Contabilidade de Custos - Gestão em Serviços, Comércio e Indústria

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Em ambiente globalizado e competitivo, a Gestão de Custos é um importante diferencial para empresas de todos os portes, e seu conteúdo é necessário para cursos de Administração, Ciências Contábeis, Engenharia, Tecnológicos e outras áreas.

Contabilidade de Custos: gestão em serviços, comércio e indústria possui uma visão voltada para a gestão, utilizando uma linguagem acessível e uma proposta inovadora, com os seguintes diferenciais:

• Atualizado, pois está adaptado às novas Normas Brasileiras de Contabilidade e aos padrões internacionais (IFRS).
• Voltado a auxiliar e preparar os alunos para o Enade nas áreas de Ciências Contábeis, Administração, Engenharia de Produção e em diversas áreas de Tecnologia que abordam Gestão e Custos.
• Busca melhorar o desempenho dos candidatos ao Exame de Suficiência em Contabilidade do CFC – Conselho Federal de Contabilidade.
• Exercícios com respostas em todos os capítulos, inclusive questões de Exames de Suficiência anteriores do CFC e de avaliações anteriores do Enade.
• Traz, em todos os capítulos, os objetivos e as competências que serão desenvolvidos.
• Apresenta as normas contábeis de custos para as empresas de todos os portes, e também a abordagem específica para micro e pequenas empresas.
• Disponibiliza para os docentes, no site do Grupo GEN, material suplementar em PowerPoint.
• Livro-texto para as disciplinas Contabilidade de Custos, Gestão de Custos, Custos Empresariais, Custos para Serviços, Análise de Custos, Custos Industriais, Custos e Precificação e disciplinas afins. Leitura complementar para as disciplinas Controladoria, Administração Financeira, Contabilidade, Contabilidade Internacional, Contabilidade Básica, Contabilidade Intermediária, Contabilidade Avançada, Contabilidade Societária e outras.

14 capítulos

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Introdução

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I NT RO D U ÇÃO

Este livro, atualizado, que reúne teoria e prática, busca por meio de uma linguagem didática disponibilizar material diferenciado para: a. Auxiliar o preparo dos alunos para o Enade nas áreas de ciências contábeis, administração, engenharia de produção e em diversas áreas de tecnologia que abordam gestão e custos. b. Melhorar o desempenho dos candidatos ao Exame de Suficiência em Contabilidade do CFC – Conselho Federal de Contabilidade, pois é perceptível a dificuldade desses alunos na disciplina de contabilidade de custos. c. Capacitar profissionais para a gestão de custos, possibilitando melhores resultados empresariais e, consequentemente, maior competitividade.

Com a evolução da sociedade, passamos do mercantilismo para a era industrial, e a área de custos se desenvolveu muito. Esse fato possibilitou identificar e analisar o resultado e direcionar a gestão para o acompanhamento e controle dos custos. Portanto, a contabilidade de custos é a técnica utilizada para mensurar, identificar e informar os custos da produção, da comercialização e da prestação de serviços.

 

1. Conceitos básicos para desenvolvimento e implantação de custos

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1

Conceitos Básicos Para

Desenvolvimento E

I mplantação De Custos

As pessoas hoje conhecem o preço de tudo e o valor de nada.

Oscar Wilde

De modo geral, custos podem ser definidos como medidas monetárias dos sacrifícios com os quais uma organização tem que arcar a fim de atingir seus objetivos.

BRUNI e FAMÁ1

Neste capítulo, será apresentado o conceito usual da contabilidade de custos, em que gastos significam o sacrifício financeiro para obter qualquer bem ou serviço.

Serão também abordados: terminologia contábil básica; princípios contábeis aplicados a custos e as classificações e nomenclaturas.

CUSTO e CUSTEIO:

Custo é o valor do gasto incorrido indispensável à obtenção do bem ou serviço gerador da renda, enquanto custeio é o método utilizado para a obtenção do custo.

O custo é representado pelo valor ou somatório de valores que constituirão o valor gasto na obtenção da mercadoria, produto ou serviço a ser ofertado.

 

2. Nomenclaturas, classificação dos custos e métodos de custeio

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2

Nomenclaturas,

Classificação dos Custos e M étodos de Custeio

O segredo para um controle de custos eficaz é analisar o desempenho de custo de forma regular e pontual. É crucial que as ineficiências e variações de custo sejam identificadas a tempo, de modo que uma ação corretiva possa ser tomada antes que a situação piore. [...].

GIDO e CLEMENTS1

Este capítulo tem o objetivo de apresentar as diferentes formas de classificar custos, conforme o processo de produção, o volume e o objeto.

O capítulo ainda apresenta o processo produtivo e como agregar custos em cada etapa.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer e saber classificar as formas de classificação dos custos.

›› Conhecer as etapas de produção e saber segregá-las.

Tais conhecimentos são fundamentais para o desenvolvimento de sistemas de informação de custeio, além de possibilitar desenhar a arquitetura gerencial de custos, acompanhando e melhorando os controles e os resultados.

 

3. Custeio por absorção

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C U STE IO P OR ABS OR ÇÃO

É o processo que tem por objetivo ratear todos os seus elementos, fixos ou variáveis, em cada fase da produção até a conclusão do produto final. Todos os custos de produção são absorvidos pelas unidades produzidas.

Os custos diretos são considerados de forma objetiva e os custos indiretos são apropriados por meio de taxas de rateio (proporcionalidade subjetiva). Esse custo integra os estoques e somente será considerado CPV – custo do produto vendido quando a produção for vendida.

Neste capítulo é apresentado o custeio por absorção, um método para apropriação de custos aceito pela legislação tributária, pelos princípios de contabilidade e pelos procedimentos de auditoria. O Regulamento do Imposto de Renda – RIR/99, Decreto no 3.000,1 em seus arts. 289 a 298, contempla a questão do custo de aquisição e do custo dos bens e/ou serviços.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer as premissas para elaboração do custeio por absorção.

 

4. Custeio variável ou direto

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C U STE IO VA RIÁVEL OU DIRETO

Considera apenas os custos variáveis de produção plenamente identificados com a atividade fabril.

Os custos fixos (de estrutura e adicionais) são considerados despesas do período.

O objetivo deste capítulo é apresentar a forma de custeio variável, também chamado por alguns de custeio direto. Esse método não pode ser utilizado para fins tributários, mas é muito importante para o gerenciamento e a tomada de decisões.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer as premissas para a elaboração do custeio variável.

›› Saber implantar e calcular o custeio variável.

É importante observar que apenas o custeio por absorção é autorizado pela legislação tributária, o qual absorve os custos fixos e variáveis. Esse fato pode causar distorção nos resultados da empresa, pois custos como aluguel, energia elétrica e outros são alocados aos produtos. Dessa forma, no caso de um produto não ser vendido no mês em que foi produzido, esse custo integrará o valor dos estoques.

 

5. Custeio abc

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C U STE IO ABC

É a alocação de custos indiretos aos produtos, tendo como base a metodologia do conceito e o foco na atividade, utilizando direcionadores de custos.

De acordo com Martins:

ABC consiste em uma ferramenta que permite melhor visualização dos custos por meio da análise das atividades executadas na empresa e as suas relações com os produtos. Para se utilizar o ABC, é necessário definir as atividades relevantes dos departamentos, bem como os direcionadores de custos de recursos, que irão alocar os diversos custos incorridos às atividades.1

Neste capítulo apresenta-se a forma de custeio ABC (activity based costing), que consiste no custeio baseado em atividades. É um importante método de identificação de custos, pois auxilia muito a tomada de decisão. O custeio ABC passou a ser muito utilizado na década de

1980, mas afirma-se que já era utilizado na década de 1960 nos Estados Unidos.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

 

6. Custo padrão

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C U STO PADRÃO

O custo padrão objetiva fixar base de comparação com o que ocorreu e o que deveria ter ocorrido, destacando ineficiências na linha de produção e contribuindo, de forma eficaz, no planejamento e controle de custos.

MARTINS1

Este capítulo tem o objetivo de apresentar o conceito de custo padrão e demonstrar como pode ser realizada a sua aplicação na empresa.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Compreender o conceito de custo padrão.

›› Saber desenvolver e aplicar esse conceito para a melhor gestão empresarial.

›› Possibilitar a formulação do custo padrão para o acompanhamento e o controle empresarial.

O custo padrão consiste em atribuir um custo considerado “ideal”, conforme análise de um processo produtivo ou de oferta de um serviço. Esse custo padrão é utilizado para a análise e o acompanhamento dos resultados, portanto trata-se de um procedimento gerencial.

O custo padrão é uma meta que deve buscada. Se a empresa operar em plena eficiência e máximo rendimento, deverá atingir esse custo predeterminado.

 

7. Formação do preço de venda, markup e margem de contribuição – mcu e mct

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7

FORMAÇÃO DO PREÇ O DE

VENDA, MARKUP E M A R GE M DE

CONTRIBUI ÇÃO – M CU E MCT

O objetivo da formação do preço é obter um valor de venda suficiente para cobrir todos os custos e despesas envolvidos, e poder direcionar o lucro desejado. Deve-se considerar também o retorno do investimento realizado, a competitividade, a missão empresarial, a sobrevivência da entidade, a elasticidade do mercado, bem como a fixação da marca, estágios do ciclo de vida do produto e a competitividade diante de seus principais concorrentes.

É relevante destacar a relação da área de custos com a formação do preço de venda. Neste capítulo são apresentados aspectos que devem ser considerados na formação do preço de venda. Aspectos relacionados à margem de contribuição serão abordados, também, no Ca-

pítulo 9.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Identificar e saber elaborar os componentes básicos da formação do preço de venda.

›› Conhecer e saber utilizar os conceitos relacionados a markup e margem de contribuição.

 

8. Custos e precificação para empresas de serviços

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C U STOS E PREC IFICAÇÃO PARA

E MPRESAS DE SE RVI ÇOS

É difícil encontrar material que aborde custos voltados a serviços, pois a origem da contabilidade de custos é a indústria, além de serem produtos tangíveis, portanto mais fáceis de mensurar. As empresas de serviços são muito relevantes para a sociedade, principalmente na atualidade. Observa-se que toda empresa tem serviços prestados agregados, ainda que seja uma indústria ou comércio. Este capítulo aborda também como uma micro ou pequena empresa de serviços precifica conforme a análise dos seus custos.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Identificar e saber elaborar os componentes básicos da formação do preço de venda para micro e pequenas empresas de serviços enquadradas no Simples Nacional.

›› Identificar os custos e elementos que impactam na formação do preço de vendas.

Muitos empreendedores iniciantes, com o objetivo de conquistar clientes, tendem a precificar de forma errônea. Alguns, por sua vez, quantificam mal seus custos ou despesas e ofertam serviços, principalmente para empresas, e depois têm dificuldades para a entrega dos seus serviços e produtos por falta de caixa. Outros desejam cobrar o que o mercado suportar e perdem mercado, incentivando a concorrência. Por esses motivos, conhecer os custos e despesas e os limites financeiros, precificando de forma adequada e em conformidade ao perfil da instituição, é fundamental para o sucesso do negócio.

 

9. Análise gerencial de custos

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AN ÁLI SE GE R ENC I A L DE CUSTOS

A análise gerencial de custos é fundamental para a tomada de decisão. Neste capítulo são apresentadas as ferramentas utilizadas para a gestão estratégica de custos. Apresentam-se o ponto de equilíbrio contábil, econômico, financeiro e a margem de segurança.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer e saber utilizar as principais ferramentas para a gestão gerencial de custos.

›› Saber realizar a análise de custos, volume e lucro.

›› Conhecer e saber analisar os níveis de produção para a melhor gestão.

A gestão de custos consiste em selecionar as melhores opções de ação e estratégia diante dos recursos disponíveis, objetivando a maximização dos resultados.

9.1 CU STOS C O NT RI BUIND O PARA AS

D ECISÕES ORGANI Z ACIO NAI S

Pode-se pensar em produzir ou simplesmente comprar o produto pronto ou semiacabado, bem como ter uma equipe própria de prestadores de serviços ou de terceirizados.

 

10. Controle e acompanhamento da alavancagem empresarial

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10

C O NT ROL E E

AC OM PANHAMENTO DA

ALAVANCAGE M EM PRESARIAL

Alavanca é a utilização de um esforço menor para mover um peso muito maior. No caso da alavancagem empresarial, consiste em utilizar técnicas ou metodologias para propiciar um esforço incremental em vendas, que trará melhor resultado para a operação.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer o conceito de alavancagem.

›› Saber mensurar a alavancagem operacional e financeira.

O acompanhamento e o controle da alavancagem empresarial e financeira são fundamentais para o desenvolvimento da atividade empresarial, e este capítulo apresenta indicadores que possibilitam esse acompanhamento.

1 0.1 C ONC E I TO D E AL AVANCAG E M

Alavanca, como o próprio nome diz, é a utilização de um esforço menor para mover um peso muito maior. Pode-se definir a alavancagem empresarial como a utilização de um esforço incremental em vendas, que trará um percentual maior no resultado da operação. A Figura 10.1 contribui para essa visualização:

 

11. Custos e despesas de pessoal

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C U STOS E DESPESAS DE PESSOAL

O capítulo objetiva explicar os custos de pessoal e como calcular o indexador (coeficiente) do custo de pessoal, relevando a importância e o impacto real dos custos nos recursos humanos das empresas.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer os encargos sociais sobre a folha de pagamento e o impacto destes nos custos das organizações.

›› Saber desenvolver e interpretar o indexador de custos de pessoal, com o objetivo de planejar, acompanhar e controlar as despesas com pessoal.

A folha de pagamento pode se constituir em um dos mais importantes gastos das entidades, e, na maioria dos casos, é o maior custo. O planejamento e o controle, assim como o conhecimento de todos os encargos sociais, os custos e as despesas de pessoal, são fundamentais para o planejamento empresarial.

Um profissional pode ser contratado de várias formas, como: comissionado, por produção ou com parte fixa e parte variável. Isso depende das políticas empresarias, da função e do nível do funcionário.

 

12. Estoques e sua importância

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12

ESTOQU ES E S UA IM PORTÂNC IA

Valor realizável líquido é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados necessários para concretizar a venda.

CPC 16 – Estoques1

Valor justo é aquele pelo qual um ativo pode ser trocado ou passivo liquidado entre as partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si, com ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação forçada.

CPC 46 – Mensuração do Valor Justo2

Este capítulo possibilita visualizar as formas de controle de estoque, uma das áreas fundamentais para as entidades. O acompanhamento do estoque é relevante para evitar fraudes, obsolescência ou material desnecessário e contribui, de forma eficaz, na gestão das entidades.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer os métodos de custeio e as formas de controle.

›› Saber estruturar e implantar um sistema de custeio.

 

Respostas dos exercícios

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R ESP O STAS D O S EXE R C Í C IO S

Capí t u lo 1

1. a. b. c. d. e.

2.

3.

4.

5.

(C)

(C)

(I)

(C)

(D)

Gastos com mão de obra da produção.

Consumo de matéria-prima.

Compra de uma máquina.

Salário do encarregado da fábrica.

Depreciação de um computador utilizado no escritório da área da contabilidade de uma instituição de ensino.

Treinamento de funcionário administrativo.

Compra de um terreno.

Consumo de estoque de produtos acabados para venda.

Depreciação de um veículo (área comercial).

Salário da área de vendas.

f. (D) g. (I) h (C) i. (D) j. (D) a. b.

R$ 61.667,00

CMV = EI + C + II + FC + S – DC – EF

75.000,00 = 33.333,00 + X – 20.000,00

X = 75.000,00 + 20.000,00 – 33.333,00

X = 61.667,00

Resposta: Compras = R$ 61.667,00 b. Lucro bruto R$ 6.125,00

DRE

Vendas

18.500,00

(–) Tributos sobre as Vendas

 

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