Administração de materiais : princípios, conceitos e gestão, 6ª edição

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Este livro reúne um conjunto de noções sobre Administração de Materiais e é destinado sobretudo àqueles que estão iniciando seus estudos na área. Esta obra, que substitui a publicação homônima com o subtítulo "Edição compacta", continua com os exercícios para resolução, questões para debates individuais e em grupos e os casos de empresas para debate com os alunos.

 

Com cinco capítulos, a obra aborda, inicialmente, conceitos e funções de administração de materiais, organização e estrutura. Em seguida, focaliza o dimensionamento e o controle de estoques, apresentando a função, os objetivos, a previsão, os custos e os níveis de estoque, classificação ABC, lote econômico, sistemas de controles e avaliação de estoques.

 

Trata ainda de operações de almoxarifado, embalagens, estocagem de materiais, equipamentos de movimentação. No Capítulo 4 cuida da administração, de compras, operação do sistema de compras, preço-custo, condições de compra, negociação e fontes de fornecimento.

 

Nesta edição foram introduzidos conceitos gerenciais de performance, com índices e modelos de gestão para a área de materiais, temas que passam a integrar o Capítulo 5, Gestão de materiais.

 

Livro-texto para a disciplina ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS dos cursos de Administração de Empresas e Ciências Contábeis. Texto complementar para a disciplina ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO dos cursos de Economia, Administração de Empresas e Engenharia Industrial.

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6 capítulos

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1 - Introdução

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Introdução

1.1 Conceitos

O objetivo principal de uma empresa é, sem dúvida, maximizar o retorno sobre o capital investido. O capital de uma empresa é normalmente investido em fábricas, equipamentos, financiamento de vendas, reserva de caixa e estoques. Para atingir o máximo retorno, ela deve usar o capital para que este não permaneça inativo. Os estoques, em si, não geram retorno; o simples fato de aumentar os estoques não provoca aumento de vendas nem de lucros. O investimento em estoques é importante na medida em que os mesmos funcionam como um lubrificante necessário para a produção e o bom atendimento das vendas. A insuficiência em estoques pode, por exemplo, comprometer o ritmo de produção e limitar as vendas.

É fundamental otimizar esse investimento em estoques, aumentando a eficiência de planejamento e controle para, assim, minimizar as necessidades de capital para o estoque. Os estoques de produto acabado, matéria-prima e material em processo não podem ser analisados independentemente. Seja qual for a decisão tomada sobre qualquer um desses tipos, ela com certeza terá influências sobre todos os demais.

 

2 - Dimensionamento e Controle de Estoques

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Dimensionamento e Controle de Estoques

2.1 Objetivos de estoque

2.1.1 Funções

A função da administração de estoques é maximizar o efeito lubrificante no feedback de vendas e o ajuste do planejamento da produção. Simultaneamente, deve minimizar o capital investido em estoques, pois ele é caro e aumenta continuamente, uma vez que o custo financeiro aumenta. Sem estoque é impossível uma empresa trabalhar, pois ele funciona como amortecedor entre os vários estágios da produção até a venda final do produto. Quanto maior o investimento nos vários tipos de estoque (supondo que ele seja o estritamente necessário), tanto maiores são a capacidade e a responsabilidade de cada departamento. Para a gerência financeira, a minimização dos estoques é uma das metas prioritárias.

O objetivo, portanto, é otimizar o investimento, aumentando o uso eficiente dos meios financeiros, minimizando as necessidades de capital investido em estoques.

Se o gerente da produção é também o responsável pelos estoques, como algumas vezes é o caso, então esses estoques são encarados por ele como um meio de ajuda para sua meta principal: a produção. Sem dúvida, deve-se pressionar o gerente da produção para que minimize o investimento em matéria-prima. Existe uma situação conflitante entre a disponibilidade de estoque e a vinculação do capital, que pode ser vista no Quadro 2.1. Sob o enfoque de vendas, deseja-se um

 

3 - Operações de Almoxarifado

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Operações de Almoxarifado

3.1 Introdução

O almoxarifado, armazém ou depósito, não importa qual a sua denominação, está diretamente ligado à movimentação e transporte interno de cargas, e não se pode separá-lo.

A influência dos equipamentos e sistemas para a armazenagem no processo industrial pode ser observada em todas as suas frentes. Um método adequado para estocar matéria-prima, produtos em processo e produtos acabados permite diminuir os custos de operação, melhorar a qualidade dos produtos e acelerar o ritmo dos trabalhos. Além disso, provoca redução nos acidentes de trabalho, redução no desgaste dos equipamentos de movimentação e menor número de problemas administrativos. A importância desses fatores cresce, pela valorização da mão de obra e acirramento da concorrência nos diferentes setores. Nesse sentido, medese um processo produtivo pelo grau de mecanização das suas diversas unidades, incluindo armazenagem e movimentação do material. O capital imobilizado nesses equipamentos pode ser recuperado a curto prazo, pelo melhor aproveitamento da mão de obra e por ganho de produtividade. No entanto, são os ganhos de produtividade que determinam as possibilidades reais de melhoria, elas servem de base na escolha do sistema de armazenagem de cargas e da operação do almoxarifado.

 

4 - Administração de Compras

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Administração de Compras

4.1 A função compra

4.1.1 Introdução e objetivos

A função compra é um segmento essencial do departamento de materiais ou suprimentos, que tem por finalidade suprir as necessidades de materiais ou serviços, planejá-las quantitativamente e satisfazê-las no momento certo com as quantidades corretas, verificar se recebeu efetivamente o que foi comprado e providenciar armazenamento. Compras, é portanto, uma operação da área de materiais muito essencial entre as que compõem o processo de suprimento.

Qualquer atividade industrial necessita de matérias-primas, componentes, equipamentos e serviços para que possa operar. No ciclo de um processo de fabricação, antes de iniciar a primeira operação, os materiais e os insumos gerais devem estar disponíveis, mantendo-se, com certo grau de certeza, a continuidade de seu abastecimento a fim de atender às necessidades ao longo do período.

Logo, a quantidade dos materiais e a sua qualidade devem ser compatíveis com o processo produtivo.

 

5 - Gestão de Materiais

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Gestão de Materiais

5.1 Avaliação de desempenho

Avaliar o desempenho é uma preocupação constante dos empresários. Os motivos são bastante óbvios, e a necessidade de um grande debate desse gênero não precisa ser explicada. A questão que se coloca é a da abordagem. Há diversas fórmulas usuais de avaliação, três delas clássicas: financeira, pelas unidades organizacionais (ou departamentos) e pelos procedimentos administrativos. Cada uma tem vantagens e desvantagens e os especialistas recomendam que se usem todas.

A avaliação do desempenho de uma empresa, pelo seu aspecto financeiro, oferece três vantagens:

1. clareza, pela apresentação dos resultados em termos de lucro sobre as vendas ou o capital investido;

2. fácil aplicação, quando a empresa tem contabilidade bem organizada;

3. utilidade para terceiros, já que os índices de liquidez e rentabilidade são representativos na prestação de contas aos acionistas ou no relacionamento com bancos e outros estabelecimentos de crédito.

 

Apêndice

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Apêndice

A seguir, alguns termos usuais em Administração de Materiais e suas definições, e seus correspondentes em inglês quando for o caso.

5S – Programa de gerenciamento participativo que objetiva criar condições de trabalho adequadas a todas as pessoas em todos os níveis hierárquicos da organização. A sigla 5“S” deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de classificação; SEITON, senso de ordenação/organização; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de padronização; e SHITSUKE, senso de disciplina.

ABC – Activity Based Costing ou Custeio Baseado em Atividades. Método contábil que permite que a empresa adquira um melhor entendimento sobre como e onde realiza seus lucros.

ABC Classification ou Classificação ABC – Utilização da Curva de Pareto para classificar produtos em três categorias, usando critérios de demanda e valor. Itens do grupo “A” – pouca quantidade, mas representam grande valor. Itens do grupo “B” – Quantidade e valores intermediários. Itens do grupo “C” – Muita quantidade, mas representam pouco valor.

 

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