Lumb & Jones | Anestesiologia e Analgesia em Veterinária, 5ª edição

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Lumb & Jones | Anestesiologia e Analgesia em Veterinária, o clássico que vem tendo papel fundamental na formação de diferentes gerações de estudantes e profissionais de medicina veterinária, chega à sua quinta edição como a fonte mais completa de informação sobre anestesia e manejo da dor em pacientes veterinários.

Multidisciplinar, abrangente e bem ilustrada, esta quinta edição foi reorganizada, para facilitar o acesso ao conteúdo sobre sedação, anestesia e alívio da dor em pacientes com diversas patologias e condições clínicas, e totalmente atualizada segundo os mais recentes avanços na área.

O texto apresenta novos capítulos sobre considerações anestésicas e analgésicas para pacientes submetidos a transplante renal, implante de marca-passo cardíaco e anestesia por derivação cardiopulmonar; as seções sobre farmacologia foram atualizadas e expandidas, e o capítulo sobre eutanásia foi reintegrado. Todo esse cuidado torna esta obra indispensável para médicos veterinários, especialistas e pesquisadores que trabalham com animais domésticos, selvagens, de zoológicos e de laboratório.

Principais características:

• Combina conhecimentos científicos de ponta e informações clinicamente relevantes;
• Abrange imobilização, sedação, anestesia e analgesia de animais domésticos, selvagens, de zoológicos e de laboratório;
• Apresenta abordagem por sistemas corporais, o que facilita o acesso à informação sobre anestesiar pacientes com condições preexistentes;
• Contém 10 capítulos completamente novos, com discussões aprofundadas sobre termorregulação peroperatória e equilíbrio térmico, distúrbios de coagulação, implantação de marca-passo, medição de débito cardíaco, anestesia por derivação cardiopulmonar, anestesia e manejo da dor em populações de abrigos, avaliação de risco anestésico, princípios de farmacologia anestésica, entre outras;
• Apresenta mais de 400 imagens e Encarte em cores;
• Conta com 82 colaboradores internacionais, com ampla experiência em diversas especialidades, como anestesiologia, farmacologia clínica, cirurgia, medicina, cuidados intensivos, cardiologia, urologia, medicina de animais de laboratório e bem-estar animal.

57 capítulos

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Parte 1 - 1 - Introdução à Anestesia e à Analgesia | Uso, Definições, História, Conceitos, Classificação e Considerações

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1

Introdução à Anestesia e à Analgesia |

Uso, Definições, História, Conceitos,

Classificação e Considerações

William J. Tranquilli e Kurt A. Grimm

Introdução, 3

Uso de anestesia, sedação e analgesia, 3

Definições, 3

Breve história da anestesia em animais, 4

História das organizações norte-americanas, 5

Introdução

A anestesia veterinária continua a evoluir como ciência e especialidade na profissão veterinária. As principais mudanças são os avanços na tecnologia médica e o desenvolvimento farmacêutico voltados para animais domesticados ou adaptados a partir da anestesia humana, da pesquisa em fisiologia, farmacologia e ensaios clínicos em pacientes humanos e veterinários, para se ter uma orientação melhor com base na evidência em prol da assistência aos pacientes, e as modificações socioeconômicas e demográficas em países onde a presença dos animais foi desenvolvendo os seus papéis. Os anestesiologistas veterinários continuarão a defender a segurança dos pacientes e os cuidados com eles por parte dos seres humanos, mediante informações sobre o manejo da dor e a qualidade de vida, bem como para os responsáveis pelo ensino da profissão e a sociedade como um todo sobre as melhores práticas atuais em anestesia, analgesia e manejo da dor.

 

Parte 1 - 2 - Risco Anestésico e Consentimento Informado

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2

Risco Anestésico e

Consentimento Informado

Dave C. Brodbelt, Derek Flaherty e Glenn R. Pettifer

Avaliação do risco anestésico, 10

Visão geral | Avaliação pré-operatória do risco para o animal, 10

Morbidade e mortalidade, 12

Morbidade anestésica em pequenos animais, 13

Avaliação do risco anestésico

A avaliação peroperatória do risco anestésico é um exercício valioso para minimizar as complicações e otimizar a segurança da anestesia. Foram publicados vários estudos sobre a morbidade e a mortalidade anestésicas em ambos, pequenos e grandes animais, e, com base nas evidências obtidas a partir deles, o melhor reconhecimento dos riscos anestésicos e dos animais que precisam de mais cuidados e de cuidado pré-operatório ajudaria a aprimorar os padrões da anestesia veterinária e o desfecho para o paciente.

��Visão geral | Avaliação pré-operatória

do risco para o animal

Avaliação da saúde do animal

A avaliação pré-operatória do estado de saúde do animal é valiosa para identificar os riscos anestésicos, as prioridades no manejo e alertar apropriadamente os clientes (proprietários dos animais) antes da anestesia e da cirurgia. Tem sido constante a associação do estado de saúde à morte durante anestesia em seres humanos e também é comum no caso de animais, com relação à anestesia veterinária. A gradação1,2 crescente atribuída pela American Society of Anethesiologists (ASA) (Tabela 2.1) foi associada a um risco maior de morte em vários estudos feitos com pequenos animais anestesiados,3–12 equinos e seres humanos.15–34

 

Parte 1 - 3 - Equipamento Anestésico

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3

Equipamento Anestésico

Craig A. Mosley

Introdução, 22

Segurança e design (projeto), 22

Introdução ao manejo da via respiratória e equipamento de suporte, 23

Tubos endotraqueais, dispositivos de isolamento pulmonar, dispositivos supraglóticos para a via respiratória, laringoscópios, auxiliares para intubação e técnicas, 23

Tubos endotraqueais, 23

Tubos endotraqueais para isolamento de um pulmão, 26

Dispositivos supraglóticos para via respiratória, 28

Laringoscópios, 29

Auxílios e técnicas para intubação, 30

Intubação nasotraqueal, 30

Técnicas orientadas por guia metálica ou tubo, 31

Técnica orientada por endoscópio, 31

Trocadores de tubo endotraqueal, 31

Intubação retrógrada, 32

Traqueostomia, 32

Faringotomia lateral, 33

Técnicas de administração de oxigênio, 33

Liberação por máscara, 33

Insuflação nasal, 34

Insuflação traqueal, 35

Gaiolas de oxigênio, 35

 

Parte 1 - 4 - Monitoramento de Pacientes Anestesiados

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4

Monitoramento de Pacientes Anestesiados

Steve C. Haskins

Introdução, 81

Monitoramento da profundidade anestésica, 81

Sinais físicos da profundidade anestésica, 81

Monitoramento eletroencefalográfico da profundidade anestésica, 83

Sistema cardiovascular, 84

Frequência e ritmo cardíacos, 84

Pressão arterial, 85

Pré-carga cardíaca, 88

Volume sistólico, 90

Débito cardíaco, 90

Conteúdo, liberação e consumo de oxigênio, 91

Introdução

O foco primário do monitoramento de pacientes anestesiados é a avaliação (1) da profundidade da anestesia, (2) das consequências cardiovasculares e pulmonares do estágio anestesiado e (3) da temperatura. Um nível anestésico muito leve não consegue atingir todas as metas básicas da anestesia. Uma anestesia muito profunda em animais pode ter consequências cardiopulmonares adversas e levá-los à morte. A anestesia geral predispõe à hipotermia, que por sua vez predispõe a uma anestesia excessivamente profunda e vários problemas cardiopulmonares. Hipertermia não é comum, mas, se for grave, pode causar dano tecidual disseminado.

 

Parte 1 - 5 - Emergências Anestésicas e Reanimação

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5

Emergências Anestésicas e Reanimação

Deborah V. Wilson e André C. Shih

Introdução, 108

Alterações cardiovasculares, 108

Hipotensão, 108

Hemorragia, 108

Arritmias cardíacas, 109

Anafilaxia, 109

Parada cardiopulmonar, 110

Sistema respiratório, 114

Depressão respiratória, 114

Hipóxia, 114

Pneumotórax agudo, 115

Broncospasmo, 115

Volutrauma e barotrauma, 115

Lacerações traqueais, 116

Aspiração pulmonar, 116

Fatores medicamentosos, 116

Introdução

A anestesia é um domínio dinâmico e muito complexo, que requer trabalho intensivo, equipamento oneroso, além de acurácia e atenção aos detalhes para a obtenção de bons desfechos. Erros e litígios judiciais ocorrem com pouca frequência, os eventos catastróficos, em geral, não podem ser previstos e os enganos nem sempre são reversíveis. Fatores humanos fazem parte integrante do domínio da anestesia. Mesmo no caso de cirurgia eletiva em um paciente saudável, há um risco pequeno, mas sempre presente, de lesão, dano cerebral e morte.1−5 A estimativa mais recente da taxa de mortalidade associada à anestesia foi de 0,17% em cães, 0,24% em gatos e 0,39% em coelhos.3 A avaliação e o manejo do risco peroperatório foram discutidos no Capítulo 2.

 

Parte 1 - 6 - Eutanásia e Abate Humanitário

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6

Eutanásia e Abate Humanitário

Robert E. Meyer

Introdução, 125

Terminologia, 125

Dor e consciência, 127

Mecanismos de ação, 128

Avaliação de distresse animal, 129

Escolha do método de abate com relação ao início da inconsciência, 130

Introdução

À primeira vista, a anestesiologia e o abate intencional de animais parecem ter metas diametralmente opostas. A primeira visa manter a vida, enquanto a última põe fim a mesma; na verdade, a eutanásia pode ser difícil em termos físicos e emocionais para quem trabalha com animais, cuidadores e veterinários, por causa do conflito inerente.1,2 No entanto, o tratamento humanitário de animais tem sido cada vez mais objeto de debate e discussão públicos. Uma abordagem conservadora e humanitária para o abate intencional de qualquer criatura é justificada, desde que seja recomendado, justificável e esperado pela sociedade. Como veterinários, fazemos um juramento

à graduação, que inclui “…usar meu conhecimento científico e minhas habilidades para o benefício da sociedade, por meio da proteção da saúde e do bem-estar dos animais, a prevenção e o alívio de seu sofrimento, a conservação de rebanhos…”;3 além disso, lembramos que nossa obrigação moral é o bem-estar dos animais sob nossos cuidados.4,5 Portanto, seja por questões de bem-estar, produção de alimentos e fibras ou em resposta a desastres naturais ou humanos, nossa obrigação como veterinários solidários é minimizar ou eliminar a dor, a ansiedade e o distresse dos animais. De acordo com esse contexto, os anestesistas e anestesiologistas veterinários estão em uma posição única para contribuir de maneira significativa no que diz respeito ao trato humanitário com relação à vida animal.

 

Parte 2 - 7 - Farmacologia Geral dos Agentes Anestésicos e Analgésicos

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7

Farmacologia Geral dos Agentes

Anestésicos e Analgésicos

Ted Whittem, Thierry Beths e Sébastien H. Bauquier

Introdução, 141

Teoria clássica dos receptores, 141

Afinidade e atividade do ligante, 141

Seletividade e especificidade do ligante, 142

Avaliação da interação ligante-receptor, 142

Agonistas e antagonistas dos receptores |

Definições e exemplos, 142

Teoria do estado do receptor, 143

Estrutura dos receptores, 143

Canal de ío­ns sódio, 143

Receptores de GABA, 143

Receptores AMPA e NMDA, 144

Receptores associados às proteí­nas G | Segundos mensageiros, 144

Avaliação clínica dos efeitos farmacológicos, 145

Eficácia, potência e relação concentração-resposta, 146

Dose efetiva, dose letal, dose tóxica e índice terapêutico, 146

Farmacocinética e farmacodinâmica, 147

Fundamentos de farmacodinâmica, 147

Fundamentos de farmacocinética, 148

Meia-vida de eliminação, 148

 

Parte 2 - 8 - Anticolinérgicos

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8

Anticolinérgicos

Phillip Lerche

Introdução, 171

Histórico, 171

Farmacologia geral, 171

Agentes anticolinérgicos específicos, 173

Atropina, 173

Introdução

Os anticolinérgicos são comumente usados em anestesia veterinária para o tratamento e/ou a prevenção da bradicardia pré-anestésica e anestésica, para diminuir as secreções salivares e das vias respiratórias, dilatar a pupila, bloquear reflexos mediados vagalmente (viscerovagal, oculocardía­co, de Branham) e bloquear os efeitos dos agentes parassimpatomiméticos. Historicamente, os anestésicos inalatórios, como éter dietílico, produziam efeitos parassimpáticos profundos, que resultavam em hipersalivação e bradicardia. Desse modo, os anticolinérgicos eram consistentemente usados no pré-operatório para neutralizar esses efeitos adversos indesejáveis. Os modernos anestésicos inalatórios apresentam menos efeitos sobre o sistema nervoso autônomo, o que tornou o uso indiscriminado dos anticolinérgicos menos popular. A administração de um anticolinérgico como parte da medicação pré-anestésica de um paciente deve se basear em um conhecimento profundo dos efeitos e dos riscos do fármaco, levando em consideração os fármacos coadministrados, a espécie, a idade e o estado patológico do paciente, bem como o procedimento que irá ser rea­li­zado.

 

Parte 2 - 9 - Agentes Adrenérgicos

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9

Agentes Adrenérgicos

Joanna C. Murrell

Introdução, 175

Catecolaminas e outros agonistas adrenérgicos, 176

Catecolaminas de ocorrência natural, 176

Catecolaminas sintéticas, 178

Agonistas dos receptores a1-adrenérgicos, 179

Agonistas dos receptores a2-adrenérgicos, 180

Agonistas dos receptores b2-adrenérgicos, 180

Agonistas mistos dos receptores a e b-adrenérgicos, 181

Antagonistas dos receptores adrenérgicos, 182

Agonistas dos receptores a1-adrenérgicos, 182

Agonistas dos receptores a2-adrenérgicos, 183

Agonistas não seletivos dos receptores a-adrenérgicos, 183

Agonistas dos receptores b1-adrenérgicos, 183

Agonistas não seletivos dos receptores b-adrenérgicos, 185

Referências bibliográficas, 185

Introdução

Os agentes adrenérgicos são fármacos que atuam sobre o sistema nervoso simpático (SNS), de modo que são amplamente usados em anestesiologia veterinária no manejo da função cardiorrespiratória.

 

Parte 2 - 10 - Sedativos e Tranquilizantes

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10

Sedativos e Tranquilizantes

David C. Rankin

Introdução, 188

Fenotiazinas, 188

Condições básicas, 188

Acepromazina, 188

Benzodiazepínicos, 189

Considerações básicas, 189

Diazepam, 190

Introdução

Os sedativos e os tranquilizantes desempenham um importante papel na prática veterinária do dia a dia. O uso desses medicamentos como parte do esquema anestésico tem muitas vantagens, incluindo, entre outras: acalmar o paciente, facilitar o cateterismo intravenoso, proporcionar analgesia, reduzir as respostas simpáticas à estimulação cirúrgica, reduzir as necessidades de anestésicos e promover indução e recupe­ração suaves. A seleção dos fármacos deve ser in­di­vi­dualizada para cada paciente. Quando se selecionam os fármacos e as doses, é preciso considerar a idade, o temperamento do paciente, os processos patológicos, o estado do volume sanguí­neo e assim por diante.

A distinção entre tranquilizante e sedativo é, com fre­quência, nebulosa, devido a diferenças entre espécies e nas doses administradas. Por exemplo, os agonistas dos receptores α2-adrenérgicos são efetivos tanto para equinos quanto para bovinos, porém os bovinos podem necessitar de um décimo da dose dos equinos para alcançar o mesmo nível de sedação. As fenotiazinas são eficazes em cães e equinos, mas nem tanto em suí­nos. Essas distinções são discutidas neste capítulo, bem como em capítulos que tratam das técnicas em diferentes espécies.

 

Parte 2 - 11 - Opioides

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11

Opioides

Butch KuKanich e Ashley J. Wiese

Introdução, 199

Receptores opioides, 199

Farmacocinética, 200

Absorção, 201

Distribuição, 201

Metabolismo, 202

Eliminação, 202

Efeitos clínicos dos opioides, 202

Variabilidade dos efeitos, 202

Tolerância, dependência e abstinência, 203

Efeito da dor sobre a resposta aos opioides, 203

Analgesia, 203

Sedação e excitação, 204

Depressão respiratória, 205

Efeitos antitussígenos, 205

Efeitos cardiovasculares, 205

Náu­seas, efeitos eméticos e antieméticos, 206

Diâmetro da pupila, 206

Motilidade gastrintestinal, 206

Efeitos no trato urinário, 207

Termorregulação, 207

Efeitos sobre o sistema imunológico, 208

Efeitos de redução da concentração alveolar mínima, 208

Introdução

Um opiá­ceo é uma substância derivada do ópio (uma mistura de compostos preparados a partir de uma espécie de papoula, Papaver somniferum), enquanto um opioide é uma substância que não

 

Parte 2 - 12 - Anti-inflamatórios Não Esteroides

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12

Anti-inflamatórios Não Esteroides

Mark G. Papich e Kristin Messenger

Introdução, 220

Mecanismo de ação, 220

Metabolismo do ácido araquidônico, 220

Outros mecanismos possíveis de ação, 225

Inibição da COX-1 versus COX-2, 225

Propriedades farmacocinéticas, 226

Estereoisomerismo, 226

Propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas (FC-FD), 227

Avaliação in vivo de modelos FC-FD, 227

Efeitos adversos dos AINEs, 227

Lesão gastrintestinal, 227

Adaptação gastrintestinal e administração crônica de AINE, 228

Lesão renal relacionada com a administração de AINEs, 229

Exemplos em cães, 229

Introdução

Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) estão entre os fárma­ cos de maior importância usados em todas as espécies de animais.

Apresentam propriedades tanto analgésicas quanto anti-inflamatórias. Por não serem fármacos controlados nem incluídos em categorias de risco, podem ser facilmente prescritos e administrados. Existem inúmeras formulações e vias de administração, que incluem comprimidos orais, cápsulas, líquidos orais, comprimidos mastigáveis, pasta

 

Parte 2 - 13 - Anestésicos e Analgésicos Adjuvantes

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13

Anestésicos e Analgésicos Adjuvantes

Daniel S. J. Pang

Introdução, 237

Adjuvantes não analgésicos, 237

Dantroleno, 237

Doxapram, 237

Famotidina e omeprazol, 239

Guaifenesina (GG, éter gliceril guaiacolato), 240

Maropitant, 241

Metocarbamol, 241

Metoclopramida, 242

Ondansetrona e dolasetrona, 242

Procainamida, 242

Introdução

Os fármacos adjuvantes podem ser amplamente descritos como fármacos que não estão dentro da categoria de uso clínico comum, mas que proporcionam um benefício além daquele proporcionado por fármacos mais comumente usados, ou como fármacos que não são tão facilmente caracterizados, visto que desempenham um papel de suporte na produção de anestesia e analgesia. Alguns dos fármacos descritos neste capítulo poderão ocupar um lugar de destaque, à medida que aumentam as evidências que sustentam o seu uso, enquanto outros podem continuar sendo não convencionais, restritos à terapia de segunda ou de terceira linha ou serem abandonados com a identificação de fármacos alternativos. Este capítulo é dividido em adjuvantes não analgésicos e analgésicos adjuvantes.

 

Parte 2 - 14 - Relaxantes Musculares e Bloqueio Neuromuscular

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14

Relaxantes Musculares e Bloqueio

Neuromuscular

Robert D. Keegan

Histórico dos relaxantes musculares, 253

Fisiologia da junção neuromuscular, 254

Farmacologia, 255

Interações de ligante e receptor, 255

Agentes despolarizantes e não despolarizantes, 256

Agentes bloqueadores neuromusculares, 256

Succinilcolina, 256

Pancurônio, 257

Atracúrio, 257

Cisatracúrio, 258

Vecurônio, 258

Rocurônio, 258

Pipecurônio, 258

Doxacúrio, 258

Mivacúrio, 258

Gantacúrio, 258

Efeitos não neuromusculares dos ABNMs, 259

Efeitos cardiovasculares, 259

Liberação de histamina, 259

Transferência placentária, 259

Efeitos sobre o sistema nervoso central, 260

Ligação às proteínas, 260

Efeitos não neuromusculares da succinilcolina, 260

Relaxantes musculares em animais anestesiados, 261

Indicações, 261

Histórico dos relaxantes musculares

Os relaxantes musculares formam um grupo de anestésicos adju­ vantes, que são administrados para melhorar o relaxamento da mus­ culatura esquelética durante procedimentos cirúrgicos ou diagnós­ ticos. O termo agentes bloqueadores neuromusculares (ABNMs) é um nome complicado, porém descritivo, que se refere ao fato de que os fármacos dessa classe produzem seus efeitos pela sua ação na junção neuromuscular. O termo mais geral, relaxante muscular, refere-se a qualquer fármaco que apresente propriedades relaxan­ tes, incluindo agentes de ação central, como os benzodiazepínicos, agonistas dos receptores α2-adrenérgicos e guaifenesina. Os efeitos benéficos da administração dos ABNMs durante a anestesia geral consistem em: facilitação da intubação traqueal, redução do tônus musculoesquelético em planos superficiais da anestesia inalatória ou injetável e prevenção da movimentação do paciente durante uma cirurgia ocular, neurológica ou cardiotorácica delicada. Apesar do seu uso frequente na anestesia humana e em algumas especia­ lidades veterinárias, como oftalmologia, o emprego dos ABNMs na prática veterinária geral é limitado. Os anestésicos inalatórios, como o isofluorano, são anestésicos completos que preenchem a

 

Parte 2 - 15 - Anestésicos Injetáveis

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15

Anestésicos Injetáveis

Stephanie H. Berry

Introdução, 271

Barbitúricos, 271

Estrutura química, 271

Mecanismo de ação, 272

Farmacocinética, 272

Farmacodinâmica, 273

Efeitos sobre espécies específicas, 273

Uso clínico, 274

Propofol, 274

Estrutura química, 274

Mecanismo de ação, 275

Farmacocinética, 275

Farmacodinâmica, 275

Efeitos sobre espécies específicas, 276

Uso clínico, 276

Anestésicos dissociativos, 277

Estrutura química, 277

Mecanismo de ação, 277

Farmacocinética, 277

Farmacodinâmica, 277

Efeitos sobre espécies específicas, 278

Uso clínico, 281

Etomidato, 281

Estrutura química, 281

Mecanismo de ação, 281

Farmacocinética, 281

Farmacodinâmica, 281

Efeitos sobre espécies específicas, 282

Uso clínico, 283

Alfaxalona, 283

Estrutura química, 283

Mecanismo de ação, 283

Farmacocinética, 283

 

Parte 2 - 16 - Anestésicos Inalatórios

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16

Anestésicos Inalatórios

Eugene P. Steffey, Khursheed R. Mama e Robert J. Brosnan

Introdução, 290

Características físico-químicas, 291

Características químicas, 291

Características físicas, 292

Farmacocinética | Captação e eliminação dos anestésicos inalatórios, 298

Captação do anestésico | Fatores que determinam a PA do anestésico, 298

Eliminação do anestésico, 301

Dose anestésica | Concentração alveolar mínima (CAM), 303

Farmacodinâmica | Ações e toxicidade dos anestésicos inalatórios voláteis sobre os sistemas orgânicos, 306

Sistema nervoso central, 306

Sistema respiratório, 309

Sistema cardiovascular, 310

Efeitos sobre os rins, 312

Introdução

Os anestésicos inalatórios são amplamente utilizados para o manejo anestésico de animais. São singulares entre os fármacos anestésicos, visto que são administrados e, em grande parte, eliminados do corpo pelos pulmões. Sua popularidade decorre, em parte, de suas características farmacocinéticas, que favorecem um ajuste previsível e rápido da profundidade anestésica. Além disso, utiliza-se habitualmente um equipamento especial para a administração dos agentes inalatórios. Esse equipamento consiste em uma fonte de oxigênio (O2) e um circuito respiratório para o paciente, que, por sua vez, inclui habitualmente um tubo endotraqueal ou máscara facial, um meio de eliminar o dióxido de carbono (CO2) e um reservatório de gás compatível. Esses componentes ajudam a reduzir ao máximo a morbidade ou a mortalidade, visto que eles facilitam a ventilação pulmonar e melhoram a oxigenação arterial do paciente.

 

Parte 2 - 17 - Anestésicos Locais

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17

Anestésicos Locais

Eva Rioja Garcia

Introdução, 327

Farmacologia, 327

Mecanismo de ação molecular, 327

Mecanismo de bloqueio do tecido neural, 328

Estrutura quí­mica, 329

Propriedades físico-quí­micas, 329

Farmacologia clínica, 331

Farmacocinética, 331

Misturas de anestésicos locais, 337

Taquifilaxia, 337

Introdução

Os anestésicos locais bloqueiam reversivelmente a geração e a pro­ pagação dos impulsos elétricos nos nervos, causando, assim, blo­ queio sensorial e motor. Seu uso data do final da década de 1880, quando a cocaí­na foi utilizada pela primeira vez para procedimen­ tos oftalmológicos por Carl Köller e Sigmund Freud. Entretanto, a cocaí­na demonstrou ser altamente tóxica e aditiva. Desde então, fo­ ram desenvolvidos novos agentes com perfil farmacológico melhor e menor potencial de toxicidade sistêmica. Atualmente, os anesté­ sicos locais são amplamente usados para técnicas de anestesia local e regional. Essas técnicas provocam dessensibilização de uma ­área localizada do corpo, o que possibilita a rea­li­zação de procedimentos cirúrgicos com o animal consciente. Como alternativa, essas téc­ nicas podem ser usadas no animal anestesiado, uma vez que elas diminuem a necessidade de anestésicos gerais e promovem maior estabilidade cardiorrespiratória. A analgesia sustentada quando se administra um anestésico local de ação longa também benéfica no perío­do de recupe­ração. Além disso, a lidocaí­na, um anestésico lo­ cal, também pode ser administrada por via sistêmica para uma va­ riedade de indicações, incluindo tratamento das arritmias ven­tricu­ lares, aumento da motilidade intestinal, redução das necessidades de anestésico local e analgesia.

 

Parte 3 - 18 - Fisiologia Acidobásica

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18

Fisiologia Acidobásica

William W. Muir

Introdução, 353

Distúrbios da PCO2, 362

Ácidos, bases, pH, pK e equação de Henderson-Hasselbach, 354

Aumentos na diferença alveoarterial de oxigênio, 362

Sistemas de tampão do corpo, 355

Distúrbios na diferença iônica forte, 363

Tampões químicos, 355

Distúrbios na [ATOT], 363

Sistema respiratório, 356

Anormalidades na água livre, 363

Sistema renal, 356

Anormalidades isonatrêmicas de cloreto, 364

Anormalidades isonatrêmicas de ácido orgânico, 364

Efeitos da temperatura sobre o equilíbrio acidobásico, 357

Estimativa da concentração de ânion forte | Hiato aniônico forte, 365

Terminologia acidobásica, 357

Hiato aniônico, 360

Avaliações do equilíbrio acidobásico, 365

Diferença iônica forte, 361

Referências bibliográficas, 365

Distúrbios acidobásicos clínicos, 361

Introdução

Um princípio fundamental da fisiologia é a homeostasia: a manutenção de condições constantes, mediante o equilíbrio dinâmico do ambiente corporal interno. Um dos vários processos que mantêm a homeostasia é a regulação do equilíbrio acidobásico, expressão cunhada por L.J. Henderson.1 O entendimento atual da fisiologia acidobásica continua a evoluir com o auxílio de tecnologias novas e aprimoradas, que permitem a determinação da quantidade de substâncias iônicas antes imensuráveis e que contribuem para o equilíbrio acidobásico. Dogmas históricos e inovações analíticas continuam a influenciar a interpretação clínica dos distúrbios acidobásicos. O que já foi puramente ciência descritiva adquiriu uma base muito mais quantitativa e mecanicamente, passando a contribuir de maneira significativa para um entendimento mais abrangente dos múltiplos fatores responsáveis pela regulação acidobásica na saúde e na doença.

 

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