Contabilidade Simplificada

Autor(es): CHAGAS, Gilson
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“Contabilidade Simplificada para Concursos e Exame de Suficiência” é destinada aos estudantes de Contabilidade, em nível acadêmico ou em cursos livres, que, nas localidades mais diversas do País, vêm buscando, por meio dos concursos, o emprego efetivo no serviço público das três esferas de governo. A obra propõe de maneira didática e com linguagem simplificada conceitos e descrição dos dados, resolução de questões, análise e comentários das provas do Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade, nas edições 2014.1, 2015.2 e 2016.1. Com capítulos bem estruturados e com o uso de recursos estilísticos como títulos e figuras de linguagem, sem prejuízo de sua pertinência com a matéria e a fidelidade à técnica contábil pura, contém referências sutis interdisciplinares. Percebido na horizontalidade e na verticalidade de seus conteúdos, o livro constitui-se em um guia útil ao aprendizado da Contabilidade e revela, adicionalmente, um contexto cultural que buscou transcender os limites dos números e das palavras.

 

21 capítulos

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Apresentação

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apresentação

Este livro, que prazerosamente oferecemos ao crivo da sociedade leitora, é nossa quarta obra na área contábil.

Antes de redigirmos o texto-base e organizarmos as questões aplicadas em concursos públicos, bem como as provas do Exame de Suficiência do Conselho

Federal de Contabilidade (CFC), levamos a ideia a alguns pares do magistério com vivência no gênero das publicações. Objetivo: testar a lógica da iniciativa e, de algum modo, dimensionar os atributos e a amplitude da população que poderia ser alcançada pelo livro.

Some-se a essas sondagens preliminares o natural controle de qualidade a que textos e exercícios são submetidos no cotidiano das salas de aula. São os estudantes, em última análise, que, dia após dia, filtram e selecionam aqueles materiais que, num momento futuro e oportuno, tomarão forma gráfica adequada e se disseminarão no mercado em forma de obra técnico-didática.

Ao conjunto desse feedback, que sempre concorre para o aprimoramento da técnica e da mensagem, adicionam-se, em outro grau de valor, a análise e a preparação minuciosas por que passam os originais do livro no âmbito da Editora

 

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Este livro, que prazerosamente oferecemos ao crivo da sociedade leitora, é nossa quarta obra na área contábil.

Antes de redigirmos o texto-base e organizarmos as questões aplicadas em concursos públicos, bem como as provas do Exame de Suficiência do Conselho

Federal de Contabilidade (CFC), levamos a ideia a alguns pares do magistério com vivência no gênero das publicações. Objetivo: testar a lógica da iniciativa e, de algum modo, dimensionar os atributos e a amplitude da população que poderia ser alcançada pelo livro.

Some-se a essas sondagens preliminares o natural controle de qualidade a que textos e exercícios são submetidos no cotidiano das salas de aula. São os estudantes, em última análise, que, dia após dia, filtram e selecionam aqueles materiais que, num momento futuro e oportuno, tomarão forma gráfica adequada e se disseminarão no mercado em forma de obra técnico-didática.

Ao conjunto desse feedback, que sempre concorre para o aprimoramento da técnica e da mensagem, adicionam-se, em outro grau de valor, a análise e a preparação minuciosas por que passam os originais do livro no âmbito da Editora

 

Capítulo 1 - ESCRITURAÇÃO –O JOGO DOS DADOS

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Capítulo 1

ESCRITURAÇÃO –

O JOGO DOS DADOS

Escrituração contábil é o registro dos dados e fatos econômico-financeiros gerados na empresa ou para a empresa. Cada um desses registros altera de forma quantitativa e/ou qualitativa o patrimônio da entidade.

1.1 A ATIVIDADE HOJE

Enfatize-se inicialmente que, no estágio atual da contabilidade brasileira, os registros contábeis, fiscais etc. – bem como a geração dos relatórios ou demonstrativos que os ordenam e consolidam – são feitos por meio de sistemas eletrônicos que interligam as diversas áreas da organização. Ao profissional por eles responsável caberá a tarefa de alimentar e operar adequadamente seus sistemas, gerenciar os dados e relatórios produzidos e dar-lhes direcionamento em tempo hábil, segundo as finalidades para que são concebidos.

Cumpre esclarecer também que, a exemplo das demais ferramentas que compõem o aparato tecnológico aplicado ao universo profissional como um todo, os sistemas eletrônicos em uso na atividade contábil brasileira tornam-se a cada dia mais sofisticados e acessíveis aos operadores da profissão.

 

Capítulo 2 - BALANCETE DE VERIFICAÇÃO (em linguagem de hoje)

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Capítulo 2

BALANCETE DE VERIFICAÇÃO

(em linguagem de hoje)

Em linguagem técnica, o balancete de verificação é um instrumento obrigatório da Contabilidade, destinado a aferir a exatidão dos valores por ela escriturados até a data de sua elaboração.

Numa linguagem simples pode-se definir balancete de verificação como uma tabela ou quadro de contas, com os respectivos saldos, que a contabilidade prepara – mensalmente ou a qualquer tempo – como peça intermediária entre a escrituração feita na empresa e seu balanço patrimonial.

Convém acrescentar que o balancete de verificação não se rege pelas mesmas normas que disciplinam a elaboração do balanço patrimonial. Tampouco o balancete é preparado em função do balanço. A recíproca, porém, é verdadeira: ele constitui a peça-base para a estruturação do balanço, no instante que a entidade dele precisar, e é obrigatório também no encerramento de cada exercício social.

2.1 PARTICULARIDADES

Entre as características e funções do balancete, merece especial destaque aquela que estabelece a igualdade entre os saldos das contas devedoras e credoras que o compõem. Em outros termos: a soma final dos saldos devedores e credores deve ser igual.

 

Capítulo 3 - DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS –NOVA ORDEM

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Capítulo 3

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS –

NOVA ORDEM

Harmonizar as demonstrações contábeis brasileiras com as normas internacionais é um antigo desejo dos pensadores dessa ciência e profissão. E, graças ao contínuo empenho das lideranças, a contabilidade, suas técnicas e ferramentas têm evoluído de tal modo que o status que experimentamos hoje difere significativamente do que fomos ontem e por certo ainda está aquém daquilo que seremos amanhã.

Dessa forma, as alterações inseridas no ordenamento brasileiro, em dezembro de 2007, por meio da Lei n. 11.638, e aprimoradas em 2008 pela Medida

Provisória 449 (convertida na Lei n. 11.941/2009), são consequências naturais do que tem sido buscado no curso dos anos e, assim, foram acolhidas de bom grado pelo conjunto da classe.

Não obstante, como costuma acontecer em todo processo de mudanças, tais alterações acarretariam, num primeiro instante, transtornos inevitáveis à atividade, ao ensino acadêmico e à própria bibliografia estabelecida até então. É que, além das reformulações requeridas pelas ferramentas, como sistemas eletrônicos etc., uma importante parcela do acervo bibliográfico da área contábil – notadamente as publicações editadas até 2008 –, em um curto lapso, foi sucessivamente desatualizada. O novo ordenamento modifica a estrutura do balanço e o número das demonstrações obrigatórias, com a exclusão de uma – Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (Doar) – e a inclusão de duas outras – Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado DVA).

 

Capítulo 4 - O BALANÇO PATRIMONIAL ANTES, DURANTE E DEPOIS

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Capítulo 4

O BALANÇO PATRIMONIAL ANTES,

DURANTE E DEPOIS

Não por acaso o balanço patrimonial é a demonstração contábil brasileira mais popular do “mercado”. Além de sua inegável aplicação no universo organizacional, ele tem levantamento obrigatório em todas as entidades regulares do país, independentemente do ramo de atividade e do porte.

O balanço patrimonial representa a chamada estática patrimonial, isto é, consiste na relação ordenada das contas patrimoniais da entidade, com os saldos do dia em que ele é elaborado. Esse dia pode ser em qualquer época do ano – e, necessariamente, no encerramento de cada exercício.

Divide-se em dois grandes hemisférios: Ativo (lado esquerdo) e Passivo (lado direito). São duas bandas graficamente paralelas e opostas por natureza. Essas bandas, por sua vez, são subdivididas em grupos (obviamente) menores, levando em conta determinadas particularidades de seus componentes. Neles, estão relacionados os haveres e deveres da entidade (bens, direitos e obrigações) e sua situação líquida, positiva ou negativa, como segmento resultante da chamada equação patrimonial.

 

Capítulo 5 - DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA )

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Capítulo 5

DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU

PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA)

Embora a Lei n. 11.638/2007 tenha excluído do patrimônio líquido (PL) a conta Lucros Acumulados, a DLPA permanece na lista das demonstrações estabelecidas e descritas pela Lei n. 6.404/76.

Essa demonstração está contida no art. 186 da lei retromencionada, com atualização e todos os efeitos da Lei n. 11.638/2007:

Art. 186. A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados discriminará:

I – o saldo do início do período, os ajustes de exercícios anteriores e a correção monetária do saldo inicial;

II – as reversões de reservas e o lucro líquido do exercício;

III – as transferências para reservas, os dividendos, a parcela dos lucros incorporada ao capital e o saldo ao fim do período.

§ 1º Como ajustes de exercícios anteriores serão considerados apenas os decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil, ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior, e que não possam ser atribuídos a fatos subsequentes.

 

Capítulo 6 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO (DRE) – verticale dedutiva

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Capítulo 6

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO

DO EXERCÍCIO (DRE) – vertical e dedutiva

... O ouro e a prata

Julgamos oportuno esclarecer de princípio – tendo em vista dúvidas e indagações recorrentes nos cursos de contabilidade, sobretudo entre os alunos iniciantes – que a elaboração da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e do balanço patrimonial, como também ocorre com as demais demonstrações, não tem preferência de ordem. Isto é, as demonstrações contábeis são feitas na mesma data, mas é indiferente sua ordem de elaboração.

A DRE (também conhecida como Demonstração do Resultado do Período), não tem a função de apurar os lucros ou prejuízos do exercício, embora seu nome possa sugerir tal papel. Trata-se apenas de um demonstrativo pormenorizado do que já foi contabilizado no processo de apuração.

A tarefa de apurar o resultado consiste em um procedimento específico, adotado pela contabilidade no encerramento de cada período.

6.1 COMO...

Os saldos das contas de receitas e despesas são transferidos, por meio de lançamentos próprios, para a conta transitória Resultado do exercício (ou Lucros e perdas, como preferem alguns autores). Essas contas (receitas e despesas) são submetidas a lançamentos de transferência para Resultado do exercício, e a diferença entre as receitas (as quais são credoras) e as despesas (que são devedoras) será o lucro alcançado ou o prejuízo sofrido pela entidade. Por fim, o resultado – positivo ou negativo – será distribuído, por meio de contas próprias e específicas, para o Passivo, em geral, o Passivo circulante, e para o Patrimônio líquido (PL).

 

Capítulo 7 - A DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE

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Capítulo 7

A DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE

CAIXA EM UM NOVO PATAMAR

Somente a partir de 2008 a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) passou a figurar no rol oficial das demonstrações contábeis brasileiras. Tornou-se obrigatória para as sociedades anônimas de capital aberto ou para aquelas de capital fechado com patrimônio líquido igual ou superior a dois milhões de reais.

Antes, a DFC era praticada de forma pontual em boa parte das empresas nacionais como ferramenta de gestão, notadamente por iniciativa de seus departamentos financeiros. De instrumento facultativo, foi elevada por lei a nova categoria, com vigência para o ano de 2008.

Sua inclusão no leque dos demonstrativos obrigatórios é uma antiga reivindicação de lideranças contábeis, como alternativa à Demonstração de Origens e

Aplicações de Recursos (Doar), vista no ambiente profissional como um relatório de difícil preenchimento e interpretação. Sua aplicabilidade também era questionada, particularmente no que tange à capacidade de proporcionar respostas plausíveis às demandas de liquidez imediata e/ou com prazos reduzidos.

 

Capítulo 8 - DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO –partilhando valores

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Capítulo 8

DEMONSTRAÇÃO DO

VALOR ADICIONADO – partilhando valores

Entre suas propriedades a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) tem o papel de retratar a riqueza que a entidade auferiu no exercício e a forma como esses valores foram distribuídos entre os correspondentes (fornecedores, governos etc.), colaboradores e proprietários.

A exemplo da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), com a qual, inclusive, guarda certas semelhanças estruturais, a DVA tem sua elaboração fundada no regime de competência. Não possui, portanto, relação direta com recebimentos ou pagamentos, e sim com receitas e gastos computados à conta da entidade.

8.1 APONTAMENTOS HISTÓRICOS

A DVA, embora seja praticada há tempos por grandes organizações nacionais, com elaboração e publicação sempre respaldadas pela Comissão de Valores

Mobiliários (CVM) – e institucionalizada pelo Conselho Federal de Contabilidade

(CFC), por meio da CPC 09 (normativo mais recente) –, só a partir do exercício de 2008 passou a integrar o texto da Lei n. 6.404/76.

 

Capítulo 9 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

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Capítulo 9

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES

DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

9.1 DEFINIÇÃO E SERVENTIA

Embora a Lei n. 6.404/76 não lhe trace diretrizes – tampouco a estruture –, a exemplo do tratamento dispensado às outras demonstrações contábeis, em seu art. 186, § 2o, menciona-se a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido

(DMPL), o que oficializa sua existência.

9.1.1 LEI É LEI

Art 186, § 2º A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados deverá indicar o montante do dividendo por ação do capital social e poderá ser incluída na demonstração das mutações do patrimônio líquido, se elaborada e publicada pela companhia.

(Grifo nosso.)

9.1.2 A CVM RECONHECE E INSTRUI

A Instrução n. 59/1986 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tornou a

DMPL obrigatória para as sociedades anônimas de capital aberto. E, mais recentemente, o CPC 26 referenda sua inclusão na lista dos demonstrativos contábeis a serem elaborados e divulgados por essas empresas.

 

Capítulo 10 - APURAÇÃO DE ESTOQUES, TEMPOS E MÉTODOS

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Capítulo 10

APURAÇÃO DE ESTOQUES,

TEMPOS E MÉTODOS

Nas empresas em geral, e sobretudo nas empresas comerciais, o estoque é um item de grande relevância. Pertence ao Ativo circulante do balanço e nele podem estar contidas, além das mercadorias, as contas Materiais de embalagens, Materiais de expediente e Almoxarifado. A conta Mercadoria, por seu turno, é o ponto focal das operações de compra e venda. Ou seja, é nela que se registram contábil e extracontabilmente todas as entradas e saídas dos bens e produtos que a empresa comercializou no período considerado.

Calcular o custo da mercadoria correspondente a cada saída, determinando o volume e o preço do estoque a cada operação ou série de operações, requer um procedimento técnico específico, denominado apuração. Esta, por sua vez, revelará valores diferentes em função da periodicidade que a empresa adota para o levantamento do inventário e dos critérios (ou métodos) empregados para determinar os custos da mercadoria usada no conjunto das vendas.

 

Capítulo 11 - ELEMENTOS DE CUSTOS – TÓPICOS RELEVANTES PARA O EXAME DE SUFICIÊNCIA DO CFC

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Capítulo 11

ELEMENTOS DE CUSTOS – TÓPICOS

RELEVANTES PARA O EXAME DE

SUFICIÊNCIA DO CFC

Neste capítulo, oferecemos aos leitores uma rápida contribuição sobre a contabilidade de custos e alguns de seus componentes de maior presença nas questões contábeis de cada dia. Trata-se, assim, de uma síntese – e não de um estudo aprofundado – destinada, em princípio, àqueles estudantes com demandas conceituais de base na matéria. Incluímos nesse time os atuais e futuros finalistas dos bacharelados em ciências contábeis, com passagem reservada para o exame de suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

As provas aplicadas pelo CFC, embora habitualmente permeiem todo o ementário do curso de ciências contábeis, apresentam, sempre, certo número de questões das disciplinas de custos, seus conceitos e desdobramentos. Vamos, pois, aos tópicos:

11.1 CUSTOS DIVIDIDOS

11.1.1 APLICABILIDADE

11.1.1.1 DIRETOS OU PRIMÁRIOS

São os elementos diretamente incluídos no cálculo dos produtos. Isto é, os principais materiais usados na fabricação, somados à Mâo de Obra Direta (MOD).

 

Capítulo 12 - SISTEMAS DE CUSTEIO E OUTROS TÓPICOS RELEVANTES

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Capítulo 12

SISTEMAS DE CUSTEIO E OUTROS

TÓPICOS RELEVANTES

Sistemas de custeio são formas ou critérios praticados pela contabilidade na apropriação dos custos à produção da empresa. Conforme o sistema escolhido, certas categorias de custos podem ou não integrar os custos finais de um produto.

É indispensável que os usuários das informações fornecidas pela contabilidade de custos saibam distinguir os sistemas de custeio e os efeitos de cada um na composição do produto. Assim conhecerão como o sistema escolhido por sua empresa opera na composição dos custos daquilo que ela fabrica.

Neste capítulo abordaremos apenas alguns sistemas, indispensáveis ao escopo deste trabalho.

12.1 CUSTEIO POR ABSORÇÃO – TUDO INCLUSO

No sistema denominado custeio por absorção, todos os custos são apropriados ao produto, ou seja, fixos e variáveis, diretos e indiretos. Assim, os custos fixos e variáveis são “estocados” e figuram no resultado somente quando se faz a venda da produção que lhes corresponde.

 

Capítulo 13 - CUSTO INICIAL OU CUSTO DO INVESTIMENTO INICIAL

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Capítulo 13

CUSTO INICIAL OU CUSTO DO

INVESTIMENTO INICIAL

Um item importante do chamado orçamento de capital é o custo inicial do investimento. O investimento a que este tópico se refere está relacionado com a aquisição de um bem de capital, isto é, um bem de longa duração, cuja função seja transformar materiais em produtos diferentes. Esse bem será empregado na elaboração dos produtos com que a empresa atua em seu mercado, os quais vão gerar, no todo ou em parte, suas receitas operacionais nos períodos subsequentes.

Em que consiste ou de que se compõe esse custo inicial?

Custo inicial, ou custo do investimento inicial, é o custo real com que a empresa arcará para iniciar um investimento. Uma vez conhecidos os custos iniciais capazes de ativar um projeto, a empresa terá dados suficientes para comparar o investimento inicial com seus benefícios futuros. Dessa forma, e somente assim, pode-se avaliar se o projeto merece ser implementado.

Para determinar o custo do investimento inicial (Hoji, 2014), é indispensável que algumas questões sejam prontamente respondidas. Vejamos as principais:

 

Capítulo 14 - ALAVANCAGEM FINANCEIRA: quanto valem os juros?

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Capítulo 14

ALAVANCAGEM FINANCEIRA: quanto valem os juros?

Alavancagem financeira pode ser definida como o efeito (positivo ou negativo) que o capital de terceiros (CT) produz sobre o patrimônio líquido (PL) da empresa.

A imagem adequada para ilustrar esse conceito é a de uma alavanca, impulsionando o capital da entidade para cima ou para baixo. Quando o passivo exigível da empresa produz efeito positivo em seu patrimônio líquido, a alavancagem é favorável. Se, porém, o efeito for negativo, a alavancagem é desfavorável. Há também a hipótese de o capital de terceiros (passivo exigível) não alavancar o patrimônio líquido da empresa nem para cima nem para baixo. Nesse caso, conforme veremos nos exemplos subsequentes, a alavancagem é nula.

Convém esclarecer que os estudiosos das finanças denominam capital de terceiros todo o passivo exigível da empresa, a curto ou a longo prazo. No balanço patrimonial, isso está representado pelo passivo circulante e o passivo não circulante, o que abrange tudo o que a empresa deve a seus credores.

 

Capítulo 15 - EXERCÍCIOS COM CUSTOS

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Capítulo 15

EXERCÍCIOS COM CUSTOS

Retome os capítulos 11 a 14 e responda corretamente às questões propostas:

QUESTÃO 1

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

Calcule a Margem de Contribuição Total (MCT) do produto A, partindo dos seguintes dados:

Preço unitário de venda..........................................................R$

13,00

Receita líquida de vendas.......................................................R$455.000,00

Custos variáveis......................................................................R$300.000,00

Despesas variáveis..................................................................R$ 15.000,00

QUESTÃO 2

PONTO DE EQUILÍBRIO (PE)

Calcule a quantidade que deve ser vendida para cobrir todos os custos de certo produto, a partir dos seguintes dados:

Custos fixos............................................................................R$ 27.000,00

Despesas fixas........................................................................R$ 15.000,00

 

Capítulo 16 - QUESTÕES DE CONCURSOS

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Capítulo 16

QUESTÕES DE CONCURSOS

1. (Cespe/TRE MS/Analista/Contabilidade/2013) No mês de dezembro de 2012, em uma empresa hipotética, ocorreram os fatos descritos a seguir.

ÙDespesa

Ù de janeiro de 2013, paga em dezembro de 2012 = R$1.000,00;

ÙDespesa

Ù de dezembro de 2012, a ser paga em janeiro de 2013 = R$2.000,00;

ÙDespesa

Ù de dezembro de 2012, paga em novembro de 2012 = R$4.000,00;

ÙReceita

Ù de janeiro de 2013, recebida em dezembro de 2012 = R$5.000,00;

ÙReceita

Ù de dezembro de 2012, a ser recebida em janeiro de 2013 = R$6.000, 00;

ÙReceita

Ù de dezembro de 2012, recebida em dezembro de 2012 = R$8.000,00.

ÙDe

Ù acordo com os princípios de contabilidade, na situação hipotética acima descrita, o resultado da empresa em dezembro de 2012 foi igual a a) R$12.000,00. b) R$14.000,00. c) R$ 6.000,00. d) R$ 8.000,00. e) R$10.000,00.

RESPOSTA D

2. (Cespe/Analista/TRE/ME/2010) Determinada indústria foi contratada no mês de janeiro/20X3 para montar um computador de grande porte para entrega futura. Em março/20X3, o contratante adiantou-lhe 60% do preço do computador para aquisição de peças e acessórios necessários ao início da montagem dos acabamentos do equipamento. No final de abril/20X3, a contratada já estava com o hardware encomendado em fase de testes e embalagem. No início de junho/20X3, foi feita a entrega do computador ao encomendante, mediante o recebimento de 10% do preço acordado. Os restantes 30% foram pagos pelo cliente no mês de agosto/20X3.

 

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