Contabilidade gerencial - teoria e prática

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Foi pensando em você, estudante e concursando, que elaboramos esta obra. Trata-se de um projeto pedagógico-editorial que, além de enfatizar a excelência didática e doutrinária de seus textos, propicia uma fonte de consulta rápida e prática que alia o estudo dinâmico e a completa revisão de Contabilidade Gerencial para exames, concursos e para o Exame de Suficiência do CFC.

Entre outros conceitos, o livro analisa e justifica:

• Custeio por Absorção e Custeio Direto ou Variável.

• Custeio RKW.

• Custo-padrão.

• Target costing – custo-alvo, custo-meta, ou custo a se atingir.

• Custeio Kaizen.

• EVA e MVA.

• Balanced Scorecard.

• Formação de Preços.

• Gestão e Análise de Orçamentos.

• Gestão do Capital de Giro.

Trata-se de um manual para o Exame de Suficiência, cuja aprovação é requisito para a obtenção ou o restabelecimento de registro profissional em Conselho Regional de Contabilidade (CRC), conforme determinado pela Lei no 12.249/2010.

Livro-texto para a disciplina Contabilidade Gerencial dos cursos de Ciências Contábeis, Administração de Empresas, Economia, Análise de Sistemas de Informação, Ciência da Computação e Administração da Produção. Livro de consulta para contadores, administradores, economistas, analistas de sistemas e engenheiros de produção, bem como para empresários e, principalmente, para executivos, gerentes e empreendedores envolvidos no processo de decisão empresarial que exige otimização de custos de produção.

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14 capítulos

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1 - Contabilidade: Sistema de Informação Gerencial

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Contabilidade:

Sistema de Informação

Gerencial

1

�� Objetivos

»» Colocar em discussão a otimização do processo de comunicação como instrumento da contabilidade gerencial.

»» Identificar que a utilização da contabilidade gerencial faz com que as pessoas responsáveis por decisões na empresa estejam totalmente munidas de instrumentos gerenciais de controle e demonstrativos de tendências.

»» Desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de controle gerencial, considerando a análise crítico-analítica dos modelos organizacionais.

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3/9/17 9:10 AM

2 | Capítulo 1

1.1 Histórico

Os primeiros sinais objetivos da existência da contabilidade, segundo alguns pesquisadores, foram observados por volta do ano 4000 a.C., na civilização sumério-babilonense, e coincidiram com a invenção da escrita. As primeiras anotações eram feitas em termos físicos, pois somente havia trocas, o que fez com que sua evolução fosse bastante lenta. Em 1100 a.C., esse quadro se alterou por ocasião do surgimento da moeda. Há informações de que os primeiros rudimentos de balanço surgiram no ano de 1300 em Florença, Itália.

 

2 - Controller: Funções e Atribuições

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Controller: Funções e

Atribuições

��

2

Objetivos

»» Compreender alguns aspectos relativos ao exercício do cargo, tais como funções desempenhadas e habilidades requeridas.

»» Minimizar os riscos e a s incertezas nas decisões dos gestores, propiciando a eles caminhos alternativos, em que poderão visualizar qual deles trará um resultado mais eficaz.

»» Fornecer informações úteis para o processo de tomada de decisão.

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3/9/17 9:10 AM

38 | Capítulo 2

2.1 Introdução

A controladoria pode ser vista como uma integração entre três perspectivas, quanto ao ramo do conhecimento, quanto aos seus aspectos práticos (métodos, técnicas e ferramentas) e quanto a um órgão/departamento organizacional (ROCHA; BORINELLI,

2006). Segundo Rocha e Borinelli (2006), quanto a um ramo do conhecimento a

“Controladoria é um conjunto de conhecimentos que se constituem em bases teóricas e conceituais de ordens operacional, econômica, financeira e patrimonial, relativas ao controle do processo de gestão organizacional.”

 

3 - Controle Interno

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Controle

Interno

3

�� Objetivos

»» Justificar a formulação de controles internos como formas de redução e reestruturação de custos e os aspectos estratégicos que determinam condições de minimizá-los.

»» Fornecer uma visão geral do controle interno nas empresas.

»» Identificar e avaliar os sistemas de controle interno.

»» Desenvolver a prática de procedimentos do controle interno por meio de planos de avaliação e questionários.

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3/9/17 9:10 AM

80 | Capítulo 3

3.1 Introdução

Nos países mais desenvolvidos é dada uma grande importância aos métodos científicos de administração, pois dessa forma se torna muito mais fácil alcançar os objetivos planejados. É de lá que provêm os termos Internal Check e Internal Control. Os controles internos podem ser todas as políticas adotadas pelas empresas com o intuito de mitigar riscos e melhorar processos, conforme Crepaldi (2016).

Os problemas de controle interno encontram-se em todas as áreas das empresas modernas. Como exemplo disso podem-se citar: vendas, fabricação, compras, tesouraria etc. Quando exercido adequadamente sobre cada uma das funções acima, o controle assume fundamental importância, objetivando atingir os resultados mais favoráveis com menores desperdícios.

 

4 - Sistema de Custeio por Absorção

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Sistema de Custeio por Absorção

4

�� Objetivos

Os objetivos deste capítulo são:

»» Ensinar a calcular o custo de um produto ou serviço por meio do sistema de custeio por absorção.

»» Justificar os critérios utilizados nesse cálculo, identificando suas vantagens para as empresas. Com isso, você poderá aprimorar os instrumentos de desenvolvimento organizacional.

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3/9/17 9:10 AM

108 | Capítulo 4

4.1 Introdução

O custeio representa um elemento essencial das atividades de contabilidade gerencial de uma empresa. O custeio trata de estabelecer as despesas usadas por um produto, um grupo de produtos, uma atividade específica ou um conjunto de atividades da empresa.

O custeio por absorção ou custeio pleno consiste na apropriação de todos os custos (sejam eles fixos ou variáveis) à produção do período. Os gastos não fabris (despesas) são excluídos. O próprio nome do critério é revelador dessa particularidade, ou seja, o procedimento é fazer com que cada produto ou produção (ou serviço) absorva parcela dos custos diretos e indiretos relacionados à fabricação. É o método derivado da aplicação dos princípios de contabilidade e é, no Brasil, adotado pela legislação comercial e pela legislação fiscal. Não é um princípio contábil em si, mas uma metodologia decorrente da aplicação desses princípios. Dessa forma, o método é válido para a apresentação de demonstrações financeiras e para o pagamento do Imposto de Renda.

 

5 - Sistema de Custeio Variável (Direto), Margem de Contribuição Análise Custo/Volume/Lucro

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Sistema de Custeio

Variável (Direto),

Margem de

Contribuição, Análise

Custo/Volume/Lucro

5

�� Objetivos

»» O objetivo deste capítulo é ensinar a calcular o custo de um produto por meio do sistema de custeio variável, identificando a margem de contribuição, o ponto de equilíbrio e a margem de segurança para fins decisórios e gerenciais.

»» Ao interpretarmos as relações custo/volume/lucro para a empresa, mostraremos algumas comparações entre o sistema de custeio por absorção e o sistema de custeio variável.

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3/9/17 9:11 AM

160 | Capítulo 5

5.1 No que consiste o custeio variável

O custeio variável, conhecido também como custeio direto, é um tipo de custeamento que considera custo de produção de um período apenas os custos variáveis incorridos, desprezando os custos fixos, os quais são tratados como despesas do período.

Entenda que o termo “custos” engloba também as despesas variáveis. Nesse método, o custo unitário de produção do período será o total de custo variável dividido pela quantidade produzida, e o custo fixo será apropriado direto ao resultado do exercício, não passa pelo estoque. Fundamenta-se na separação dos gastos em gastos variáveis e gastos fixos, isto é, em gastos que oscilam proporcionalmente ao volume da produção/ venda e gastos que se mantêm estáveis perante volumes de produção/venda oscilantes dentro de certos limites. No critério de custeio variável só são apropriados aos produtos os custos variáveis, ficando os custos fixos separados e considerados despesas do período (CREPALDI, 2010).

 

6 - Custo-Padrão (Standard),

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Custo-Padrão

(Standard)

6

�� Objetivos

Os objetivos deste capítulo são:

»» Fixar uma base de comparação entre o que ocorreu com o custo e o que deveria ter ocorrido.

»» Mostrar e justificar que, se o custo-padrão for fixado considerando metas difíceis mas não impossíveis de serem alcançadas, acabará por funcionar como alvo e desafio realmente de todo pessoal, com mais ênfase ainda se tiver sido firmado com a participação dos responsáveis pela produção.

»» Analisar as comparações e eliminar as divergências.

CREPALDI.indb 259

3/9/17 9:11 AM

260 | Capítulo 6

6.1 Custo-padrão

Os custos são apropriados à produção, não pelo seu valor efetivo (ou real), mas por uma estimativa do que deveriam ser (custo-padrão). Podem ser utilizados quer a empresa adote o custeio por absorção, quer o custeio variável.

As diferenças entre custo-padrão e custo real são objeto de análise da contabilidade de custos, com o objetivo de controle dos gastos e medida de eficiência. O custo-padrão diferencia-se do custo orçado porque este não procura determinar detalhes sobre componentes do custo total; o custo-padrão obedece a um processo criterioso de elaboração e análise, capaz de fornecer as informações necessárias.

 

7 - Custeio Baseado em Atividades – ABC (Activity Based Costing) e a ABM (Activity Based Management),

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Custeio Baseado em

Atividades – ABC

(Activity Based Costing) e a ABM (Activity Based

Management)

7

�� Objetivos

»» Neste capítulo iremos comentar sobre outro método de custeio: o

ABC. Trata-se de um sistema de custeio baseado na análise das atividades que são significativas para a empresa.

»» Além disso, iremos determinar e justificar os direcionadores e atividades do sistema, bem como mostrar um comparativo entre o método de custeio tradicional e o ABC e propiciar uma visão conceitual e prática do Custeio Baseado em Atividades para que se tenha condições de alcançar a eficácia de custos em um ambiente cada vez mais competitivo.

CREPALDI.indb 315

3/9/17 9:11 AM

316 | Capítulo 7

7.1 Introdução

As mudanças e os novos desafios ambientais enfrentados pelas empresas têm exigido enorme esforço para atualização no âmbito da contabilidade no que diz respeito aos métodos de custeio.

Diante do crescente avanço tecnológico e metodológico dos últimos tempos e do consequente aumento da competitividade, surgiu a necessidade do aumento da qualidade, da economia do tempo e da redução dos custos por parte das empresas, a fim de evitarem a perda de espaço no mercado. Aliado a esse avanço, os custos indiretos aparecem como decorrência imediata daquele, a crescimento galopante. Foi em virtude desses problemas que nasceu um método que revolucionou o gerenciamento empresarial: o Custeio ABC (Activity Based Costing).

 

8 - Método de Custeamento RKW

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Método de

Custeamento RKW

8

�� Objetivos

»» Identificar o Método de Custeio RKW ou Método dos Centros de

Custos.

»» Entender que o RKW busca uma melhor distribuição dos custos indiretos em determinados períodos da produção.

»» Saber e justificar que a distribuição de custos indiretos nos departamentos permite melhor distribuição dos produtos fabricados, reduzindo a probabilidade de erros e a transferência indevida de custos indiretos de um produto para outro.

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3/9/17 9:11 AM

360 | Capítulo 8

8.1 Introdução

Uma forma de alocação de custos e despesas é o RKW (Reichskuratorium für Wirtschaftlichkeit), sistema alemão de custeamento. Para melhor compreensão desse sistema de custeio industrial, é preciso conhecer o sistema de direcionadores de custo ABC, o qual consiste no rateio não só dos custos de produção, como também de todas as despesas da empresa, inclusive financeiras, a todos os produtos. Ou seja, tudo com base na alocação dos custos e despesas aos diversos departamentos da empresa para depois proceder às várias séries de rateio, de forma que, ao final, todos os custos e despesas estejam recaindo exclusivamente sobre os produtos.

 

9 - O Processo do Target Costing e o Custeio Kaizen

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O Processo do

Target Costing e o

Custeio Kaizen

9

�� Objetivos

»» Mostrar que o processo do Target Costing objetiva a obtenção do custo máximo admissível de um produto ou serviço para que, dado o preço de venda que o mercado oferece, consiga-se o mínimo de rentabilidade que se quer, antes do início da produção.

»» Identificar que custo-alvo, também chamado de custo-meta ou target costing, é uma ferramenta da contabilidade gerencial que visa reduzir os custos da empresa por meio de uma estimativa, realizada pelo pessoal de marketing junto ao mercado consumidor, analisando características, funcionalidades e competitividade dos produtos.

»» Conhecer e justificar que o custo kaizen, que quer dizer, em sua originalidade, melhoria contínua, tem a função de detectar em qual ponto o custo-alvo não foi alcançado e estabelece regulamentos dentro do processo em andamento, tendo a visão de diminuir e alcançar os custos variáveis determinados no planejamento do custo-alvo.

 

10 - O EVA e o MVA: Métodos de Avaliação da Performance das Empresas

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O EVA e o MVA:

Métodos de Avaliação da Performance das

Empresas

10

�� Objetivos

»» Identificar se as medidas utilizadas pelas empresas para avaliar o desempenho financeiro estão alinhadas à gestão baseada em valor.

»» Saber quando as medidas utilizadas pelas empresas para avaliar o desempenho financeiro estão alinhadas ao objetivo de criar valor para os acionistas.

»» Conhecer uma metodologia simplificada para o cálculo do Economic Value Added (EVA) a partir de dados obtidos nos relatórios financeiros.

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3/9/17 9:11 AM

398 | Capítulo 10

10.1 Introdução

Por que em duas empresas que apresentam lucro líquido uma pode estar criando valor para seus acionistas, enquanto a outra, destruindo? Devem tais variações do lucro e do valor da empresa ser atribuídas às estratégias empresariais?

Sabe-se que muitas empresas têm criado riqueza, enquanto outras têm destruído.

Desvendar os fatores econômicos que levam as empresas a criar ou destruir riqueza é um tema muito importante tanto para os administradores quanto para os investidores. As técnicas de gerenciamento de empresas estão-se tornando cada vez mais complexas e têm exigido um aperfeiçoamento contínuo dos métodos de avaliação de desempenho, na busca do aumento da eficiência, aliada à precisão e simplicidade de implantação deles.

 

11 - Balanced Scorecard: Sistema de Avaliação de Desempenho

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Balanced Scorecard:

Sistema de Avaliação de Desempenho

11

�� Objetivos

»» Mostrar que por meio da aplicação do conceito do Balanced Scorecard a gestão do desempenho estratégico torna-se mais fácil e precisa, contribuindo para o sucesso da organização.

»» Identificar o Balanced Scorecard como um instrumento direcionado para o sistema de gestão estratégica, que utiliza indicadores de desempenho baseados em variáveis capazes de interferir direta e indiretamente nas ações das empresas.

»» Ajudar na criação de indicadores ligados à estratégia e à verificação do gerenciamento em toda a organização, permitindo que ela seja direcionada a tomar decisões mais adequadas. Desse modo, a organização será capaz de capacitar e valorizar o aprendizado de seus funcionários para que atendam às necessidades dos clientes.

CREPALDI.indb 437

3/9/17 9:11 AM

438 | Capítulo 11

11.1 Introdução

No Brasil, organizações preocupadas com uma gestão estratégica que proporcione melhores resultados já adotam os conceitos de uma metodologia conhecida como Balanced Scorecard (BSC) a partir do questionamento de executivos quanto à segurança e adequação dos métodos existentes para mensuração do desempenho das corporações.

 

12 - Formação de Preços

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Formação de

Preços

12

�� Objetivos

»» O objetivo deste capítulo é fazer refletir sobre a importância de conhecer e identificar a formação de preço como um fator determinante para a sobrevivência da exploração da atividade da empresa.

»» Falaremos também sobre a importância dos preços compatíveis com o mercado, além de aprender a calcular os custos reais da sua atividade, fazer a gestão estratégica da empresa e trabalhar na identificação de novas oportunidades de mercado e, consequentemente, aumentar a lucratividade.

CREPALDI.indb 465

3/9/17 9:11 AM

466 | Capítulo 12

12.1 Introdução

A formação do preço de venda de produtos é um trabalho técnico e também um fator determinante de sobrevivência da exploração da atividade. Alguns especialistas afirmam que ter os preços definidos exclusivamente pelo mercado é um risco. Ou seja, o mercado não é nem deve ser o único caminho para a definição de preços, mas é importante ter os preços compatíveis com ele.

 

13 - Gestão e Análise de Orçamentos

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Gestão e Análise de Orçamentos

13

�� Objetivos

»» Mostrar como os recursos podem ser obtidos e gastos na realização das atividades da empresa.

»» Identificar, otimizar os resultados ou detectar possíveis distorções geradas por premissas e objetivos empresariais.

»» Avaliar a situação econômico-financeira da empresa, sua filosofia operacional e as decisões relacionadas aos investimentos em ativos permanentes.

CREPALDI.indb 527

3/9/17 9:11 AM

528 | Capítulo 13

13.1 Introdução

O orçamento, segundo Sardinha (2008), é uma ferramenta que:

•  comunica a estratégia em todos os níveis gerenciais, pormenorizando os planos de cada centro de responsabilidade;

•  coordena as várias atividades da organização, evitando duplicidade de trabalhos;

•  define responsabilidade, autoriza limites de gastos e informa o desempenho que se espera;

•  é um instrumento de avaliação, isto é, um contrato ou acordo com os gestores visando aos planos servirem como base para avaliação da performance desses e da empresa.

 

14 - Gestão do Capital de Giro

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Gestão do Capital de Giro

14

�� Objetivos

»» Definir e representar graficamente o ciclo operacional ou econômico e financeiro de empresas por meio da formulação de cálculos dos prazos médios de renovação dos estoques e prazo médio de recebimento de vendas.

»» Mostrar o ciclo financeiro ou de caixa: ciclo operacional e prazo médio de pagamento de compras. Administração dos componentes do capital de giro: caixa, contas a receber e estoques.

»» Analisar a necessidade de investimento em capital de giro e o dilema do risco-retorno na composição dos seus financiamentos.

»» Conceituar e compreender os mecanismos de administração do capital de giro.

CREPALDI.indb 549

3/9/17 9:11 AM

550 | Capítulo 14

14.1 Capital de giro

O capital de giro é um valor monetário que a empresa deve manter em seu caixa para poder “girar” no mercado que atua durante determinado período, que normalmente é de um mês. Esse valor financeiro a empresa deve manter disponível para financiar seu ciclo operacional, que é a aquisição de matéria-prima, garantindo assim seu fluxo produtivo, que, junto aos outros elementos, mantêm a empresa competitiva no mercado.

 

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