Poluição do Meio Ambiente

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Poluição do Meio Ambiente traz uma abordagem simples e pedagógica sobre o tema.enta enfocar o problema da forma mais abrangente possível, tendo como preocupação tratar de temas atuais como a poluição do ar, das águas, dos solos, a térmica, a radioativa, além do gerenciamento de resíduos sólidos e do problema dos vazamentos de embarcações de transbordo de petróleo.

Trata-se de uma publicação atual, pois foram empregadas as regulamentações vigentes. livro servirá como fonte de consulta para os interessados na temática ambiental, bem como poderá ser empregado como livro-texto em cursos de graduação e pós-graduação.

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CAPÍTULO 1 - Poluição do Ar

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CAPÍTULO 1

Poluição do Ar

MA R CO A U R ÉLI O DO S SA NTO S

1.1 conceito de poluição do ar

De acordo com a NBR 89691 de julho de 1985, poluição do ar significa “a pre­ sença de um ou mais poluentes atmosféricos” e poluente atmosférico “toda e qualquer forma de matéria e/ou energia que, segundo suas características, concentração e tempo de permanência no ar, possa causar ou venha a causar danos à saúde, aos materiais, à fauna e à flora e seja prejudicial à segurança, ao uso e ao gozo da propriedade, à economia e ao bem-estar da comunidade.

O mesmo significado que contaminante atmosférico” (ABNT, 1985).

A poluição do ar pode ser de origem natural (vulcões, processos micro­ biológicos no solo, decomposição de matéria orgânica, queimadas de origem natural etc.) ou de origem antropogênica (combustão industrial, transportes, geração de energia, queimadas antropogênicas etc.)

Os poluentes atmosféricos são classificados em dois tipos: poluentes pri­ mários e poluentes secundários.

 

CAPÍTULO 2 - Poluição do solo

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CAPÍTULO 2

Poluição do solo

A NA C A R O LI NA DA R O C HA LESSA

DÉBO R A DA SI LVA PA R EDES

O solo é um importante recurso natural que propiciou aos seres humanos condições de estabelecer uma sociedade. É matéria-prima fundamental para produção de alimentos e pool de diversos elementos químicos na natureza, fazendo parte da ciclagem de nutrientes e contribuindo para o ciclo da água.

Diferentemente do que se pensava no passado, o solo não é um recurso inesgotável. Quando sujeito a ações de poluição ou exploração indiscrimina­ da, este recurso pode se tornar inutilizável. Ciclos de culturas como o café e a cana-de-açúcar, que foram instaladas no Brasil em séculos anteriores, resultam até hoje em regiões de solos baldados em função de anos de ex­ ploração insustentável desse recurso (Figura 2.1).

Da mesma forma, regiões contaminadas por indústrias metalúrgicas ou por aplicação de agroquímicos podem possuir solos com altos teores de metais pesados, o que limita sua utilização, pois concentrações elevadas de metais no solo podem afetar a produtividade, a biodiversidade e a sustentabilidade dos ecossistemas, oferecendo um alto grau de periculosi­ dade à população (SUN et al., 2001).

 

CAPÍTULO 3 - Poluição das águas

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CAPÍTULO 3

Poluição das águas

MA R CO A U R ÉLI O DO S SA NTO S

MA R C ELLE DE FÁ TI MA DA SI LVA

3.1 Introdução

Não se pode confundir a estética da água com a poluição da água, pois nem sempre “água limpa” aos nossos olhos significa despoluída.

A qualidade da água tem maior relação com as características em que se en­ contra na natureza do que seu estado de pureza química. A água pura somente pode ser encontrada em laboratórios, pois na natureza existem gases dissolvi­ dos e substâncias minerais e orgânicas que propiciam a manutenção da vida.

Considera-se que a água está poluída quando não é adequada ao consu­ mo humano, quando os animais aquáticos não podem viver nela, quando as impurezas nela contidas tornam desagradável ou nocivo seu uso recreativo ou quando não pode ser usada em nenhuma aplicação industrial.

Segundo Braga et al. (2002), a qualidade da água depende diretamente da quantidade de água existente para dissolver, diluir e transportar as subs­ tâncias benéficas e maléficas para os seres que compõem a cadeia alimentar.

 

CAPÍTULO 4 - Poluição radioativa

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CAPÍTULO 4

Poluição radioativa

MA R CO A U R ÉLI O DO S SA NTO S

4.1 Introdução

A poluição derivada das atividades nucleares é bastante conhecida e, de­ vido aos riscos associados, deve ser bem controlada, de forma a se evitar que ocorram, de alguma maneira, lançamentos ou escapes de radioatividade para o meio ambiente.

Os maiores problemas associados são relativos a potenciais acidentes de instalações que empregam materiais radioativos, com eventuais vazamentos de radiação para o meio ambiente e a disposição segura dos rejeitos nuclea­ res, que devem ser segregados por longos períodos, pois suas características danosas (emitem radiação) perduram por longos períodos de tempo.

No que tange à energia nuclear e ao meio ambiente, poderíamos dividir seus impactos em três categorias: a. riscos de acidentes produzindo vazamentos de fontes radioativas para o meio ambiente; b. problemas na segurança da disposição final dos resíduos radioativos produzidos; c. outros impactos advindos da produção, beneficiamento do urânio, enri­ quecimento e reprocessamento do combustível nuclear.

 

CAPÍTULO 5 - Poluição térmica

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CAPÍTULO 5

Poluição térmica

MA R CO A U R ÉLI O DO S SA NTO S

5.1 Introdução

A poluição térmica pode ser abordada como o “patinho feio” das formas de energia que poluem o meio ambiente. Pouca atenção é dada a este proble­ ma, apesar de a energia térmica e seus desdobramentos no meio ambiente causarem uma série de danos aos sistemas onde ocorrem.

Podemos distinguir duas grandes ações junto ao meio ambiente, a partir da incidência da energia térmica em desacordo com as normas e padrões es­ tabelecidos: a alteração do microclima urbano do ambiente construído (ilhas de calor nas áreas urbanas) e a rejeição térmica nos sistemas aquáticos naturais.

Esses impactos são, no primeiro caso, decorrentes de ações combinadas de alteração do uso do solo e emprego ostensivo de máquinas térmicas, que rejeitam calor na atmosfera. No segundo caso, os impactos resultam de sistemas de troca de calor em instalações industriais.

Algumas características importantes da poluição térmica:

 

CAPÍTULO 6 - Poluição por resíduos

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CAPÍTULO 6

Poluição por resíduos

A LESSA N DR A DA R O C HA DUA I LI B E MO NTEI R O

6.1 Conceituação

Segundo o Dicionário Aurélio, “lixo é tudo aquilo que não se quer mais e se joga fora: coisas inúteis, velhas e sem valor”. Essa característica inservível do lixo deve ser considerada, no mínimo, relativa, pois aquilo que já não apre­ senta nenhuma serventia para quem o descarta, para outro pode se tornar matéria-prima para um novo produto ou processo.

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), resíduo sólido é “qualquer material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas parti­ cularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnicas ou economicamen­ te inviáveis em face da melhor tecnologia disponível” (PNRS, 2010).

 

CAPÍTULO 7 - Vazamentos de Óleo em Incidentes com Navios Petroleiros

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CAPÍTULO 7

Vazamentos de Óleo em

Incidentes com Navios

Petroleiros

MA R CO A U R ÉLI O DO S SA NTO S

Os incidentes associados a vazamentos de petróleo e derivados de navios são classificados internacionalmente de acordo com a quantidade de óleo derramado. Com base nessa classificação, os derramamentos podem ser:

(ITOPF, 2000)

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pequenos (até 7 toneladas de óleo derramado); médios (de 7 a 700 toneladas de óleo); grandes (mais que 700 toneladas de óleo).

Até hoje, aproximadamente 10.000 incidentes de vazamentos por navios e similares foram registrados no mundo, a maioria deles (85 %) categorizada como de proporções pequenas. Os incidentes de grandes proporções são relativamente raros, porém causadores de impactos de alta magnitude sobre o meio ambiente.

Os grandes incidentes também diminuíram significativamente nos últi­ mos 30 anos. O número de incidentes ocorridos na década de 1990 repre­ senta cerca de 1/3 daqueles ocorridos na década de 1970.

 

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