição e da concentração adequadas de milhares de substâncias químicas diferentes no seu corpo e o monitoramento das interações dessas substâncias são dois aspectos importantes da homeostasia.

Você aprendeu no Capítulo 1 que o nível químico de organização, o nível mais baixo da organização estrutural, con-

siste em átomos e moléculas. Essas letras do alfabeto anatômico se combinam para formar os órgãos e os sistemas

corporais com tamanho e complexidade impressionantes. Neste capítulo, consideramos como os átomos se ligam para formar moléculas e como átomos e moléculas armazenam ou liberam energia em processos conhecidos como reações

químicas. Você também aprenderá a respeito da importância vital da água – que corresponde a quase dois terços do peso corporal – nas reações químicas e na manutenção da homeostasia. Finalmente, apresentamos vários grupos de moléculas cujas propriedades únicas contribuem para a formação das estruturas do corpo e para a realização de processos que tornam possível a vida.

 

3 - Nível Celular de Organização

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3

Nível Celular de Organização

Células e homeostasia

As células realizam numerosas funções que ajudam cada sistema a contribuir para a homeostasia do corpo inteiro. Ao mesmo tempo, todas as células compartilham estruturas e funções essenciais que permitem sua intensa atividade.

No capítulo anterior você aprendeu sobre os átomos e as moléculas que compõem o alfabeto da linguagem do corpo humano. Eles são combinados em cerca de 200 tipos diferentes de “palavras” chamadas células – unidades estruturais e funcionais vivas cercadas por uma membrana. Todas as células surgem a partir de células já existentes pelo proces-

so de divisão celular, no qual uma célula se divide em duas outras idênticas. Tipos de células diferentes desempenham funções singulares que permitem a homeostasia e contribuem para as múltiplas capacidades funcionais do organismo

humano. A biologia celular ou citologia é o estudo da estrutura e da função celulares. Conforme você estudar as várias

 

4 - Nível Tecidual de Organização

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4

Nível Tecidual de Organização

Tecidos e homeostasia

Os quatro tipos básicos de tecidos no corpo humano contribuem para a homeostasia desempenhando funções diversas, incluindo proteção, sustentação, comunicação entre células e resistência a doenças, para nomear apenas algumas.

Como você aprendeu no Capítulo 3, uma célula é uma coleção complexa de compartimentos e cada um deles realiza uma série de reações bioquímicas que tornam a vida possível. Entretanto, uma célula raramente funciona como uma unidade isolada do corpo. Em vez disso, as células geralmente trabalham em conjunto em grupos chamados de teci-

dos. Um tecido é um grupo de células que usualmente têm origem embrionária em comum e que funcionam em conjunto para realizarem atividades especializadas. A estrutura e as propriedades de um tecido específico são influen-

ciadas por fatores como a natureza do material extracelular que envolve as células do tecido e as conexões entre as

células que compõem o tecido. Os tecidos podem ser duros (p. ex., ossos), semissólidos (p. ex., gordura) ou até mesmo

 

5 - Tegumento Comum

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5

Tegumento

Comum

Tegumento comum e homeostasia

O tegumento comum contribui para a homeostasia protegendo o corpo e ajudando a regular a temperatura corporal. Também possibilita a percepção de estímulos agradáveis, dolorosos e outros do ambiente externo.

Lembre-se do Capítulo 1 que um sistema consiste em um grupo de órgãos trabalhando em conjunto para a realização de atividades específicas. O tegumento comum é composto por pele, pelos, glândulas sebáceas e sudoríferas, unhas

e receptores sensitivos. O tegumento comum ajuda a manter uma temperatura corporal constante, protege o corpo e fornece informações sensitivas a respeito do ambiente ao redor. De todos os órgãos do corpo, nenhum é mais facil-

mente inspecionado ou está mais exposto a infecções, doenças e lesões do que a pele. Embora sua localização a deixe vulnerável a danos causados por traumatismo, luz solar, microrganismos e poluentes no ambiente, as características protetoras da pele a defendem desses danos. Por causa de sua visibilidade, a pele reflete nossas emoções (franzir as

 

6 - Sistema Esquelético | Tecido Ósseo

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6

Sistema Esquelético |

Tecido Ósseo

Tecido ósseo e homeostasia

O tecido ósseo encontra-se continuamente em crescimento, remodelação e reparo. Os ossos contribuem para a homeostasia do corpo fornecendo suporte e proteção, produ­ zindo células sanguíneas e armazenando minerais e triglicerídios.

Os ossos são compostos por vários tecidos diferentes que atuam com conjunto: tecido ósseo, cartilagem, tecido con-

juntivo denso, epitélio, tecido adiposo e tecido nervoso. Por esse motivo, cada osso do corpo é considerado um órgão.

O tecido ósseo é um tecido vivo, complexo e dinâmico, participa de maneira contínua em um processo chamado remodelação – a formação de novo tecido ósseo e a degeneração do tecido ósseo antigo. Toda a estrutura dos ossos e

suas cartilagens, juntamente com ligamentos e tendões, constitui o sistema esquelético. Neste capítulo, vamos exa-

minar os vários componentes dos ossos a fim de ajudá-lo a entender como os ossos se formam e envelhecem e como

 

7 - Sistema Esquelético | Esqueleto Axial

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7

Sistema Esquelético |

Esqueleto Axial

Esqueleto axial e homeostasia

Os ossos do esqueleto axial contribuem para a homeostasia protegendo muitos órgãos corporais como o encéfalo, a medula espinal, o coração e os pulmões. Além disso, também são importantes para a sustentação do corpo e para o armazenamento e a liberação de cálcio.

Sem ossos, não seria possível viver. Não seria possível executar movimentos como caminhar ou segurar objetos, e o

mais suave vento que atingisse a cabeça ou o tórax poderia danificar o encéfalo ou o coração. Uma vez que o sistema esquelético forma o arcabouço do corpo, a familiaridade com os nomes, formatos e posições dos ossos individuais ajuda a localizar e nomear muitos outros acidentes anatômicos. Por exemplo, a artéria radial, local onde o pulso arte-

rial é normalmente aferido, é assim nomeada por conta de sua proximidade ao rádio, osso lateral do antebraço. O

nervo ulnar tem esse nome por sua proximidade com a ulna, o osso medial do antebraço. O lobo frontal do cérebro repousa profundamente ao osso frontal (fronte). O músculo tibial anterior situa-se ao longo da superfície anterior da

 

8 - Sistema Esquelético | Esqueleto Apendicular

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8

Sistema Esquelético |

Esqueleto Apendicular

Esqueleto apendicular e homeostasia

Os ossos do esqueleto apendicular contribuem para a homeostasia oferecendo pontos de inserção e alavancas para músculos, o que ajuda os movimentos corporais; fornecendo suporte e proteção a órgãos internos como os órgãos genitais; e armazenando e liberando cálcio.

Conforme observado no Capítulo 7, o sistema esquelético é separado em duas divisões principais: o esqueleto axial e

o esqueleto apendicular. De acordo com o abordado naquele capítulo, a função geral do esqueleto axial é proteger os

órgãos internos e a função primária do esqueleto apendicular, o foco deste capítulo, é o movimento. O esqueleto apendicular inclui os ossos que constituem os membros superiores e inferiores, bem como os ossos dos cíngulos que

unem os membros ao esqueleto axial. Os ossos do esqueleto apendicular se conectam entre si e com os músculos

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9 - Articulações

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9

Articulações

Articulações e homeostasia

As articulações do sistema esquelético contribuem para a homeostasia, mantendo os ossos unidos de maneira a possibilitar os movimentos e a flexibilidade.

Os ossos são muito rígidos para que possam se curvar sem que sofram danos. Felizmente, os tecidos conjuntivos

flexíveis que formam as articulações mantêm os ossos juntos ao mesmo tempo que permitem, na maioria dos casos,

algum grau de movimento. Articulação é o ponto de contato entre dois ossos, entre osso e cartilagem ou entre osso e dente. Quando dizemos que um osso se articula com outro osso, queremos dizer que esses ossos formam uma arti-

culação. É possível perceber a importância das articulações quando imobilizamos a articulação do joelho com aparelho gessado, tornando difícil a caminhada, ou quando uma tala é aplicada a algum dedo da mão, limitando a capaci-

dade de manipular objetos pequenos. O estudo científico das articulações é chamado de artrologia. O estudo do

 

10 - Tecido Muscular

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10

Tecido

Muscular

Tecido muscular e homeostasia

O tecido muscular contribui para a homeostasia executando movimentos corporais, transportando substâncias pelo corpo e produzindo calor para a manutenção da temperatura corporal normal.

Embora ofereçam força mecânica para as alavancas e formem o arcabouço do corpo, os ossos não são capazes de movimentar sozinhos as partes do corpo. O movimento é resultado da alternância entre contração e relaxamento dos

músculos, que constituem 40 a 50% do peso corporal total do adulto (dependendo do percentual de gordura, do sexo

e da intensidade da atividade física). A força muscular reflete a função primária do músculo – a transformação de energia química em energia mecânica para gerar força, realizar trabalho e produzir movimento. Além disso, os tecidos

musculares estabilizam a posição do corpo, regulam o volume dos órgãos, geram calor e impulsionam líquidos e

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11 - Sistema Muscular

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11

Sistema

Muscular

Sistema muscular e homeostasia

O sistema muscular e o tecido muscular do corpo contribuem para a homeostasia estabilizando a posição do corpo, produzindo movimentos, regulando o volume orgânico, movimentando substâncias dentro do corpo e gerando calor.

Juntos, os músculos do corpo controlados voluntariamente compõem o sistema muscular. Quase todos os 700 mús-

culos individuais que constituem o sistema muscular, como o músculo bíceps braquial, incluem tanto tecido muscular esquelético quanto tecido conjuntivo. A função da maioria dos músculos é produzir movimento das partes do corpo.

A ação principal de alguns músculos é estabilizar ossos para que outros músculos esqueléticos possam executar movi-

mentos de maneira mais efetiva. Este capítulo apresenta muitos dos principais músculos esqueléticos do corpo, sendo a maioria encontrada nos lados esquerdo e direito. Identificaremos os locais de inserção e a inervação (o nervo ou os

 

12 - Tecido Nervoso

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12

Tecido

Nervoso

Tecido nervoso e homeostasia

A excitabilidade do tecido nervoso permite a geração de impulsos nervosos (potenciais de ação) responsáveis pela comunicação e regulação da maioria dos órgãos do corpo.

Tanto o sistema nervoso quanto o endócrino têm o mesmo objetivo: manter condições controladas nos limites compatíveis com a vida. O sistema nervoso regula as atividades corporais por meio de respostas rápidas utilizando impulsos nervosos; o sistema endócrino responde por meio da liberação de hormônios. O Capítulo 18 compara os papéis de ambos os sistemas na manutenção da homeostasia.

O sistema nervoso também é responsável por nossas percepções, nossos comportamentos e nossas memórias e inicia todos os movimentos voluntários. Como este sistema é muito complexo, discutiremos sua estrutura e sua função em vários capítulos. Este capítulo se concentrará na organização do sistema nervoso e nas propriedades dos neurônios

(células nervosas) e da neuróglia (células que dão suporte às atividades dos neurônios). Nos capítulos seguintes, examinaremos a estrutura e as funções da medula espinal e dos nervos

 

13 - Medula Espinal e Nervos Espinais

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13

Medula Espinal e

Nervos Espinais

Medula espinal, nervos espinais e homeostasia

A medula espinal e os nervos espinais contribuem para a manutenção da homeostasia por fornecerem respostas rápidas e reflexas a muitos estímulos. A medula espinal é a via de influxo sensitivo para o encéfalo e de efluxo motor do encéfalo.

Cerca de 100 milhões de neurônios e um número ainda maior de células da neuróglia formam a medula espinal, a

região da parte central do sistema nervoso que se projeta a partir do encéfalo. A medula espinal e seus nervos espinais associados contêm circuitos neurais que controlam algumas de suas mais rápidas reações a mudanças no ambiente.

Se você pegar um objeto quente, os músculos da preensão relaxam e você solta o objeto, mesmo que a percepção da temperatura e da dor não seja ainda consciente. Este é um exemplo de reflexo raquimedular – uma resposta rápida e automática a certos tipos de estímulo que envolve neurônios apenas dos nervos espinais e da medula espinal. Além

 

14 - Encéfalo e Nervos Cranianos

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14

Encéfalo e

Nervos Cranianos

Encéfalo, nervos cranianos e homeostasia

O encéfalo contribui para a manutenção da homeostasia ao receber aferências

(influxo) sensitivas, integrar informações novas e informações armazenadas, tomar decisões e executar respostas por meio de atividades motoras.

Resolver uma equação, sentir fome, rir – os processos neurais necessários para cada uma destas atividades acontecem

em diferentes regiões do encéfalo, o componente da parte central do sistema nervoso que está contido no crânio.

Cerca de 85 bilhões de neurônios e entre 10 e 50 trilhões de células da neuróglia formam o encéfalo, o qual pesa

aproximadamente 1.300 g em adultos. Na média, cada neurônio forma 1.000 sinapses com outros neurônios. Portanto, o número total de sinapses, cerca de um quatrilhão ou 1015, é maior que o número de estrelas em nossa galáxia.

O encéfalo é o centro controlador para o registro de sensações – correlacionando‑as umas com as outras e com

 

15 - Divisão Autônoma do Sistema Nervoso

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15

Divisão Autônoma do Sistema Nervoso

Divisão autônoma do sistema nervoso e homeostasia

A contribuição da divisão autônoma do sistema nervoso, ou, simplesmente, sistema nervoso autônomo (SNA), para a homeostasia, se dá pela resposta a sensações viscerais subconscientes e pela excitação ou inibição dos músculos lisos, do músculo cardíaco, e das glândulas.

Como você aprendeu no Capítulo 12, a parte periférica do sistema nervoso (SNP) inclui os nervos cranianos e espinais

e é repartida em divisão somática do sistema nervoso (SNS) e divisão autônoma do sistema nervoso (SNA). Assim

como a divisão somática do sistema nervoso, a divisão autônoma do sistema nervoso (SNA) funciona via arcos reflexos. Estruturalmente, é formada por neurônios sensitivos autônomos, centros integradores na parte central do

sistema nervoso (SNC), neurônios motores autônomos, e a divisão entérica ou sistema nervoso entérico (SNE). Um fluxo contínuo de impulsos nervosos originados nos (1) neurônios sensitivos autônomos de órgãos viscerais e vasos sanguíneos se propaga para (2) centros integradores no SNC. A seguir, os impulsos nos neurônios motores autônomos se propagam para

 

16 - Sistemas Sensitivo, Motor e Integrador

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16

Sistemas Sensitivo,

Motor e Integrador

Sistemas sensitivo, motor e integrador e homeostasia

As vias sensitivas e motoras do corpo transmitem informações para o encéfalo e medula espinal e para a geração de respostas direcionadas a órgãos, como a contração muscular.

Nos quatro capítulos anteriores, nós descrevemos a organização do sistema nervoso. Neste capítulo, nós exploraremos

os níveis e os componentes da sensibilidade. Nós também avaliaremos as vias que levam os impulsos nervosos sen‑ sitivos somáticos do corpo para o encéfalo e as vias que carregam impulsos do encéfalo para os músculos esqueléticos

para que eles produzam movimentos. Conforme os impulsos sensitivos chegam ao SNC, eles se tornam parte de um grande conjunto de informações sensitivas. Entretanto, nem todo impulso nervoso transmitido para o SNC promove

uma resposta. Em vez disso, cada informação que chega é combinada com outras e com informações armazenadas anteriormente em um processo chamado integrador. A integração ocorre em muitos locais ao longo das vias do SNC, como a medula espinal, o tronco encefálico, o cerebelo, os núcleos da

 

17 - Sentidos Especiais

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17

Sentidos Especiais

Sentidos especiais e homeostasia

Os órgãos dos sentidos possuem receptores especiais que nos permitem cheirar, saborear, ver, ouvir e manter o equilíbrio. As informações transmitidas por esses receptores para a parte central do sistema nervoso (também conhecido como sistema nervoso central (SNC) são utilizadas para ajudar a manter a homeostasia.

Lembre‑se do Capítulo 16 que os sentidos gerais incluem os sentidos somáticos (tátil, térmico, doloroso e propriocep‑ tivo) e a sensibilidade visceral. Conforme você aprendeu naquele capítulo, os receptores para os sentidos gerais se encontram espalhados pelo corpo e possuem estruturas relativamente simples. Eles variam desde dendritos modifica‑

dos dos neurônios sensitivos até estruturas especializadas associadas a terminações dendríticas. Os receptores para os

sentidos especiais – olfato, paladar, visão, audição e equilíbrio – são anatomicamente diferentes uns dos outros e se

encontram concentrados em locais específicos da cabeça. Geralmente se encontram em meio ao tecido epitelial de

 

18 - Sistema Endócrino

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18

Sistema Endócrino

Sistema endócrino e homeostasia

Os hormônios locais ou circulantes do sistema endócrino contribuem para a homeostasia regulando a atividade e o crescimento das células‑alvo no corpo.

O metabolismo também é controlado pelos hormônios.

Ao entrar na puberdade, meninos e meninas começam a desenvolver diferenças notáveis na aparência física e no comportamento. Talvez em nenhum outro perío­do da vida seja tão evidente o impacto do sistema endócrino na con‑ dução do desenvolvimento e regulação das funções corporais. Nas meninas, os estrogênios promovem o acúmu­lo de

tecido adiposo nas mamas e nos quadris, modelando a forma feminina. Ao mesmo tempo ou um pouco depois, níveis cada vez mais altos de testosterona nos meninos começam a produzir massa m

­ uscular e a aumentar as pregas vocais, resultando em uma voz mais grave. Essas alterações são apenas alguns exemplos da forte in­fluên­cia das secreções

endócrinas. De maneira menos drástica, talvez, inúmeros hormônios ajudam a manter a homeostasia diariamente. Eles

 

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