Exame Clínico, 8ª edição

Visualizações: 2172
Classificação: (0)

Consagrado por estudantes e professores há mais de 30 anos, Porto | Exame Clínico oferece conteúdo focado na anamnese e no exame clínico humanizado - base para a medicina de excelência -, e conquista cada vez mais leitores, aliando os princípios primordiais do método clínico aos avanços tecnológicos, para alcançar a máxima eficiência na difícil tarefa de cuidar dos pacientes.

Esta oitava edição apresenta texto revisado e ampliado, projeto gráfico modernizado, novas imagens e diversas atualizações sobre os conhecimentos indispensáveis ao exame clínico. Alguns capítulos foram reorganizados, a fim de tornar o encadeamento dos assuntos mais lógico e didático, e os roteiros pedagógicos, que também estão disponíveis para download em nosso site, foram reestruturados e mais desenvolvidos para facilitar ao estudante sistematizar as várias etapas do exame clínico. Todo esse cuidado garante que este clássico se mantenha como um dos mais respeitados e significativos textos da literatura científica brasileira.

Material suplementar on-line: excelente estratégia didática para a aprendizagem, esse conteúdo inclui vídeos de habilidades clínicas, código de ética do estudante de Medicina, fundamentos etimológicos da linguagem médica, glossário de termos e expressões populares de interesse médico, e ilustrações em formato de apresentação.

21 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

1 - Iniciação ao Exame Clínico

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 01.indd 2

1

29/11/16 10:44

Iniciação ao

Exame Clínico

Celmo Celeno Porto

Rita Francis Gonzalez y Rodrigues Branco

Fábia Maria Oliveira Pinho

Gabriela Cunha Fialho Cantarelli Bastos

Helena Elisa Piazza

Heitor Rosa

■■ Introdução  4

■■ Evolução do método clínico  4

■■ Evolução dos exames complementares  5

■■ O exame clínico e a internet  6

■■ Medicina | Arte e ciên­cia  7

■■ Primeiros contatos do estudante de medicina com o paciente  8

■■ Relação estudante de medicina‑paciente do ponto de vista humano e ético  10

■■ Princípios do aprendizado da relação médico‑paciente  11

■■ Exame clínico e relação médico‑paciente  13

■■ Clerkship (aprendizado ao lado do leito)  13

■■ Diagnóstico, terapêutica e prognóstico  14

Porto 01.indd 3

29/11/16 10:44

4  Exame Clínico

Evolução do método clínico

A pedra angular da medicina ainda é o exame clínico, e nunca será demais ressaltar sua importância. A experiência tem mostrado que os recursos tecnológicos disponíveis só são aplicados em sua plenitude e com o máximo proveito quando se parte de um exame clínico bem-feito.

 

2 - Laboratório de Habilidades Clínicas

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 02.indd 16

2

08/11/16 16:15

Laboratório de

Habilidades

Clínicas

Fábia Maria Oliveira Pinho

Rita Francis Gonzalez y Rodrigues Branco

Celmo Celeno Porto

■■ Introdução  18

■■ Infraestrutura para funcionamento do Laboratório de Habilidades  18

■■ Objetivos do Laboratório de Habilidades  19

■■ Treinamento da semiotécnica da anam­ne­se  19

■■ Treinamento da semiotécnica do exame físico  20

■■ Treinamento de procedimentos e técnicas especiais  20

■■ Laboratório de Habilidades de

Comunicação  23

■■ Laboratório de Habilidades como método de avaliação  24

Porto 02.indd 17

08/11/16 16:15

18  Exame Clínico

Introdução

A tendência é que cada escola médica se mobilize para criar seus pró‑ prios Laboratório de Habilidades. Além da aquisição de diversos mo‑ delos e manequins, é necessária uma equipe dedicada e dotada de capacidade para desenvolver as mais variadas atividades práticas de integração das disciplinas básicas com as clínicas.

 

3 - Método Clínico

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 03.indd 26

3

17/11/16 18:20

Método Clínico

Fábia Maria Oliveira Pinho

Rita Francis Gonzalez y Rodrigues Branco

Denise Viuniski da Nova Cruz

Arnaldo Lemos Porto

Celmo Celeno Porto

■■ Introdução  28

■■ Posições do paciente e do examinador para o exame clínico  28

■■ Divisão da superfície corporal para o exame clínico  28

■■ Anamnese  28

■■ Exame físico  36

■■ A aula prática e o encontro clínico  36

Porto 03.indd 27

17/11/16 18:20

28  Exame Clínico

Introdução

Houve, em determinada época, quem dissesse que o método clínico acabava de ser superado pelos recursos tecnológicos e, para simbolizar esta afirmativa, um radiologista colocou sobre sua mesa, dentro de uma redoma, um estetoscópio e uma antiga “valva” (nome arcaico do espéculo vaginal), dizendo que aqueles instrumentos não passavam de meras antiguidades.

A evolução da medicina, no entanto, mostrou que aquele médico cometera um grosseiro erro de previsão ao superestimar o potencial diagnóstico dos raios X e dos aparelhos de uma maneira geral. O símbolo da tecnologia moderna é o computador eletrônico, e, quando se vê seu aproveitamento na elaboração da própria anam­ne­se, concluimos que o método clínico, em vez de se tornar obsoleto, está cada vez mais vivo. Na verdade, mudam-se apenas alguns procedimentos e determinadas maneiras para sua aplicação, mas o essencial permanece, formando o arcabouço que caracteriza a arte clínica, cuja base con­ti­nua sendo o exame do paciente.

 

4 - Anamnese

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 04.indd 38

4

28/11/16 22:11

Anamnese

Celmo Celeno Porto

Fábia Maria Oliveira Pinho

Rita Francis Gonzalez y Rodrigues Branco

■■ Aspectos gerais  40

■■ Semiotécnica da anam­ne­se  41

■■ Anamnese em pediatria  56

■■ Anamnese em psiquiatria  56

■■ Anamnese do idoso  56

■■ Considerações finais  56

■■ Roteiro pedagógico para anamnese  57

Porto 04.indd 39

28/11/16 22:11

40  Exame Clínico

Aspectos gerais

Boxe

Anamnese (aná = trazer de novo e mnesis = memória) significa trazer de volta à mente todos os fatos relacionados com a doen­

ça e a pessoa doente.

De início, deve‑se ressaltar que a anam­ne­se é a parte mais importante da medicina: primeiro, porque é o núcleo em torno do qual se desenvolve a relação médico‑paciente, que, por sua vez, é o principal pilar do trabalho do médico; segundo, porque

é neste momento que os princípios éticos passam de conceitos abstratos para o mundo real do paciente, consubstanciados em ações e atitudes; terceiro, porque é cada vez mais evidente que o progresso tecnológico somente é bem utilizado se o lado huma­ no da medicina é preservado.

 

5 - Técnicas Básicas do Exame Físico

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 05.indd 60

5

17/11/16 19:07

Técnicas Básicas do Exame Físico

Fábia Maria Oliveira Pinho

Rita Francis Gonzalez y Rodrigues Branco

Arnaldo Lemos Porto

Celmo Celeno Porto

■■ Introdução  62

■■ Inspeção  62

■■ Palpação  63

■■ Percussão  66

■■ Ausculta  69

■■ Olfato como recurso de diagnóstico  71

■■ Ambiente adequado para o exame físico  71

■■ Instrumentos e aparelhos necessários para o exame físico  71

Porto 05.indd 61

17/11/16 19:07

62  Exame Clínico

Introdução

Ao exame físico, a maioria dos pacientes sente‑se ansiosa por se sentir exposta, apreensiva por receio de sentir dor e amedron‑ tada em relação ao que o médico possa encontrar.

Os estudantes, por sua vez, sentem‑se inseguros e apreensi‑ vos no início do aprendizado clínico, uma vez que têm receio de provocar desconforto no paciente.

Para superar esses aspectos, o estudante deve se preparar téc‑ nica e psicologicamente. Uma boa semiotécnica exige o estudo prévio de como aplicar corretamente a inspeção, a palpação, a percussão e a ausculta. Do ponto de vista psicológico, nada me‑ lhor do que estar imbuí­do do papel de médico, cujo principal objetivo é ajudar o paciente. Mesmo sabendo da condição de estudante, o paciente pode sentir‑se bem quando percebe que está sendo examinado com seriedade e atenção. Ser gentil e ter delicadeza constituem componentes fundamentais do exame físico, principalmente dos pacientes que sofrem dor ou apre‑ sentam sintomas desagradáveis.

 

6 - Sinais e Sintomas

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 06.indd 74

6

29/11/16 15:28

Sinais e Sintomas

Celmo Celeno Porto

Delson José da Silva

Rejane Faria Ribeiro-Rotta

Nádia do Lago Costa

Diego Antônio Arantes

Danilo Rocha Dias

Fernanda Tenório Lopes Barbosa

Denise Sisteroli Diniz

Gil Eduardo Perini

Osvaldo Vilela Filho

Cláudio Jacinto Pereira Martins

Renato Sampaio Tavares

■■ Introdução  76

■■ Os sintomas como linguagem dos órgãos  77

■■ A dor como sintoma padrão  77

■■ Sintomas gerais  91

■■ Pele, tecido celular subcutâ­neo e fâneros  96

■■ Olhos  96

■■ Ouvidos  100

■■ Nariz e cavidades paranasais  101

■■ Faringe  104

■■ Laringe  104

■■ Traqueia, brônquios, pulmões e pleuras  105

■■ Diafragma e mediastino  111

■■ Sistema cardiovascular  112

■■ Sistema digestivo  128

■■ Região bucomaxilofacial  128

■■ Esôfago  132

■■ Estômago  135

 

7 - Exame Psíquico e Avaliação das Condições Emocionais

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 07.indd 190

7

28/11/16 19:50

Exame Psíquico e Avaliação das Condições

Emocionais

Marco Antonio Alves Brasil

José Reinaldo do Amaral

Celmo Celeno Porto

■■ Introdução  192

■■ Sistematização do exame psíquico  192

■■ Roteiro pedagógico para o exame psíquico e avaliação das condições emocionais  201

Porto 07.indd 191

28/11/16 19:50

192  Exame Clínico

Introdução

O exame psíquico e a avaliação das condições emocionais do paciente são etapas fundamentais do exame clínico.

Significativa parcela dos pacientes que procuram atenção médica apresenta tão somente problemas emocionais, muitos deles somatizados nos mais diversos órgãos sob a condição de dor ou outras manifestações clínicas. A incapacidade de fazer uma avaliação clínica adequada quase sempre leva o médico a solicitar diversos exames complementares que se mostram inú‑ teis; além de dispendiosos, alguns apresentam certo risco e, pior ainda, redundam em tratamentos inadequados e até cirurgias malsucedidas.

 

8 - Médicos, Pacientes e Famílias

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 08.indd 202

8

17/11/16 19:11

Médicos,

Pacientes e

Famílias

Celmo Celeno Porto

Célia Maria Ferreira da Silva Teixeira

■■ Introdução  204

■■ Médicos  204

■■ Pacientes  205

■■ Famílias  209

Porto 08.indd 203

17/11/16 19:11

204  Exame Clínico

Introdução

Os componentes essenciais do encontro clínico são o médico e o paciente, mas não se pode desconhecer que algum mem‑ bro da família sempre está presente, introduzindo nesta relação dual novos e importantes elementos (Ver Capítulo 1, Iniciação ao Exame Clínico).

Médicos

A dinâmica do encontro clínico depende do padrão de com‑ portamento dos que dele participam. O médico se coloca nes‑ ta relação de acordo com sua disponibilidade interna, fruto de questões conscientes e inconscientes, mecanismos de defesa e, mais do que tudo isso, dos traços dominantes de sua persona‑ lidade.

Os padrões de comportamento mais comuns são: paterna‑ lista, autoritário, agressivo, inseguro, “frustrado”, tecnicista, oti‑ mista, pessimista, rotulador, além de outro que pode ser deno‑ minado “sem vocação”.

 

9 - Exame Clínico do Idoso

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 09.indd 212

9

28/11/16 19:53

Exame Clínico do Idoso

Elisa Franco de Assis Costa

Siulmara Cristina Galera

Celmo Celeno Porto

Claudio Henrique Teixeira

■■ Introdução  214

■■ Anamnese do paciente idoso  215

■■ Modificações decorrentes do envelhecimento  216

■■ Avaliação funcional do idoso  217

■■ Considerações finais  223

■■ Roteiro pedagógico para exame clínico do idoso e avaliação geriátrica ampla  223

Porto 09.indd 213

28/11/16 19:53

214  Exame Clínico

Costuma‑se dividir os idosos em grupos conforme a faixa etária; no

Brasil, os limites são:

✔✔ Idosos jovens: 60 a 69 anos

✔✔ Idosos velhos: 70 a 79 anos

✔✔ Muito idosos: 80 anos ou mais.

Boxe

Convém ressaltar que o grupo dos “muito idosos” é o que mais cresce proporcionalmente no paí­s e também o grupo que engloba os in­di­ví­duos mais frágeis e portadores de incapacida‑ de funcional. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira total cresceu, em 10 anos (1997‑2007), 21,6%, ao passo que a popu‑ lação com 60 anos ou mais cresceu 47,8% e aquela com 80 anos ou mais, 65%. A previsão é de que esse grupo de “muito idosos” cresça, até 2050, o dobro da população de 60 a 79 anos.

 

10 - Exame Físico Geral

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 10.indd 226

10

30/11/16 15:37

Exame Físico

Geral

Fábia Maria Oliveira Pinho

Rita Francis Gonzalez y Rodrigues Branco

Paulo Sérgio Sucasas da Costa

Érika Aparecida da Silveira

Marianne de Oliveira Falco

Delson José da Silva

Arnaldo Lemos Porto

Celmo Celeno Porto

■■ Introdução  228

■■ Semiotécnica  228

■■ Roteiro pedagógico para exame físico geral  276

■■ Roteiro pedagógico para avaliação nutricional  277

Porto 10.indd 227

30/11/16 15:37

228  Exame Clínico

Introdução

Boxe

Terminada a anam­ne­se, inicia-se o exame físico; contudo o examinador deve con­ti­nuar suas indagações, complementando pontos não muito bem esclarecidos durante a anam­ne­se. O contrário também ocorre, ou seja, começa-se o exame físico tão logo se encontra com o paciente, observando-o cuidadosamente. Em outras palavras: não pode haver uma rígida separação entre a anamnese e o exame físico.

 

11 - Exame da Pele, das Mucosas e dos Fâneros

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 11.indd 278

11

29/11/16 08:15

Exame da Pele, das Mucosas e dos Fâneros

Aiçar Chaul

Fernanda Rodrigues da Rocha Chaul

Marco Henrique Chaul

■■ Pele  280

■■ Mucosas  299

■■ Fâneros  300

■■ Roteiro pedagógico para exame físico da pele  303

Porto 11.indd 279

29/11/16 08:15

280  Exame Clínico

Pele

A pele, o maior órgão do corpo, é um dos melhores indicadores de saú­de geral. Além disso, a aprendizagem do exame da pele é a maneira mais eficiente de “treinar a visão a identificar altera­

ções que vão alimentar o raciocínio diagnóstico”.

A pele ou tegumento cutâ­neo é constituí­da por três camadas

(Figura 11.1):

◗◗

◗◗

◗◗

Epiderme ou camada externa

Derme ou córion

Tecido celular subcutâ­neo.

A pele exerce importantes funções (revestimento, regulação da temperatura corporal, contato com o meio ambiente, isola­ mento do corpo, reserva alimentar) e reflete, de maneira acen­ tuada, muitas das modificações sofridas pelo organismo.

 

12 - Exame dos Linfonodos

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 12.indd 304

12

30/11/16 15:43

Exame dos

Linfonodos

Maria do Rosário Ferraz Roberti

Rejane Faria Ribeiro-Rotta

Nádia do Lago Costa

Diego Antônio Arantes

Danilo Rocha Dias

Fernanda Tenório Lopes Barbosa

Celmo Celeno Porto

■■ Introdução  306

■■ Exame dos linfonodos  306

■■ Semiotécnica  306

■■ Características semiológicas  310

■■ Exame do baço  312

■■ Adenomegalias e esplenomegalia  312

■■ Roteiro pedagógico para exame dos linfonodos  313

Porto 12.indd 305

30/11/16 15:43

306  Exame Clínico

Introdução

◗◗

Figura 12.1 Linfonodo.

Exame dos linfonodos

O exame físico geral inclui a investigação sistemática dos linfonodos superficiais. A avaliação dos linfonodos profundos só é possível com exames de imagem.

Na Figura 12.2, observa-se a distribuição dos linfonodos superficiais e profundos.

Grupo ganglionar da cabeça e do pescoço: os linfonodos da cabeça e do pescoço são aproximadamente 300 e correspondem a 30% do total dos linfonodos do corpo humano. Dividem-se segundo sua localização topográfica. Na região cervical, os linfonodos são classificados em seis níveis, dentro dos triângulos anatômicos do pescoço. Na região da base do crânio e na face estão localizadas as seguintes cadeias ganglionares: occipital, pré-auricular, retroauricular, parotídea e faciais/bucais (Figura

 

13 - Exame dos Pulsos Radial, Periféricos e Venoso

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 13.indd 314

13

29/11/16 08:16

Exame dos

Pulsos Radial,

Periféricos e

Venoso

Celmo Celeno Porto

Arnaldo Lemos Porto

Abrahão Afiune Neto

Aguinaldo Figueiredo de Freitas Jr.

Edvaldo de Paula e Silva

Yosio Nagato

■■ Introdução  316

■■ Pulso radial  316

■■ Pulsos periféricos  318

■■ Síndrome is­quêmica  321

■■ Pulso capilar  322

■■ Pulso venoso, turgência ou ingurgitamento jugular  322

■■ Roteiro pedagógico para exame dos pulsos radial, periféricos e venoso  324

Porto 13.indd 315

29/11/16 08:16

316  Exame Clínico

O aparelho circulatório e o próprio funcionamento do coração podem ser avaliados pela análise das pulsações arteriais, veno­ sas e capilares. Para isso é necessário examinar sistematicamen­ te os seguintes pulsos:

◗◗

◗◗

◗◗

◗◗

Pulso radial

Pulsos periféricos

Pulso capilar

Pulso venoso.

 

14 - Exame da Pressão Arterial

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 14.indd 326

14

28/11/16 20:34

Exame da

Pressão Arterial

Arnaldo Lemos Porto

Paulo Cesar Brandão Veiga Jardim

Thiago de Souza Veiga Jardim

■■ Introdução  328

■■ Histórico  328

■■ Fatores determinantes da pressão arterial  328

■■ Regulação da pressão arterial  329

■■ Determinação da pressão arterial  331

■■ Problemas mais comuns na medida da pressão arterial  332

■■ Pressão diferencial  333

■■ Valores normais da pressão arterial e variações fisiológicas  333

■■ Hipertensão arterial  334

■■ Hipotensão arterial  336

■■ Roteiro pedagógico para avaliação da pressão arterial  337

Porto 14.indd 327

28/11/16 20:34

328  Exame Clínico

Introdução

Pressão arterial é a força exercida pelo sangue sobre as paredes dos vasos. Sofre variações con­tí­nuas, dependendo da posição da pessoa, das atividades e das situações em que se encontra.

Tem por finalidade promover uma boa perfusão dos tecidos e, com isso, possibilitar as trocas metabólicas. Está relacionada com o trabalho do coração e traduz o sistema de pressão vigente na árvore ­vascular arterial.

 

15 - Exame de Cabeça e Pescoço

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 15.indd 338

15

30/11/16 15:51

Exame de Cabeça e Pescoço

Celmo Celeno Porto

Alexandre Roberti

Rejane Faria Ribeiro‑Rotta

Nádia do Lago Costa

Diego Antônio Arantes

Danilo Rocha Dias

Fernanda Tenório Lopes Barbosa

Paulo Humberto Siqueira

■■ Cabeça  340

■■ Pescoço  358

■■ Roteiro pedagógico para exame de cabeça e pescoço  363

■■ Roteiro pedagógico para exame dos olhos, dos ouvidos, do nariz e da garganta  364

■■ Roteiro pedagógico para diagnóstico diferencial da dor na região bucomaxilofacial  366

Porto 15.indd 339

30/11/16 15:51

340  Exame Clínico

Cabeça

O exame da cabeça compreende a observação de:

◗◗

◗◗

◗◗

◗◗

◗◗

◗◗

◗◗

◗◗

Tamanho e forma do crânio

Posição e movimentos

Superfície e couro cabeludo

Exame geral da face

Exame dos olhos e supercílios

Exame do nariz

 

16 - Exame do Tórax

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 16.indd 368

16

28/11/16 21:41

Exame do Tórax

Celmo Celeno Porto

Arnaldo Lemos Porto

Maria Auxiliadora Carmo Moreira

Aguinaldo Figueiredo de Freitas Jr.

Abrahão Afiune Neto

Alexandre Vieira Santos Moraes

Eduardo Camelo de Castro

Mauricio Sérgio Brasil Leite

Salvador Rassi

■■ Introdução  370

■■ Projeção na parede torácica dos pulmões, do coração, do fígado, do fundo do estômago e do baço  370

■■ Pontos de referência anatômicos, linhas e regiões torácicas  371

■■ Exame da pele  372

■■ Exame das mamas  372

■■ Principais afecções das mamas  375

■■ Exame dos pulmões  376

■■ Síndromes brônquicas e pleuropulmonares  385

■■ Exame do coração  392

■■ Exame da aorta  425

■■ Exame das artérias carotídeas  425

■■ Roteiro pedagógico para exame físico das mamas  426

■■ Roteiro pedagógico para exame do coração  427

■■ Roteiro pedagógico para exame dos brônquios, dos pulmões e das pleuras  428

 

17 - Exame do Abdome

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 17.indd 430

17

30/11/16 15:53

Exame do

Abdome

Celmo Celeno Porto

Americo de Oliveira Silverio

Cacilda Pedrosa de Oliveira

Heitor Rosa

Hélio Moreira

José Abel Alcanfor Ximenes

Rafael Oliveira Ximenes

Rodrigo Oliveira Ximenes

João Damasceno Porto

Mauricio Sérgio Brasil Leite

■■ Introdução  432

■■ Pontos de referência anatômicos do abdome  432

■■ Re­giões do abdome  432

■■ Projeção dos órgãos nas paredes torácica e abdominal  433

■■ Inspeção  433

■■ Palpação  436

■■ Percussão  444

■■ Ausculta  446

■■ Exame da região anoperineal e toque retal  447

■■ Principais síndromes abdominais  448

■■ Roteiro pedagógico para exame do abdome  460

Porto 17.indd 431

30/11/16 15:53

432  Exame Clínico

Introdução

O reconhecimento dos pontos de referência anatômicos, a di‑ visão do abdome em re­giões clínicas e a projeção dos órgãos desta cavidade na parede abdominal e torácica são essenciais para o estudo da propedêutica abdominal.

 

18 - Exame dos Órgãos Genitais

PDF Criptografado

Capítulo

Porto 18.indd 462

18

28/11/16 21:44

Exame dos

Órgãos Genitais

Roberto Luciano Coimbra

Alexandre Vieira Santos Moraes

Eduardo Camelo de Castro

Vardeli Alves de Moraes

■■ Órgãos genitais masculi­nos  464

■■ Órgãos genitais femininos  467

■■ Roteiro pedagógico para exame físico dos órgãos genitais masculinos  475

■■ Roteiro pedagógico para exame físico dos órgãos genitais femininos  476

■■ Roteiro pedagógico para exame físico da região anoperineal  477

Porto 18.indd 463

28/11/16 21:44

464  Exame Clínico

Órgãos genitais masculi­nos

O aparelho genital masculi­no compreende o pênis (constituí­ do pelo prepúcio, glande, freio e corpo), a bolsa escrotal, que alberga os testículos, os epidídimos e o cordão espermático, a próstata e as ve­sículas seminais. A uretra é uma estrutura co­ mum aos aparelhos urinário e genital (Figura 18.1) (ver Órgãos genitais masculi­nos no Capítulo 6, Sinais e Sintomas).

 

Carregar mais


Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPPD000210966
ISBN
9788527731027
Tamanho do arquivo
42 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados