Sociologia da Administração, 2ª edição

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O aprimoramento da competência técnica para a execução dos processos administrativos necessários para que uma empresa tenha sucesso em sua missão depende, em grande parte, da compreensão dos aspectos sociológicos e o consequente fortalecimento dos valores do conjunto de indivíduos que atua em torno do seu bem comum. segunda edição de Sociologia da Administração promove o crescimento qualitativo das vivências profissionais. objetivo é que o administrador obtenha o grau de especialidade necessário para atuar na definição dos princípios e da razão de ser da empresa, a fim de delinear a estratégia capaz de atingir os objetivos almejados. estudo de Sociologia é fundamental para o entendimento da complexa dinâmica do ambiente empresarial, no qual estão envolvidos a autoridade, as normas instituídas, os controles exercidos, entre outros fenômenos da cultura organizacional.sta obra capacita os administradores a gerenciar os recursos humanos e a aplicar modelos e técnicas com os quais será possível viabilizar o cumprimento das metas estabelecidas na visão estratégica da organização.

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Capítulo 1 - Sociologia e Administração

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Capítulo 1

Sociologia e Administração

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ste capítulo aborda os processos de mudança que afetam o campo da administração, tornando o fator humano central para a compreensão da dinâmica das organizações. A sociologia será apresentada como a ciência da sociedade, cujo enfoque atribui prioridade aos aspectos sociais na explicação da realidade em que vive o homem. Buscaremos identificar as contribuições dessa ciência para a gestão, bem como as diferenças entre as abordagens sociológicas e administrativas. Iremos demonstrar a importância da aplicação dos conceitos e princípios da sociologia para a análise dos processos sociais que afetam as organizações, entendendo que a ampliação da compreensão do administrador sobre esses fatores o capacita a intervir melhor sobre a realidade que gerencia.

1.1  A nova realidade do administrador

As principais contribuições trazidas pela sociologia à administração devem ser compreendidas à luz das intensas transformações que atingem o ambiente empresarial. Essas transformações têm estimulado os profissionais da gestão a procurar conhecimentos provenientes das ciências humanas, em busca de uma melhor compreensão sobre um fator que, no conjunto dessas transformações, vem adquirindo relevância cada vez mais significativa nas organizações: o fator humano.

 

Capítulo 2 - Revolução Industrial e Transformação da Sociedade

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Capítulo 2

Revolução Industrial e

Transformação da Sociedade

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ste capítulo descreve o contexto de transformações que determinou o declínio do feudalismo e o surgimento da sociedade industrial capitalista, enfatizando os impactos econômicos, sociais e culturais provocados pela Revolução Industrial.

Vamos entender a ligação entre os problemas sociais resultantes da industrialização e o surgimento das primeiras abordagens sociológicas. Buscaremos também compreender como a ciência administrativa enfrentou os conflitos surgidos no ambiente da fábrica, garantindo a eficiência do novo sistema de produção capitalista.

2.1  A grande transformação da sociedade

A palavra sociologia é uma junção do termo latino socio (social ou sociedade) com o termo grego logos (estudo), tendo sido empregada pela primeira vez pelo pensador francês Augusto

Comte.

O surgimento da sociologia está relacionado a um conjunto de transformações ocorridas na sociedade a partir do século XV e que se estenderam até o século XIX, determinando a ruína dos sistemas feudais e a configuração de uma nova ordem social. A produção econômica, a distribuição de poder, os valores e as visões de mundo estavam em transformação, e os reflexos dessas mudanças na vida social tornaram-se alvos da reflexão de diversos pensadores.

 

Capítulo 3 - Industrialização: O Caso Brasileiro

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Capítulo 3

Industrialização: O Caso Brasileiro

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ste capítulo mostra as origens da industrialização brasileira e analisa o perfil econômico e ideológico da emergente classe industrial, bem como o processo de formação da classe operária no cenário nacional. Buscaremos identificar os principais fatores que criaram obstáculos para a industrialização no Brasil até meados do século XX. Abordaremos também a emergência da produção em massa e da sociedade de consumo no país, destacando o papel das empresas multinacionais e das grandes burocracias estatais, que contribuíram para consolidar no Brasil a figura do administrador profissional. Utilizaremos as abordagens de dois clássicos pensadores brasileiros, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, para compreender as características da sociedade formada a partir do contexto histórico aqui analisado.

3.1  A formação socioeconômica brasileira

A formação socioeconômica do Brasil deve ser entendida como parte do processo que levou ao desenvolvimento do capitalismo na Europa entre os séculos XV e XVIII, analisado no capítulo anterior. Uma das principais etapas desse processo foi a exploração, por parte da burguesia mercantil europeia, das atividades comerciais com as colônias. As colônias levavam grande desvantagem nesse comércio, já que consumiam produtos manufaturados na

 

Capítulo 4 - Sociedade Moderna segundo os Clássicos

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Capítulo 4

Sociedade Moderna segundo os

Clássicos

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ste capítulo mostra como os clássicos da sociologia analisaram os problemas da sociedade industrial moderna. Buscaremos compreender o enfoque de Émile

Durkheim sobre as mudanças que afetaram os padrões de solidariedade social e ameaçaram a integração da sociedade, apresentando também as soluções propostas por esse sociólogo para os conflitos entre empresários e trabalhadores na indústria. Analisaremos a visão de Karl Marx sobre as desigualdades e contradições do sistema capitalista de produção, enfatizando a crítica desse autor à exploração e à alienação dos trabalhadores nas fábricas, bem como a consequência revolucionária do conflito de classes nessa sociedade. A perspectiva de Max Weber será estudada a partir do conceito de ação social e da explicação desse sociólogo sobre a influência da ética religiosa protestante no surgimento do capitalismo.

4.1  A diversidade da abordagem sociológica

No Capítulo 2 deste livro, tratamos do advento da Revolução Industrial e de seus impactos na transformação da sociedade. Veremos neste capítulo como os primeiros sociólogos, considerados clássicos da disciplina, analisaram as novas formas de organização social e responderam aos problemas sociais delas decorrentes. Essas abordagens tratam de diversos temas que interessam diretamente à administração, tais como os conflitos entre industriais e trabalhadores, a questão da hierarquia e da autoridade na fábrica, as formas de divisão do trabalho, as relações de solidariedade e de cooperação e a atuação das normas e do controle sobre o comportamento humano, entre outros aspectos que afetam o funcionamento das organizações. Veremos que as abordagens sociológicas sobre esses assuntos jamais estabele-

 

Capítulo 5 - Socialização e Integração Social

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Capítulo 5

Socialização e Integração Social

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este capítulo, abordaremos o processo de aprendizado e de integração social do homem por meio da socialização, buscando entender a importância desse processo para a formação da consciência moral do indivíduo e para a reprodução dos padrões culturais da sociedade. Iremos compreender o papel da socialização organizacional na adaptação dos indivíduos às organizações, identificando as diversas estratégias que podem ser conduzidas pelas empresas para estruturar esse aprendizado social.

5.1  O aprendizado social do ser humano

A espécie humana sempre viveu sob a forma de agrupamentos. Associado a outros indivíduos, o homem pôde sobreviver a condições extremamente desfavoráveis, desenvolver-se e ampliar seu conhecimento sobre o mundo. Tudo o que hoje reconhecemos como características humanas ou civilizadas não teria se desenvolvido se o homem vivesse em isolamento. Inúmeros relatos constatam que crianças impedidas de conviver em sociedade apresentam comportamentos retardados e antissociais. Há casos registrados na Índia e na França de crianças que foram aparentemente abandonadas em florestas e criadas por animais, sem qualquer contato com sociedades humanas. Pelo comportamento demonstrado, essas crianças ficaram conhecidas como “crianças selvagens”: extremamente arredias, andavam apoiando-se no chão com os pés e as mãos, comiam alimentos crus e não sabiam falar qualquer palavra. Interpretados do ponto de vista sociológico, esses casos são uma demonstração de que o processo de formação de um indivíduo não é um simples desabrochar de potenciais inatos.

 

Capítulo 6 - Cultura

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Capítulo 6

Cultura

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ste capítulo analisa a cultura como uma herança social criada, partilhada e transmitida na vida social humana. Buscaremos entender a complexidade e a influência dos processos culturais na vida humana e na dinâmica das organizações, analisando a formação das subculturas e das contraculturas, bem como o impacto da diversidade e dos choques culturais nas organizações, com especial atenção ao papel da gestão no tratamento dessas questões.

6.1  Cultura e sociedade

No senso comum, o termo cultura é geralmente empregado para referir-se ao nível educacional de um indivíduo. Desse modo, as pessoas muito desenvolvidas intelectualmente são chamadas “cultas”, enquanto as que não tiveram muita instrução são chamadas “incultas”.

Para a sociologia, a cultura não é o mesmo que educação, pois possui um significado mais amplo, que inclui os elementos materiais, ideais e simbólicos que os membros de um dado grupo social criam, partilham e transmitem entre si. Todas as sociedades humanas possuem cultura, por isso não existem indivíduos desprovidos de cultura – exceto aqueles que não tiveram contatos sociais.

 

Capítulo 7 - Agrupamentos Sociais

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Capítulo 7

Agrupamentos Sociais

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este capítulo apresentaremos as características que distinguem os grupos sociais dos demais tipos de agrupamentos humanos, analisando o papel desse importante agente socializador no controle social e nos processos de mudança na sociedade. Buscaremos compreender as características dos diversos tipos de grupo social, destacando suas influências no contexto organizacional, especialmente o papel dos grupos informais na dinâmica e no desempenho das organizações. Abordaremos, ainda, a expansão das redes sociais ocorrida a partir das novas tecnologias de comunicação, enfocando os impactos desse fenômeno nas interações sociais das organizações com seus diversos públicos.

7.1  Grupos, agregados e categorias sociais

No senso comum, utilizamos a palavra grupo para designar qualquer situação em que haja pessoas reunidas. Mas um grupo, sociologicamente falando, não é só um aglomerado de pessoas, mesmo quando estas têm alguma característica em comum, como, por exemplo, o fato de terem a mesma idade ou de estarem assistindo ao mesmo filme em um dado momento. Para que um conjunto de pessoas seja classificado como grupo social é preciso que (1) três ou mais indivíduos mantenham entre si interações regulares e padronizadas, (2) desenvolvam uma identidade coletiva ou uma “consciência de grupo” e (3) sejam capazes de estabelecer suas fronteiras e de identificar seus membros (HORTON;

 

Capítulo 8 - Estrutura da Sociedade

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Capítulo 8

Estrutura da Sociedade

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ste capítulo trata da estrutura social como um elemento fundamental para a organização da sociedade, enfocando os status e os papéis sociais que contribuem para a regularidade dos comportamentos e das interações humanas. Buscaremos compreender as principais mudanças ocorridas na estrutura da sociedade brasileira, como a expansão da classe média e a mudança do papel das mulheres na sociedade. Iremos identificar também os padrões de estratificação da sociedade brasileira, analisando a distribuição desigual de recursos entre os diferentes estratos sociais, com ênfase no impacto dos fatores raciais, etários e de gênero.

8.1  Estrutura, status e papéis sociais

Estrutura social é um conceito fundamental da sociologia para o entendimento de como se organiza e funciona uma sociedade. Observando a vida social à nossa volta, podemos perceber, a despeito das diferenças e conflitos entre grupos, a existência de certas regularidades no comportamento das pessoas e nas relações que elas estabelecem entre si. Estamos falando dos padrões sociais indispensáveis à existência de qualquer sociedade. Se em lugar de tais padrões as ações humanas fossem totalmente imprevisíveis, não seria possível o estabelecimento de relações estáveis entre as pessoas, comprometendo a própria noção de organização social.

 

Capítulo 9 - Poder Social

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Capítulo 9

Poder Social

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este capítulo serão apresentadas as principais teorias sociológicas que tratam das relações sociais de poder. A partir das contribuições de Max Weber, estudaremos os fundamentos legítimos das relações de autoridade na sociedade e nas organizações. Analisaremos o fenômeno da liderança a partir da perspectiva sociológica que enfoca a influência dos contextos sociais na atuação dos líderes.

Abordaremos também as estratégias de poder da gestão para obter controle sobre os empregados, bem como as formas de resistência utilizadas pelos subordinados no contexto das organizações.

9.1  O poder segundo Marx

Poder é um conceito bastante controverso na sociologia. Difícil de ser medido e localizado com precisão, esse fenômeno social pode assumir diferentes formas, estando presente em quase todas as relações sociais, inclusive naquelas que se desenvolvem no contexto das organizações.

Na teoria marxista, o poder depende diretamente da posição dos indivíduos na estrutura de classes sociais. A posse e o controle dos meios de produção pela classe capitalista fundamentam seu poder econômico, e este, por sua vez, permite o controle do Estado, da elaboração das leis e dos meios de difusão ideológica (escola e mídia, por exemplo), importantes mecanismos que reforçam a dominação sobre as classes subordinadas. No outro polo da estrutura estão os trabalhadores, cuja posição de classe não lhes permite acesso aos mesmos recursos.

 

Capítulo 10 - Ordem Social e Mudança Social

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Capítulo 10

Ordem Social e Mudança Social

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ste capítulo analisa o contexto de intensas mudanças sociais que afetam o ambiente das organizações. Apresentaremos as teorias sociológicas que explicam os mecanismos de manutenção da ordem nas sociedades, buscando entender o papel dos controles sociais, das instituições e das ideologias. Veremos também a influência dos fatores que provocam mudanças na sociedade, como os comportamentos desviantes, as inovações tecnológicas e culturais e a atuação dos movimentos sociais.

10.1  O problema da ordem

Como parte da realidade social em que vivemos, a ordem social se manifesta quando as interações entre os indivíduos, baseadas em regras e submetidas a controles sociais, dispõem de certa previsibilidade e padronização. Horton e Hunt (1980, p. 104) assim caracterizam a existência da ordem social na sociedade:

“Isto é o que se entende por ordem social: um sistema de pessoas, relacionamentos e costumes que opera suavemente para a realização do trabalho de uma sociedade. A menos que as pessoas saibam o que esperar umas das outras, não se fará muita coisa. Nenhuma sociedade, nem mesmo a mais simples, pode funcionar com êxito se, na maior parte do tempo, o comportamento das pessoas não puder ser previsto de modo confiável [...]. A ordem de uma sociedade apoia-se em uma rede de papéis, de acordo com os quais cada pessoa aceita certos deveres em relação aos outros e deles reivindica certos direitos. Uma sociedade ordeira pode operar somente enquanto a maioria das pessoas cumpre a maioria de seus deveres para com os outros e pode, com êxito, reivindicar deles a maioria de seus direitos.”

 

Capítulo 11 - Organizações Formais

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Capítulo 11

Organizações Formais

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ste capítulo analisa a crescente importância das organizações formais nas sociedades modernas e os processos sociais que intervêm em seu funcionamento.

A partir das contribuições de Max Weber, iremos analisar a emergência do modelo burocrático de organização, buscando compreender seu papel como um sistema de dominação social. Analisaremos as características e as vantagens que tornaram a burocracia um sistema predominante na sociedade moderna, analisando também as disfunções e a adequação dessa forma de organização à era da globalização.

11.1  A sociedade das organizações

As organizações formais, de acordo com Mayntz (1987), são formações sociais que possuem objetivos específicos e conscientes, ordenando-se racionalmente para alcançá-los. Consistem, em geral, em vários grupos inter-relacionados, com funções internas diferenciadas e dirigidos de acordo com normas claramente estabelecidas e impostas. Embora a definição de organização formal ponha em destaque a racionalidade na obtenção das metas, a abordagem sociológica engloba todos os processos sociais envolvidos nesses sistemas, incluindo aqueles que não são planificados nem previstos.

 

Capítulo 12 - Empresas, Estado e Sociedade Civil

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Capítulo 12

Empresas, Estado e

Sociedade Civil

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este capítulo, buscaremos compreender as características do Estado e da sociedade civil, bem como sua relação com as organizações no cenário atual.

Veremos as transformações nas funções sociais do Estado e o surgimento de novos atores sociais na sociedade civil, provocando mudanças no ambiente político das organizações. Nesse contexto, buscaremos compreender a emergência de questões centrais para as organizações, como a questão ambiental e os direitos dos consumidores.

12.1  Empresas e sociedade

Bertero (1996) ressalta a composição cada vez mais complexa do ambiente social e político das organizações, mostrando a emergência de novos atores no cenário organizacional, dotados de poder e capazes de influenciar os rumos das organizações. Além do surgimento dos gestores profissionais e dos acionistas, outros atores também começaram a afetar o equilíbrio de poder nas organizações. O movimento operário, especialmente a partir do século XIX, forçou as empresas a rever as relações de trabalho e a negociar com os sindicatos que então surgiam.

 

Capítulo 13 - Globalização e Mundo do Trabalho

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Capítulo 13

Globalização e Mundo do

Trabalho

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ste capítulo aborda as origens, as características e as consequências do processo de globalização. Iremos debater os impactos das novas tecnologias de comunicação e de informação sobre o emprego e analisar as transformações ocorridas nos padrões produtivos, desde os sistemas tayloristas-fordistas até a emergência dos sistemas de produção flexível, buscando entender os principais impactos sociais e humanos dessas mudanças. Buscaremos também analisar as novas estratégias de atuação das empresas em redes, o poder das corporações transnacionais e as mutações do sistema capitalista, especialmente o crescente papel dos sistemas financeiros no cenário global.

13.1  A economia global

O tema da globalização tornou-se uma questão-chave para a compreensão das transformações econômicas, sociais e políticas que marcaram a chegada do século XIX. Em torno do termo

“globalização”, entretanto, até hoje não foi consolidada uma definição universalmente aceita.

 

Capítulo 14 - Consumo, Identidade e Pós-modernidade

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Capítulo 14

Consumo, Identidade e

Pós-modernidade

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ste capítulo trata dos processos de formação das identidades sociais na era da globalização. Buscaremos compreender as transformações da sociedade moderna que levaram ao surgimento da pós-modernidade, analisando os impactos dessas mudanças na fragmentação das identidades e na ascensão das atividades de consumo como elemento central nessa sociedade. Iremos apresentar as principais abordagens sociológicas que tratam do papel do consumo no mundo contemporâneo, buscando entender como esse elemento se encontra relacionado com as atividades econômicas das empresas e com a esfera cultural das sociedades. Para compreender o surgimento da sociedade de consumo, utilizaremos a abordagem crítica da sociologia, dando especial atenção ao papel das empresas nesse processo, sobretudo por meio de suas ações de marketing.

14.1  Cultura e identidade social

A sociologia compreende a identidade como um processo social, que resulta do conjunto de interações que o indivíduo tem com seus variados grupos, próximos ou distantes (CUCHE,

 

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