Português para concursos, 1ª edição.

Autor(es): SABBAG, Eduardo
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A obra aborda os mais importantes pontos da Gramática com objetividade e clareza: ortografia, acentuação gráfica, crase, regência, concordância, pontuação e verbos, reservando um capítulo para os problemas recorrentes da língua culta e outro dedicado à redação, fundamental nos concursos. Além disso, conta com o grande diferencial dos vídeos complementares e dos áudios com resumos da matéria.
O autor oferece ao leitor um panorama da matéria sem renunciar ao aprofundamento necessário ao perfeito entendimento da disciplina, trazendo conceitos, fundamentos, exemplos e exercícios de maneira simples e prática.
O livro destina-se principalmente àqueles que buscam êxito em concursos públicos de todas as áreas, sendo bastante útil também aos estudiosos da língua portuguesa.

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Apresentação

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Apresentação

Este “Português para Concursos” é produto de anos de magistério na preparação de candidatos às provas de concursos públicos.

Valendo-se da experiência profissional adquirida em mais de 20 anos dedicados ao magistério em cursos preparatórios para os mais concorridos concursos públicos, em cursos de especialização e pós-graduação, aulas e palestras em todo o Brasil, o Professor Eduardo Sabbag apresenta a sua esperada obra “Português para Concursos”, oferecendo ao leitor um panorama da matéria sem renunciar ao aprofundamento necessário ao perfeito entendimento da disciplina, trazendo conceitos, fundamentos, exemplos e exercícios de maneira clara simples e prática.

O livro conta com uma linguagem sintética e democrática, destinando-se principalmente àqueles que buscam o êxito em concursos públicos de todas as áreas, sendo bastante útil também aos profissionais, aos estudantes da graduação e aos cultores do idioma em geral.

O Autor utiliza métodos claros e didáticos, conhecidos por milhares de alunos em todo o País, o que atesta a importância desta obra, obrigatória em qualquer biblioteca.

 

Nota do Autor

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Nota do Autor

A consulta a gramáticas é, para muitos, penosa e enfadonha. Qual o motivo? Entre outros, podemos indicar o fato de que tais livros apresentam-se, geralmente, em volumes avantajados, os quais acabam trazendo desânimo ao consulente. Diante disso, procuramos adotar nesta obra uma linguagem objetiva, sem sacrificar o aprofundamento necessário ao bom entendimento.

O atual trabalho fornecerá ao leitor uma solução rápida à dúvida gramatical, que tende a surgir com frequência no cotidiano do usuário da língua.

No decorrer do estudo, poderá o leitor encontrar os temas mais intrigantes da língua portuguesa, reunidos no intuito de promover a assimilação das técnicas da boa linguagem. Os temas ensinados são acompanhados de numerosos exemplos – frases confeccionadas pelo autor e inúmeras colhidas da literatura nacional –, com o objetivo de enriquecer o ensinamento, além de lhe imprimir autoridade.

Frise-se que, para determinar o que é correto, tomaram-se por base as novas regras gramaticais estabelecidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e o padrão culto da Língua Portuguesa utilizada hodiernamente no Brasil.

 

1 ORTOGRAFIA

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O RTO G R A F I A

Após o recente Acordo Ortográfico, o alfabeto do português passou a ter vinte e seis letras: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, k, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, w, x, y, z.

Nome das letras: á, bê, cê, dê, é, efe, gê, agá, i, jota, cá, ele, eme, ene, ó, pê, quê, erre, esse, tê, u, vê, dábliu (ou dabliú), xis, ípsilon (ou ipsilão), zê.

Antes da vigência do Acordo Ortográfico, as letras k, y e w não faziam parte do alfabeto da Língua Portuguesa, somente aparecendo em casos especiais, como estrangeirismos e abreviaturas. Todavia, com a implementação do Acordo, essas letras passam a fazer parte do nosso alfabeto de forma oficial.

1.1. 

A LETRA H

A letra H em início de palavra não tem valor fonético nem funciona como notação léxica, sendo tão somente uma letra decorativa. Parafraseando o dito popular, “o ‘h’ é letra muda; não fala, mas ajuda”. Entretanto, tal letra pode trazer problemas àqueles menos familiarizados com a norma etimológica e com a tradição escrita. Vamos memorizar algumas palavras escritas com a letra h:

 

2 ACENTUAÇÃO GRÁFICA

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2

ACE N T UAÇÃO G R Á F I CA

Trata-se de sistema que demarca o acentuar na fala ou na escrita, permitindo a pronúncia das palavras com clareza e intensidade adequadas.

Em nosso idioma, a palavra que contiver duas ou mais sílabas, necessariamente, terá uma sílaba tônica. Esta hospeda o acento prosódico (o da fala) ou o acento gráfico (o da escrita).

Exemplo: arquétipo e quero  que é a sílaba tônica. Na primeira palavra

(arquétipo), a sílaba tônica recebe o acento gráfico, em função da regra das proparoxítonas; na segunda palavra (quero), a sílaba tônica recebe apenas o acento prosódico.

Passemos, agora, à importante classificação dos vocábulos quanto à posição da sílaba tônica:

Oxítonos: a sílaba tônica é a última.

Exemplos: harém, gambá, pajé, Tietê, português, mister, ruim, Pará, ureter, cateter, masseter, Aracaju, novel, obus.

Paroxítonos: a sílaba tônica é a penúltima.

Exemplos: cânon, cônsul, hífen, elétron, alcácer, caracteres, pudico, avito, celtibero, recorde.

 

3 CRASE

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3

CR AS E

A crase (do grego krâsis, ou seja, “mistura”) é a fusão de duas vogais da mesma natureza. Assinalamos com o acento grave (`) o fenômeno da crase, que se traduz na fusão ou contração da preposição a com...

– o artigo definido feminino singular a, resultando em À;

– o artigo definido feminino plural as, resultando em ÀS;

– o pronome demonstrativo aquela(s), aquele(s), aquilo, resultando em ÀQUELA(S),

ÀQUELE(S), ÀQUILO;

– o pronome relativo a qual, as quais, resultando em À QUAL, ÀS QUAIS.

Observemos as frases abaixo:

Leve a encomenda à secretária.

(à = a1 + a2) a1 = preposição (da regência do verbo levar); a2 = artigo (que acompanha o substantivo feminino secretária).

Refiro-me àquele hóspede.

(àquele = a1 + aquele2) a1 = preposição (da regência do verbo referir-se); aquele2 = pronome demonstrativo.

Note a regra prática para se certificar de que haverá o sinal indicador da crase:

1º Passo: substitua a palavra antes da qual aparece o “a” ou “as” por um termo masculino.

 

4 REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL

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4

4.1. 

R EG Ê NCI A N O M I N A L E V E R BA L

REGÊNCIA NOMINAL

É a relação de dependência existente entre um nome (substantivo, adjetivo, advérbio) e seu complemento.

Certos substantivos e adjetivos admitem mais de uma regência. A escolha desta ou daquela preposição deve, no entanto, subordinar-se aos ditames da clareza e da eufonia e adequar-se aos diferentes matizes do pensamento.

Principais Regências de Substantivos e Adjetivos: acessível a, para, por

diferente com, em, entre, por, de

natural a, em, de

acostumado a, com

difícil a, em, para, de

necessário a, em, para

adaptado a

digno de

negligente em

afável a, com, para com

entendido por, em

nocivo a

aflito com, por

equivalente de, a

ojeriza a, com, contra, por

agradável a, de, para

erudito em

paralelo a, com, de, entre

alheio a, de

escasso de

parco com, em, de

alienado de

 

5 CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL

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5

CO NCO R DÂ NCI A N O M I N A L E V E R BA L

POR QUE ESTUDAR CONCORDÂNCIA?

É sabido que nossa comunicação pode se dar por meio das formas verbal ou escrita. O que falamos ou escrevemos precisa ser organizado de maneira lógica e precisa, a fim de que logremos êxito na transmissão da mensagem. Organizar as ideias é imprimir harmonia e precisão na comunicação, estabelecendo pontos comuns entre as palavras e, sobretudo, levando a cabo o lema “concordar é harmonizar”.

Partindo-se do nome do verbo, têm-se dois tipos de concordância: a) a nominal, por meio da qual adjetivos ou palavras adjetivas (artigo, numeral, pronome) alteram sua terminação em gênero e número para estabelecer concordância com o substantivo a que se referem; b) a verbal, segundo a qual o verbo modifica sua terminação (desinência número-pessoal) para concordar, geralmente, com o sujeito da oração;

Passemos a enfrentar as regras de concordância nominal.

Regra geral: os modificadores (pronomes, adjetivos, artigos ou numerais) concordam com o substantivo em gênero e número. Exemplos:

 

6 PONTUAÇÃO

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6

PO N T UAÇÃO

O VALOR ESTILÍSTICO DA PONTUAÇÃO

A pontuação é mais do que sinais gramaticais usados para separar orações, introduzir diálogos e citações ou indicar tipos de frases. Também, e principalmente na linguagem oral, a pontuação assume papel importantíssimo no ato comunicativo. O orador deve ter em mente os sinais de pontuação que marcam seu pensamento e dizê-los, não explicitamente, mas por meio do ritmo e do tom em que ordena sua frase, fazendo da pontuação um precioso material sintático de conteúdo psíquico e estilístico. É, então, recurso utilizado pelo escritor-falante para reger a leitura do receptor, como se fosse ela a “batuta do maestro”, tornando o ritmo ora lento, ora rápido, ora suave, ora agitado, enfim, encaminhando as ideias para a direção semântica perseguida pelo emissor da mensagem.

É preciso, assim, leitura esforçada de boas gramáticas para obter o redator (e também o orador) um aproveitamento eficaz dos sinais de pontuação que marcam, sobretudo, a pausa e a entonação. A propósito, a pausa cuida da duração frasal e encontra-se em estreita relação com a inf lexão melódica.

 

7 VERBOS

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7

7.1. 

V E R BOS

VERBOS REGULARES E IRREGULARES

Regulares: são os verbos conjugados de acordo com os seguintes paradigmas:

AMAR (1ª conjugação) – desinência na 1ª pessoa do presente do indicativo: eu am-o;

BEBER (2ª conjugação) – desinência na 1ª pessoa do presente do indicativo: eu beb-o;

PARTIR (3ª conjugação) – desinência na 1ª pessoa do presente do indicativo: eu part-o.

Irregulares: são os verbos que não seguem os paradigmas supracitados, pois apresentam irregularidades: a) nas desinências

Exemplo: verbo DAR – desinência na 1ª pessoa do presente do indicativo: eu dou (observe a irregularidade na desinência, comparando-o com o verbo AMAR: eu am-o); b) nos radicais

Exemplo: verbo SUBIR – desinência na 1ª pessoa do presente do indicativo: eu subo (observe a irregularidade no radical “sub” em outras pessoas: tu sobes, ele sobe etc.);

Entre os verbos irregulares, destacam-se os anômalos, os defectivos e os abundantes:

 

8 PROBLEMAS GERAIS DA LÍNGUA CULTA

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8

PROBLEMAS GERAIS DA LÍNGUA CULTA

A Língua Portuguesa é repleta de situações “limítrofes”, no plano da ortografia, da acentuação e da semântica. Não raras vezes, o estudioso se vê diante de tais encruzilhadas, que o levam a ref letir sobre a necessidade de conhecer a norma culta da Língua. Tais situações são inúmeras, porém as mais relevantes são tratadas neste capítulo: o problema das expressões semelhantes e seus significados diferentes (mau e mal; a par e ao par; ao encontro de e de encontro a; na medida em que e à medida que; afim e a fim de; demais e de mais; todo e todo o; senão e se não; em princípio e a princípio; a grafia e acentuação do pronome que e dos porquês; entre outras); os problemas dos parônimos; os pleonasmos viciosos; e a necessidade de ampliação do vocabulário.

AS EXPRESSÕES SEMELHANTES E SEUS SIGNIFICADOS DIFERENTES

8.1. 

8.1.1. 

Que e Quê

Que é pronome, conjunção, advérbio ou partícula expletiva. Por se tratar de monossílabo átono, não é acentuado:

 

9 GRAFIMACETES

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9

G R A F I M ACE T ES

Este capítulo visa municiar o leitor com palavras de grafia complexa.

Infelizmente, muitas delas têm a grafia “assassinada” diariamente pelos meios de comunicação de massa. Como se sabe, o presente trabalho está lastreado no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa – o VOLP 2009 –, compêndio que veicula a palavra final sobre a ortografia dos vocábulos da

Língua Portuguesa no Brasil. Diga-se que suas famosas instruções – aprovadas pela Academia Brasileira de Letras em 12 de agosto de 1943 e, mais tarde, modificadas pela Lei n. 5.765, de 18-12-1971 – tiveram por base o

Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia das Ciências de Lisboa (1940).

1. Praxe – Explanar – Extemporâneo

Situação: A praxe dos Tribunais tem sido no sentido de explanar os casos extemporâneos, a fim de que se possa padronizar os julgados.

Comentário: deve-se ter cautela com o fonema da intrigante con­soante

“x”, uma vez que tal letra pode conter inúmeros valores fonéticos ou sons, dependendo do vocábulo. Sabe-se que o “fonema” é o som distintivo que forma as sílabas na comunicação oral. Exemplos:

 

10 PRONUNMACETES ETIMBREMACETES

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10 �

P RO N U N M ACE T ES E

T I M B R E M ACE T ES

PRONUNMACETES

RUIM

Pronúncia: /ru-im/, e não “rúim”.

Situação: A laranjada estava ruim, mas a comida estava pior.

Comentário: vocábulo oxítono, dissílabo e com a tonicidade na última sílaba (-im). Não se deve pronunciá-lo em uma sílaba (“rúim”), porque se poderia afirmar, em tom jocoso, que “‘rúim’ não é ‘ruim’ (/ru-im/), mas péssimo”. Até mesmo com o substantivo “ruindade”, a pronúncia deve ser respeitada: pronuncie /ru-in-da-de/, e não “rúin-dade”.

Ressalte-se que, em português, os nomes terminados em -im são oxítonos: amendoim, tuim, Caim, Serafim, capim, pasquim, curumim, rubim, jardim, Paim, jasmim, Joaquim, entre outros. A exceção é “ínterim”, uma palavra proparoxítona.

MAUS-CARACTERES: o plural de mau-caráter.

Pronúncia: /ca-rac-te-res/, e não “ca-rá-te-res”.

Situação: Na cela do cárcere, havia vários maus-caracteres; todos, no entanto, afirmavam ser inocentes.

 

11 MEMORIMACETES

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M E M O R I M ACE T ES

Os MEMORIMACETES objetivam oferecer ao estudioso, mediante processo de memorização, a aprendizagem dos elementos gramaticais mais importantes de nosso idioma. Por meio do confronto entre o acerto e o erro, pode o leitor visualizar o melhor caminho a seguir, memorizando as dicas afetas àquele questionamento. Será possível perceber que, em alguns casos

– em virtude da complexidade dos pontos gramaticais –, serão ofertadas explicações detalhadas acerca do tema, enriquecidas com exemplos e comentários. Passemos, então, a seu estudo.1 2

MEMORIMACETES

ERRO: Houveram confusões.

ACERTO: Houve confusões.

O verbo haver no sentido de “existir” é impessoal, não podendo concordar com o nome a que se refere. Exemplo:

�� No mês passado, havia muitas amoras na árvore.

Há construções pouco recomendáveis, documentadas até mesmo em alguns dos melhores escritores da Língua, especialmente do século passado, que não devem ser imitadas:

 

12 REDAÇÃO

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12

12.1. 

R E DAÇÃO

INTRODUÇÃO

A nota dez em redação não é mito. É possível, sim. Busquei esta pontuação na prova da FUVEST, em vestibular para o ingresso na Universidade de São Paulo, para o curso de Direito, e a obtive com êxito. O que fiz? Usei todas as técnicas adequadas e as treinei. Não resta dúvida que, para obter nota dez, há a necessidade de técnica e treino. São duas palavras que fazem toda a diferença. A primeira inclui a desenvoltura gramatical, o domínio da forma, a versatilidade nas ideias e o domínio do raciocínio. A segunda é pura prática, o sublime ato de escrever, insistidas vezes. Compartilho com você, neste material, as bases conceituais para a construção da melhor técnica destinada à obtenção do sucesso nas provas de redação. Aqui, neste capítulo, você terá contato com matérias e dicas que serão fundamentais na sua preparação, como Teoria do Texto, Estilística, bibliografia básica, Técnicas Redacionais e Dicas de Gramática.

A partir de agora, abra a mente e o coração para a arte de escrever!

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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R E F E R Ê NCI AS B I B L I O G R Á F I CAS

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Bloch, 1981; 3. ed. Imprensa Nacional, 1999; 4. ed. Imprinta, 2004; 5. ed. Global Editora, 2009.

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Dicionário de questões vernáculas. 4. ed.

São Paulo: Ática, 1998.

______. Gramática metódica da língua portuguesa. 28. ed. São Paulo: Saraiva,

1979; 44. ed. 1999.

AMARAL, A. Revista da Academia Paulista de Letras 26 (73): 171-2, 1969.

ANDRÉ, Hildebrando A. de. Gramática ilustrada. 2. ed. São Paulo: Moderna,

1982.

ARISTÓTELES. Arte retórica e arte poética. Rio de Janeiro: Ediouro, 1985.

ARRUDA, Geraldo Amaral (Des.) Notas sobre a linguagem do juiz. São Paulo:

Corregedoria Geral de Justiça – TJSP, 1988.

______. Como aperfeiçoar frases. São Paulo: Corregedoria Geral de Justiça

– TJSP, 1988.

ASSIS, Machado de. O alienista. São Paulo: Ática, 1994.

 

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