Gestão industrial e produção sustentável

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Nesta obra, a gestão da produção é compreendida numa perspectiva holística, superando as formas tradicionais de operação industrial. O livro trata da gestão da produção em ambiente de manufatura sustentável e mostra como as questões socioambientais estão intrinsecamente relacionadas às decisões estratégicas, processos e operações-chave. Assim, a proposta é examinar as atividades e fases do sistema produtivo para identificar as inter-relações e integrações entre sustentabilidade e produção, em consonância com a economia verde. Apresentam-se conceitos, propostas e instrumentos que envolvem a gestão sustentável da produção em ambiente industriais nos variados níveis decisórios da manufatura. O livro tem três partes. A primeira, denominada ?Decisões estratégicas para a produção sustentável?, formada por seis capítulos, discute os impactos da atividade de transformação na sociedade e as novas exigências para os processos industriais, produtos e instalações de manufatura. Já a segunda parte, nomeada ¿Modelos e Tendência para a Gestão Sustentável da Produção¿, estruturada em cinco capítulos, aborda a integração entre a sustentabilidade, atividades e ferramentas de gestão da produção com enfoque para a prevenção de danos e impactos sociais e ambientais. Na terceira parte, intitulada de ¿Casos para Discussão¿, são retratados cinco casos de ensino com o propósito de fomentar discussões de situações ou problemas organizacionais tendo em vista a produção sustentável.

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c a p í t u l o 1 - Administração da produção e sustentabilidade dos negócios

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capítulo 1

Administração da produção e sustentabilidade dos negócios

introdução

A elevada expansão e o crescimento material da economia ocorreram por meio de vultosa reorganização nos ecossistemas.1 Produtos e serviços ambientais sempre atuaram como fator de produção e, nos últimos anos, sofreram rápidas alterações devido às pressões humanas. O uso exacerbado dos recursos naturais tem comprometido o equilíbrio do planeta e da vida humana. Assim, intensificaram-se os questionamentos acerca da ação do homem e das alterações nos sistemas naturais, de modo que “crescimento” deixou de ser sinônimo de “desenvolvimento”.

Assim, a gestão sustentável da produção torna-se um elemento fundamental para a competitividade das empresas no mercado e impacta a forma de fazer negócios. Maior complexidade e novos indicadores redefinem a nova conjuntura competitiva, exigindo inovações em atividades e processos organizacionais.

Nesse contexto, este capítulo discute:

• as condições de vida no planeta e a qualidade dos serviços dos ecossistemas;

 

c a p í t u l o 2 - Gestão de produtos em umaabordagem sustentável

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capítulo 2

Gestão de produtos em uma abordagem sustentável

introdução

A gestão de produtos sofreu inúmeras modificações ao longo do tempo devido ao aumento da competitividade entre organizações e às novas exigências socioambientais. Logo, atualmente desenvolve-se sob novos paradigmas de gestão, numa contínua revisão de atividades, padrões organizacionais, design e análise de seu ciclo de vida.

Para tanto, as indústrias vêm repensando as fases de pré-produção, produção, distribuição, uso e descarte dos produtos com o propósito de reduzir a pegada ecológica e alinhar suas estratégias de negócios aos interesses de um mundo mais amplo. Tal conduta implica novas políticas para reavaliar materiais e resíduos, definir tecnologias, acompanhar métricas e modelos de produção.

Nesse contexto, este capítulo discute:

o projeto de produto e as novas exigências sobre as embalagens; os princípios do ecodesign e as ferramentas para sua incorporação; a análise do ciclo de vida do produto integrado às questões de sustentabilidade; a proposição cradle to cradle, isto é, “do berço ao berço”, e suas implicações para a indústria.

 

c a p í t u l o 3 - Processo produtivo e indicadoresde sustentabilidade

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capítulo 3

Processo produtivo e indicadores de sustentabilidade

introdução

Acompanhar os avanços tecnológicos e os fatores de competitividade tem levado a intensas modificações nos processos produtivos. As estratégias de operações em uma indústria refletem, de alguma maneira, o contexto socioeconômico.

É no processo produtivo que são encontrados muitos desafios de melhoria ambiental, por ele ser transformador de insumos, gerador de resíduos sólidos, formador de efluentes líquidos e potencializador de emissões atmosféricas adversas. Portanto, o novo paradigma de sustentabilidade implica uma revisão de atividades, estruturas e padrões de atuação que envolva novas dimensões na transformação dos fatores de produção.

Nessa perspectiva, este capítulo discute:

• o conceito de processo produtivo e seus elementos básicos;

• os tipos de processo e suas implicações ambientais;

• os indicadores de desempenho clássicos e socioambientais atrelados ao processo produtivo;

 

c a p í t u l o 4 - Tecnologia de processo paraa produção sustentável

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capítulo 4

Tecnologia de processo para a produção sustentável

introdução

O ambiente produtivo evolui com a implantação de sistemas automatizados e se torna, por consequência, um diferencial. No mundo dos negócios, a tecnologia de processo está relacionada ao uso de máquinas, equipamentos e dispositivos que transformam materiais e informações em produtos ou serviços competitivos. Os recursos de conversão podem variar desde simples processos artesanais até uma complexa estrutura automatizada para atender às demandas que concorrem na relação volume-variedade.

Devido a exigências de clientes e parceiros inseridos num mercado mais consciente, entre os muitos fatores que determinam investimentos em automação se destacam os desempenhos socioambientais. É nesse contexto de competitividade e interoperabilidade de sistemas que a gestão da produção deve definir suas políticas de ação e tomar importantes decisões, que incluem não só a tecnologia mas também elementos que corroboram com uma gestão sustentável.

 

c a p í t u l o 5 - Planejamento de instalações sustentáveis

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capítulo 5

Planejamento de instalações sustentáveis

introdução

Em face da internacionalização dos mercados e da consciência da sociedade sobre os impactos ambientais, o estudo de localização das instalações industriais está cada vez mais ligado à competitividade do negócio. As alternativas além-fronteiras ou domésticas envolvem diversos fatores, que incluem locais e potencialidades desiguais. No entanto, um só local estratégico será escolhido e, uma vez decidido, torna-se difícil mudar a localização, caso algum investimento já tenha sido realizado.

O estudo da localização de instalações está diretamente relacionado às decisões estratégicas por considerar aspectos como demanda do mercado, proximidade do consumidor, qualidade de serviços exigidos, acessibilidade à mão de obra, infraestrutura de transporte e energia elétrica disponível. Também são fatores intervenientes as políticas adotadas pelo poder público na forma de dificuldades, investimentos e incentivos, a localização geográfica dos fornecedores, as leis e normas ambientais e a expectativa da sociedade local.

 

c a p í t u l o 6 - Estudo de arranjo físico e sustentabilidade

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capítulo 6

Estudo de arranjo físico e sustentabilidade

introdução

Após realizar o estudo de localização para a instalação da unidade industrial e projetar o edifício é a vez de analisar o arranjo físico dos recursos produtivos. Otimizar o uso de espaço, reduzir custos, diminuir a demanda energética e ser eficiente no manuseio e fluxo dos materiais é cada vez mais importante para a fabricação de produtos e serviços sustentáveis que atendam às necessidades dos clientes.

Entre muitas decisões, o arranjo físico de instalações de manufatura envolve o posicionamento de trabalhadores, máquinas e equipamentos, materiais em processo, estoques intermediários, veículos de transporte, entre outros. Mais recentemente, deve ser concebido para acompanhar os novos paradigmas de gestão sustentável e produção mais limpa nas indústrias.

Nesse contexto, este capítulo analisa:

• a capacidade do processo, considerando a relação entre demanda de mercado e necessidade de recursos de produção;

 

c a p í t u l o 7 - Modelos produtivos sustentáveis e seus impactos na produção

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capítulo 7

Modelos produtivos sustentáveis e seus impactos na produção

introdução

O termo sustentabilidade está suscetível a diferentes interpretações. No sentido político, a sustentabilidade é entendida como o desenvolvimento capaz de garantir que as atuais gerações satisfaçam às suas necessidades sem, no entanto, comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades.1 Tal definição está ancorada na definição etimológica, uma vez que palavra em origem no latim sustentare, que significa “sustentar, defender, apoiar, conservar e cuidar”.

A sustentabilidade rapidamente foi implantada no vocabulário politicamente correto de empresas, organizações da sociedade civil e meios de comunicação de massa. Dessa forma, vários modelos de gestão foram criados com o propósito de contribuir para a inserção de tal conceito no ambiente empresarial. Destaca-se, entretanto, que nenhum deles pode ser considerado uma proposta completa, que abrange todas as nuances da organização e da sustentabilidade.

 

c a p í t u l o 8 - Planejamento, programação, práticas socioambientais e controle da produção

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capítulo 8

Planejamento, programação, práticas socioambientais e controle da produção

introdução

A atividade industrial sempre esteve relacionada ao uso intensivo e linear dos recursos naturais. Essa iniciativa de transformar e descartar levou à degradação ambiental e à escassez de recursos importantes para a sociedade humana. Esse cenário induziu as empresas a adotar uma nova postura em relação ao planejamento, programação, prática socioambiental e controle na produção, denominada neste capítulo de 3PCP.

O 3PCP, função administrativa voltada para orientar a manufatura, refere-se ao sistema de informação que sustenta os planos e fatores da produção de maneira a otimizar os recursos disponíveis. Essa função assume, na contemporaneidade, o papel de cumprir o planejamento das vendas nos níveis estratégico, tático, operacional e ambiental, incluindo a tecnologia da informação.

Recentemente, sistemas de manufatura integrados por computação, a exemplo do

Materials Requeriment Planning (MRP), que evoluiu para Manufacturing Resources

 

c a p í t u l o 9 - Gestão de pessoas para um ambiente de manufatura sustentável

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capítulo 9

Gestão de pessoas para um ambiente de manufatura sustentável

introdução

O mundo mudou, e a relação do trabalhador com a empresa também. A gestão contemporânea de pessoas na indústria reflete as transformações tecnológicas e sociais que afetaram o sistema de produção nas últimas décadas. Atuar de forma socialmente responsável com o público interno significa mais do que respeitar os direitos garantidos pela legislação.

É necessário valorizar a diversidade social, investir no desenvolvimento pessoal e profissional, assim como oferecer sucessivas melhorias nas condições de trabalho e ampliar os níveis de qualidade de vida. O bom ambiente de trabalho e a qualidade do relacionamento entre a organização e seus colaboradores abrem oportunidades para o crescimento e a sustentabilidade dos negócios.

Portanto, faz-se necessária uma visão holística do ser humano no ambiente de trabalho, corroborando com novos valores e paradigmas dentro e fora da empresa. Logo, as empresas devem analisar e reavaliar suas condutas no ambiente de manufatura sob um enfoque mais humanizado para atrair e reter as novas gerações de talentos.

 

c a p í t u l o 10 - Gestão de materiais, logística e sustentabilidade na cadeia de suprimentos

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capítulo 10

Gestão de materiais, logística e sustentabilidade na cadeia de suprimentos

introdução

As empresas estão inseridas em uma cadeia complexa de agentes colaborativos, de modo que as atividades interorganizacionais se tornam cada vez mais frequentes e intensas.

Isso implica novos posicionamentos e capacidades gerenciais.

O atual arranjo sistêmico exige das empresas uma nova compreensão de sustentabilidade, que não poderá estar centrada unicamente no fabricante. As designações de

“empresa” e de “produto sustentável” passam a ser de toda a cadeia produtiva da qual elas fazem parte.

Os fluxos de materiais e informações precisam considerar os impactos socioambientais, exigindo dos dirigentes uma visão holística que integre novos valores organizacionais e inovações gerenciais ao longo da cadeia produtiva.

Nessa perspectiva, este capítulo apresenta:

os elementos envolvidos na gestão de estoque e os desafios ambientais; a cadeia de suprimentos e sua interação com questões socioambientais; um modelo para a gestão sustentável da cadeia de suprimentos; a logística direta e sua relação com a logística verde; diferentes dimensões e implicações da logística reversa na atividade industrial.

 

c a p í t u l o 11 - Perspectivas e desafiosem gestão de produção

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capítulo 11

Perspectivas e desafios em gestão de produção

introdução

Reconhecendo a diminuição dos recursos naturais do planeta, a indústria precisa atender

às demandas de hoje sem comprometer as necessidades de amanhã. Portanto, investimentos, inovações tecnológicas e modelo mental são essenciais para estimular novas condutas, potencializar a competitividade e alavancar uma nova economia. Uma sociedade mais sustentável requer a participação intrínseca das empresas combinada com mudanças técnicas e sociais, uma vez que elas estão profundamente relacionadas.

Entretanto, a estrutura das grades dos cursos de formação superior reforça a formação unidisciplinar, principalmente nos níveis de graduação. A educação atual ainda está alicerçada em um pensar e em um agir fragmentados e reducionistas. Novos projetos de sociedade exigem um modelo de pensamento transversal e sistêmico, com respostas integradas e interligadas a diferentes áreas do conhecimento.

Dessa forma, este capítulo discute:

 

CASO 1 Ambev – práticas ambientais e um compromisso com o futuro

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C AS O 1

Ambev – práticas ambientais e um compromisso com o futuro

O caso foi elaborado com base em informações de livre acesso divulgadas na internet.

“Ser a melhor empresa de bebidas do mundo em um mundo melhor.” Essa é a missão da

Ambev, uma empresa que surgiu da fusão de duas das maiores cervejarias brasileiras,

Brahma e Antarctica, em março de 2000. Seis meses após a criação da companhia, suas ações começaram a ser negociadas na Bolsa de Valores de Nova York e, nos últimos dez anos, sua produtividade industrial cresceu mais de 50%. As vendas somaram 165,1 milhões de hectolitros vendidos (118,8 milhões em cerveja e 46,3 de refrigerantes) em 2013.

Conta com 52 mil funcionários em todas as operações, dos quais 37 mil só no Brasil.

Mas as preocupações da Ambev não se limitam às vendas e à produção industrial.

Elas se estendem às práticas ambientais. O sistema de gestão ambiental adotado há mais de 20 anos em todas as fábricas segue o Princípio da Precaução, reconhecido pela ONU durante a Conferência Rio92. O princípio define que as ações para a prevenção de danos ao meio ambiente não devem ser postergadas. Mesmo quando não há comprovação científica, orienta a ONU, todo o esforço deve ser realizado a fim de evitar danos sérios ao ecossistema ou à saúde humana.

 

CASO 2 Indústria de sabonetes Soap – uma análise dos serviços ecossistêmicos

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C AS O 2

Indústria de sabonetes Soap – uma análise dos serviços ecossistêmicos

O caso fictício ilustra uma situação de aspectos comportamentais.

As informações abaixo descrevem operações de uma indústria produtora de sabonetes e seu processo produtivo.

• Matéria-prima – existem diversos tipos de matérias-primas que podem ser utilizadas para a produção do sabonete, cujas quantidades variam muito de acordo com cada produto, porém um grupo básico de substâncias químicas é listado: álcool de cereais; álcool etílico; barrilha (carbonato de sódio); base de glicerina (branca ou transparente); corantes alimentícios e/ou artificiais; essências e/ou fragrâncias de ervas aromáticas, flores, frutas, raízes e sementes; óleos vegetais diversos extraídos a frio (coco, girassol, oliva, palma etc.); potassa (carbonato de potássio); sebo animal depurado (esterilizado e sem cheiro); soda cáustica (hidróxido de sódio).

• Máquinas e equipamentos – a seguir, são listadas as máquinas, equipamentos e acessórios típicos aplicados numa produção industrial em baixa escala:

 

CASO 3 Rornamental do Brasil – uma análise das práticas industriais

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C AS O 3

Rornamental do Brasil – uma análise das práticas industriais

O caso fictício ilustra uma situação de aspectos comportamentais da indústria.

Dados gerais:

• Atuação – extração de rochas ornamentais.

• Localização – sul do Espírito Santo, Brasil.

• Público-alvo – outras indústrias e o consumidor final.

• Formação acionária – 100% capital nacional.

Caracterização da empresa

Fundada em 1975, inicialmente com formação 100% nacional, sempre atuou na extração de rochas ornamentais. Instalou-se em Cachoeiro de Itaperimim (ES), região com grande quantidade de matéria-prima, diversidade geológica e também muitos concorrentes diretos. Atualmente mais de 70% das rochas brasileiras exportadas saem do Espírito Santo (veja no Boxe A mais informações sobre o setor).

Situada em uma área de aproximadamente 40 mil m², a Rornamental do Brasil produz chapas de granito. A empresa oferece uma grande variedade de produtos, sendo mais de 20 tipos de pedras provenientes de jazidas próprias. Possui capacidade produtiva de mais de 30 mil m² de chapas polidas, além de mais de 10 mil m² de peças sob medida.

 

CASO 4 WashJeans do Brasil – novas atitudes e valores corporativos

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C AS O 4

WashJeans do Brasil – novas atitudes e valores corporativos

O caso fictício ilustra uma situação de aspectos comportamentais da indústria.

A WashJeans do Brasil Ltda. é uma lavanderia industrial especializada nos serviços de acabamento (lavar, secar e passar) de produtos confeccionados em jeans (bermudas, calças, jaquetas e outros) para as indústrias de confecção.

A empresa foi criada em 1992 e, em 2004, realizou sua primeira expansão com recursos do Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger) do governo federal para a ampliação da atividade por meio da aquisição de máquinas. Hoje, a WashJeans está localizada em área industrial na cidade de Londrina (PR), num terreno de 1.500 m2 e com capacidade instalada de 100 mil lavagens por mês.

A WashJeans conta com 48 funcionários, sendo 7 na área administrativa (técnico administrativo, informática e motorista), 1 chefe de produção, 28 operários (lavadores, passadores, caldeira), 7 auxiliares (expedição e logística), 2 faxineiras, 1 porteiro e 2 seguranças. Entre os colaboradores, 54% concluíram o Ensino Fundamental, 40% o Ensino

 

CASO 5 IEC Samsuey LTDA – gargalo, rejeição e atraso

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C AS O 5

IEC Samsuey LTDA – gargalo, rejeição e atraso

O caso fictício ilustra uma situação de aspectos comportamentais da indústria.

Numa tarde de abril de 200Y, Moacyr Castro, gerente de produção, foi abordado por

Norton Martins, diretor industrial da IEC Samsuey Ltda.

Olá, Moacyr! Eu espero que você tenha boas notícias para me dar a respeito do pedido desta semana da Scotmotores. Não sei se meus nervos aguentariam uma repetição dos fatos da semana passada.

A Samsuey teve inicio em 199X e se especializou como fabricante de peças de alta qualidade para o mercado de máquinas industriais. Em 200X vendeu R$ 15 milhões em peças para 80 fabricantes de máquinas e equipamentos. A indústria se localiza no interior de São Paulo, numa fábrica moderna de 3 mil m2 de área construída.

A empresa levou muito tempo e trabalho para conseguir reputação devido a entregas rápidas e no prazo e preços competitivos para peças de qualidade. Moacyr enfatizava cinco estratégias para atingir esses objetivos:

 

APÊNDICE A - Relatórios ambientais – sugestões de leitura

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A P ÊND IC E A

Relatórios ambientais – sugestões de leitura

Sugere-se a leitura de alguns importantes relatórios que disponibilizam dados ambientais de confiança. Eles podem ser úteis para decisões estratégicas nas indústrias instaladas no Brasil:

• Riscos das mudanças climáticas no brasil. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

(INPE) e Met Office Hadley Centre (MOHC), 2011.

• Estudo sobre adaptação e vulnerabilidade à mudança do clima: casos do setor elétrico brasileiro. Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável

(CEBDS), 2013.

• Relatório de avaliação nacional do painel brasileiro de mudanças climáticas.

• Sumário Executivo do Volume 1 – Base científica das mudanças climáticas.

Contribuição do Grupo de Trabalho 1 ao primeiro Volume Especial para a

Rio+20. Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), 2012.

• Sumário Executivo – Contribuição do Grupo de Trabalho 2 ao Primeiro

Relatório de avaliação nacional do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas.

 

APÊNDICE B - Proposições teóricas sobre responsabilidade socioambiental

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A P Ê ND IC E B

Proposições teóricas sobre responsabilidade socioambiental

Pode-se elencar, nos últimos 35 anos, mais de dezoito proposições teóricas sobre responsabilidade socioambiental das empresas citadas ou publicadas em revistas internacionais, como Academy of Management Review, Business & Society, California Management

Review, Harvard Business Review, Journal Business Ethics, Business Ethics Quarterly Business

Horizons. Bakker et al.;1 Freire et al.2 e Welzel3 são exemplos de pesquisadores que realizaram estudos bibliográficos de caráter exploratório em periódicos internacionais para compilar esses modelos explicativos, dispostos no quadro abaixo.

Quadro B.1  Modelos explicativos sobre a responsabilidade socioambiental das empresas

Autor

1

2

3

Fonte da publicação

Proposições

Business and society:

Davis e

Blomstrom environment and responsibility. New

(1975)

York: McGraw-Hill, 1975.

 

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