Empreendedorismo - Uma Perspectiva Multidisciplinar

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O empreendedor nasce feito ou é possível aprender os passos do empreendedorismo? Esse campo de conhecimento multidisciplinar se relaciona a um ato humano, natural e planificado, que é empreender.

Sabe-se que a alta mortalidade das micro e pequenas empresas ocorre por inúmeros fatores, dentre eles, a falta de planejamento e conhecimento específico do setor econômico em que a empresa está inserida. Este livro se propõe a atender, no geral, a todos aqueles que se interessam pelo tema do Empreendedorismo e, em particular, aos estudantes de graduação na área de Gestão e Negócios. Afinal, as disciplinas Empreendedorismo e Plano de Negócios integram os currículos desses cursos.

Resultado do esforço conjunto de duas dezenas de professores da Fatec Ipiranga, em São Paulo, este livro aborda as diversas faces do tema em uma linguagem amigável, como um diálogo em sala de aula.

Temos certeza de que Empreendedorismo: Uma Perspectiva Multidisciplinar contribuirá para o sucesso de muitos jovens empreendedores!

Patrícia Patrício e Claudio Roberto Candido

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Parte I - 1 - EMPREENDEDORISMO: UMA VIAGEM ATRAVÉS DOS TEMPOS

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EMPREENDEDORISMO: UMA

VIAGEM ATRAVÉS DOS TEMPOS

Carlos Alexandre Pompeu

Mestre em Educação (Unicamp)

Marcio Camarotto

Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP)

O que você verá a seguir:

• Vamos contextualizar aspectos históricos do empreendedorismo e observar a dimensão da palavra, pois nos tempos atuais ela é usada sob diversas perspectivas.

• Por meio de exemplos e significativos fatos históricos, serão apresentadas iniciativas e personagens empreendedoras, especialmente na era moderna.

• Será ressaltado que, embora a utilização do termo empreendedorismo esteja presente em diversos debates e áreas de conhecimento na atualidade, ele faz parte da natureza humana e do desenvolvimento da civilização ao longo de tempo.

EMPREENDEDORISMO: CONTEXTO HISTÓRICO

Fala-se muito sobre a importância do empreendedor para o desenvolvimento social e econômico de um país. Mas qual o significado e a origem dessa palavra? Empreendedor vem da palavra francesa Entrepreneur e pode

 

Parte I - 2 - O QUE É EMPREENDER

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3a prova

Autor: Patricio

Edição:

Revisor:

VERIFICAÇÃO

Capítulo: 02

Págs.: 13

Operador: Algo + Data: 10/12/2015

2

O QUE É EMPREENDER

Claudio Roberto Candido

Mestre em Tecnologia (Centro Paula Souza)

O que você verá a seguir:

• Vamos analisar o ato de empreender e suas conexões com o empreendedorismo.

• Reveremos diversas definições de empreendedorismo e conheceremos termos como Empreendedorismo Planejado, Empreendedorismo de Herdeiros, Empreendedorismo de Oportunidade, Empreendedorismo Corporativo e Empreendedorismo Social.

• Abordaremos os mitos que são relacionados com o empreendedor e vamos compará-los com as habilidades necessárias para se desempenhar essa atividade.

AFINAL, O QUE É EMPREENDER?

Para definir o que é empreender não basta consultar o dicionário. É fundamental ampliar nossa visão, para assim observar a vida humana. Ao fazermos isso, conseguiremos identificar os elementos que não estão explícitos nas definições tradicionais.

 

Parte I - 3 - PERFIL EMPREENDEDOR: NOVO ESTILO DE LIDERANÇA

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PERFIL EMPREENDEDOR: NOVO

ESTILO DE LIDERANÇA

Norma Licciardi

Mestre em Educação (Universidade São Marcos)

Ricardo Di Bartolomeo

Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP)

O que você verá a seguir:

Nosso foco neste capítulo é o perfil do empreendedor. Vamos refletir sobre as seguintes questões:

• Quem é esse profissional?

• Como ele se forma?

• Há características diferentes para um empreendedor que cria o próprio negócio e um empreendedor corporativo?

• O empreendedor exerce uma liderança sobre o seu grupo?

O conceito e as ações de empreendedorismo têm sido muito difundidos no

Brasil, principalmente a partir do final da década de 1990, pois em função da globalização, da abertura de mercados, da redução de custos nos processos de produção e do aumento da exigência por serviços, as empresas tiveram que buscar alternativas para manter a competitividade.

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Parte II - 4 - COMO FAZER UM PLANO DE NEGÓCIOS

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COMO FAZER UM PLANO DE

NEGÓCIOS

Djacy Almeida

Mestre em Comunicação (Unip)

O que você verá a seguir:

• Uma reflexão sobre a importância do planejamento para o bom desempenho do seu negócio, seja uma nova empresa ou uma reestruturação exigida diante de um novo cenário, seja a necessidade de melhoria dos resultados.

No início do século XX, passamos a compreender melhor os benefícios das teorias administrativas nos resultados das organizações, provando o avanço revolucionário que a ciência administrativa alcançava para acompanhar as rápidas mudanças da atualidade. Todas essas teorias eram desenvolvidas buscando a adaptação necessária à sobrevivência das organizações em geral.

A teoria clássica, representada pelos estudos desenvolvidos por Henri Fayol

(1916), apresentava a organização como uma estrutura formal cuja funcionalidade estaria estruturada a partir das funções aí desenvolvidas: funções técnicas, comerciais, de segurança, contábeis, financeiras e administrativas.

 

Parte II - 5 - PLANEJAMENTO FINANCEIRO E ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICA

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5

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

E ESTUDO DE VIABILIDADE

ECONÔMICA

Renato Ribeiro Soares

Mestre em Administração (Universidade Metodista de São Paulo)

O que você verá a seguir:

Neste capítulo, conheceremos as técnicas para avaliação de um projeto de negócios sob o ponto de vista financeiro. São elas:

• Payback Simples e Descontado.

• Valor Presente Líquido – VPL.

• Taxa Interna de Retorno – TIR.

O estudo de viabilidade para muitos empreendedores é a parte mais difícil do Plano de Negócios. Isso se dá porque ele deve responder às seguintes questões: minha ideia é viável ou não? Vai dar lucro ou prejuízo? Quais serão os meus custos? Quanto terei que vender? Que estrutura de empresa terei que montar para as minhas necessidades de vendas?

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Planejamento financeiro e estudo de viabilidade econômica

Visando tomar uma decisão, é preciso analisar vantagens e desvantagens.

 

Parte II - 6 - PRIMEIROS PASSOS PARA LEGALIZAR UMA EMPRESA

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PRIMEIROS PASSOS PARA

LEGALIZAR UMA EMPRESA

Paula Valéria Chaves Pereira Correia

Mestra em Ciências Contábeis (PUC-SP)

O que você verá a seguir:

• Tipos de sociedade.

• Classificação das micro e pequenas empresas.

• Etapas de abertura de uma empresa.

• O Microempreendedor Individual (MEI).

• Regimes de tributação: Simples Nacional, Lucro Real, Lucro Presumido e Lucro Arbitrado.

A burocracia existente com relação aos procedimentos de abertura e legalização de empresas atravanca o crescimento do Brasil. Estatísticas mostram que o tempo para abrir uma empresa é em torno de 90 dias – dependendo do tipo de atividade, pode demorar até mais. Com relação à carga tributária, essa burocracia aumenta muito mais.

Por essa complexidade, vamos abordar, de maneira simples, as possíveis dúvidas sobre a abertura de uma empresa com o intuito de facilitar a sua vida, leitor.

Dentre os tipos de sociedades existentes, serão abordadas aqui apenas as

 

Parte II - 7 - NOÇÕES JURÍDICO-TRABALHISTAS PARA PEQUENAS EMPRESAS

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NOÇÕES JURÍDICO-TRABALHISTAS

PARA PEQUENAS EMPRESAS

Giseli Angela Tartaro Ho

Mestra em Direito das Relações Sociais (PUC-SP)

O que você verá a seguir:

Vamos abordar questões essenciais a respeito da legislação trabalhista, destacando sua relevância para o pequeno empreendedor:

• conceitos de microempresa, pequena empresa e microempresário individual, legislação aplicável e devidas obrigações trabalhistas, em cada caso.

• conceitos básicos de legislação trabalhista aplicáveis à pequena empresa, tais como contrato de trabalho, relação de emprego, relação de trabalho, empregado, empregador, poder de direção do empregador e principais formas de trabalho.

COMO A LEGISLAÇÃO DEFINE PEQUENA EMPRESA?

A Constituição Federal de 1988 foi precursora ao instituir tratamento diferenciado às pequenas empresas, inovando ao trazer para o nosso ordenamento jurídico a previsão para a fixação de diretrizes específicas no art. 170,

IX, que dispõe sobre o “tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no país”, também pelo disposto no art. 179:

 

Parte III - 8 - PROCESSOS DE MELHORIA

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PROCESSOS DE MELHORIA

Márcio Magalhães Fontoura

Mestre em Administração e doutor em Ciências Sociais (PUC-SP)

O que você verá a seguir:

• O contexto de mudanças provadas pela sociedade do conhecimento e a exigência maior de criatividade e inovação para garantir a competitividade empresarial.

• O processo de melhoria como uma atividade de gestão organizacional contínua e adequada aos novos cenários.

• Etapas necessárias para gerir processos de melhorias em novos negócios.

Na perspectiva filosófica do “devir”, do vir a ser constante, não existe o pronto e o acabado, tudo é construção contínua. Um plano de negócios exige esta visão, os cenários mudam e trazem novas exigências, as análises precisam ser refeitas e as estratégias precisam ser repensadas, por isso, os planos de negócios eternizados não eternizam as empresas. A perenidade das empresas depende da capacidade de o empreendedor perceber que a realidade é dinâmica. Eis um fator crítico de sucesso: faz-se necessário acompanhar continuamente as mudanças, que são processadas em velocidade cada vez maior, para perceber nelas as oportunidades que emergem. Avaliar os processos de

 

Parte III - 9 - INOVAÇÃO E MODELAGEM CRIATIVA DE NEGÓCIOS

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INOVAÇÃO E MODELAGEM

CRIATIVA DE NEGÓCIOS

Ilson Luiz Pereira

Mestre em Administração (USCS)

O que você verá a seguir:

• Conceito de inovação.

• Tipos de inovação – os 4 Ps da Inovação.

• Graus de inovação.

• Conceito de inovação aberta.

• Competitividade.

• Abordagens Estratégicas: quatro modelos com abordagens genéricas.

• Modelagem Criativa do Negócio: duas ferramentas para organizar as ideias e fomentar a criatividade.

Um dos principais fatores para uma empresa conquistar e manter seus diferenciais competitivos é a sua capacidade de inovação, seja em produtos e serviços oferecidos ao mercado, seja em métodos, processos de produção, organização de informações, processos ou estrutura organizacional. Inovar sempre, conquistando novas maneiras de fazer melhor ou com menor custo,

é fundamental para a manutenção de uma empresa no mercado supercom-

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Parte III - 10 - O NOVO EMPREENDEDOR DIGITAL

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O NOVO EMPREENDEDOR DIGITAL

Tarcísio Peres

Mestre em Ciências Biomédicas (Unicamp)

O que você verá a seguir:

Este capítulo busca promover uma atualização importante de seus conhecimentos. Para usar o termo mais propício, o objetivo é fazer um upgrade do empreendedor ante a revolução do mundo digital, especialmente dos últimos anos. Vamos falar das contribuições que a tecnologia da informação trouxe aos negócios digitais.

Frequentemente sentimos a necessidade de dividir nossa história em períodos. Um período é uma tentativa de agrupar diversas características que tornam um dado momento diferente, especial, único. Também batizamos os períodos com nomes que recordem essas características especiais. Esses agrupamentos e seus “nomes de guerra” ajudam a explicar e a entender a história de uma forma mais rica e didática. Pré- e pós-Guerra, Neolítico e Paleolítico, era FHC e era Lula, Período das Trevas e Iluminismo, e por aí vai.

Diversos pesquisadores e estudiosos criaram seus períodos. Um destes autores, chamado Alvin Toffler, criou períodos na forma de “ondas” em seu livro A Terceira Onda, de 1980. Em uma explicação breve e simplificada, na

 

Parte IV - 11 - ASPECTOS DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NAS EMPRESAS

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ASPECTOS DA GESTÃO DO

CONHECIMENTO NAS EMPRESAS

Lélia Zambrano

Doutora em Ciências Sociais (PUC-SP)

Manoel Francisco Guaranha

Doutor em Letras (USP)

O que você verá a seguir:

Vamos abordar neste texto a inovação como uma prática que transcende o processo de produção de bens e serviços; incorpora a  consciência permanente que acompanha todo o ciclo de vida dos produtos e serviços geridos pelas corporações modernas; promove práticas da gestão do conhecimento ligadas ao uso da tecnologia da informação com a finalidade de atender às demandas do pós-venda e de responder rapidamente ao público consumidor quando houver eventuais problemas nos produtos ou serviços.

A passagem do modelo mecanicista para o modelo orgânico e participativo, inspirado no método japonês de administração, aponta para uma gestão voltada à qualidade. Este texto elege dois pontos no binômio gestão e inovação: o problema do conhecimento ligado à reputação das empresas na era da hiperglobalização. Ambos exigem comunicação rápida e eficiente com os clientes.

 

Parte IV - 12 - RELAÇÕES PÚBLICAS NOS EMPREENDIMENTOS

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RELAÇÕES PÚBLICAS NOS

EMPREENDIMENTOS

Eiko Enoki

Mestre em Comunicação e Educação (Faculdade Anhembi Morumbi)

O que você verá a seguir:

Neste capítulo você lerá, de uma forma resumida, sobre o que faz o profissional de relações públicas e sua importância para as organizações. É a oportunidade de conhecer uma das profissões mais apaixonantes do mercado, para quem gosta de pessoas e de comunicação. Diálogo e relacionamentos com os públicos de interesse: esse é o mote do relações-públicas.

Com o advento da Era do conhecimento, a atividade de relações públicas

(RP) se tornou mais importante e algumas referências de atuação mudaram.

Por que esta ferramenta se tornou uma atividade conhecida e utilizada pelas empresas? Porque promove o diálogo e relacionamentos com os públicos de interesse de uma empresa, instituição pública ou organização do terceiro setor, pautando sua atuação pela ética, diálogo e entendimento.

Conforme destaca o professor Wilson Bueno, especialista em comunicação empresarial, esta atividade, que inclui as relações públicas, está prioritariamente incluída como uma estratégia organizacional, cujo papel fundamental é buscar eficácia, tanto ao interagir com os públicos de interesse

 

Parte IV - 13 - COMUNICAÇÃO INTEGRADA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

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COMUNICAÇÃO INTEGRADA PARA

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Alexandre Manduca

Doutorando em Comunicação e Semiótica (PUC-SP)

Genival Evangelista de Souza

Mestre em Administração (USCS)

O que você verá a seguir:

Você vai conhecer as principais ferramentas da comunicação integrada dentro do planejamento de marketing para as micro e pequenas empresas. Essas organizações devem integrar sua comunicação a todo o planejamento estratégico de marketing, garantindo o alinhamento das mensagens transmitidas em todos os seus níveis.

O fenômeno da globalização trouxe impactos e mudanças econômicas, políticas, sociais e tecnológicas no desenvolvimento, controle e distribuição da informação e comunicação. Neste cenário, a comunicação passa a ter um papel fundamental na forma de interagir e dialogar com os diversos públicos de interesses das empresas, apresentando novos desafios e novos rumos.

Comunicar passa a ser a chave dentro do planejamento estratégico das empresas, independentemente de seu porte ou ramo de atividade. Os empresários sentem que precisam “conversar” com seu público de outra forma, apresentar as diferenças, os benefícios e o posicionamento de seus produtos ou serviços para o mercado.

 

Parte IV - 14 - ENDOMARKETING NAS MPEs: POSSIBILIDADES E DESAFIOS

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ENDOMARKETING NAS MPEs:

POSSIBILIDADES E DESAFIOS

Patrícia Patrício

Doutora em Ciências da Comunicação (USP)

O que você verá a seguir:

Vamos conhecer o conceito de endomarketing e discutir seu potencial para alavancar o sucesso de micro e pequenas empresas (MPEs).

Antes mesmo de começar, precisamos esclarecer o que é endomarketing. Opa! Endo... O quê??? Endomarketing é um neologismo formado pelo prefixo grego “endo” (ενδο), que significa “posição interior” e origina palavras como endoscopia (“olhar dentro”) e endógeno (“que se forma no interior”), com a palavra inglesa “marketing” — essa, todos conhecemos.

Alguns estudantes dos cursos da área de gestão, quando tomam contato, a primeira vez, com a palavra, acham que endomarketing tem algo a ver com marketing pessoal, pois, afinal de contas, é voltado para dentro. Mas não é nada disso! Endomarketing se refere ao marketing direcionado para o público interno de uma organização — seja ela “ponto com” (empresa privada),

 

Parte V - 15 - GESTÃO DE ESTOQUES: ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA PARA MPEs

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GESTÃO DE ESTOQUES:

ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA

PARA MPEs

Fabiana Serralha Miranda de Pádua

Mestre em Engenharia de Produção (USP)

José Carlos Chiatto

Especialista em Logística Empresarial (FGV)

O que você verá a seguir:

Neste capítulo o leitor aprenderá um pouco mais sobre:

• A importância da gestão de estoques para a sobrevivência das MPEs.

• Os conceitos de gestão de estoques.

• Classificação ABC e seu cálculo.

• Tempo de reposição, ponto de pedido e custos de estoques.

• Previsão de demanda.

Você sabia que no Brasil são constituídas em torno de 440 mil novas empresas por ano? E dessas, cerca de 80 mil empresas fecham, conforme

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Capítulo 15

dados do Departamento Nacional de Registro Comercial (DNRC), ligado ao

Ministério do Desenvolvimento, Indústria, e Comércio Exterior (MDIC).

Se pensarmos em representatividade, as micro e pequenas empresas

 

Parte V - 16 - CULTURA EMPREENDEDORA E ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

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CULTURA EMPREENDEDORA E

ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

Aline Correia de Sousa

Mestre em Economia (Unesp)

O que você verá a seguir:

A relação entre a cultura empreendedora e os Arranjos Produtivos Locais (APLs).

A definição de APL.

Um resumo dos principais estudos sobre APLs.

A diferença entre APL e Sistema Nacional de Inovação (SNI).

Como são os APLs no Brasil — e o caso paulista.

A crescente internacionalização dos negócios, o aumento da concorrência e a necessidade de introduzir nas corporações as novas tecnologias de inovação e de comunicação existentes no mercado têm pressionado os empresários, de um lado, a adotarem estratégias capazes de desenvolver o conhecimento, a capacidade inovativa e a competitividade; e os gestores públicos, de outro, a promover medidas para enfrentar os desafios de desenvolvimento regional.

Uma vez que a cultura empreendedora é formada pela junção de duas ou mais formas de empreendedorismo — entre elas, o perfil empreendedor e as ações de empreendedorismo coletivo, por exemplo —, afirma-se que é

 

Parte V - 17 - UMA STARTUP DE SUCESSO NA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

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UMA STARTUP DE SUCESSO

NA ÁREA DE TECNOLOGIA

DA INFORMAÇÃO

Ana Cláudia Melo Tiessi Gomes de Oliveira

Doutora em Engenharia da Computação (USP)

O que você verá a seguir:

Vamos contar a história de uma startup da área de TI, para apresentar os detalhes da criação e do produto oferecido. Dessa forma, serão conceituados os principais termos relacionados com uma startup.

Uma startup é uma empresa nova, em estágio embrionário ou ainda em fase de constituição, que conta com projetos promissores, ligados a pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras. Por ser jovem e estar implantando uma ideia no mercado, outra característica das startups é possuir risco envolvido no negócio, porém com baixo custo e grande expectativa de crescimento. Conforme o Sebrae, algumas empresas já solidificadas no mercado e líderes em seus segmentos, como o Google, a Yahoo e o Ebay, também são consideradas startups.

As startups quando estão na fase embrionária podem receber investimentos. Esses investidores são chamados de Investidores-Anjo. Segundo

 

Parte VI - 18 - COOPERATIVAS DE CATADORES DE RESÍDUOS RECICLÁVEIS NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO SOBRE EMPREENDEDORISMO SOCIAL

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COOPERATIVAS DE CATADORES

DE RESÍDUOS RECICLÁVEIS

NA CIDADE DE SÃO PAULO:

UM ESTUDO SOBRE

EMPREENDEDORISMO SOCIAL

João Alves Pacheco

Doutor em Educação (PUC-SP)

O que você verá a seguir:

Preliminarmente, vamos estabelecer o significado de empreendedorismo social. Em seguida, vamos conhecer como se organiza uma cooperativa, discutir a importância da reciclagem, apresentar a Política

Nacional de Resíduos Sólidos e comparar a política pública brasileira com iniciativas do Exterior — esses aspectos foram resgatados de um artigo que divulguei no IX Workshop de Pós-Graduação do Centro Paula

Souza, em outubro de 2014. Finalmente, vamos conhecer os “achados” iniciais de pesquisa em curso sobre as cooperativas de catadores de resíduos na cidade de São Paulo.

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Capítulo 18

EMPREENDEDORISMO SOCIAL, QUE “BICHO” É ESSE?

Antes de falarmos das cooperativas, é importante estabelecer o significado de empreendedorismo social. Por se tratar de um conceito novo e em construção, optamos, como recurso didático, por apresentar o quadro comparativo elaborado por Edson Marques Oliveira. No livro Empreendedorismo social: Da teoria à prática, do sonho à realidade: ferramentas e estratégias, o autor indica as diferenças entre o empreendedorismo privado, a responsabilidade social empresarial

 

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