Análise de Balanços, 11ª edição

Visualizações: 797
Classificação: (0)

Esta obra reúne um conjunto de características que a diferencia das que adotam as tradicionais abordagens da análise de balanços. Inicialmente, preocupa-se em fixar, de forma clara, uma série de princípios contábeis e em definir as bases e estruturas dos sistemas contábeis, para fundamentar mais solidamente os subsequentes trabalhos de análise que serão desenvolvidos.

Nessa seara, o autor preocupou-se em investigar o que há por trás de cada um dos índices e quocientes por meio dos quais se procede à análise de balanços. Esta atitude certamente conduz à formulação de diversas questões, destinadas a evidenciar não apenas a utilidade dos indicadores que podem ser calculados, como também as suas limitações quanto à capacidade de indicar a situação da empresa de per si ou em relação ao conjunto das empresas do setor em que atua.

Outra característica de destaque do livro é a relação que procura estabelecer entre a análise de balanços e os desenvolvimentos mais recentes de alavancagem operacional e financeira. A ligação entre os diversos aspectos decorrentes dessas abordagens tem o objetivo de possibilitar as tomadas de posição diante de alternativas de financiamento geradas por necessidades de expansão. Com isso, a análise deixa de se limitar ao diagnóstico da situação para se transformar numa ferramenta indicadora das melhores opções para a gestão financeira das empresas. Adicionalmente, foram introduzidos outros instrumentos de análise, como o modelo de Tesouraria de Fleuriet e os indicadores mais modernos, como o EBITDA, o EVA® e a análise da Demonstração do Valor Adicionado (DVA).

APLICAÇÃO: Livro-texto para as disciplinas Análise de Balanços e Análise das Demonstrações Financeiras ou outras denominações equivalentes, dos cursos de Graduação em Ciências Contábeis, Economia e Administração. Leitura de consulta e atualização profissional.

 

15 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

1 - Classificação das Empresas e Entidades e o Ambiente Institucional

PDF Criptografado

Classificação das

Empresas e Entidades e o

Ambiente Institucional

1

1.1 cLassificação jurÍdica das empresas E ENTIDADES

Os negócios no mundo caminham a passos céleres e se desenvolvem com o avanço da humanidade, criando modelos de negócios empresariais cada vez mais sofisticados e complexos. As facilidades computacionais permitem conhecer a situação econômico-financeira de qualquer organização, seja ela com fins lucrativos ou não, de qualquer País.

Para iniciarmos os estudos sobre a Análise das Demonstrações Contábeis e Financeiras, se faz necessário conhecer as classificações jurídicas das Empresas e Entidades definidas do Código Civil Brasileiro,1 com destaques para as Sociedades que têm como objetivo a atividade econômica, e as Entidades que não visam a lucros econômicos.

Conforme o artigo 44 do Código Civil Brasileiro são pessoas jurídicas de direito privado: as associações, as sociedades, as fundações, as organizações religiosas, os partidos políticos.

 

2 - Necessidade e Importância da Estrutura, Análise e Interpretação de Balanços

PDF Criptografado

Necessidade e Importância da Estrutura, Análise e

Interpretação de Balanços

2

2.1  Abrangência da expressão análise de balanços1

As normas contábeis destacam que as demonstrações contábeis para fins gerais são dirigidas às necessidades comuns de vasta gama de usuários externos à entidade, por exemplo, sócios, acionistas, credores, empregados e o público em geral. O objetivo das demonstrações contábeis é oferecer informação sobre a posição financeira (balanço patrimonial), o desempenho (demonstração do resultado) e fluxos de caixa da entidade, que sejam úteis aos usuários para a tomada de decisões econômicas, tais como: a) decidir quando comprar, manter ou vender instrumentos patrimoniais; b) avaliar a administração da entidade quanto à responsabilidade que lhe tenha sido conferida e quanto à qualidade de seu desempenho e de sua prestação de contas; c) avaliar a capacidade de a entidade pagar seus empregados e proporcionar-lhes outros benefícios; d) avaliar a segurança quanto à recuperação dos recursos financeiros emprestados à entidade; e) determinar políticas tributárias; f ) determinar a distribuição de lucros e dividendos; g) elaborar e usar estatísticas da renda nacional; ou h) regulamentar as atividades das entidades.

 

3 - Sistema de Informação Contábil e os Princípios de Contabilidade

PDF Criptografado

Sistema de Informação

Contábil e os Princípios de Contabilidade

3

3.1  Contabilidade como sistema de mensuração e informação

Jaedicke e Sprouse, em seu livro Fluxos contábeis, Editora Atlas, p. 20 a 25, definem com bastante propriedade o sistema de mensuração contábil. Na verdade, trata-se de um sistema de informação que inclui um sistema de mensuração como parte do processamento. Os referidos autores consideram que, comandando todo o sistema de mensuração contábil (e de informação), existe o que eles denominam de Política

Contábil – Determinação dos Conceitos, Definições etc. – que é a base do sistema de medição (Informação).

Referindo-se ao assunto, os citados autores comentam, à página 24: “O sistema de informações (contábil) da firma dependerá da combinação das opções de mensuração que forem escolhidas. Logo, o problema de política contábil deve ser resolvido como condição necessária para fazer o sistema funcionar [...] Antes que um sistema possa ser estabelecido [...] o conceito de renda deve ser definido, e os princípios de mensuração apropriados para tal conceito devem ser escolhidos (UEPS versus PEPS, custo de substituição versus custo histórico etc.).”

 

4 - Estrutura das Demonstrações Financeiras e Contábeis

PDF Criptografado

Estrutura das

Demonstrações

Financeiras e Contábeis1

4

4.1  Demonstrações FINANCEIRAS E CONTÁBEIS1

As demonstrações financeiras e contábeis devem representar apropriadamente a posição financeira e patrimonial, o desempenho e os fluxos de caixa da entidade.

Deve fazer uma exposição resumida e ordenada dos principais fatos registrados pela contabilidade que causam mutação no patrimônio das empresas, em determinado período. São elaboradas e apresentadas para usuários externos em geral, tendo em vista suas finalidades distintas e necessidades diversas.

Para as sociedades por ações e empresas de grande porte, as demonstrações são denominadas de financeiras, por serem obrigadas a publicar a prestação de suas contas (principalmente para seu acionista); para as demais empresas, as demonstrações são denominadas de contábeis. Desta forma vamos procurar esclarecer brevemente as diferenças.

4.1.1  Demonstrações financeiras (sociedades por ações e das empresas de grande porte)

 

5 - Introdução à Análise de Balanços – Análise Horizontal e Análise Vertical

PDF Criptografado

Introdução à Análise de Balanços – Análise

Horizontal e Análise

Vertical

5

5.1 Generalidades

A análise de balanços deve ser entendida dentro de suas possibilidades e limitações.

De um lado, mais aponta problemas a serem investigados do que indica soluções; de outro, desde que convenientemente utilizada, pode transformar-se num poderoso

“painel de controle” da administração.

Para isso, é necessário atentar para os seguintes detalhes: a) registros contábeis da empresa devem ser mantidos com esmero para que as informações sejam produzidas com fidedignidade e sejam úteis para tomada de decisão; b) ainda que o Departamento de Contabilidade da empresa realize um grande esforço para manter os registros de forma correta, é altamente desejável que os relatórios financeiros sejam auditados por auditor independente ou, pelo menos, tenha havido uma minuciosa revisão por parte da auditoria interna; c) é preciso tomar muito cuidado na utilização de valores extraídos de balanços iniciais e finais, principalmente na área de contas a receber e estoques, pois muitas vezes tais contas, nas datas de balanço, não são representativas das médias reais de período; d) os demonstrativos objetos de análise devem ser corrigidos tendo em vista as variações do poder aquisitivo da moeda, muito embora não exista mais a figura da correção monetária no Brasil desde 1995; para fins gerenciais e de análises esta necessidade não pode ser descartada (analisaremos este problema, em detalhe, em capítulo especial);

 

6 - A Análise da Liquidez e do Endividamento

PDF Criptografado

A Análise da Liquidez e do Endividamento

6

6.1  Introdução geral ao cálculo de quocientes

A análise de balanços encontra seu ponto mais importante no cálculo e avaliação do significado de quocientes, relacionando principalmente itens e grupos do Balanço e da Demonstração do Resultado. Passaremos a expor as formas de cálculo, o significado e as limitações de cada um dos principais relacionamentos.

A técnica de análise financeira por quocientes é um dos mais importantes desenvolvimentos da Contabilidade, pois é muito mais indicado comparar, digamos, o ativo corrente com o passivo corrente do que simplesmente analisar cada um dos elementos individualmente.1

O analista externo à empresa normalmente estará apenas de posse dos balanços, demonstrativos operacionais e outras poucas informações adicionais, ao passo que o analista interno poderá dispor dos detalhes somente encontrados nos registros analíticos da empresa.

O uso de quocientes tem como finalidade principal permitir ao analista extrair tendências e comparar os quocientes com padrões preestabelecidos. A finalidade da análise é mais do que retratar o que aconteceu no passado; as informações pregressas fornecem sempre algumas bases para inferir o que poderá acontecer no futuro e assim identificar tendências que podem contribuir para decisões preditivas.

 

7 - Análise da Rotatividade (do Giro)

PDF Criptografado

Análise da Rotatividade

(do Giro)

7

Estes quocientes, importantíssimos, representam a velocidade com que elementos patrimoniais se renovam durante determinado período de tempo. Por sua natureza, têm seus resultados normalmente apresentados em dias, meses ou períodos maiores, fracionários de um ano. A importância de tais quocientes consiste em expressar relacionamentos dinâmicos – daí a denominação de quocientes de atividade (rotatividade) – que acabam, direta ou indiretamente, influindo bastante na posição de liquidez e rentabilidade. Normalmente, tais quocientes envolvem itens do demonstrativo de posição (balanço) e do demonstrativo de resultados, simultaneamente.

a)

Rotatividade do Estoque de Produtos Acabados

=

Custo dos Produtos Vendidos

Estoque Médio de Produtos Acabados

Este quociente, muito divulgado, procura (mensurado pelo custo das vendas) representar quantas vezes se “renovou” o estoque por causa das vendas.

 

8 - Análise da Rentabilidade (o Retorno sobre o Investimento)

PDF Criptografado

Análise da Rentabilidade

(o Retorno sobre o

Investimento)

8

8.1 Introdução

Expressar a rentabilidade em termos absolutos tem uma utilidade informativa bastante reduzida. Afirmar que a General Motors teve um lucro de, digamos, R$ 5 bilhões em 2015, e que a empresa Zafira Ltda. teve um lucro de R$ 200 em 2015 pode impressionar no sentido de que todo mundo vai perceber que a General Motors é uma empresa muito grande e a outra muito pequena, e só; não refletirá, todavia, qual das duas deu maior retorno relativo.

De maneira geral, portanto, devemos relacionar um lucro de um empreendimento com algum valor que expresse a dimensão relativa do mesmo, para analisar o quanto bem se saiu a empresa em determinado período. O melhor conceito de dimensão poderá ser ora volume de vendas, ora valor do ativo total, ora valor do patrimônio líquido, ou valor do ativo operacional, dependendo da aplicação que fizermos.

No que se refere ao lucro, por sua vez, muitas variantes podem ser empregadas: lucro operacional, lucro líquido, lucro antes ou após o imposto sobre a renda etc.

 

9 - Introdução ao Estudo da “Alavancagem Financeira”

PDF Criptografado

9

Introdução ao Estudo da

“Alavancagem Financeira”

9.1 Introdução

Imagine duas empresas distintas: A empresa A somente se utiliza de capital próprio para financiar seu ativo. Consegue obter um retorno de 20% sobre este ativo. O retorno sobre o patrimônio líquido será de 20% também, pois todo o lado direito do balanço é formado pelo patrimônio líquido, que assim é igual ao ativo.

A empresa B obtém o mesmo retorno de 20% sobre o ativo, mas recorrendo a recursos de terceiros consegue dobrar seu investimento em ativo. Vejamos o que ocorreria em três situações distintas:

1. Custo do empréstimo: igual à taxa de retorno sobre o Ativo.

Ativo

Passivo

$ 100

$ 200

$ 100

$ 100

$ 20

$ 40

Despesa de Juros

$ 20

Lucro Após Juros

$ 20

$ 20

Lucro Antes dos Juros (Retorno do Ativo)

IUDICIBUS.indb 127

Empresa B

$ 100

Patrimônio Líquido

 

10 - A Análise em sua Globalidade

PDF Criptografado

A Análise em sua Globalidade

10

Já afirmamos nos capítulos anteriores que o número de combinações possíveis com os dados dos demonstrativos contábeis é imenso. Alguns quocientes especiais terão interesse em casos específicos. Por exemplo, num banco, talvez seja de interesse relacionar os depósitos a prazo fixo com os depósitos sem juros. Numa empresa de seguros, por sua vez, a análise dos vários tipos de reservas técnicas e matemáticas, bem como a da carteira de ações, terá um interesse todo especial. Em outras empresas poderíamos ter um interesse especial em outros relacionamentos. As possibilidades são inúmeras. Todavia, consideramos que, num grande número de situações, os quocientes vistos neste capítulo servem às finalidades essenciais de uma análise de balanços, principalmente numa empresa industrial ou comercial.

10.1  Comparações de quocientes

Já tivemos oportunidade de realçar a importância das comparações. O assunto, todavia, é tão crítico que voltamos a ele. Como vimos, qualquer análise de balanços de determinada empresa deveria ser comparada com: a) série histórica da mesma empresa; b) padrões previamente estabelecidos pela gerência da empresa; c) quocientes análogos de empresas pertencentes ao mesmo ramo de atividade, bem como com as médias, medianas e modas dos quocientes do setor; d) certos parâmetros de interesse regional, nacional ou mesmo internacional.

 

11 - As Variações do Poder Aquisitivo da Moeda e seus Reflexos na Análise de Balanços

PDF Criptografado

11

As Variações do Poder

Aquisitivo da Moeda e seus Reflexos na Análise de Balanços1

11.1  Variações de preços nos demonstrativos financeiros: o modelo teórico de correção pelo nível geral de preços1

A empresa “Descapitalizada S.A.” apresentou, para os exercícios encerrados em

31-12-X e 31-12-X + 1, os demonstrativos de posição desta página e da seguinte, bem como o demonstrativo de resultados que medeia as duas datas. Os balanços já foram depurados dos efeitos parciais das correções monetárias oficiais e o diretor financeiro quer ter uma ideia completa dos resultados reais do ano, para efeito de distribuição de dividendos e política de reinvestimento.

DESCAPITALIZADA S.A. – BALANÇOS PATRIMONIAIS

Em $

Em 31-12-X

(–)

ATIVO

Disponibilidades

Valores a Receber (curto e longo)

Fundo de Comércio (goodwill)

Estoques (PEPS)

Imobilizado

Depreciação Acumulada

Despesas Antecipadas

Total do Ativo

 

12 - Comentários sobre Alguns Aspectos Contábeis da Lei das Sociedades por Ações

PDF Criptografado

Comentários sobre

Alguns Aspectos

Contábeis da Lei das

Sociedades por Ações

12

A Lei no 6.404/1976 – Lei das Sociedades por Ações – foi no final de 2007 amplamente modificada no capítulo que trata das Demonstrações Financeiras contábeis por força da Lei no 11.638/2007, que passou a exigir que as empresas brasileiras adotem como prática contábil as normas internacionais de contabilidade emitidas pela International Accounting Standards Board (IASB), as quais passaremos a fazer breve comentário sobre os principais pontos de alteração.

12.1  PRINCIPAIS PONTOS DA LEI No 6.404/1976 ALTERADOS PELA

LEI No 11.638/2007

Sem dúvida alguma, desde 1976, com a Lei no 6.404, a Contabilidade brasileira não passava por uma mudança tão profunda assim. Destaca-se que as alterações trazidas pela Lei no 11.638/2007 dizem respeito à separação da Contabilidade fiscal da Contabilidade das empresas, à liberdade para que o contador aplique a essência sobre a forma, bem como emanou de poderes o Conselho Federal de Contabilidade – CFC para legislar sobre normas e políticas contábeis no Brasil.

 

13 - Estudo Detalhado da Alavancagem

PDF Criptografado

Estudo Detalhado da Alavancagem

13

13.1 Introdução

O estudo da alavancagem é tão importante que dedicaremos um capítulo para seus aspectos especiais. Abordaremos a alavancagem financeira e operacional e os efeitos da inflação sobre as mesmas. Na verdade, o assunto pode assumir contornos tão irregulares e profundidade tão grande que até um trabalho acadêmico de livre-docência lhe foi dedicado.1 Para estudos mais aprofundados sobre o tema, remetemos o leitor ao referido trabalho. A questão do tratamento de certos itens da Demonstração do

Resultado, no Brasil, como operacionais ou não, por outro lado, é extremamente controvertida, para os autores e profissionais. A Lei das Sociedades por Ações considerou as despesas financeiras como operacionais. Para efeitos de análise de balanços, não podemos aceitar tal classificação, de modo que as trataremos, neste capítulo, como não operacionais e como item bem destacado do DR. Já no que se refere ao resultado da correção monetária, as opiniões divergem ainda mais. A Lei considerou-o como não operacional. A rigor, cremos que teria características mistas. Se efetuássemos uma correção de todos os itens da demonstração de resultados, uma maior parte da correção monetária se incorporaria aos itens operacionais e outra aos não operacionais. Entretanto, para saber qual a parte operacional e qual a não, seria necessário corrigir pelo price-level completo (ou pelas normas da CVM). As participações deverão ser tratadas como despesa e não como distribuição, para efeito de análise.

 

14 - Tópicos Especiais da Análise de Balanços

PDF Criptografado

Tópicos Especiais da

Análise de Balanços

14

14.1 Introdução

Trataremos neste capítulo, de forma resumida, de alguns assuntos de interesse especial e que não foram discutidos nos capítulos anteriores. Nossa dissertação focalizará as seguintes áreas: a) Superexpansão (Overtrading). b) Vendas e Capital de Giro. c) Problemas Ligados à Medição de Lucro por Ação Preferencial e Ordinária. d) Representação Gráfica de Tendências.

14.2 Superexpansão

A superexpansão, também conhecida por overtrading, caracteriza-se por uma situação de exagerada expansão de planta, instalações e equipamentos da empresa, normalmente financiada em grande parte por capitais de terceiros, mormente durante ciclos de maior prosperidade e maiores taxas de inflação, à qual não corresponde uma adequada expansão do volume de negócios (vendas).

A consequência da superexpansão pode ser caracterizada pelos seguintes sintomas:

1. desmobilização de equipamentos e instalações, com prejuízos vultosos;

 

15 - Outros Indicadores Importantes para a Análise de Balanços

PDF Criptografado

Outros Indicadores

Importantes para a

Análise de Balanços

15

15.1  EVA® – Economic Value Added

15.1.1 Conceito

O EVA® é marca registrada e explorada pela Stern Stewart & Co. (para maiores detalhes acessar a página http://www.sternstewart.com). Esse índice foi criado com os seguintes objetivos, segundo Stewart (2005, p. 25): “[...] o EVA® é a medida ideal para estabelecer objetivos, avaliar desempenho, determinar políticas de remuneração de executivos, comunicar-se com os investidores, decidir sobre o orçamento de capital e realizar avaliações de qualquer natureza”.

Afinal como então podemos defini-lo?

Segundo o criador da marca registrada (embora o conceito de EVA exista há muito tempo na Contabilidade), Stewart (2005, p. 131): “O valor econômico agregado (EVA)

é a medida que contabiliza de forma apropriada todas as complexas transações envolvidas na criação de valor. É computado tomando-se a diferença entre a taxa de retorno sobre o capital r e o custo do capital c.”

 

Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Habilitada
SKU
BPPD000211051
ISBN
9788597010862
Tamanho do arquivo
17 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Habilitada
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados