Administração financeira: uma abordagem global, 1ª edição.

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Com excelente abordagem metodológica, este livro trata, de maneira profunda, sobre as finanças empresariais de multinacionais, abordando as necessidades de empresas que operam com moedas estrangeiras, exportação, importação e concorrência internacional. Os conceitos são alicerçados em exemplos numéricos e a ordenação do conteúdo segue uma estrutura lógica, partindo dos temas básicos para os mais complexos. Desse modo, a obra tem o grau de simplificação necessário para o entendimento do leitor, porém sem comprometer a profundidade dos conceitos. Pela abrangência do conteúdo – o livro explora praticamente todos os temas importantes de contabilidade global e internacional – é uma ótima leitura para estudantes e profissionais da área de administração financeira corporativa.

 

16 capítulos

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sobre o autor

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sobre o autor

Clóvis Luís Padoveze é doutor em Contabilidade e Controladoria pela USP-SP e mestre em Ciências Contábeis pela PUC-SP. Leciona no Mestrado Profissional e Doutorado em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Metodista de

Piracicaba, onde é responsável pelas linhas de pesquisa em Finanças e Controladoria.

Profissionalmente, atua há mais de 30 anos como controller, consultor e instrutor de treinamentos profissionais, passando por empresas importantes como Indústrias Romi

S.A. e Grupo Nelson Paschoalotto, no qual trabalha atualmente. Autor muito renomado, tem diversos títulos publicados na área de Contabilidade, Finanças, Custos e Gestão de

Riscos, além desta obra, Administração Financeira: uma abordagem global, que chega às mãos de profissionais e estudantes da área pela Editora Saraiva Educação.

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prefácio

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prefácio

Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo inicial de oferecer um conteúdo estruturado para a disciplina de Administração Financeira dos cursos de graduação com foco em gestão de negócios internacionais e comércio exterior, contemplando as especificidades da administração financeira de empresas com atuação multinacional. As principais fontes bibliográficas utilizadas como referência dos capítulos ligados a esse tema foram os autores

Gitman, Ross, Brealey, Brigham, Madura e Eiteman, cujas obras constam das referências.

Reconhece-se que os temas de finanças internacionais têm uma complexidade maior que os temas financeiros domésticos enfrentados pelas empresas de atuação exclusivamente nacionais. Com essa visão – e com base na premissa de que o público-alvo é composto de discentes apenas com conhecimento introdutório de finanças e contabilidade e praticamente nenhuma experiência em finanças internacionais –, buscou-se manter ao longo de todo o livro uma abordagem metodológica, ou seja, todos os temas tratados são consubstanciados por exemplos numéricos, com o grau de simplificação necessário para entendimento, mas com adequada profundidade conceitual.

 

1 - finanças: objetivos e funções gerais

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finanças: objetivos e funçõe s gerais

Introdução

O autor James Van Horne inicia seu trabalho de forma objetiva quando diz:

O objetivo de uma companhia deve ser a criação de valor para seus acionistas. O valor é representado pelo preço de mercado da ação ordinária da companhia, o qual, por outro lado, é uma função das decisões de investimento, financiamento e dividendos da empresa. Por todo este livro, o tema unificante é a criação de valor.1

A maioria dos livros de finanças tem origem norte-americana, onde as sociedades anônimas de capital aberto são extremamente representativas, razão porque os acionistas têm sido considerados o foco de finanças. A realidade brasileira, no entanto, é diferente, pois a quantidade e o valor patrimonial das sociedades anônimas não têm a mesma representatividade, e a maior parte das empresas brasileiras com fins lucrativos constitui-se societariamente como limitada. Nesse caso, a figura é o sócio, dono das cotas.

De qualquer forma, a palavra acionistas deve representar também os sócios e os donos de empresas individuais. Em outras palavras, o objetivo maior de finanças é criar valor para seus proprietários, sejam eles quais forem.

 

2 - administração financeira multinacional

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administração financeira multinacional

Introdução

Neste capítulo será caracterizada a administração financeira multinacional – o conjunto de objetivos, funções e fundamentos de finanças necessários para a gestão financeira de empresas que têm unidades de negócios estabelecidas em mais de um país, formando um grupo internacional.

Para tanto, inicia-se com a diferenciação entre empresas internacionais e domésticas, com a definição de suas respectivas estruturas e a variedade de ligações econômicas e jurídicas passíveis de existência em um grupo empresarial.

Em seguida, fala-se do papel da globalização e da competitividade no mercado atual e dos motivos que levam as empresas a se internacionalizarem. Depois, são abordadas as características das empresas multinacionais e as funções financeiras decorrentes delas.

É abordada ainda a importância das demonstrações financeiras legais e apresentadas as instituições e associações de comércio internacional e os acordos comerciais que regem as transações dos grupos. Por fim, é mostrada uma breve história das empresas multinacionais.

 

3 - demonstrações contábeise práticas comparativas

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demonstraçõe s contábeis e práticas comparativas

Introdução

A base da estruturação das informações necessárias para a condução de um modelo de gestão empresarial está contida nas duas principais demonstrações contábeis: o balanço patrimonial e a demonstração de resultados. Elas se configuram, na realidade, em dois grandes modelos sintéticos de decisão para gestão econômica. Todos os demais modelos decisórios, mais analíticos ou específicos, são, na realidade, decorrentes e complementares do balanço patrimonial e da demonstração de resultados.

O objetivo final da gestão econômica de criação de valor para o acionista é medido pela análise de rentabilidade. A demonstração de resultados é o modelo de mensuração e informação do lucro, enquanto o balanço patrimonial é o modelo de mensuração e informação do investimento. Portanto, a análise conjunta das informações desses dois modelos decisórios é que deflagra todo o processo de gestão econômica. Assim, a base para a análise de balanço é o entendimento dessas duas peças contábeis.

 

4 - demonstrações financeiras em outras moedas

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demonstraçõe s financeiras em outras moedas

Introdução

A necessidade de demonstrações financeiras não é necessariamente exclusividade de empresas que fazem parte de grupos transnacionais. O processo de globalização da economia e a competitividade empresarial sendo aferida com parâmetro internacional praticamente obrigam as empresas a construir referenciais econômicos mundiais. Dessa maneira, a elaboração de demonstrações contábeis em outras moedas impõe-se necessariamente como um instrumento gerencial, além de suas utilizações regulares, como atendimento a bancos internacionais, clientes e fornecedores estrangeiros, informações para revistas e instituições de marketing internacional, institutos de pesquisa etc.

Para a tradução das demonstrações contábeis em outras moedas, normalmente utiliza-se a taxa de câmbio do país de origem da matriz ou da filial estrangeira, ou então a taxa de conversão de uma moeda considerada forte. É importante ressaltar que, em qualquer caso, a tradução das demonstrações contábeis em outras moedas não elimina as deficiências dos problemas que a inflação causa à moeda do nosso país. Em outras palavras, não é porque se transformam os dados contábeis em uma moeda aparentemente mais forte que todos os problemas de avaliação na moeda corrente do país estarão suprimidos.

 

5 - Demonstrações financeiras consolidadas

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demonstraçõe s financeiras consolidadas

Introdução

Consolidação das demonstrações financeiras é a metodologia contábil e financeira de somar os ativos, os passivos e os resultados de todas as empresas de um grupo empresarial, reunindo todas as informações em um único conjunto de demonstrações financeiras. Essas demonstrações são aplicáveis quando a empresa principal faz parte de um grupo e tem sob seu controle uma ou mais empresas desse grupo. Nessa condição, é muito mais importante a avaliação econômico-financeira do grupo de forma aglutinada do que a avaliação individual da empresa.

O objetivo da consolidação das demonstrações contábeis é permitir uma visão global e geral do grupo, seus elementos patrimoniais e sua capacidade de gerar receitas e lucros. São necessários dois critérios básicos para efetuar a consolidação das demonstrações contábeis:

• somar todos os elementos patrimoniais do ativo e do passivo, bem como as receitas e as despesas das demonstrações de resultados;

 

6 - contabilidade divisional: segmentos, unidades de negócio e preços de transferência

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contabilidade divisional: segmentos, unidades de negócio e preços de transferência

Introdução

Ao mesmo tempo que é necessário ter a visão consolidada do resultado e das finanças do grupo empresarial, é preciso avaliar os resultados por segmento de negócio e o desempenho dos gestores responsáveis por cada um deles.

Denomina-se contabilidade divisional ou contabilidade por responsabilidade o conjunto de conceitos contábeis gerenciais que permitem a identificação, mensuração, acumulação, decisão e informação dos eventos econômicos e das atividades específicas para cada um dos gestores da empresa.

Os fundamentos da contabilidade divisional, em linhas gerais, são os mesmos da gestão econômica e financeira do sistema “empresa”, mas aplicados a cada segmento particular identificado como gerador de resultados. A contabilidade divisional ou setorial segmenta os resultados da empresa em partes geradoras de resultado, apurando o resultado de cada uma e, concomitantemente, permitindo a avaliação de desempenho de cada gestor responsável pelos segmentos identificados.

 

7 - Organizações e reorganizações societárias

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organizaçõe s e reorganizaçõe s societárias

Introdução

Faz-se necessário neste momento o estudo das possibilidades de organização e reorganização societária em finanças internacionais, uma vez que, de modo geral, as corporações multinacionais utilizam-se desses meios para garantir o controle de suas operações e recursos, a facilitação do acesso a financiamentos, bem como um caminho para um crescimento contínuo.

7.1 Sociedade anônima e holding (empresa controladora)

A estrutura societária mais comum das corporações multinacionais é sua organização como sociedade anônima no país de sua sede, tendo filiais tanto nesse país como no exterior controladas contábil e financeiramente de forma centralizada. As filiais localizadas em outros países não precisam ser organizadas como sociedades anônimas e podem ser estruturadas societariamente como sociedades limitadas; elas são consideradas subsidiárias integrais, ou seja, a empresa-mãe detém o controle total (100%) delas.

 

8 - gestão tributária

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ge stão tributária

Introdução

O objetivo da gestão tributária é buscar o menor impacto financeiro decorrente dos impostos e contribuições para a empresa. Qualquer negócio ou transação econômica só deve ser feita se for considerada adequadamente a questão tributária, que permeia todas as decisões empresariais.

Se um negócio ou transação não permitir um lucro considerando os tributos, ele não deverá ser realizado. E não existe negócio ou transação que não tenha tributos. No âmbito internacional, a questão se multiplica, porque as legislações tributárias são específicas de cada país. Mesmo quando se trata de países participantes de blocos ou acordos comerciais internacionais, as legislações mantêm um conjunto de tributos e procedimentos específicos. Assim, para uma organização multinacional, os tributos podem ser fatores determinantes para deslocar a produção ou a comercialização de seus produtos e, consequentemente, de suas unidades de negócios, de um país para outro, simplesmente pelo maior ou menor impacto tributário existente.

 

9 - Orçamento

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Introdução

O planejamento orçamentário é instrumental-chave para a gestão financeira de organizações multinacionais, assim como o é também para empresas domésticas. Nas corporações multinacionais, contudo, esse instrumental adquire uma importância específica e ainda maior, em função da sua amplitude de aplicação.

Todas as unidades do grupo multinacional devem elaborar seu plano orçamentário e submetê-lo à administração central. A administração central analisará cada orçamento divisional e verificará se eles estão de acordo com as premissas e objetivos centrais, fazendo as correções e os complementos necessários. Em seguida, parte-se para o processo de consolidação dos orçamentos para verificar se os objetivos previstos pela organização central serão passíveis de cumprimento.

9.1 Conceito geral

Podemos definir orçamento como a aplicação de técnicas de previsão para mensuração quantitativa e econômica dos planos operacionais e financeiros de uma organização para períodos futuros. As empresas elaboram os planos orçamentários normalmente para o próximo período anual, sendo poucas as que deflagram o processo orçamentário para mais de um exercício futuro.

 

10 - Competitividade cambial

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competitividade cambial

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Introdução

A flutuação das taxas de câmbio pode ser considerada o evento econômico e financeiro mais importante na gestão financeira de empresas multinacionais. Decisões de investimento, financiamento, estrutura de custos e preços etc., tomadas adequadamente em determinados moPodemos definir taxa de câmbio mentos, podem sofrer impactos significativos apenas como a taxa que estabelece a pela alteração das taxas de câmbio das moedas dos relação de equivalência entre países onde a corporação atua. duas moedas. Em termos práticos, define que quantidade

As taxas de câmbio tendem a refletir as condições de determinada moeda se pode econômicas de um país, bem como traduzem a relaticomprar com determinada vidade dos preços entre um país e outro. quantidade de outra moeda.

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Em um regime de câmbio flutuante, que é de livre mercado, as taxas oscilam em função de inúmeras variáveis econômicas e políticas. Contudo, muitos países, em diversos momentos ao longo do tempo, têm utilizado o regime de câmbio fixo, agindo arbitrariamente e fixando taxas de câmbio em relação às moedas de outros países sem considerar os puros aspectos econômicos e de mercado.

 

11 - Gestão de eventos cambiais

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ge stão de eventos cambiais

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Introdução

Numa economia considerada monetariamente estável, na qual se adota o câmbio flutuante, as oscilações das taxas de câmbio introduzem um enorme grau de dificuldade na gestão dos eventos econômicos que incorporam moedas estrangeiras. A conjuntura econômica é extremamente suscetível aos acontecimentos internacionais, e as taxas de câmbio recebem alta dose de influência desses acontecimentos, com variações significativas para mais ou para menos.

Outra consideração importante sobre o tema de gestão de eventos cambiais é que no atual ambiente empresarial globalizado o impacto das alterações cambiais não afeta apenas as empresas multinacionais ou as empresas nacionais com transações com o comércio exterior; ele afeta indiretamente também toda a conjuntura econômica e praticamente qualquer empresa, de qualquer estrutura, região, mercado ou tamanho.

Considerando esses aspectos preliminares, este capítulo traz uma abordagem introdutória dos principais efeitos das transações dos eventos econômicos que contenham mensuração em moeda estrangeira. Serão apresentados alguns modelos de mensuração e informação, bem como os principais efeitos das oscilações das taxas cambiais nos principais modelos decisórios de finanças. Vale destacar que nos exemplos utilizaremos o dólar norte-americano como referência para representar qualquer elemento patrimonial ou evento econômico em moeda estrangeira.

 

12 - Gestão de tesouraria

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ge stão de te souraria

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Introdução

As funções básicas da área de finanças foram apresentadas no primeiro capítulo. Os complementos específicos para a gestão da tesouraria de uma corporação multinacional centram-se em obter a melhor conversão das transações em moeda estrangeira das subsidiárias, filiais e divisões localizadas em outros países, acelerando ou postergando as entradas e saídas de divisas no caixa central, bem como utilizando instrumentos de proteção para a proteção máxima dos riscos inerentes às operações com moeda estrangeira.

Os objetivos básicos da gestão de tesouraria são:

• manter a liquidez diária da organização para cumprir todos os compromissos financeiros programados;

• executar o planejamento financeiro de curto, médio e longo prazo;

• efetivar financeiramente o resultado econômico de operações, investimentos e financiamentos;

• realizar os resultados esperados (lucro ou prejuízo) nas atividades de sua responsabilidade.

 

13 - Decisões financeiras:investimento e financiamento

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decisõe s financeiras: inve stimento e financiamento

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Introdução

As decisões financeiras fundamentais são as de investimento, financiamento e dividendos. A decisão de dividendos, que se traduz na distribuição dos lucros aos investidores proprietários do capital social, sócios ou acionistas, é analisada conjuntamente com a decisão de financiamento, uma vez que a parcela dos lucros gerados não distribuídos é considerada automaticamente uma fonte de financiamento de recursos próprios gerados pela organização.

O elemento que une as decisões financeiras é o custo de capital, o custo do dinheiro, que tem como base a taxa de juros. Trabalharemos neste capítulo os elementos gerais das decisões de investimento e financiamento, complementando-os com os principais aspectos específicos que envolvem ou impactam uma organização multinacional.

As decisões de investimento e financiamento devem ser baseadas em modelos decisórios que levam em consideração o valor do dinheiro no tempo. O valor do dinheiro no tempo é representado por uma taxa de juros, que deve incorporar também a expectativa de inflação no ambiente econômico onde está sendo feito o investimento financiado. Os modelos decisórios mais utilizados para avaliação de investimento, e, concomitantemente, o financiamento, são o valor presente líquido e a taxa interna de retorno.

 

referências

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referências

ATKINSON, A. A. et al. Contabilidade gerencial. São Paulo: Atlas, 2000.

BONOMI, C. A.; MALVESSI, O. Project Finance no Brasil. São Paulo: Atlas, 2002.

BREALEY, R.; MYERS, S. C. Princípios de finanças empresariais. Portugal: McGraw Hill, 1992.

BRIGHAM, E. F.; GAPENSKI, L. C.; EHRHARDT, M. C. Administração financeira. São Paulo: Atlas, 2001.

CARBAUGH, R. J. Economia internacional. São Paulo: Pioneira Thomson, 2004.

CARVALHO, G. de. Introdução às finanças internacionais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

COPELAND, T. et al. Avaliação de empresas – valuation. São Paulo: Makron Books, 2000.

DAMODARAN, A. Avaliação de investimentos: ferramentas e técnicas para a determinação do valor de qualquer ativo. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1997.

DELOITTE Touche Tohmatsu. Lei Sarbanes-Oxley. Resumo Executivo, maio 2003.

EITEMAN, D. K.; STONEHILL, A. I.; MOFFETT, M. H. Administração financeira internacional. 12. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

 

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