Controladoria - Teoria e Prática, 5ª edição

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A importância da controladoria está baseada principalmente em sua contribuição para a administração geral das operações da empresa. Nesse contexto, os controllers precisam assegurar que a informação produzida seja relevante para o processo de mudanças que as organizações estão vivenciando.

A análise das decisões passadas, a avaliação das tendências presentes e a participação em decisões que irão afetar o futuro da empresa são essenciais para que controllers e administradores financeiros saibam reagir perante as transformações constantes nos cenários interno e externo da organização.

Livro-texto para a disciplina Controladoria dos cursos de Ciências Contábeis e Administração de Empresas. Leitura complementar para as disciplinas Administração Financeira e Orçamento Empresarial. Recomendado para programas de reciclagem e desenvolvimento.

16 capítulos

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1 - Contabilidade e Gestão Empresarial – a Controladoria

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Contabilidade e Gestão

Empresarial – a Controladoria

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 7

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 1

O novo entorno econômico globalizador, vivido atualmente no mundo, tem introduzido profundas mudanças no ambiente econômico internacional, provocando novo arranjo na Economia Mundial, que tende a um processo de globalização, caracterizado basicamente pela união de países em torno de uma proposta comum de intercâmbio comercial por meio da queda de barreiras tarifárias cambiais e de outras condições de livre comércio.

Como desdobramentos dessas mudanças, emergiram os blocos econômicos:

Nafta, Mercosul, Países Asiáticos e a Comunidade Econômica Europeia.

Todo esse processo impacta tanto o contexto externo das relações contratuais das organizações, como o ambiente interno das empresas, criando assim a demanda por melhores práticas de gestão.

Quer queiramos quer não, os movimentos sociais exigirão futuramente um posicionamento das empresas e elas serão cobradas em seu papel social, principalmente em relação a seu desempenho; assim sendo, a otimização do uso dos recursos disponíveis é preocupação primeira dos gerenciadores das organizações.

 

2 - O Sentido do Planejamento e Controle

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O Sentido do Planejamento e Controle

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 27

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 2

Existem duas escolas de pensamento conflitantes com referência à profundidade da responsabilidade da empresa para com seu próprio destino.

A Teoria de Mercado estabelece que a firma está unicamente à mercê das forças econômicas e sociais predominantes; assim, o sucesso da administração depende da habilidade dos gestores em “ler” o cenário.

Contrastantemente, a Teoria do Planejamento e Controle acredita que os gestores têm controle sobre o futuro da firma e que seu destino pode ser manipulado, isto

é, planejado e controlado. Nesta visão, a qualidade das decisões do planejamento e controle gerencial é o fator-chave do sucesso.

Na verdade, as empresas operam normalmente entre estes dois pontos de vista extremos.

Para muitos elementos, como matéria-prima, por exemplo, os preços estão completamente fora do controle; por outro lado, alguns elementos, como preço de venda do seu produto, são determinados pela organização.

 

3 - A Estrutura da Contabilidade de Custos

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A Estrutura da Contabilidade de Custos

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 43

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 3

Custos são essencialmente medidas monetárias dos sacrifícios com os quais uma organização tem que arcar a fim de atingir seus objetivos. Consequentemente, são parte muito importante do processo decisorial, e não é surpresa que os contadores estejam muito envolvidos com a coleta e análise das informações de custos.

Diferentes custos são usados para diferentes propósitos. Um custo fornecido pela contabilidade tem utilidade somente se for relativo a um problema específico. O preciso conhecimento dos propósitos pelos quais se medem os custos é pré-requisito para se obterem informações de custos. Por essa razão, são usadas várias expressões em que aparece a palavra custos; por exemplo: custos de oportunidade, custos fixos, custos variáveis, custos discricionários etc., que são conhecidos por seu significado especial em certas situações de decisão. Estes termos serão examinados aqui e nos capítulos seguintes.

 

4 - Planejamento de Longo Prazo

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Planejamento de Longo Prazo

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 63

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 4

Planejamento de longo prazo não é uma simples técnica, nem apenas uma área de responsabilidade da gestão. É uma tentativa sistemática de planejar o comportamento total da organização em um longo prazo e, no caso de organizações lucrativas, uma tentativa de aumentar a taxa de crescimento da lucratividade.

Neste capítulo examinam-se os estágios desenvolvidos pelo planejamento de longo prazo e discute-se o papel da contabilidade neste processo.

Planejamento de longo prazo diz respeito a:

1.

2.

3.

4.

5.

determinação dos objetivos de longo prazo; preparação e exame de posição; formulação de estratégias; preparação e implementação do plano; e revisão contínua e renovada do plano.

4.1 Determinação dos objetivos de longo prazo

4.1.1 Importância do fluxo de caixa

O fluxo de caixa da empresa é em síntese um dos eventos mais fundamentais nos quais estão baseadas as mensurações contábeis.

 

5 - Planejamento dos Investimentos de Capital

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Planejamento dos

Investimentos de Capital

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 79

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 5

O nível de lucro da empresa depende do sucesso que ela consegue alcançar com o uso de seus ativos, que podem ser humanos ou materiais.

A lucratividade futura da empresa depende de dois fatores: primeiro manter e ampliar sua estrutura de ativos e, segundo, desenvolver uma estratégia de sucesso para essa estrutura.

Este capítulo centra atenção no preparo de um plano de investimentos de capital, que faz parte do processo de planejamento de longo prazo.

A atividade de investir em novos ativos, geralmente, é que determina o Orçamento de Capital e envolve o planejamento dos investimentos de capital e a determinação dos financiamentos dessas saídas. É uma área de decisões gerenciais que tem, ultimamente, chamado a atenção dos economistas e contadores. Nos anos recentes, muitas pesquisas têm sido desenvolvidas a respeito deste assunto, visando melhorar a qualidade dos métodos de tomada de decisão.

 

6 - Planejamento Orçamentário

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Planejamento Orçamentário

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 113

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 6

O processo orçamentário realiza-se no curto prazo, normalmente um ano, e fornece uma direção dos passos que os gestores devem seguir no período corrente para que os objetivos organizacionais sejam atingidos.

É útil que as duas funções, planejamento e controle, sejam diferenciadas.

Distinção semelhante deve ser aplicada ao orçamento, para que se possa examinar separadamente as funções de planejamento orçamentário e controle orçamentário.

Neste capítulo serão discutidos os aspectos técnicos do orçamento, a análise dos problemas orçamentários em termos da relação Custo × Volume × Lucro, que será abordada no capítulo seguinte.

6.1 Natureza do planejamento orçamentário

O planejamento de longo prazo envolve a determinação dos objetivos da corporação e a determinação de um plano apropriado para atingir esses objetivos.

O orçamento representa, em termos financeiros e à luz das condições correntes, a expressão destes planos.

 

7 - Análise Custo × Volume × Lucro

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Análise Custo ×

Volume × Lucro

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 175

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 7

A maior parte da discussão desenvolvida nos capítulos anteriores diz respeito à importância da distinção entre o curto e o longo prazo para a tomada de decisão e, consequentemente, à natureza dos problemas contábeis para fornecer informações relevantes nas decisões que afetam estes diferentes períodos de tempo.

A diferença qualitativa essencial entre o longo e o curto prazo pode ser definida assim: o longo prazo é o planejamento para mudanças, enquanto que o curto prazo é a adaptação às mudanças.

Neste sentido, os recursos da firma devem ser planejados, no longo prazo, para que se alcancem as vantagens das oportunidades de mudanças; desta forma, não somente a estrutura pode ser alterada, mas também os objetivos.

No curto prazo, entretanto, a capacidade de saídas de produção da firma é fixa, assim a sua liberdade de ação é limitada.

O planejamento de curto prazo, que é o assunto desse capítulo, leva em conta o melhor curso de ação a ser seguido para alcançar o lucro planejado, considerando que as saídas de produção são relativamente fixas.

 

8 - Custeio Variável

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Custeio Variável

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 195

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 8

A relação Custo × Volume × Lucro, considerada no capítulo anterior, mostrou a utilidade dos dados de custos variáveis para o planejamento do lucro. E também enfatizou o valor do conhecimento do comportamento dos custos, para o processo de tomada de decisão.

Existem consideráveis divergências sobre o uso de um sistema de custeio variável, para custeamento do produto e determinação de lucro.

Realmente, o uso do custeio baseado somente no custo variável tem efeitos significativos na valoração dos estoques e, implicitamente, na mensuração do lucro do período.

O propósito deste capítulo é examinar as implicações do custeio variável, quando comparado com o método tradicional de custeio baseado na absorção do custo total.

8.1 Custeio variável e valoração dos estoques

Uma das premissas básicas da contabilidade financeira é a confrontação das receitas e despesas de períodos contábeis.

 

9 - Preço

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Preço

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 209

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 9

Pelos estudos que foram desenvolvidos nos capítulos anteriores, fica evidente que existem muitos fatores que são críticos para o sucesso dos planos da firma, tanto de curto, como de longo prazo. Estes fatores foram focalizados independentes um do outro, para que se pudesse ter uma visão mais analítica de cada um dos aspectos relevantes a cada um deles.

Uma conclusão que pode ser tirada da maneira como foram enfocados todos esses fatores é que o importante não é sua independência, mas sua interdependência. Com efeito, o sucesso do desempenho da atividade de controle gerencial repousa na harmonização de todos os fatores, elementos e sistemas dentro da empresa.

Os gestores e os contadores tendem a dar grande importância ao controle dos custos, porque os custos são mais suscetíveis de controle do que outros fatores, como vendas, volumes e lucro.

Vimos no Capítulo 7 que a análise Custo × Volume × Lucro é o centro da análise do planejamento de curto prazo, mas também estabeleceu-se que a partir de uma dada estrutura de custo, as mudanças no preço podem afetar tanto o volume de vendas quanto o nível de lucro.

 

10 - Decisões Táticas de Curto Prazo

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Decisões Táticas de

Curto Prazo

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 227

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 10

Não pode ser questionada a importância do relacionamento Custo × Volume × Lucro, para propósito de planejamento do lucro.

O comportamento dos custos é um elemento de importância crítica para o planejamento do lucro, mas um conhecimento do comportamento futuro dos custos é igualmente importante, para grande número de outras decisões que o gestor precisa tomar.

Pode-se dividir a tarefa do contador, de fornecer informações sobre custos para tomada de decisão, em duas partes. Primeiro, quando planejam o volume de saídas no curto prazo, os contadores precisam informar qual o comportamento dos custos fixos e variáveis, dentro de um intervalo de volume e saídas planejado. Segundo, em inúmeras decisões especiais relacionadas a cursos alternativos de ação, como a aceitação ou rejeição de um pedido especial. As informações de custo são necessárias para guiar os gestores para tomar a melhor decisão, que no caso seria a mais lucrativa.

 

11 - A Organização do Controle

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A Organização do Controle

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 251

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 11

11.1 Integração de planejamento e controle

Na introdução, foi estabelecido que o controle pode ser relacionado ao planejamento, quando definiu-se o propósito do mesmo como o de assegurar que as atividades da empresa estão de acordo com o planejado.

Controle, entretanto, é uma atividade em si, e deve afetar (realmente afeta) todos os aspectos da organização. Pode-se antever o ciclo do controle na forma de um modelo generalizado, como é mostrado na Figura 11.1.

O ciclo do controle mostra que sua origem são os objetivos da organização, com base nos quais os planos são desenvolvidos. Esses planos, como foi visto na Parte II, consistem em planos de longo prazo e planos anuais.

O ciclo do controle integra ambos; as informações de feedback possibilitam que o desempenho real seja comparado com o estabelecido no planejamento anual, possibilitando assim aos gestores controlarem as operações e as alocações de recursos para estas operações.

 

12 - Custo-padrão e Análise das Variações

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Custo-padrão e Análise das Variações

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 271

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 12

Analisa-se agora um método importante para estabelecimento de padrões de desempenho através da utilização do custo-padrão.

A dificuldade de utilização dos dados do sistema de contabilidade financeira para planejamento é que eles estão relacionados com o passado e, embora os gestores estejam interessados em conhecer o resultado de suas decisões passadas, eles estão muito mais preocupados com decisões que afetarão o futuro.

O custo histórico, no qual se baseiam as informações do sistema contábil financeiro, tem pouca utilidade para propósitos de controle, particularmente em condições inflacionárias, a experiência passada não informa aos gestores quando uma operação, ou um trabalho, ou um departamento, é muito dispendioso. Dessa maneira, os gestores desejam saber não quanto custou, mas quanto custará. Uma vez que o custo seja determinado previamente, o custo real pode ser comparado com ele e suas diferenças analisadas.

 

13 - Controle de Custos Administrativos

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Controle de Custos

Administrativos

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 295

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 13

Tradicionalmente, os contadores de custos têm se preocupado com o controle dos custos fabris. Recentemente, o crescimento proporcional das despesas operacionais em relação ao custo total tem levado a um aumento de interesse no controle de tais custos. As despesas operacionais podem ser divididas em três categorias: administrativas, de vendas e pesquisa e desenvolvimento.

Como esses custos incorrem sob o controle dos gestores, são frequentemente referidos como custos administráveis ou discricionários. Horngren define: “... custos fixos que se originam de decisões periódicas, geralmente anuais, sobre apropriações que refletem diretamente as políticas da administração geral. Os custos discricionários podem não ter nenhuma relação com o volume de atividade”.1

Com o objetivo de controlar os custos de produção é possível estabelecer padrões de estimativa desses custos. No caso do custo da mão de obra direta, por exemplo, estudos de tempos e movimentos da engenharia determinam a quantidade requerida de horas de mão de obra em cada operação, e a aplicação das taxas apropriada de salários pelo tempo trabalhado resultam em valor monetário para o custo da mão de obra num dado nível de atividades. Consequentemente, é possível estabelecer uma clara relação entre níveis de saída e custos de mão de obra direta.

 

14 - Aspectos Comportamentais da Avaliação de Desempenho

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Aspectos Comportamentais da

Avaliação de Desempenho

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 305

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 14

Em anos recentes, os aspectos comportamentais da tomada de decisão têm assumido uma crescente importância na literatura gerencial. Tradicionalmente, os contadores têm seguido os economistas quando assumem que o principal problema da organização é a maximização do lucro e a alocação dos recursos necessários para este fim.

Consequentemente, os contadores tendem a encarar a organização de um ponto de vista técnico, considerando o homem na medida de seu ajustamento ou substituição

às máquinas, sendo este admitido e empregado no propósito de maximização do lucro e da produtividade.

O reconhecimento de que a importância da contabilidade está relacionada com o processo decisorial tem evidenciado a necessidade de um entendimento do comportamento humano nas organizações.

14.1 Objetivos da avaliação de desempenho

Os objetivos da avaliação de desempenho podem ser estabelecidos como sendo os seguintes:

 

15 - Balanced Scorecard e Logística Empresarial

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Balanced Scorecard e

Logística Empresarial1

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Este capítulo é baseado no artigo Balanced Scorecard e logística empresarial: da competência empresarial à competência informática, de autoria de Sandra Figueiredo e William Celso Silvestre.

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 321

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 15

15.1 Introdução

A economia mundial atravessou mudanças radicais nas últimas duas décadas. Com surgimento dos aviões a jato, máquinas de fax, acoplamento a computador e telefone, transmissões mundiais de televisão por satélite, Internet, eliminaram-se praticamente as distâncias geográficas na comunicação à medida que aumentaram a velocidade da transmissão da informação, possibilitando a ampliação da disponibilidade dos serviços.

Com todas essas mudanças as empresas passaram a ser atingidas, de alguma forma, pela concorrência global. Hoje, as empresas tanto vendem como compram produtos e serviços nos mercados internacionais.

Outro desafio enfrentado, devido às mudanças da economia mundial que deve ser considerado, é a constatação de que esta se encontra em declínio. Grande parte do mundo empobreceu nos últimos anos, entretanto, as necessidades das pessoas são cada vez maiores, mas não há dinheiro para aquisição de bens e serviços desejados. Assim, o mercado, na maioria dos países, consiste em pessoas com necessidades crescentes e poder aquisitivo em baixa. O poder aquisitivo está em declínio, pois o desemprego é grande. Em muitas famílias esse poder de compra só se mantém porque os dois cônjuges trabalham.

 

16 - Governança Corporativa

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Governança Corporativa

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 333

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 16

16.1 Introdução

A origem dos debates sobre Governança Corporativa remete a conflitos inerentes à propriedade dispersa e à divergência entre os interesses dos sócios, executivos e o melhor interesse da empresa.

No trabalho de Carvalho (2002, p. 19-32),

“Governança corporativa ou governança empresarial tem sido um tópico de grande destaque, tanto em trabalhos acadêmicos quanto na imprensa, e de maneira bastante genérica, pode ser descrita como os mecanismos ou princípios que governam o processo decisório dentro de uma empresa.

Em uma empresa, o controle (agente) deve ser, supostamente, guardião dos interesses de determinados grupos (principais). Em alguns casos, o controle deve preservar apenas os interesses dos acionistas. Em outros casos, como por exemplo, na Alemanha, a legislação prevê que também os interesses de outros grupos, como trabalhadores, sejam considerados.

 

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