Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de Informação Empresariais, 9ª edição

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Relata conceitos, metodologias e modelos aplicados a sistemas de informação (nos níveis operacional, gerencial e estratégico) que contribuem com as organizações (privadas e públicas) nas atividades de concepção, desenvolvimento e implantação de projetos de sistemas, gestão de informações e gestão de informática.

 

O objetivo principal do livro é descrever como as informações e os conhecimentos podem contribuir nos processos decisórios dos gestores e clientes (usuários de informática) que, para realizar suas atividades, utilizam as emergentes tecnologias disponíveis no mercado, tais como softwares ERP, BI, SAD e EIS, Banco de Dados, Data Warehouse, Inteligência Artificial, Data Mining, Sistemas de Telecomunicação, Internet e outras.

 

Está transcrita nesta obra grande parte da experiência em informática e em gestão da tecnologia da informação dos autores, adquirida desde 1980 nas pesquisas acadêmicas, em sala de aula e nos trabalhos de consultoria em diferentes empresas.

 

O livro está dividido em cinco partes: Empresa e sistemas; Tecnologia da informação; Papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas; Processo de desenvolvimento e de implantação de sistemas de informação empresariais; Integração, alinhamento, qualidade e divulgação da informação, do conhecimento e da inteligência nas organizações.

 

Esta edição contempla as contribuições recebidas dos leitores, principalmente dos professores e profissionais que adotaram esta obra em diversas escolas e organizações. As principais atualizações estão relacionadas com os conceitos e com as aplicações do alinhamento entre estratégias e tecnologias, da inteligência empresarial (organizacional), com as características e modelos de informações oportunas e dos conhecimentos personalizados nas organizações privadas e públicas. Contém capítulo que enfatiza a Fase Zero de Projetos de Sistemas de Informação e a gestão e continuidade de Projetos de Tecnologia da Informação (PMI, ITIL e COBITTM).

 

Livro destinado às organizações privadas e públicas, às software-houses, aos profissionais e aos acadêmicos envolvidos com sistemas de informação, sistemas de conhecimentos, tecnologia da informação e seus recursos.

 

No meio acadêmico pode ser utilizado nos cursos de graduação e pós-graduação, como componente de planos de aulas das disciplinas de Administração de Sistemas de Informação, Sistemas de Informação Gerencial e Estratégica, Gestão de Informações, Gerência de Informática, Gestão da

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Parte I – 1 Sistema Empresa

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1

Sistema Empresa

1.1 TEORIA GERAL DE SISTEMAS

Antes de discutir sobre empresa, sistemas e Tecnologia da Informação, é preciso entender a Teoria Geral de Sistemas, suas premissas e seus pressupostos.

1.1.1

Introdução e pressupostos

Desde 1950, a Teoria Geral de Sistemas (TGS) começou a ser estudada como teoria pelo biólogo alemão Ludwig von Bertalanffy, abordando as questões científicas e empíricas ou pragmáticas dos sistemas. O foco de seus esforços estava na produção de conceitos que permitam criar condições de aplicações na realidade empírica e pragmática, sob a óptica das questões científicas dos sistemas.

Os pressupostos básicos da Teoria Geral de Sistemas (CHIAVENATO, 1993) são:

existe uma nítida tendência para a integração nas várias ciências naturais e sociais;

essa integração parece orientar-se rumo a uma teoria dos sistemas;

essa teoria de sistemas pode ser uma maneira mais abrangente de estudar os campos não físicos do conhecimento científico, especialmente as ciências sociais;

 

Parte I – 2 Introdução aos Sistemas de Informação

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2

Introdução aos Sistemas de Informação

2.1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Todo sistema, usando ou não recursos de Tecnologia da Informação, que manipula e gera informação pode ser genericamente considerado Sistema de Informação (REZENDE, 1999).

De acordo com o próprio conceito de sistema, é difícil conceber qualquer sistema que não gere algum tipo de informação, independentemente de seu nível, tipo e uso.

Para conceituação inicial, informação é todo o dado trabalhado, útil, tratado, com valor significativo atribuído ou agregado a ele e com um sentido natural e lógico para quem usa a informação. O dado é entendido como um elemento da informação, um conjunto de letras, números ou dígitos, que, tomado isoladamente, não transmite nenhum conhecimento, ou seja, não contém um significado claro.

Quando a informação é “trabalhada” por pessoas e pelos recursos computacionais, possibilitando a geração de cenários, simulações e oportunidades, pode ser chamada de conhecimento. O conceito de conhecimento complementa o de informação com valor relevante e de propósito definido.

 

Parte II – 3 Tecnologia da Informação

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3

Tecnologia da Informação

3.1 GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Para atender à complexidade e às necessidades empresariais, atualmente não se pode desconsiderar a Tecnologia da Informação e seus recursos disponíveis, sendo muito difícil elaborar Sistemas de Informação essenciais da empresa sem envolver esta moderna tecnologia.

As palavras Tecnologia da Informação podem eventualmente assustar as pessoas que não estão familiarizadas com estes termos ou que ainda não estão utilizando os recursos de informática disponíveis. Todavia, para entender e participar de projetos que envolvam aplicações de Tecnologia da Informação aos negócios, não implica necessariamente conhecimento profundo de processamento eletrônico de dados por parte dos usuários ou analistas do negócio.

A concentração desta literatura está na abordagem de gestão dos recursos da

Tecnologia da Informação, deixando como secundário os aspectos eminentemente técnicos. De qualquer maneira, deixar de lado os aspectos técnicos não livra as pessoas que atuam em empresas de entenderem dos conceitos elementares deste tema. Parte-se também do pressuposto de que para se alcançar sucesso com Sistemas de Informação, a qualidade técnica desses sistemas é condição necessária mas não suficiente para obter o resultado desejado.

 

Parte III – 4 Informação Empresarial

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4

Informação Empresarial

4.1 VALOR DA INFORMAÇÃO

A informação nos dias de hoje tem um valor altamente significativo e pode representar grande poder para quem a possui, seja pessoa, seja instituição. Ela possui seu valor, pois está presente em todas as atividades que envolvem pessoas, processos, sistemas, recursos financeiros, tecnologias etc.

4.1.1

Processo de valorização da informação

Ao longo da vida de uma pessoa ou de uma empresa, são coletadas e apreendidas diversas informações que mediante um processo sistemático podem ser muito valorizadas.

À medida que se sedimenta uma informação, qualquer atividade pode ser elaborada com um custo menor, com menos recursos, em reduzido tempo e com um resultado melhor.

Atualmente, existem mais computadores, periféricos e tecnologias gerando informações úteis, precisas, oportunas, a um custo menor, em menos tempo, usando menos recursos e gerando riquezas.

O processo de valorização da informação cumpre algumas fases e passos lógicos (WEITZEN, 1994). Estes passos podem ser assim distribuídos:

 

Parte III – 5 Sistemas de Informação Convencional

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5

Sistemas de Informação

Convencional

5.1 NÍVEIS DA INFORMAÇÃO E DE DECISÃO

EMPRESARIAL

Antes de classificar os Sistemas de Informação sob a óptica do suporte às decisões na empresa, é importante discutir os respectivos níveis da informação e de decisão.

Os níveis da informação e de decisão empresarial obedecem a hierarquia padrão existente na maioria das empresas, também chamada pirâmide empresarial e são conhecidos como estratégico, tático e operacional.

Utiliza-se um diagrama triangular para visualizar melhor esses níveis, simbolizando o afunilamento existente no fluxo de informações e decisões dentro da empresa, com diferentes graus de agrupamento, sumarização e detalhes de informações. Esses níveis decisórios podem ser representados pela Figura 5.1 (DIAS e

GAZZANEO, 1975):

Estratégico

Tático ou

Gerencial

Operacional

Figura 5.1 Níveis decisórios.

Sistemas de Informação Convencional 

111

 

Parte III – 6 Estratégia Empresarial e Sistemas de Informação

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6

Estratégia Empresarial e

Sistemas de Informação

6.1 INTRODUÇÃO À ESTRATÉGIA EMPRESARIAL

Quando se discute sobre informação empresarial, há necessidade de discutir-se também sobre estratégias empresariais. Para definir e acompanhar a estratégia empresarial, outros estudos e levantamentos (não necessariamente no âmbito da

área de Tecnologia da Informação da empresa) são necessários, tais como planejamento global, gestão moderna, cultura de informação, organização, métodos e tecnologias. Esses estudos deverão ser aplicados quotidianamente, a médio e a longo prazo, por meio de normas gerais e políticas declaradas, de acordo com os objetivos do negócio (REZENDE, 1999).

A estratégia empresarial deve ser emanada da alta administração da organização, contemplando a empresa em sua totalidade. Independentemente da existência dos Sistemas de Informação, as informações empresariais são tratadas de acordo com a cultura, filosofia e políticas da empresa em questão. Essas três questões estão presentes formal ou informalmente em todas as empresas.

 

Parte III – 7 Dinâmicos Sistemas de Informação Empresariais

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7

Dinâmicos Sistemas de

Informação Empresariais

7.1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DE GESTÃO E

ESTRATÉGICO

À medida que aumenta a complexidade interna e os negócios na empresa e no ambiente em que ela atua, o processo de tomada de decisão tende a tornar-se também mais complexo, requerendo agilidade, dinamismo, utilidade e precisão das ações e informações empresariais.

O modelo a ser discutido agora é uma evolução do Modelo Convencional de

Sistemas de Informação Empresariais já relatado. O destaque nesse novo modelo

é seu dinamismo, em que não existe mais a separação formal dos Sistemas de

Informação estratégico, gerencial ou tático e operacional. Outros destaques ou evoluções são as informações oportunas e a base de dados única, que gera as referidas informações oportunas (REZENDE, 1999).

7.1.1

Dinamismo das empresas

As estruturas empresariais e os respectivos níveis hierárquicos devem ser participativos e dinâmicos no interior das empresas, eliminando as barreiras e/ ou divisões que separam a alta administração do corpo gestor e do corpo técnico.

 

Parte III – 8 Tecnologias Aplicadas a Sistemas de Informação Empresariais

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8

Tecnologias Aplicadas a Sistemas de Informação Empresariais

8.1 INFORMAÇÕES E TECNOLOGIAS

As empresas têm como opção a utilização de diversas tecnologias modernas, para facilitar o processo de tomada de decisão dos gestores, visando atender a sua complexidade, seu crescimento, sua modernidade, sua perenidade, sua rentabilidade e sua competitividade (REZENDE, 1999).

Apresentados de forma conceitual, os modelos convencional e dinâmico de

Sistemas de Informação Empresariais, até poderiam funcionar sem os recursos da

Tecnologia da Informação. Na prática, porém, as empresas que requerem todas as prerrogativas ofertadas por esses modelos necessitam de uma ou mais tecnologias aplicadas à geração de informações para auxiliar em seus processos decisórios focados no negócio empresarial. Somente com a aplicação de tecnologias é possível o real e efetivo funcionamento dos Sistemas de Informação sob a óptica da lucratividade e competitividade empresarial.

 

Parte IV – 9 Metodologias de Desenvolvimento e de Implantação de Sistemas de Informação

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9

Metodologias de Desenvolvimento e de Implantação de Sistemas de

Informação

9.1 CONCEITOS DE METODOLOGIA DE

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE

INFORMAÇÃO

Uma metodologia completa constitui-se de uma abordagem organizada para atingir um objetivo, por meio de passos preestabelecidos. É um roteiro, um processo dinâmico e interativo para desenvolvimento estruturado de projetos, sistemas ou software, visando a qualidade e produtividade de projetos (REZENDE, 1999).

Metodologia não é uma técnica tão somente, pois pode-se utilizar qualquer técnica para o desenvolvimento de projeto, sistema ou software, de acordo com a preferência e competência da equipe multidisciplinar envolvida. Como exemplo de técnicas podem ser utilizadas a Análise Estruturada, a Análise de Pontos por

Função, a Análise Essencial, a Análise Orientada a Objetos, a Unified Modeling

Language (UML) entre outras técnicas e suas respectivas ferramentas e processos.

Desse modo, a metodologia é um roteiro que permite o uso de uma ou várias técnicas por opção dos desenvolvedores do Sistema de Informação ou software.

 

Parte IV – 10 Fase 0 – Gestão e Continuidade de Projetos de Sistema de Informação e Tecnologia da Informação

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10

Fase 0 – Gestão e

Continuidade de Projetos de Sistema de Informação e

Tecnologia da Informação

10.1 FASE 0 – ORGANIZAÇÃO, DIVULGAÇÃO E CAPACITAÇÃO NO PROJETO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO E

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

A fase 0 (zero) versa sobre a preparação ou planejamento do projeto de sistema de informação e tecnologia da informação. Essencialmente, suas subfases propõem organizar e divulgar o projeto, bem como capacitar os envolvidos na metodologia adotada pela organização privada ou pública. Essas subfases ou atividades, apesar de opcionais, devem ser elaboradas antes das demais fases do projeto.

Pode-se relacionar a fase 0 com as fases ou processos de iniciação e planejamento do PMBOK/PMITM.

Nas organizações privadas ou públicas, todos os projetos deveriam ser iniciados com a fase 0, incluindo, por exemplo, os projetos de planejamento estratégico da organização, plano de negócios, planejamento de informações, sistema de informação, tecnologia da informação, busca de consumidores, recuperação de clientes, manutenção industrial, qualidade de serviços, entre outros projetos.

 

Parte V – 11 Integração, Qualidade e Divulgação da Informação

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11

Integração, Qualidade e

Divulgação da Informação

11.1 INTEGRAÇÃO DA INFORMAÇÃO

As atividades relacionadas com Planejamento Estratégico, Gestão de Tecnologia da Informação e principalmente com os Sistemas de Informação devem ser integradas, dependentes e com visão sistêmica empresarial. Não é possível trabalhar essas atividades de forma isolada. Elas devem estar relacionadas entre si, com sinergia total.

As integrações dos Sistemas de Informação são as relações de interdependência entre os sistemas e/ou subsistemas, que resultam, basicamente, na troca de dados e informações entre eles. Atualmente, nas empresas não é possível cogitar que algum subsistema seja isolado e completamente independente.

É plenamente possível construir um sistema integrado pelos vários subsistemas de empresa que considere suas funções empresarias internas (produção e/ ou serviços, comercial, financeira, materiais, recursos humanos e jurídico legal) e seu meio ambiente externo.

 

Parte V – 12 Conhecimento, Inteligência e Alinhamento Organizacional

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12

Conhecimento, Inteligência e

Alinhamento Organizacional

12.1 GESTÃO DO CONHECIMENTO E SISTEMAS DE

CONHECIMENTOS

Juntamente com os sistemas de informação e os recursos da tecnologia da informação, outros conceitos e ferramentas podem efetivamente contribuir com as estratégias e com o sucesso das organizações privadas e públicas.

Além dos sistemas de informação e dos recursos da tecnologia da informação, o conhecimento, a gestão do conhecimento, os sistemas de conhecimentos, a inteligência empresarial (ou organizacional) e o alinhamento estratégico, entre essas e outras variáveis, se constituem em inexoráveis instrumentos de gestão organizacional.

12.1.1 Conhecimento

O conhecimento da organização, também chamado de capital intelectual, competência, habilidade e inteligência empresarial, é reconhecido como um ativo intangível de inestimável valor (STEWART, 1998; SVEIBY, 1998; DAVENPORT,

1998). O conhecimento também pode se visto como “uma capacidade de agir” e é contextual, não podendo ser destacado do ambiente (SVEIBY, 1998).

 

Parte VI – 13 Gestão Pública, Governo Eletrônico e Cidade Digital Estratégica

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13

Gestão Pública, Governo

Eletrônico e Cidade

Digital Estratégica

13.1 GESTÃO PÚBLICA, GESTÃO URBANA E GESTÃO

MUNICIPAL

A gestão pública está relacionada com os conceitos e com os planejamentos das estratégias, dos sistemas de informação e dos recursos da tecnologia da informação nas organizações públicas.

O conceito de gestão, sob a ótica da administração, está relacionado com o conjunto de recursos decisórios e a aplicação das atividades destinadas aos atos de gerir. Em termos gerais, a governança pode ser entendida como competência dos gestores nas atividades e nas ações de gestão. A governança pública está direcionada com a capacidade dos governos na gestão das funções federais, estaduais e municipais, bem como com a competência na implementação de respectivas políticas públicas para facilitar as ações necessárias na condução do país, dos estados e das cidades, contextualizando a participação dos cidadãos nesses desafios. Também merece destaque a gestão urbana que pode utilizar os produtos dos sistemas de informação e os recursos da tecnologia da informação.

 

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