Anestesiologia - Abordagem Orientada para o Problema, 6ª edição

Visualizações: 295
Classificação: (0)

Mais que uma ferramenta didática, Yao & Artusio | Anestesiologia - Manejo do Paciente Orientado Para o Problema é uma referência indispensável para anestesiologistas e residentes em anestesiologia. Um best seller nos Estados Unidos, esta obra reúne informações sobre centenas de estudos de casos em que a anestesia é aplicada. Dos procedimentos mais simples às cirurgias mais sofisticadas, e sempre com vistas aos problemas específicos dos pacientes.

Principais características:

• Um terço da sexta edição consiste em novos capítulos ou contribuições de novos autores
• A obra é dividida em quatro áreas: caso clínico e diagnóstico diferencial, avaliação e preparação pré-operatórias, manejo intraoperatório e manejo anestésico pós-operatório
• O formato de perguntas e respostas amplia o valor didático e facilita as consultas.

 

62 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

CAPÍTULO 1 – Asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

PDF Criptografado

C APÍTU LO 1

Asma e Doença

Pulmonar Obstrutiva Crônica

FUN-SUN F. YAO

UM HOMEM DE 55 ANOS com colelitíase será submetido a colecistectomia. Ele tinha uma longa história de asma e apresentava dispnéia aos esforços moderados. Dormia com dois travesseiros. Não havia edema periférico. O resultado da gasometria arterial foi: pH, 7,36; PCO2, 60 mm Hg; PO2, 70 mm Hg; conteúdo de CO2, 36 mEq/L.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Qual é o diagnóstico diferencial compatível com esses sinto2.

3.

4.

5.

6.

7.

mas?

Qual é a prevalência da asma?

Qual é a etiologia da asma?

Analise a patogenia da asma.

Quais são os fatores que predispõem às crises de asma?

Qual é o achado universal à gasometria arterial durante uma crise de asma: hipoxemia ou retenção de CO2?

Quais as alterações observadas na espirometria, no volume pulmonar e na capacidade pulmonar durante uma crise de asma?

 

CAPÍTULO 2 – Broncoscopia, Mediastinoscopia e Toracotomia

PDF Criptografado

C APÍTU LO 2

Capítulo 2

Broncoscopia, Mediastinoscopia e Toracotomia

19

Broncoscopia, Mediastinoscopia e Toracotomia

ALESSIA PEDOTO • PAUL M. HEERDT • FUN-SUN F. YAO

UM HOMEM DE 60 ANOS apresentava tosse, hemoptise intermitente e emagrecimento há 2 meses. Fumava um maço de cigarros por dia há 40 anos. A radiografia de tórax há 1 mês mostrou infiltrado no lobo médio direito tratado com antibióticos, sem melhora. A avaliação subseqüente mostrou um carcinoma. Agora, ele será submetido a broncoscopia de fibra óptica (BFO), mediastinoscopia e possível toracotomia para lobectomia ou pneumonectomia.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Como são diagnosticados os carcinomas pulmonares, e, em sua opinião, qual é o tipo mais provável de câncer?

2. Quais são as manifestações menos comuns do carcinoma broncogênico?

3. O paciente tem uma longa história de tabagismo. Qual é o significado disso?

B. Avaliação e Preparação Pré-operatórias

 

CAPÍTULO 3 – Pneumonite por Aspiração e Insuficiência Respiratória Aguda

PDF Criptografado

30

Capítulo 3

C APÍTU LO 3

Pneumonite por Aspiração e Insuficiência Respiratória Aguda

Pneumonite por Aspiração e

Insuficiência Respiratória Aguda

MANUEL L. FONTES • JEFFREY S. BERGER • FUN-SUN F. YAO

UMA GESTANTE A TERMO DE 20 ANOS foi levada às pressas ao centro cirúrgico para uma cesariana de emergência após o diagnóstico de sofrimento fetal. Durante a recuperação da anestesia geral, a paciente vomitou e aspirou.

A. Manejo da Aspiração

1. Defina os fatores de risco da pneumonite por aspiração.

2. O que é síndrome de Mendelson?

3. Quais são o pH e o volume de aspirado cruciais para causar a síndrome de Mendelson?

4. Qual é a diferença entre pneumonite por aspiração e pneumonia por aspiração?

5. Você suspeita de aspiração. Qual é sua estratégia inicial de ma6.

7.

8.

9.

nejo?

Você administraria antibióticos profiláticos?

Você administraria esteróides?

Você irrigaria a árvore brônquica com bicarbonato ou solução salina?

 

CAPÍTULO 4 – Transplante de Pulmão

PDF Criptografado

52

Capítulo 4

Transplante de Pulmão

C APÍTU LO 4

Transplante de Pulmão

PAUL M. HEERDT • CHARLES W. HOGUE, JR.

UM HOMEM DE 52 ANOS com dispnéia progressiva aos esforços, limitação da atividade diária apesar de oxigênio suplementar e sinais de doença pulmonar obstrutiva grave à radiografia e espirometria será submetido a transplante de pulmão unilateral. À anamnese constatou-se tabagismo, com consumo de um maço por dia durante 30 anos (embora tenha parado há 10 anos) e hipertensão leve.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Quais eram as manifestações esperadas de doença pulmonar

2.

3.

4.

5.

6.

obstrutiva grave nesse paciente, e por que ele era candidato a transplante?

Que outras doenças pulmonares em fase terminal também podem ser tratadas por transplante?

Quantos transplantes de pulmão foram realizados?

Quais são os critérios de seleção dos receptores?

Como é tomada a decisão de transplante uni ou bilateral? Isso influencia o manejo pré-operatório?

 

CAPÍTULO 5 – Fístula Traqueoesofágica

PDF Criptografado

C APÍTU LO 5

Capítulo 5

Fístula Traqueoesofágica

63

Fístula Traqueoesofágica

JACQUES H. SCHAROUN

UM RECÉM-NASCIDO A TERMO DE 12 HORAS pesando 2,5 kg apresenta sufocação e cianose ao mamar pela primeira vez. A equipe da unidade de terapia intensiva neonatal não consegue passar sonda gástrica. Também há secreções orais abundantes. Antes do nascimento foi observado poliidrâmnio.

A. Fisiopatologia e Diagnóstico Diferencial

1. Qual é o diagnóstico? Quais são as características clínicas da

5. Analise a técnica cirúrgica.

6. Analise problemas intra-operatórios comuns no reparo.

doença?

2. Qual é a fisiopatologia da doença?

3. Como essa lesão ocorre durante o desenvolvimento?

4. Como são classificados os diferentes tipos de fístula traqueoesofágica (FTE)?

5. Que outros problemas essa criança pode ter? Quando eles devem ser investigados?

6. O que se deve dizer aos pais sobre o risco perioperatório?

 

CAPÍTULO 6 – Hérnia Diafragmática Congênita

PDF Criptografado

C APÍTU LO 6

Capítulo 6

Hérnia Diafragmática Congênita

69

Hérnia Diafragmática Congênita

FUN-SUN F. YAO • DAVID STEIN • JOHN J. SAVARESE

UM BEBÊ DO SEXO MASCULINO A TERMO nasceu com angústia respiratória e cianose. O exame físico mostrou tórax em barril e abdome escafóide. Havia ausência de murmúrio vesicular no hemitórax esquerdo; as bulhas cardíacas eram mais bem ouvidas no hemitórax direito. Foram observados respiração difícil, batimento das asas do nariz e retração esternal. O recémnascido pesava 2.800 g. A pressão arterial era de 60/30 mm Hg; a freqüência cardíaca, de 160 batimentos por minuto; a respiração, 70 incursões respiratórias por minuto; a temperatura, 36°C. O resultado da gasometria arterial em ar ambiente foi: pH, 7,20; Pco2, 55 mm Hg; Po2, 35 mm Hg; e conteúdo de CO2, 19 mEq/L.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

2. Que tratamento imediato deve ser administrado para me-

1. Quais são os diagnósticos diferenciais compatíveis com esses sinais e sintomas?

 

CAPÍTULO 7 – Cardiopatia Isquêmica e Cirurgia de Revascularização Miocárdica

PDF Criptografado

C APÍTU LO 7

Cardiopatia Isquêmica e Cirurgia de Revascularização Miocárdica

FUN-SUN F. YAO • NIKOLAOS SKUBAS • MANUEL L. FONTES

UM HOMEM DE 57 ANOS com doença arterial coronariana (DAC) em três vasos será submetido a cirurgia de revascularização miocárdica (CRM). Ele sofreu um infarto do miocárdio há 7 meses e estava em tratamento com nitroglicerina, digoxina, metoprolol, dinitrato de isossorbida (Isordil) e nifedipino. A pressão arterial (PA) era de 120/80 mm Hg, e a freqüência cardíaca (FC) era de 60 por minuto.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. O que é doença arterial coronariana (DAC) triarterial? Quais são os ramos das artérias coronárias?

2. Quais são as indicações da cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM)?

3. O que é angioplastia coronariana transluminal percutânea

(ACTP)? Analise suas indicações, contra-indicações e resultados.

4. Quais são os resultados da cirurgia de revascularização do miocárdio?

 

CAPÍTULO 8 – Cardiopatia Valvar

PDF Criptografado

120

Capítulo 8

Cardiopatia Valvar

C APÍTU LO 8

Cardiopatia Valvar

GREGG S. HARTMAN • STEPHEN J. THOMAS

UM HOMEM DE 78 ANOS foi internado com dispnéia progressiva. Há relato de dor torácica no passado que porém não impediu a manutenção das atividades normais. O paciente desmaiou duas vezes no ano anterior. Ao exame físico, auscultava-se um sopro sistólico alto na borda esternal esquerda, com irradiação para o pescoço. Os sinais vitais eram: pressão arterial, 150/90 mm Hg; freqüência cardíaca, 88 batimentos por minuto e ritmo irregular. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo sinusal com extra-sístoles atriais e hipertrofia do ventrículo esquerdo

(HVE) com sobrecarga. O ecocardiograma transtorácico mostrou hipertrofia do ventrículo esquerdo (VE), e o

Doppler mostrou estenose aórtica (EA) grave com um gradiente de 64 mm Hg, insuficiência aórtica (IA) leve e regurgitação mitral (RM) moderada. Foi marcada a cirurgia de troca da valva aórtica (TVA) e possível reparo da valva mitral (VM) ou troca da valva mitral (TVM).

 

CAPÍTULO 9 – Marca-passos e Cardioversores-Desfibriladores Implantáveis

PDF Criptografado

C APÍTU LO 9

Capítulo 9

Marca-passos e Cardioversores-Desfibriladores Implantáveis

139

Marca-passos e CardioversoresDesfibriladores Implantáveis

ALAN CHENG • FUN-SUN F. YAO

UM HOMEM DE 70 ANOS será submetido a colecistectomia aberta de urgência. Ele teve um marca-passo permanente (MPP) implantado há 5 anos para tratamento de síndrome do nó sinusal. O marca-passo foi substituído por um cardioversordesfibrilador implantável (CDI) com estimulação bicameral há 6 meses por causa de episódios de taquicardia ventricular (TV). A pressão arterial era de 120/80 mm Hg, a freqüência cardíaca era regular de 70 batimentos por minuto.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Quais são as indicações de marca-passos permanentes

(MPP)?

8. Quais são as vantagens e desvantagens da estimulação somente atrial?

9. Quais são as indicações e as complicações associadas aos

2. O que é síndrome do nó sinusal?

3. Como você diagnosticaria o bloqueio atrioventricular (AV) de

 

CAPÍTULO 10 – Aneurismas da Aorta Toracoabdominal

PDF Criptografado

152

Capítulo 10

C APÍTU LO 10

Aneurismas da Aorta Toracoabdominal

Aneurismas da Aorta

Toracoabdominal

MANU SETHI • CHARLES D. COLLARD • MANUEL L. FONTES

UMA MULHER DE 67 ANOS DE IDADE apresenta-se para avaliação e tratamento cirúrgico de um aneurisma da aorta toracoabdominal (AATA). A história médica pregressa da paciente indica dissecção aórtica tipo III há 8 anos, hipertensão, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), tabagismo (um maço/dia) e insuficiência renal crônica. No momento, queixa-se de dor nas costas intermitente. A tomografia computadorizada (TC) mostra um AATA medindo 9 cm, que tem origem imediatamente distal à artéria subclávia esquerda e estende-se até a bifurcação ilíaca. A radiografia de tórax mostra dilatação da aorta torácica por aneurisma, com deslocamento do brônquio principal esquerdo. O ecocardiograma mostra hipertrofia ventricular esquerda concêntrica e fração de ejeção normal. Os achados laboratoriais mostram hemoglobina, 9,3 g/dL; hematócrito, 37%; uréia sanguínea, 22 mg/dL e creatinina, 1,9 mg/dL.

 

CAPÍTULO 11 – Reparo de Aneurisma da Aorta Abdominal

PDF Criptografado

164

Capítulo 11

C APÍTU LO 11

Reparo de Aneurisma da Aorta Abdominal

Reparo de Aneurisma da

Aorta Abdominal

LORI A. RUBIN

O PACIENTE ERA UM HOMEM DE 76 ANOS com um aneurisma aórtico infra-renal medindo 6 cm, diagnosticado ao exame físico de rotina e confirmado por tomografia computadorizada (TC) do abdome. Ele era ex-tabagista e queixava-se de dispnéia aos esforços e claudicação. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ondas Q nas derivações II, III e aVF, a radiografia de tórax mostrou hiperinsuflação leve dos campos pulmonares, e o hematócrito era de 46%. A creatinina sérica basal era de 1,9 mg/dL.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

2. O eletrocardiograma (ECG) pré-operatório estava alterado?

1. Quais são as principais causas de morbidade e mortalidade no paciente com aneurisma da aorta abdominal (AAA)?

2. Que outras doenças são comuns em pacientes com aneuris3.

4.

5.

6.

mas aórticos?

 

CAPÍTULO 12 – Hipertensão

PDF Criptografado

C APÍTU LO 12

Capítulo 12

Hipertensão

179

Hipertensão

MANUEL L. FONTES • FUN-SUN F. YAO

UM HOMEM DE 70 ANOS com colelitíase tinha uma colecistectomia agendada. A pressão arterial (PA) era de 230/120 mm Hg e o pulso era de 60 batimentos por minuto. O hematócrito era de 38%; sódio sérico, 140 mEq/L e potássio sérico, 2,7 mEq/L. Os medicamentos em uso incluíam propranolol e hidroclorotiazida.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Defina hipertensão e classifique sua intensidade.

2. Qual é a prevalência da hipertensão?

3. Qual é a classificação geral da hipertensão? Enumere as causas de cada tipo de hipertensão.

4. Quais são os padrões clínicos de hipertensão encontrados?

5. Qual é a fisiopatologia da hipertensão essencial?

6. Qual é a fisiopatologia da hipertensão sistólica isolada (HS) e

7.

8.

9.

10.

11.

12.

13.

da hipertensão com aumento da pressão de pulso (HPP)?

 

CAPÍTULO 13 – Tamponamento Cardíaco

PDF Criptografado

194

Capítulo 13

Tamponamento Cardíaco

C APÍTU LO 13

Tamponamento Cardíaco

MANUEL L. FONTES • NIKOLAOS SKUBAS • JAMES OSORIO

UMA MULHER DE 69 ANOS apresentou dispnéia, impossibilidade de ficar em decúbito dorsal, oligúria e fraqueza aparente 4 dias após uma cirurgia de revascularização coronariana (CRC) em dois vasos e troca da valva mitral. Ao exame, apresentava ansiedade e diaforese, com os seguintes sinais vitais: freqüência respiratória de 38 incursões por minuto, freqüência cardíaca (FC) de 120 batimentos por minuto (ritmo sinusal normal [RSN]) e pressão arterial sistêmica de 115/66 mm Hg. Foi inserido um cateter na artéria pulmonar (CAP), que mostrou: pressão na artéria pulmonar (AP), 55/15 mm Hg; pressão de oclusão da artéria pulmonar (POAP), 14 mm Hg; pressão venosa central (PVC), 23 mm Hg; e um débito cardíaco (DC) de 2,7 L/min. Os tempos de protrombina e de tromboplastina parcial (PTT) estavam aumentados.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

 

CAPÍTULO 14 – Transplante Cardíaco e Cirurgia Não-cardíaca Subseqüente

PDF Criptografado

C APÍTU LO 14

Capítulo 14

Transplante Cardíaco e Cirurgia Não-cardíaca Subseqüente

213

Transplante Cardíaco e Cirurgia

Não-cardíaca Subseqüente

DAVY C.H. CHENG • JEFF T. GRANTON

UM HOMEM DE 41 ANOS com história de cardiomiopatia dilatada idiopática é internado na unidade de cardiologia de um centro cardiológico de nível quaternário para avaliação de possível transplante cardíaco. Ele tem disfunção sistólica conhecida, e o ecocardiograma transtorácico mostra fração de ejeção inferior a 25%. Arritmias ventriculares recorrentes exigiram a inserção de um cardioversor-desfibrilador implantável (CDI). O cateterismo cardíaco direito mostrou resistência vascular pulmonar de 4 unidades Wood. Recentemente, os sintomas se agravaram e alcançaram a classe IV da New York Heart Association (NYHA). Durante essa internação hospitalar, sua condição clínica continuou a se agravar, exigindo a instituição de suporte inotrópico e a inserção de um balão intra-aórtico (BIA).

 

CAPÍTULO 15 – Cardiopatia Isquêmica e Cirurgia Não-cardíaca

PDF Criptografado

C APÍTU LO 15

Capítulo 15

223

Cardiopatia Isquêmica e Cirurgia Não-cardíaca

Cardiopatia Isquêmica e

Cirurgia Não-cardíaca

MARBELIA GONZALEZ • J. PATRICIO ESCANDON • PAUL G. BARASH

UM HOMEM DE 72 ANOS tem uma hemicolectomia direita agendada para a retirada de um câncer no cólon. A história pregressa indica um infarto do miocárdio (IM) há 5 meses e colocação de stent na artéria coronária direita. O paciente também tem diabetes mellitus tipo 2. Os medicamentos usados são atenolol, diltiazem, glibenclamida, losartana e, ocasionalmente, nitroglicerina (NTG) sublingual.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Quais são os indicadores pré-operatórios de morbidade cardía2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

10.

15-Yao.indd 223

ca perioperatória (MCP)?

O que é a classificação de insuficiência cardíaca da New York

Heart Association (NYHA)?

Qual é a escala de atividade específica (EAE) da função cardíaca?

 

CAPÍTULO 16 – Tetralogia de Fallot

PDF Criptografado

C APÍTU LO 16

Capítulo 16

Tetralogia de Fallot

241

Tetralogia de Fallot

JAMES A. DINARDO

UMA LACTENTE DE 5 MESES sul-americana, adotada recentemente, está sendo avaliada em razão de cianose estável e persistente com saturação arterial de oxigênio (SaO2) de 70% a 80% desde o nascimento. A criança alimenta-se bem e está no 70o percentil para peso (6,5 kg). A ecocardiografia realizada antes de sua chegada à instituição sugere tetralogia de Fallot (TF). Embora nunca tenha sido observada uma crise cianótica, a SaO2 diminuiu para 60% durante um episódio febril recente. A repetição da ecocardiografia mostra TF com estenose grave da valva pulmonar (EP) e EP subvalvar leve secundária a desvio anterior do septo infundibular na via de saída do ventrículo direito (VSVD). O gradiente instantâneo máximo através da VSVD, determinado por Doppler de onda contínua (DOC), é de 70 mm Hg.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

B. Avaliação e Preparação Pré-operatórias

 

CAPÍTULO 17 – Transposição das Grandes Artérias

PDF Criptografado

C APÍTU LO 17

Capítulo 17

Transposição das Grandes Artérias

255

Transposição das Grandes Artérias

JAMES A. DINARDO

UM RECÉM-NASCIDO A TERMO, COM 3 DIAS DE VIDA E PESANDO 3,4 KG tem agendada uma operação de troca arterial (OTA) (operação de Jatene). Logo após o nascimento, ele apresentou cianose diferencial invertida, com saturação arterial no braço direito de 40% e saturação no membro inferior de 60% apesar do uso de prostaglandina E1. Foi realizada atriosseptostomia com balão com resolução da cianose diferencial invertida e aumento da saturação arterial para 75%. A prostaglandina E1 foi interrompida 4 horas após a septostomia. O paciente foi extubado e mantido com O2 suplementar, 0,5 L/min, por cateter nasal. A saturação arterial de oxigênio é de 75%; a pressão arterial é de 63/37 mm Hg; o pulso, de 145 batimentos por minuto; a respiração, de 46 incursões respiratórias por minuto.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. O que é transposição das grandes artérias (D-TGA)?

 

CAPÍTULO 18 – Persistência do Canal Arterial e Prematuridade

PDF Criptografado

C APÍTU LO 18

Capítulo 18

Persistência do Canal Arterial e Prematuridade

271

Persistência do Canal Arterial e Prematuridade

RAJESH BHAT • ISOBEL RUSSELL • FUN-SUN F. YAO

UMA CRIANÇA DO SEXO MASCULINO DE 7 DIAS pesando 900 g tem agendada uma operação de ligadura do canal arterial persistente (PCA). Ela nasceu com

30 semanas de gestação e foi intubada logo após o parto para alívio de angústia respiratória. Houve melhora ao longo dos 4 dias subseqüentes. No entanto, no quinto dia de vida, a angústia respiratória se agravou, e constatou-se um sopro torácico à ausculta. O tratamento clínico da PCA não obteve sucesso. A pressão arterial era de 56/32 mm Hg; a freqüência cardíaca, de 160 batimentos por minuto. Os dados laboratoriais eram: leucócitos, 17.000/mm3; hemoglobina, 11 g/dL; hematócrito, 34%; urina: densidade específica, 1,005, proteína 1+, glicose 1+; cálcio sérico, 6,0 mg/dL; glicemia, 60 mg/dL; gasometria arterial: pH, 7,30; PaCO2, 45 mm Hg; PaO2, 60 mm Hg em FIO2 de 50%, pressão inspiratória, 30/4 cm H2O e freqüência ventilatória de

 

Carregar mais


Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPPD000223504
ISBN
9788527724722
Tamanho do arquivo
18 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados