Avaliação de Projetos - Por uma Infraestrutura mais Sustentável

Autor(es): MARTLAND, Carl D.
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Tendo por base a experiência do curso ministrado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) ao longo dos últimos dez anos, o autor Carl D. Martland produziu esta Avaliação de Projetos: Por uma Infraestrutura Sustentável.A obra traz métodos básicos de engenharia econômica passíveis de serem aplicados em grandes planejamentos estruturais. A ideia é fornecer aos leitores o instrumental teórico e prático de modo a compreender e avaliar projetos de infraestrutura levando em consideração o desempenho e, da mesma forma, os aspectos econômicos e ambientais. Nesse cenário, o fator sustentabilidade tem sido cada vez mais relevante ecológica e financeiramente.O livro envolve temas como gestão de projetos, desempenho de sistemas, conceitos de sustentabilidade e métodos de engenharia econômica, que também podem ser úteis em negócios e decisões pessoais rotineiras – mostrando, inclusive, o impacto de planejamentos mal concebidos ou implementados.Como ferramentas importantes para o aprendizado, há, ainda, muitos estudos de caso, exemplos e exercícios baseados em problemas cotidianos que mostram como importantes projetos de infraestrutura são avaliados, planejados, realizados e financiados.

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Capítulo 1 - Introdução

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Capítulo

1

Introdução

Concentre-se, primeiramente, nos aspectos da infraestrutura que fornecem serviços essenciais, ou seja, nos que envolvem água potável, águas servidas, transportes, energia e comunicações... O crescimento dos negócios e da população já ultrapassou a capacidade dos sistemas atuais. Para satisfazer as expectativas do usuário, os planejadores, em um primeiro momento, devem determinar as demandas do público em relação aos níveis e à resiliência* de tais serviços e à quantidade de recursos que deve ser gasta para mantê-los e depois determinar quais alternativas existem e que atitudes precisam ser tomadas para satisfazer essas expectativas.1

1.1 PARA UMA INFRAESTRUTURA MAIS SUSTENTÁVEL: PROJETOS E PROGRAMAS MELHORES

As sociedades modernas dependem de sistemas baseados em uma vasta infraestrutura que deem suporte ao transporte e à comunicação eficientes, proporcionem amplos suprimentos de água limpa e energia, e permitam o tratamento e descarte eficazes dos resíduos. O desempenho desses sistemas pode ser medido em relação a muitos fatores, incluindo custo, consumo de energia, recursos necessários, capacidade, qualidade dos serviços, segurança, impactos sobre a sociedade e impactos sobre o meio ambiente. O desempenho também pode ser medido em termos de sustentabilidade, um conceito amplo que se refere à capacidade de um sistema para ter um bom desempenho ao longo de um período de tempo muito vasto.

 

PARTE I - Capítulo 2 - Desempenho do Sistema

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Capítulo

2

Desempenho do Sistema

Como é sempre mais fácil e, no final, mais barato ser preciso do que impreciso, o bom engenheiro sempre será exato em todos os fundamentos, mas ele não perderá tempo tentando alcançar uma acurácia desnecessária que não agrega sensivelmente ao valor final do seu trabalho.

Arthur M. Wellington, The Economic Location of Railways

(John Wiley & Sons, 1911)

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 2.1 Introdução ao Desempenho dos Sistemas Baseados em Infraestrutura

O desempenho não pode ser capturado por um único indicador

O desempenho depende de questões sociais, políticas e empresariais, bem como das questões de engenharia

O desempenho pode ser documentado, modelado e gerido

Seção 2.2 Custo do Sistema

Custos totais, médios, marginais e incrementais

Custos fixos e variáveis

Volume de ponto de equilíbrio para dar preferência a uma opção com custos fixos mais elevados

Utilização de recursos: custos econômicos versus custos financeiros

 

PARTE I - Capítulo 3 - Conceitos Básicos de Economia

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Capítulo

3

Conceitos Básicos de Economia

A qualidade da infraestrutura de uma nação é um indicador crítico da sua vitalidade econômica. O transporte confiável, a água limpa e o descarte seguro dos resíduos são elementos básicos de uma sociedade civilizada e de uma economia produtiva. Sua ausência ou falha introduz uma dimensão intolerável de risco e privações na vida diária e um obstáculo importante para o crescimento e a competitividade.

Conselho Nacional de Melhoria das Obras Públicas

Fragile Foundations: A Report on America’s Public Works,

Relatório Final para o Presidente e o Congresso (Fevereiro, 1988), p. 1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 3.1 Introdução

Seção 3.2 Oferta e Demanda

Funções da oferta e funções da demanda

Equilíbrio entre oferta e demanda

Elasticidade da demanda

Ganhos para os consumidores

Seção 3.3 Precificação

Precificação pelo custo marginal em um ambiente competitivo

Economias de escala, escopo e densidade

 

PARTE I - Capítulo 4 - Perspectiva Pública: Preocupações Econômicas, Ambientais e Sociais

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Capítulo

4

Perspectiva Pública:

Preocupações Econômicas,

Ambientais e Sociais

A felicidade não reside na mera posse do dinheiro; ela reside na alegria da realização, na emoção do esforço criativo. A alegria e o estímulo do trabalho não devem ser esquecidos na perseguição louca dos lucros efêmeros. Esses dias negros valerão tudo o que nos custam se nos ensinarem que o nosso verdadeiro destino não é o de sermos servidos, mas o de servirmos a nós mesmos e aos nossos semelhantes... A nossa tarefa primordial é colocar as pessoas para trabalhar. Não se trata de um problema insolúvel, se o enfrentarmos com inteligência e coragem. Podemos consegui-lo em parte através do recrutamento direto do próprio governo, tratando a tarefa como trataríamos a emergência de uma guerra, mas, ao mesmo tempo, através desta geração de emprego, realizar projetos muito necessários para estimular e reorganizar o uso dos nossos recursos naturais.

Franklin D. Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos.

 

PARTE I - Capítulo 5 - Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do Sistema

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Capítulo

5

Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do

Sistema

A ideia básica é definir as alternativas em um nível de detalhe apenas suficiente para permitir que as diferentes partes interessadas as classifiquem pelo menos em termos de conveniência, segundo cada critério identificado.

Theodor J. Stewart, “Thirsting for Consensus: Multicriteria Decision Analysis

Helps Clarify Water Resources Planning in South Africa,”

OR/MS Today (Abril de 2003): 30−34

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 5.1 Introdução

Seção 5.2 Apresentação de Todos os Resultados em Termos Monetários

Vantagens de utilizar uma métrica monetária para vários critérios

Dificuldade de expressar todas as medidas em termos monetários

Seção 5.3 Valor Presente Líquido: Comparação dos Custos e Benefícios Atuais e Futuros

Desconto dos custos e benefícios futuros

Valor presente líquido dos custos e benefícios

Seção 5.4 Medição da Eficiência em Termos de Custo

 

PARTE I - Capítulo 6 - O Canal do Panamá

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Capítulo

6

O Canal do Panamá

Para os europeus, os benefícios e as vantagens do canal proposto são grandes; para os americanos, são incalculáveis.

Ulysses S. Grant, Presidente dos Estados Unidos da América

6.1 INTRODUÇÃO

Este capítulo conclui a Parte I deste texto apresentando um estudo de caso do canal do Panamá, um dos grandes projetos de infraestrutura dos últimos 200 anos e uma das ligações mais importantes no sistema de transportes global. Esse estudo de caso captura parte da paixão e visão que motiva as pessoas a prosseguir com grandes projetos, e também ilustra as muitas armadilhas e perigos que podem arruinar os que tentam fazer demais, cedo demais, sem os recursos necessários. Sendo um estudo de caso, este capítulo é bem diferente dos demais neste texto, pois se destina a fornecer detalhes contextuais em quantidade suficiente para acender a discussão e incentivar debates pertinentes aos vários conceitos até aqui apresentados. Afastando-se dos conceitos e metodologias, ele oferece informações sobre o tema global da Parte I – “Construção de Infraestrutura para Atender as

 

PARTE II - Capítulo 7 - Equivalência dos Fluxos de Caixa

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Capítulo

7

Equivalência dos Fluxos de Caixa

Se resume a pedaços de papel, números, taxa interna de retorno, valor presente líquido, fluxos de caixa descontados – é disso que se trata... Com certeza, queremos criar qualidade e queremos criar algo que será uma declaração, mas se você não consegue fazer isso e ainda tem financiamento e retorno, então por que estamos fazendo?”

Terry Soderberg1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 7.1 Introdução

Seção 7.2 Valor Temporal do Dinheiro

Razões para descontar os fluxos de caixa futuros: potencial para o crescimento, inflação e risco

Seção 7.3 Relações de Equivalência

Valor presente de uma cadeia arbitrária de fluxos de caixa

Valores futuros e anuidades equivalentes ao valor presente

Notação para descrever as relações de equivalência

Utilização de tabelas que exibem estas relações de equivalência

Seção 7.4 Composição Contínua: Taxas de Juros Nominais versus Efetivas

Juros compostos: taxas de juros nominais e efetivas

 

PARTE II - Capítulo 8 - Escolha de uma Taxa de Desconto

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Capítulo

8

Escolha de uma Taxa de Desconto

O maior produtor de minério de ferro do mundo [vendeu] US$ 1 bilhão em títulos de investimento com vencimento em

2016 cotados para render 6,254%. A Companhia Vale do Rio Doce, que no último ano se tornou a primeira empresa brasileira a ganhar uma classificação de grau de investimento, emitiu a dívida para financiar a recompra de US$ 300 milhões de seus títulos a 9% devidos em 2013, reduzindo assim os custos de empréstimo da empresa.

“CVRD Issues Record Bond”, LatinFinance, 4 de fevereiro de 2006.

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 8.1 Introdução

Seção 8.2 Conceitos Financeiros Relacionados

Lucros e taxa de retorno versus valor presente líquido dos fluxos de caixa

Alavancagem

Seção 8.3 Fatores que Afetam a Taxa de Desconto

Taxa de retorno mínima aceitável (TRMA)

TRMA em função do custo da oportunidade, inflação e risco

TRMA pela perspectiva dos investidores, empreendedores, empresas e agências públicas

 

PARTE II - Capítulo 9 - Avaliação Financeira

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Capítulo

9

Avaliação Financeira

Terei prazer em pagar-lhe na terça por um hambúrguer de hoje.

J. Wellington Wimpy (amigo do Popeye)

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 9.1 Introdução

Seção 9.2 Maximização do Valor Presente Líquido

Maximização do VPL dos fluxos de caixa ou dos benefícios econômicos ao longo da vida de um projeto

As classificações baseadas no VPL, nas anuidades ou no valor futuro serão todas iguais

Seção 9.3 Importância da Vida do Projeto

A escolha da vida do projeto pode afetar a avaliação do mesmo

Utilize o bom senso na escolha da vida do projeto

Seção 9.4 A Aplicação do Desconto Ignora as Catástrofes Futuras?

O VPL das verdadeiras catástrofes será grande, apesar das deduções

A diminuição ou postergação das catástrofes pode justificar investimentos substanciais

Seção 9.5 Taxa Interna de Retorno

Cálculo da taxa interna de retorno e uso da TIR para classificar os projetos

Lidando com problemas que podem surgir durante o uso da TIR

 

PARTE II - Capítulo 10 - Regras do Jogo: Impostos, Depreciação e Regulamentação

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208

Capítulo 10

Capítulo

10

Regras do Jogo: Impostos,

Depreciação e Regulamentação

A lei de zoneamento de 1916 – a primeira do país – regulamentou a maior parte das edificações, sua altura e suas utilizações. Ela dividiu a cidade em três zonas – residencial, comercial e irrestrita – e conferiu poderes ao Board of

Estimate* para regulamentar a sua utilização, altura e a maioria das edificações em todas as ruas na cidade, dependendo da zona em que o quarteirão se encontrava.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 10.1 Introdução

Seção 10.2 Depreciação e Impostos

Como o imposto sobre a renda afeta os fluxos de caixa e as decisões sobre investimentos

A importância da depreciação

Métodos comuns para calcular a depreciação

Como a política pública afeta os impostos e como a depreciação pode influenciar as decisões sobre investimentos

Ajuste dos impostos sobre a propriedade para promover o desenvolvimento

Seção 10.3 Normas de Uso do Terreno

 

PARTE III - Capítulo 11 - Desenvolvimento de uma Estratégia para Lidar com um Problema

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Capítulo

11

Desenvolvimento de uma

Estratégia para Lidar com um

Problema

Espero que, no fim das contas, venha a se comprovar a viabilidade de construir um canal no nível do mar.

Indubitavelmente, no fim esse canal seria melhor, se for viável, e acho que uma das principais vantagens da Rota do

Panamá é que, no fim das contas, um canal no nível do mar será uma possibilidade. Mas, enquanto prestar atenção à perfectibilidade ideal do esquema pela perspectiva de um engenheiro, lembre-se da necessidade de ter um plano que vá proporcionar a construção imediata do canal nos termos mais seguros e no menor tempo possível.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 11.1 Introdução

Seção 11.2 Identificação das Necessidades e Objetivos

Preparação de uma declaração das necessidades para evitar a limitação do projeto

Utilização da declaração das necessidades para preparar os objetivos de um projeto

Necessidade de interação no desenvolvimento de uma boa declaração das necessidades

 

PARTE III - Capítulo 12 - Parcerias Público-Privadas

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252

Capítulo 12

Capítulo

12

Parcerias Público-Privadas

As PPP bem estruturadas e bem implementadas oferecem a perspectiva de ganhos eficientes na construção de ativos de infraestrutura e no provisionamento de serviços baseados em infraestrutura e, portanto, também diminuem os custos governamentais na disponibilização destes serviços.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 12.1 Introdução

Motivação para as parcerias público-privadas

Pontos fortes e fracos relativos às abordagens do setor público e privado para lidar com as necessidades do público

Situações em que as agências públicas e o setor privado poderiam trabalhar juntos nos projetos

Seção 12.2 Princípios das Parcerias Público-Privadas

Cada parceiro tem de estar satisfeito com a sua parcela nos custos previstos e também nos benefícios e riscos

Cada projeto é um caso à parte

A parceria deve ser concebida para lidar com uma determinada situação

Seção 12.3 Criação de um Arcabouço para uma Parceria

 

PARTE III - Capítulo 13 - Lidando com Riscos e Incertezas

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Capítulo

13

Lidando com Riscos e Incertezas

Nossa necessidade fundamental não é a elucidação do misterioso, mas uma avaliação da significância do óbvio.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 13.1 Introdução

Seção 13.2 Modelagem do Desempenho

Utilização de modelos para compreender a inter-relação entre os vários fatores que afetam o sucesso ou fracasso de um projeto

Modelos analíticos determinísticos e modelos de simulação probabilística

Incorporação de variáveis aleatórias em um modelo de planilha

Seção 13.3 A Melhor Forma de Aperfeiçoar a Segurança do Sistema: Avaliação Probabilística do Risco

Conceitos básicos de avaliação probabilística do risco

Estimativa dos riscos globais associados com um sistema de infraestrutura

A importância dos riscos percebidos

Fatores que fazem com que as pessoas temam certos tipos de riscos

Como as respostas inadequadas a um acidente ou incidente podem levar a consequências indiretas graves

 

PARTE III - Capítulo 14 - Gestão de Projetos e Programas

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308

Capítulo 14

Capítulo

14

Gestão de Projetos e Programas

Uma jornada de mil milhas começa com um único passo.

Provérbio chinês

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 14.1 Introdução

Seção 14.2 Estágios na Gestão de Projetos

Desenvolvimento de estratégias para executar o projeto

Gestão da construção

Gestão da transição da construção para a operação

Conclusão do projeto

Avaliação ou auditoria do projeto

Seção 14.3 Técnicas de Gestão de Projetos

Termo de referência

Estrutura de divisão do trabalho

Diagramas de rede

Cronogramas e o caminho crítico

Gráficos de responsabilidade linear

Estimativa das necessidades de recursos

Orçamentos e estimativa de custos

Seção 14.4 Organização de Projetos

Principais abordagens para a gestão de projetos, incluindo concepção/construção, concepção/construção/ope­ ração e concepção/construção/operação/transferência

Seção 14.5 Gestão de Projetos Muito Grandes

 

PARTE III - Capítulo 15 - Rumo a uma Infraestrutura Mais Sustentável

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Capítulo

15

Rumo a uma Infraestrutura Mais

Sustentável

Mas me veio então pela primeira vez, tenho certeza, o quão promíscua e desregrada era aquela confusão de minas e casas, minas de carvão e bandos de potes, pátios ferroviários, canais, escolas, fornalhas e altos-fornos, igrejas, capelas, casebres de loteamento, uma ampla aglomeração irregular de feios desastres fumegantes nos quais os homens viviam felizes como rãs em uma lata de lixo. Cada coisa empurrava e estragava as outras coisas no entorno; cada uma ignorava as demais em torno de si, a fumaça do alto-forno contaminava a argila dos potes, o barulho da estrada de ferro ensurdecia os fiéis na igreja, os bares impulsionavam a corrupção para as portas das escolas, as casas lúgubres se espremiam miseravelmente em meio às monstruosidades da industrialização, com um efeito de buscar a imbecilidade.

A humanidade sufocava em meio a seus produtos e toda a sua energia ia para aumentar a sua desordem, como uma coisa cega e ferida que se afunda em um pântano.

 

PARTE III - Capítulo 16 - Considerações Finais e Outras Informações

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Capítulo

16

Considerações Finais e Outras

Informações

Os engenheiros civis são solucionadores de problemas, mas precisamos ampliar o escopo dos nossos serviços para incluir a definição do problema. Os engenheiros civis devem ir além, raciocinando em termos dos limites específicos do projeto e dos escopos do trabalho, e passarem a se envolver nas decisões relacionadas ao problema e nas políticas em nível de sistema para obter soluções sustentáveis de longo prazo. Devemos ser os facilitadores da colaboração entre as várias agências/proprietários e entre as fronteiras jurisdicionais. Também devemos assumir um papel de liderança no desenvolvimento de métodos aceitáveis e sustentáveis de financiar o desenvolvimento da infraestrutura e a gestão de recursos.

Katty J. Caldwell, ASCE News, junho de 2009

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 16.1 Introdução

Seção 16.2 Lições Fundamentais na Parte I: Construir Infraestrutura para Atender às Necessidades da

 

Apêndice A - Tabelas de Equivalência

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Apêndice

A

Tabelas de Equivalência

Resumo

Martland Apêndice A.indd 389

10/9/2013 14:54:45

Martland Apêndice A.indd 390

0,9851

0,9705

0,9561

0,9418

0,9278

0,9140

0,9004

0,8871

0,9420

0,8874

0,8360

0,7876

0,7419

0,6989

0,6584

0,6203

6

12

18

24

30

36

42

48

0,9011

0,8121

0,7318

0,6594

0,5942

0,5355

0,4826

0,4349

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

6

12

18

24

30

36

42

48

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

6

12

18

24

30

36

42

48

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

0,1770

0,0931

0,0652

0,0514

0,0431

0,0377

0,0338

0,0310

1,75%

[A/P,i%,N]

0,1725

0,0888

0,0610

0,0471

0,0387

 

Apêndice B - Relações de Equivalência para Gradientes Uniformes e Sequências Geométricas

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396

Apêndice B

Apêndice

B

Relações de Equivalência para Gradientes Uniformes e

Sequências Geométricas

B.1 O PAPEL DOS FATORES DE EQUIVALÊNCIA NA AVALIAÇÃO

DAS PROPOSTAS DE INFRAESTRUTURA: REVISÃO

O Capítulo 7, “Equivalência dos Fluxos de Caixa”, apresentou as relações básicas da engenharia econômica utilizadas repetidamente na avaliação e custeio dos projetos. Dada uma taxa de desconto adequada, essas relações podem ser utilizadas para converter qualquer série arbitrária de fluxos de caixa em um valor presente líquido P, valor futuro F ou valor de anuidade A. Foram derivadas equações para seis fatores de equivalência:

1. [P/F,i,N] Valor presente P, dado o valor futuro F, a taxa de desconto i e a quantidade de períodos de tempo

N. Este fator pode ser utilizado repetidamente para converter qualquer série de fluxos de caixa em um valor presente.

2. [F/P,i,N] Valor futuro F no final do período de tempo N, dado o valor presente P e a taxa de desconto i.

 

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