Brunner & Suddarth | Exames Complementares

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A atuação do profissional de enfermagem é fundamental tanto na preparação como na execução dos exames complementares.
Esta obra apresenta dados que dão suporte à boa prática de enfermagem nas instituições de saúde.

Aspectos Essenciais:

• Revisão das técnicas de coleta de amostra
• Acesso fácil aos resultados dos exames – valores de referência, fatores intervenientes, considerações de enfermagem e implicações de enfermagem
• Lista de exames complementares em ordem alfabética
• Fatos clínicos concisos essenciais à prática diária
• Alertas contendo informações críticas e considerações relacionadas com faixa etária
• Gráficos e ilustrações que comparam os achados normais e anormais

20 capítulos

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Parte 1 – Coleta de Amostras

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parte

1

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Coleta de

Amostras

2/24/11 19:37:32

j Introdução

A coleta imediata e acurada das amostras pelo enfermeiro é fundamental para o diagnóstico correto, tratamento e recuperação do paciente. Com frequência, apenas o enfermeiro é responsável pela coleta das amostras; em outras ocasiões, a responsabilidade do enfermeiro visa observar o horário da realização dos exames do paciente, ajudar o profissional de saúde nessa tarefa e cuidar do paciente após a realização dos exames. O quadro clínico e as normas da instituição, junto com a prática do enfermeiro, determinarão suas responsabilidades.

Preparação do Paciente

Ao compreender os exames complementares que você irá realizar ou ajudar a realizá-los, estará mais bem preparado para explicar com clareza e compaixão o exame, fazer com que o paciente se sinta confortável, ganhar sua confiança e cooperação e, portanto, garantir a obtenção de resultados mais acurados. Ajudar o paciente a compreender determinado procedimento também ajuda a mantê-lo informado.

 

Parte 2 – Exames Complementares | A

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A

 Ácido

(ALA)

Delta-aminolevulínico

Valores de Referência

1,5 a 7,5 mg/24 h (SI, 11 a 57 mol/dia)

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Intoxicação por chumbo, tirosinemia hereditária, porfiria aguda, carcinoma hepático ou hepatite.

• Cetoacidose diabética.

Implicações de Enfermagem

• Antecipar a necessidade de outro exame.

• Preparar o paciente para tratamento de acompanhamento.

• Fornecer apoio emocional ao paciente e à família.

Finalidades

• Detectar a ocorrência de envenenamento por chumbo.

• Ajudar a estabelecer o diagnóstico das porfirias e de determinados distúrbios hepáticos, como hepatite e carcinoma hepático.

• Barbitúricos e griseofulvina (aumento dos níveis devido ao acúmulo de porfirinas no fígado.

• Vitamina E em doses farmacológicas (possível redução).

• A penicilina pode causar níveis elevados.

Orientações de Enfermagem

Antes do Exame

• Confirmar a identidade do paciente usando dois identificadores, de acordo com as normas da instituição.

 

Parte 2 – Exames Complementares | B

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B

 Basófilos

Valores de Referência

Contagem absoluta: 15 a 50/mm3 (0,02 a 0,05  109/).

Contagem diferencial: 0 a 1% da contagem total de leucócitos.

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Leucemia (mielocítica, basofílica aguda).

• Doença de Hodgkin.

• Distúrbios mieloproliferativos.

Implicações de Enfermagem

• As contagens elevadas de basófilos estão correlacionadas com altas concentrações de histamina no sangue.

• Verificar a história do paciente quanto ao uso de esteroides, que podem mascarar a basofilia.

• Monitorar rigorosamente o paciente à procura de sinais e sintomas associados a esses distúrbios.

• Antecipar a necessidade de outros exames para confirmar o diagnóstico.

Níveis Diminuídos

• Infecção aguda.

• Hipertireoidismo.

• Estresse.

• Terapia prolongada com esteroides, quimioterapia ou radioterapia.

• Febre reumática aguda (crianças).

• Reação anafilática (rápida diminuição).

 

Parte 2 – Exames Complementares | C

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C

 Cálcio,

Soro; Cálcio e

Fosfatos, Urina

Cálcio Urinário

Valores de Referência

Níveis séricos de cálcio total (adultos): 8,2 a 10,2 mg/d

(SI, 2,05 a 2,54 mmol/).

Níveis séricos de cálcio total (crianças): 8,6 a 11,2 mg/d

(SI, 2,15 a 2,79 mmol/).

Níveis de cálcio ionizado: 4,65 a 5,28 mg/d (SI, 1,1 a

1,25 mmol/).

Níveis urinários de cálcio: 100 a 300 mg/24 h (SI, 2,5 a

7,5 mmol/) com dieta normal.

Excreção normal de fosfato: menos de 1.000 mg/24 h.

Implicações de Enfermagem

• Monitorar o paciente quanto a sinais e sintomas de hipercalcemia (náuseas e vômitos, sede excessiva, micção frequente, constipação intestinal, dor abdominal, fraqueza muscular, dores musculares e articulares, confusão, letargia e fadiga).

• Pode ser necessária a administração rápida de solução de calcitonina se o cálcio sérico total do paciente for superior a 13 mg/d.

• Pode ser necessário administrar cálcio se o nível de cálcio ionizado do paciente estiver entre 2 e 3 mg/d.

 

Parte 2 – Exames Complementares | D

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D

 Densidade

Urina

e Osmolalidade,

Valores de Referência

Densidade: 1,005 a 1,035.

o aporte é limitado, passam a excretar menos água. O teste de concentração e de diluição avalia a capacidade renal de concentrar a urina em resposta à privação de

água ou de diluí-la em resposta a uma sobrecarga hídrica. Esse exame também pode ser denominado teste de sobrecarga de água ou teste de privação de água.

Osmolalidade: 300 a 900 mOsm/kg.

Teste de Concentração da Urina

Densidade: 1,025 a 1,032; osmolalidade superior a 800 mOsm/kg de água (SI, superior a 800 mmol/kg) no paciente com função renal normal. Razão entre urina e soro de 1:1 a 3:1.

Teste de Diluição da Urina

Densidade inferior a 1,003; osmolalidade inferior a 100 mOsm/kg em pelo menos uma amostra; 80% ou mais da água ingerida são eliminados em 4 h.

Achados Anormais

Níveis Diminuídos

• Lesão do epitélio tubular, diminuição do fluxo sanguíneo renal, perda de néfrons funcionais ou disfunção hipofisária ou cardíaca (diminuição da capacidade renal de concentração da urina em resposta à privação de água, ou de diluir a urina em resposta à sobrecarga hídrica).

 

Parte 2 – Exames Complementares | E

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E

 Ecocardiograma

Achados Normais

• Os folhetos anterior e posterior da valva mitral separam-se normalmente no início da diástole, com movimento do folheto anterior em direção à parede torácica, enquanto o folheto posterior tem um movimento de afastamento.

• Os folhetos atingem rapidamente um movimento máximo e, a seguir, aproximam-se um do outro durante a diástole ventricular; depois da contração atrial, os folhetos fecham-se e assim permanecem durante a sístole ventricular.

• Os folhetos são vistos como duas linhas finas dentro da cavidade ventricular esquerda anecoica e preenchida com sangue (ecocardiograma em modo

M).

• As cúspides da valva aórtica situam-se entre as paredes paralelas da raiz aórtica, movendo-se anteriormente durante a sístole e posteriormente durante a diástole.

• As cúspides separam-se, exibindo uma configuração semelhante a uma caixa durante a sístole ventricular; permanecem abertas durante toda a sístole e normalmente exibem um movimento característico de vibração fina; a seguir, unem-se e aparecem como uma linha única ou dupla dentro da raiz aórtica durante a diástole (ecocardiograma em modo M).

 

Parte 2 – Exames Complementares | F

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F

 Fator

Reumatoide

Valores de Referência

Inferior a 1:20 (não reativo).

Achados Anormais

• Título não reativo (25% dos pacientes com artrite reumatoide [AR]).

• Reativo quando os títulos estão superiores a 39 unidades internacionais/m (8% dos pacientes sem

AR).

• Reativo quando os títulos estão superiores a 80 unidades internacionais/m (3% dos pacientes sem

AR).

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

• Preparar o paciente para a realização de outros exames, quando indicado.

• Fornecer apoio emocional ao paciente e família.

Finalidades

• Diagnosticar a artrite reumatoide (AR) e a síndrome de Sjögren.

Descrição

O teste para fator reumatoide (FR) é a prova sorológica de maior utilidade para confirmar o diagnóstico de AR, juntamente com as manifestações clínicas e a anamnese. Nessa doença, são produzidos autoanticorpos de imunoglobulina (Ig) G e anticorpos IgA pelos linfócitos nas articulações sinoviais, que reagem com anticorpos IgM, produzindo imunocomplexos, ativação do complemento e destruição tecidual. Ainda não se sabe como as moléculas de IgG se tornam antigênicas, mas elas podem ser alteradas por meio de sua agregação com vírus ou outros antígenos. As técnicas para detecção do FR incluem o teste de aglutinação com células de carneiro e o teste de fixação com látex. Embora o achado desse autoanticorpo seja útil em termos diagnósticos, não é específico, e esse autoanticorpo pode ser encontrado em algumas infecções bacterianas e

 

Parte 2 – Exames Complementares | G

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G

 Gamaglutamil

Transferase (GGT)

Valores de Referência

Mulheres: 5 a 25 unidades/ (SI, 0,08 a 0,42 kat/).

Homens: 6 a 38 unidades/ (SI, 0,10 a 0,63 kat/).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Doença hepática aguda.

• Pancreatite aguda.

• Doença renal.

• Metástase prostática.

• Consumo de álcool.

• Icterícia obstrutiva.

• Infiltrações metastáticas hepáticas.

• Infarto agudo do miocárdio (5 a 10 dias depois da ocorrência do infarto).

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

Observar se existem manifestações clínicas de lesão hepática, como inquietação, icterícia, asterixe, tremores e angiomas aracneiformes (aranhas vasculares).

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico, incluindo instruções sobre medidas dietéticas apropriadas, entre as quais uma dieta bem balanceada, consistindo em porções adequadas de proteínas e carboidratos.

 

Parte 2 – Exames Complementares | H

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H

 Hematócrito

Valores de Referência

Mulheres: 36 a 48% (SI, 0,36 a 0,48).

Homens: 42 a 52% (SI, 0,42 a 0,52).

Crianças, 1 ano: 29 a 41% (SI, 0,29 a 0,41).

Crianças, 10 anos: 36 a 40% (SI, 0,36 a 0,4).

Lactentes de 1 mês: 37 a 49% (SI, 0,37 a 0,49).

Lactentes, 3 meses: 30 a 36% (SI, 0,30 a 0,36).

Recém-nascidos, 1 semana: 47 a 65% (SI, 0,47 a 0,65).

Recém-nascidos, mais de 1 semana: 55 a 68% (SI, 0,55 a 0,68).

Valores Críticos

Inferiores a 20% (SI, inferior a 0,20) ou superiores a

60% (SI, superiores a 0,60).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Policitemia.

• Hemoconcentração causada por perda de sangue ou por desidratação.

• Condições patológicas, tais como enfisema nos estágios avançados, ataque isquêmico transitório

(AIT), eclampsia, traumatismo, intervenções cirúrgicas e queimaduras.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

 

Parte 2 – Exames Complementares | I

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I

 Imunocomplexos

Quantificação

Circulantes,

Valores de Referência

Ausentes no soro.

Achados Anormais

• Imunocomplexos detectáveis, indicando glomerulonefrite (GN) por imunocomplexos (tipo III), endocardite bacteriana, hepatite C, doença de

Hodgkin ou lúpus eritematoso sistêmico (LES).

Implicações de Enfermagem

• Para um diagnóstico definitivo, o achado desses imunocomplexos tem de ser combinado com os resultados de outros exames.

• Estar atento para o fato de que, no LES, os imunocomplexos estão associados a títulos elevados de anticorpos circulantes antinucleares e anticorpos circulantes contra o ácido desoxirribonucleico nativo.

• Saber que a biopsia renal consegue detectar a presença de imunocomplexos e fornecer evidências conclusivas de glomerulonefrite por imunocomplexos (tipo III), diferenciando-a de outros tipos de glomerulonefrite.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico e da necessidade de outros exames, quando apropriado.

 

Parte 2 – Exames Complementares | L

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L

 Lactose,

Oral

Teste de Tolerância

Valores de Referência

O valor de 20 mg/d (SI, mais de 1,1 mmol/) acima dos níveis de glicose em jejum no decorrer de 15 a 60 min após a ingestão de uma dose de ataque de lactose indica tolerância à lactose.

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Tolerância à lactose (a intolerância à lactose é diagnosticada quando não ocorre elevação dos níveis séricos de glicose depois da ingestão de 50 a

100 g de lactose).

• Doença de Crohn.

Implicações de Enfermagem

• Preparar o paciente para uma biopsia de intestino delgado com determinação da lactase para confirmar o diagnóstico.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

• Preparar o paciente para outros exames e para intervenção cirúrgica, quando indicado.

• Fornecer apoio emocional ao paciente e família.

Finalidades

• Detectar a intolerância à lactose.

 

Parte 2 – Exames Complementares | M

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M

 Magnésio,

Soro

Valores de Referência

Adultos: 1,8 a 2,6 mg/d (SI, 0,74 a 1,07 mmol/).

Crianças: 1,7 a 2,1 mg/d (SI, 0,70 a 0,86 mmol/).

Recém-nascidos: 1,5 a 2,2 mg/d (SI, 0,62 a 0,91 mmol/).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Insuficiência renal.

• Administração ou ingestão de magnésio.

• Insuficiência suprarrenal (doença de Addison).

Implicações de Enfermagem

• Observar o paciente à procura de letargia, rubor, diaforese, diminuição da pressão arterial, pulso arterial lento e fraco, fraqueza muscular, diminuição dos reflexos tendinosos profundos e respiração superficial e lenta.

• Registrar as alterações eletrocardiográficas (ECG)

(como prolongamento do intervalo PR, complexo

QRS largo, ondas T elevadas, bloqueio atrioventricular (BAV), extrassístoles).

Níveis Diminuídos

• Alcoolismo crônico.

• Síndrome de má absorção.

• Diarreia.

• Absorção deficiente depois de ressecção intestinal.

 

Parte 2 – Exames Complementares | N

PDF Criptografado

N

 Nasofaringe,

Cultura

Achados Normais

• Estreptococos não hemolíticos.

• Estreptococos alfa-hemolíticos.

• Espécies de Neisseria (exceto N. meningitidis e

N. gonorrhoeae).

• Estafilococos coagulase-negativos (como

Staphylococcus epidermidis e, em certas ocasiões,

S. aureus coagulase-positivo).

Achados Anormais

• Estreptococos beta-hemolíticos do grupo A.

• Estreptococos beta-hemolíticos dos grupos B,

C e G.

• Bordetella pertussis.

• Corynebacterium diphtheriae.

• S. aureus.

• Pneumococos.

• Haemophilus influenzae.

• Myxovirus influenzae.

• Paramixovírus.

• Candida albicans.

• Espécies de Mycoplasma.

• Mycobacterium tuberculosis.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Instruir o paciente acerca do diagnóstico e esquema terapêutico.

• Preparar para administrar terapia antimicrobiana, quando indicado.

 

Parte 2 – Exames Complementares | O

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O

 Orofaringe,

Cultura de

Achados Normais

• Estreptococos não hemolíticos e alfa-hemolíticos.

• Espécies de Neisseria.

• Estafilococos.

• Difteroides.

• Algumas espécies de Haemophilus.

• Pneumococos.

• Leveduras.

• Bastonetes gram-negativos entéricos.

• Espiroquetas.

• Espécies de Veillonella.

• Espécies de Micrococcus.

Achados Anormais

• Estreptococos beta-hemolíticos do grupo A

(Streptococcus pyogenes) (escarlatina e faringite).

• Candida albicans (candidíase, monilíase).

• Corynebacterium diphtheriae (difteria).

• Bordetella pertussis (coqueluche).

• N. gonorrhoeae.

• Neisseria meningitidis.

• Mycoplasma e Chlamydia.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

• Preparar o paciente para outros exames, quando indicado.

• Fornecer apoio emocional ao paciente e família.

 

Parte 2 – Exames Complementares | P

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P

 Paracetamol,

de

Nível Sanguíneo

Valores de Referência

Dose terapêutica: 10 a 20 g/m (SI, 66,2 a 132,4

mol/).

Valores Críticos

Superiores a 300 g/m (SI, 1,986 mol/).

Achados Anormais

Níveis Elevados

• Resultados superiores a 200 g/m (SI, acima de

1.324 mol/), 4 h depois da ingestão do fármaco, ou superior a 50 g/m (SI, superiores a 331

mol/) 12 h depois da ingestão do paracetamol; indicam intoxicação e potencial de lesão hepática.

Implicações de Enfermagem

• Preparar para administrar acetilcisteína

(Mucomyst®, Mucosil®, Parvolex®), que é um antídoto do paracetamol.

• Preparar o paciente para hemodiálise para remover o paracetamol do corpo.

• Monitorar rigorosamente os sinais vitais do paciente.

• Monitorar os níveis séricos de paracetamol e as provas de função hepática.

• Monitorar o balanço hídrico para avaliar a função renal.

Finalidades

 

Parte 2 – Exames Complementares | R

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R

 Radiografia,

Coluna Vertebral

Achados Normais

• Ausência de fraturas, subluxações, luxações, curvaturas ou outras anormalidades das vértebras.

• Alinhamento das vértebras formando quatro curvaturas côncavas e convexas alternadas (incidência lateral em adultos); as curvaturas cervical e lombar são convexas anteriormente, enquanto as curvaturas torácica e sacral são convexas anteriormente.

• Cóccix apontando para frente e para baixo.

• Apenas uma curvatura vertebral (côncava anteriormente) em recém-nascidos.

Achados Anormais

• Espondilolistese.

• Fraturas, luxações.

• Subluxações.

• Pinçamento.

• Cifose, escoliose, lordose.

Implicações de Enfermagem

• Dependendo dos resultados dos raios X, o diagnóstico definitivo também pode exigir outros exames, como mielografia ou tomografia computadorizada.

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Preparar-se para instruir o paciente acerca do diagnóstico.

 

Parte 2 – Exames Complementares | S

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S

 Sangue

Oculto, Pesquisa nas

Fezes (PSOF)

Achados Normais

• Existência de menos de 2,5 m de sangue nas fezes, resultando em uma reação de cor verde.

Achados Anormais

• Teste positivo, indicando sangramento GI, que pode resultar de muitos distúrbios, como varizes,

úlcera péptica, carcinoma, colite ulcerativa, disenteria ou doença hemorrágica.

Implicações de Enfermagem

• Antecipar a necessidade de outros exames e preparar o paciente para tratamento de acompanhamento, quando indicado.

• Ter em mente que esse exame é particularmente importante para o diagnóstico precoce do câncer colorretal. Outros exames, como esofagograma, análise do conteúdo gástrico e procedimentos endoscópicos, são necessários para definir o local e a extensão do sangramento.

• A American Cancer Society recomenda a realização anual de PSOF para indivíduos com mais de

50 anos de idade.

• Continuar examinando as fezes do paciente à procura de sangramento evidente.

 

Parte 2 – Exames Complementares | T

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T

 Tempo

de Coagulação Ativado

Valores de Referência

Paciente não anticoagulado: 107 s, mais ou menos 13 s

(SI, 107 mais ou menos 13 s).

Durante derivação (bypass) cardiopulmonar: 400 a 600 s

(SI, 400 a 600 s).

Durante a oxigenação por membrana extracorpórea

(OMEC): 220 a 260 s (SI, 220 a 260 s).

Achados Anormais

• Tempos de coagulação fora da faixa normal durante a derivação (bypass) cardiopulmonar ou OMEC.

• Deficiência de fatores da coagulação.

Implicações de Enfermagem

• Notificar os resultados anormais ao médico.

• Durante a derivação cardiopulmonar, a heparina deve ser titulada para manter um tempo de coagulação ativado de 400 a 600 s (SI, 400 a

600 s).

Finalidades

• Monitorar o efeito da heparina.

• Monitorar o efeito do sulfato de protamina na neutralização da heparina.

• Detectar deficiências graves nos fatores da coagulação (exceto fator VII).

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