Fundamentos das Técnicas de Avaliação Musculoesquelética, 2ª edição

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Este livro integra com sucesso, em um única obra, a goniometria, os testes musculares e diferentes técnicas manuais de avaliação musculoesquelética. Organizado por região corporal, fornece os fundamentos para o diagnóstico de distúrbios neuromusculares e musculoesqueléticos. As técnicas são apresentadas exatamente da maneira como um terapeuta experiente abordaria um paciente.

15 capítulos

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Capítulo 1 – Avaliações Preliminares

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Avaliações Preliminares

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Avaliações Preliminares

A

s habilidades cognitivas e psicomotoras são necessárias para que se possa dominar a avaliação do paciente. Esse processo consiste em identificar os procedimentos apropriados, que são determinados habitualmente a partir do prontuário do paciente, da história e de outras fontes de informação. A escolha meticulosa dos procedimentos de avaliação é importante e depende da condição do paciente. Só devem ser feitas as avaliações que contribuem para a elaboração das estratégias terapêuticas. A menos que o uso criterioso das habilidades técnicas durante a avaliação venha a produzir informação concreta, os resultados não terão sentido e o tempo terá sido desperdiçado.1

Foram elaborados critérios padronizados destinados a estabelecer uma gama do desempenho normal ou da mobilidade funcional. Os resultados do paciente são comparados com as normas estabelecidas. O nível desejável de função pode depender do biotipo, da idade e do nível precedente de atividade do paciente. O desempenho do paciente é testado a intervalos para monitorizar a resposta ao tratamento. Essas avaliações também devem obedecer aos critérios normativos e ser realizadas de uma maneira confiável.

 

Capítulo 2 – Princípios das Técnicas de Exame

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Princípios das

Técnicas de

Exame

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Princípios das Técnicas de Exame

VISÃO GLOBAL DE UMA AVALIAÇÃO

MUSCULOESQUELÉTICA

Uma avaliação completa e precisa do sistema musculoesquelético de um indivíduo é essencial para um diagnóstico correto e a instituição de um tratamento apropriado. Convém iniciar o exame pela anamnese (história), seguida pela avaliação física.

O diagnóstico e tratamento corretos dependem de uma história precisa, da observação realizada durante os movimentos e de uma avaliação abrangente do sistema musculoesquelético e de suas estruturas correlatas.

A história tem como objetivo principal reunir toda a informação que seja pertinente ao problema que levou o indivíduo a ser submetido a uma avaliação. A história está relacionada aos fatores sociais, econômicos e culturais que afetam o indivíduo. Uma história detalhada do mecanismo responsável pelo traumatismo ou pelo insulto pode ser necessária para os problemas mais complexos. O indivíduo com uma lesão localizada ou que acomete uma

 

Capítulo 3 – Dor

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Dor

Jill Galper e Vincent Verno

Dor

INTRODUÇÃO

A dor é um dos motivos mais freqüentemente citados para o encaminhamento do paciente para tratamento, porém sua avaliação objetiva na prática clínica ainda é imprecisa. Um motivo para essa dificuldade é que a dor é uma experiência subjetiva, com múltiplos fatores influenciando sua percepção e manifestação. Com freqüência, os pacientes dirão que “você não tem idéia da dor que eu sinto”. Isso é correto porque a dor é definida clinicamente como “uma experiência sensorial e emocional desagradável associada com um dano tecidual real ou potencial”.3

Os fatores que influenciam a atual experiência dolorosa do indivíduo incluem a intensidade do estímulo e, num grau ainda maior, a interpretação do estímulo.7 A interpretação da dor é influenciada por idade, sexo, etnia, cultura, antecedentes religiosos, níveis de atenção e de distração, ambiente e a resposta dos outros ao comportamento diante da dor.7 Outros fatores que afetam a percepção da dor incluem experiência prévia com a dor, respostas aprendidas de outros e percepção do controle sobre a causa da dor.4,14

 

Capítulo 4 – Postura

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Postura

Postura ᭢

A

capacidade de realizar uma avaliação postural precisa e completa requer uma grande habilidade por parte do examinador, pois o aspecto de muitas anormalidades posturais é extremamente sutil. O examinador deve ser capaz de separar as partes do corpo do todo e, por sua vez, avaliar a soma das partes em relação à sua interação na estrutura anatômica total.

A postura correta consiste no alinhamento do corpo com eficiências fisiológica e biomecânica máximas, o que minimiza os estresses e as sobrecargas infligidas ao sistema de apoio pelos efeitos da gravidade. Na postura correta, a linha de gravidade passa através dos eixos de todas as articulações com os segmentos corporais alinhados verticalmente. A linha de gravidade é representada por uma linha vertical passada através do centro de gravidade do corpo, localizado ao nível da segunda vértebra sacra (S2). Esse é o ponto de referência a partir do qual são avaliados os efeitos gravitacionais sobre os segmentos corporais individuais.

 

Capítulo 5 – Ombro

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Ombro

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Ombro

O

úmero, a clavícula, a escápula (a omoplata) e o esterno constituem a cintura escapular (cíngulo torácico). Os ossos se conectam para formar três articulações — esternoclavicular, acromioclavicular e glenoumeral. A escápula forma também uma articulação fisiológica ao movimentar-se sobre o tórax, a articulação escapulotorácica. Estas articulações funcionam como uma cadeia fechada: quando o úmero se movimenta na fossa glenóidea, a escápula roda sobre o tórax e a clavícula se movimenta sobre o esterno. A articulação glenoumeral é uma articulação sinovial esferoidal e possui três graus de liberdade de movimento. A articulação esternoclavicular foi identificada como uma articulação sinovial tipo sela com três graus de liberdade de movimento. A articulação acromioclavicular é uma articulação sinovial plana com a capacidade de produzir movimento em três planos.

O complexo do ombro aprimorou sua mobilidade a expensas da estabilidade. A cabeça do úmero oscila livremente na fossa glenóidea, e a única fixação do membro superior com o tronco ocorre na articulação esternoclavicular. A estabilização do ombro é proporcionada pelos ligamentos — e principalmente pelos tendões — do músculo que se fundem para formar a cápsula articular.

 

Capítulo 6 – Cotovelo e Antebraço

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Cotovelo e

Antebraço

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Cotovelo e Antebraço

A

articulação do cotovelo, que ocupa uma posição intermediária entre o ombro e a mão, permite o alongamento e o encurtamento do membro superior. Trata-se de uma articulação estruturalmente estável e, com sua musculatura, tem como função primária o posicionamento da mão. Permite que a mão seja aproximada da face para alimentação ou colocada a uma certa distância para alcançar objetos. Muitos dos músculos que atuam sobre o punho e o ombro cruzam a articulação do cotovelo, ajudam a proporcionar estabilidade e aprimoram a função da mão.

A articulação do cotovelo se desloca em um único plano de movimento ao redor de um único eixo. Os movimentos produzidos na articulação do cotovelo são a flexão e a extensão. A cabeça do rádio articula-se com o côndilo (pequena cabeça) do úmero. A ulna articula-se com a tróclea do úmero. O eixo de movimento é transversal em um plano através da tróclea e do côndilo. A tróclea se estende mais distalmente que o côndilo; portanto, quando o cotovelo é colocado em extensão e o antebraço é supinado, este último se desvia lateralmente em relação ao úmero. Esse desvio é responsável pelo que se denomina ângulo de carregamento ou de carga. O eixo fica imediatamente abaixo dos epicôndilos lateral e medial do úmero.

 

Capítulo 7 – Punho e Mão

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Punho e Mão

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Punho e Mão

O

punho e a mão são estruturas complexas que dependem de todo o membro superior. A mão é necessária para atividades da vida diária tão delicadas como costurar e pintar e para outras atividades tão vigorosas como martelar. Uma perda no membro superior proximal pode corresponder a uma função reduzida da mão.

A articulação do punho é formada pela extremidade distal do rádio, os ossos proximais do carpo (escafóide e semilunar) e o disco articular da ulna e o cuneiforme. A articulação se desloca em dois planos de movimento, sendo denominada articulação sinovial condilóidea. Os movimentos intercárpicos ocorrem durante a flexão, extensão, abdução e adução da articulação. As articulações intercárpicas são articulações planas. O eixo para flexão e extensão é transversal (de medial para lateral) e fica localizado ao nível do capitato (grande osso). O eixo para desvio radial (abdução) e desvio ulnar (adução) é transversal anterior e posteriormente e passa através do capitato.

 

Capítulo 8 – Face e Articulação Temporomandibular

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Face e Articulação

Temporomandibular

Face e Articulação Temporomandibular ᭢

TESTES MUSCULARES MANUAIS

Todos os testes dos músculos faciais são feitos na posição sentada ou supina. A gravidade não é considerada como um fator a ser levado em conta na avaliação dos músculos da face. Assim sendo, os graus são alterados em relação ao formato padronizado:

Zero: Nenhuma contração

Traço: Contração mínima

Regular: Movimento com dificuldade

Normal: O movimento é completado com facilidade

A resistência habitualmente é aplicada somente aos músculos da mastigação. A estabilização não é aplicada pelo examinador, desde que o pescoço esteja estável.

É difícil para alguém com músculos faciais fracos utilizar movimentos substitutos ou músculos sinérgicos. O examinador deve observar o movimento quanto à simetria, porém muitos dos músculos da expressão facial podem ser assimétricos.

Os músculos da face são divididos em dois tipos. Aqueles localizados no tecido subcutâneo e que funcionam movimentando a pele são denominados músculos da expressão facial (Fig.

 

Capítulo 9 – Coluna Cervical

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Coluna

Cervical

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A

s vértebras desempenham muitas funções importantes. Protegem a medula espinhal e ajudam na respiração e na deglutição. Proporcionam uma base de apoio para a cabeça e os órgãos internos e fixações indiretas para os membros. Elas conferem mobilidade ao tronco. As articulações de cada vértebra são numerosas. Os corpos se articulam mutuamente, e as articulações são protegidas pelos discos intervertebrais. Os arcos vertebrais se articulam através das facetas articulares superiores e inferiores. As articulações facetárias são do tipo sinovial plano e possuem três graus de liberdade de movimento. A articulação com os discos intervertebrais permite um movimento mínimo e recebe a designação de tipo sínfise de articulação anfiartrodial.

A articulação atlanto-occipital possui dois graus de liberdade de movimento — flexão e extensão e inclinação lateral. A articulação atlantoaxial produz o movimento primário de rotação.

 

Capítulo 10 – Coluna Toracolombar

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Coluna Toracolombar

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Coluna Toracolombar

GONIOMETRIA

Vértebras Torácicas e Lombares

FLEXÃO TORÁCICA E LOMBAR

O movimento de flexão vertebral torácica e lombar ocorre no plano sagital. O maior grau de movimento ocorre na região lombar, pois as facetas articulares estão posicionadas no plano sagital. O movimento ocorre também entre as facetas articulares e os discos intervertebrais. Os discos são comprimidos anteriormente e se separam posteriormente.

Movimento. Existe uma diferença de aproximadamente 10 cm entre as posições inicial e final. A amplitude de movimento na região lombar é devida à retificação da curvatura lordótica, com pouca ou nenhuma reversão da lordose lombar.

Posição

• Preferida: O indivíduo fica sentado com os joelhos fletidos.

• Alternativa: O indivíduo fica de pé com o tronco ereto.

Mensuração com Fita Métrica

Inicial. A fita métrica é colocada proximalmente sobre o processo espinhoso de C7 e distalmente até S1.

 

Capítulo 11 – Articulação Sacroilíaca

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Articulação Sacroilíaca

Articulação Sacroilíaca ᭢

AVALIAÇÃO CLÍNICA

Observação e Triagem

Como assinalado em um capítulo precedente, por causa da relação biológica de coluna lombossacra, articulações sacroilíacas

(SI), quadris e membros inferiores, os pacientes com queixas sintomáticas envolvendo essas áreas podem necessitar de exames específicos de todas as regiões.

A observação preliminar deve incluir uma avaliação postural minuciosa e detalhada de todo o corpo do paciente, concentrando-se no alinhamento do tronco e dos membros inferiores. Consultar o Cap. 4 para mais informações acerca do exame postural.

A inspeção e palpação dos pontos de referência pélvicos ajudam a determinar a presença de alinhamento SI incorreto ou de discrepância no comprimento das extremidades inferiores. O alinhamento incorreto pode ser indicado também por outros sinais e sintomas clínicos.

Pode ser obtida muita informação observando-se a simetria das espinhas ilíacas ântero-superiores (EIAS) e das espinhas ilíacas póstero-superiores (EIPS) de um lado do paciente para o outro. A nutação, definida como a inclinação anterior do sacro em relação ao osso ilíaco, resulta de uma torção posterior relativa da articulação no lado ipsilateral. Esse desvio postural fará com que as EIAS ocupem uma posição mais alta e as EIPS uma posição mais baixa no lado afetado, em comparação com esses mesmos pontos de referência no lado normal. A nutação é responsável pela redução no diâmetro da reborda pélvica e pelo aumento da abertura (saída) pélvica. Inversamente, a contranutação, ou a inclinação posterior do sacro sobre o ilíaco, cria uma torção anterior relativa da articulação no mesmo lado. Como resultado, o exame dos pontos de referência ósseos revela que as EIAS estão mais baixas e as EIPS mais altas no lado afetado, em comparação com o lado normal. A contranutação é responsável por um aumento no diâmetro da reborda pélvica e por uma redução na abertura (saída) pélvica.

 

Capítulo 12 – Quadril

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Quadril

Quadril

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O

quadril é uma articulação sinovial tipo esferoidal com a cabeça do fêmur articulando-se com o acetábulo. Possui maior congruência que qualquer outra articulação do corpo. A articulação do quadril transmite uma grande força entre o tronco e o assoalho; além disso, desempenha um papel proeminente na deambulação. O arranjo articular destina-se a proporcionar estabilidade, mas permite também uma mobilidade limitada. A articulação do quadril possui três graus de liberdade de movimento. O eixo verdadeiro de movimento passa através do centro da cabeça do fêmur. Clinicamente, o eixo fica ao nível do trocanter maior.

GONIOMETRIA

FLEXÃO DO QUADRIL

A flexão do quadril ocorre no plano sagital entre a cabeça do fêmur e o acetábulo do ilíaco. Enquanto o quadril entra em flexão, a cabeça do fêmur desliza em uma direção posterior e inferior. O movimento de flexão do quadril é acompanhado por vários movimentos, tais como inclinação pélvica posterior e flexão das vértebras lombares. O indivíduo é estabilizado, para que os movimentos secundários não venham a afetar a flexão da articulação do quadril e não sejam incluídos na mensuração.

 

Capítulo 13 – Joelho

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Joelho

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Joelho

A

articulação do joelho, como o cotovelo, permite o encurtamento e o alongamento do membro. Trata-se de uma articulação sinovial condilóidea volumosa, complexa e instável formada por três ossos: o fêmur distal, a tíbia proximal e a patela.

Existem dois graus de liberdade de movimento. Os movimentos de flexão e extensão ocorrem no plano sagital, e a rotação axial ocorre no plano transversal. O eixo de movimento no plano coronal (frontal) fica localizado imediatamente acima das superfícies articulares através dos côndilos femorais.

O joelho funciona em uma cadeia fechada em combinação com as articulações do quadril e do tornozelo, sustentando o peso do corpo durante atividades tipo agachamento, ambulação e adoção da posição sentada. Em uma cadeia cinemática aberta, o joelho proporciona mobilidade para o membro inferior. A mobilidade é proporcionada pelas estruturas ósseas, e a estabilidade é proporcionada principalmente pelas estruturas de tecidos moles, tais como ligamentos e músculos. A articulação do joelho é mais estável na posição de extensão plena e menos estável em flexão, quando as estruturas de tecidos moles ficam frouxas e as superfícies articulares são menos congruentes.

 

Capítulo 14 – Tornozelo e Pé

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Tornozelo e Pé

Tornozelo e Pé ᭢

O

tornozelo e o pé são suficientemente flexíveis para se adaptarem a um terreno irregular, porém suficientemente estáveis para sustentarem o peso do corpo. As lesões do tornozelo ocorrem com freqüência. Tornozelo e pé têm que fazer ajustes contínuos em relação ao solo durante a deambulação como compensação para o movimento de desvio nas articulações do joelho e do quadril a fim de manterem o centro de gravidade sobre a base de apoio relativamente pequena.

A articulação talocrural é formada pelas extremidades distais da tíbia e da fíbula e pela tróclea do talo (astrágalo). Como articulação em dobradiça, permite um único grau de liberdade de movimento. As superfícies medial e lateral da articulação são protegidas pelo maléolo medial da tíbia e pelo maléolo lateral da fíbula. O eixo de movimento é transversal e passa através do talo, conectando os dois maléolos. O plano do eixo é oblíquo, pois o maléolo lateral se estende mais distalmente e ocupa uma posição posterior ao maléolo medial. O alinhamento posterior do maléolo lateral é devido à torção da tíbia. Os movimentos na articulação talocrural são descritos como dorsiflexão e flexão plantar. Durante o movimento na articulação talocrural, a fíbula se desloca superior e inferiormente sobre a tíbia.

 

Apêndices

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Apêndice A: Formulários de Registro para Uso nos

Procedimentos de Avaliação em Fisioterapia

REGISTRO DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO

MEMBROS SUPERIORES

Nome: ___________________________________________________

ESQUERDA

DIREITA

EXAMINADOR

DATA

OMBRO

Flexão

0-180

Extensão

180-0

Hiperextensão

0-45

Abdução

0-180

Rotação medial

0-65

Rotação lateral

0-90

Adução horizontal

Abdução horizontal

0-120

0-30

ESCÁPULA

Rotação para cima

Rotação para baixo

Abdução

Adução

COTOVELO

Flexão

0-145

Extensão

145-0

RADIOULNAR

Supinação

0-90

Pronação

0-90

PUNHO

Flexão

0-90

Extensão

90-0

Hiperextensão

0-70

Abdução

0-25

Adução

0-35

338 ᭢

Apêndice A: Formulários de Registro para Uso nos Procedimentos de Avaliação em Fisioterapia

 

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