Fisiologia do Exercício - Para Saúde, Aptidão e Desempenho, 2ª edição

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Abrangente e extremamente didático! Plowman | Fisiologia do Exercício para Saúde, Aptidão e Desempenho combina, como poucos livros, a teoria e as aplicações práticas. A obra possibilita que docentes e leitores mantenham seu próprio cronograma de estudo, sem que seja necessário seguir a ordem dos capítulos. Um livro atual, completo, de linguagem clara e prático. Para oferecer uma sólida base pedagógica, os capítulos obedecem a uma sequência consistente de apresentação: anatomia e fisiologia básicas, mensuração e significado das variáveis mais importantes para compreender a fisiologia do exercício, respostas ao exercício, princípios do treinamento e as adaptações induzidas e aplicações especiais, problemas e considerações. Principais características: - Boxes relacionam os conceitos com recomendações para aplicações práticas; - A abordagem é eficiente e o texto tem referências de grande valor didático; - Entre os temas contemplados estão anatomia, mensuração e variáveis da fisiologia do exercício, princípios do treinamento, aplicações especiais; - Todos os capítulos têm questões de autoavaliação.

 

27 capítulos

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Capítulo 1 - Aquecimento

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Aquecimento

Unidade Introdutória

Capítulo 1

Aquecimento

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Descrever o que é a fisiologia do exercício e discutir por que você precisa estudá-la.

• Identificar a estrutura organizacional deste texto.

• Estabelecer as diferenças entre as respostas ao exercício e as adaptações ao treinamento.

• Enumerar e explicar as cinco categorias de exercício cujas respostas são documentadas do começo ao fim deste livro.

• Enumerar e explicar os fatores que devem ser levados em conta ao interpretar a resposta ao exercício.

• Descrever os padrões gráficos que as variáveis fisiológicas podem exibir em resposta às diferentes categorias de exercício e como resultado da adaptação ao treinamento.

• Enumerar e explicar os princípios do treinamento.

• Descrever as diferenças e as semelhanças entre a aptidão física relacionada à saúde e específica para cada esporte.

• Definir e explicar a periodização.

 

Capítulo 2 - Controle Neuroendócrino do Exercício

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Controle Neuroendócrino do Exercício

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Unidade Introdutória

Capítulo 2

Controle Neuroendócrino do Exercício

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Identificar e descrever resumidamente o papel dos dois sistemas envolvidos na manutenção da hemostasia.

• Identificar as mudanças que podem ocorrer em uma célulaalvo como resultado da ligação de um neurotransmissor ou hormônio ao receptor celular (ativação por receptor).

• Descrever a estrutura do sistema nervoso.

• Identificar as regiões de um neurônio e discutir a importância de cada uma delas.

• Descrever os papéis dos sistemas nervosos somático e autônomo em relação ao movimento e à regulação da resposta ao exercício.

• Identificar os hormônios primários envolvidos na regulação da resposta ao exercício e descrever a resposta desses hormônios ao exercício.

• Identificar as adaptações que ocorrem no sistema hormonal como resultado do treinamento com exercícios.

 

Capítulo 3 - Produção de Energia

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Produção de Energia

Unidade de Sistemas Metabólicos

Capítulo 3

Produção de

Energia

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Descrever o papel do ATP.

• Resumir os processos da respiração celular para a produção de ATP a partir dos substratos combustíveis representados por carboidratos, gorduras e proteínas.

• Calcular a produção de ATP a partir de glicose ou glicogênio, ácidos graxos e precursores dos aminoácidos.

• Descrever os objetivos da regulação metabólica durante o exercício.

• Explicar como a produção de energia é regulada por fatores intracelulares e extracelulares.

• Comparar o uso relativo de substratos combustíveis representados por carboidratos, gorduras e proteínas tomando-se como base a intensidade e a duração do exercício.

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Produção de Energia

Introdução

A maioria dos indivíduos faz pelo menos três refeições por dia.

Além da enorme variação no conteúdo dessas refeições e dos atributos sociais ou psicológicos que poderiam ser atribuídos a elas, a ingestão de alimentos é fisiologicamente necessária para proporcionar a energia essencial para toda a atividade celular — e, conseqüentemente, corporal. Para proporcionar essa energia, o alimento deve ser transformado em energia química.

 

Capítulo 4 - Metabolismo Anaeróbico Durante o Exercício

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Metabolismo Anaeróbico Durante o Exercício

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Unidade de Sistemas Metabólicos

Capítulo 4

Metabolismo Anaeróbico

Durante o Exercício

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Descrever o continuum de energia no que se relaciona com durações variáveis do exercício sustentável máximo.

• Dar exemplos de esportes ou eventos dentro dos esportes nos quais o sistema ATP-PC, láctico ou do oxigênio predomina.

• Enumerar as principais variáveis que são medidas tipicamente para descrever a resposta anaeróbica ao exercício e, quando apropriado, o próprio teste real com exercícios.

• Explicar as razões fisiológicas pelas quais o lactato pode acumular-se no sangue.

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• Estabelecer a diferença entre a potência e a capacidade dos sistemas ATP-PC, láctico e do oxigênio.

• Identificar o déficit de oxigênio e o consumo excessivo de oxigênio após o exercício, e explicar as causas de cada um deles.

• Descrever as mudanças no ATP e na PC que ocorrem durante um exercício intenso de carga constante com duração de 3 min ou menos.

 

Capítulo 5 - Metabolismo Aeróbico Durante o Exercício

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Metabolismo Aeróbico durante o Exercício

Unidade de Sistemas Metabólicos

Capítulo 5

Metabolismo Aeróbico

Durante o Exercício

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Enunciar e explicar as principais variáveis usadas para descrever a resposta metabólica aeróbica ao exercício.

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• Explicar as técnicas de avaliação laboratorial e de campo usadas para obter informação acerca do metabolismo aeróbico durante o exercício.

• Comparar e contrastar o consumo de oxigênio durante o exercício aeróbico (a) de intensidade leve a moderada, de curta duração; (b) do exercício submáximo moderado a intenso, de longa duração; (c) do exercício aeróbico incremental até o máximo; (d) do exercício estático; e

(e) do exercício com resistência dinâmica.

• Descrever como o custo em oxigênio da respiração se modifica durante o exercício.

• Calcular a relação de permuta respiratória e interpretar o que significa em termos de utilização do substrato energético.

 

Capítulo 6 - Princípios de Treinamento Metabólico e Adaptações

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Princípios de Treinamento Metabólico e Adaptações

Unidade de Sistemas Metabólicos

Capítulo 6

Princípios de Treinamento

Metabólico e Adaptações

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Especificar e aplicar os princípios de treinamento para a intensificação metabólica.

• Descrever e explicar as adaptações metabólicas que ocorrem normalmente como resultado de um programa de treinamento bem elaborado e executado com extremo cuidado.

• Discutir o impacto da genética sobre a treinabilidade metabólica e deduzir uma aplicação prática baseada nessa discussão.

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Princípios de Treinamento Metabólico e Adaptações

Introdução

Para proporcionar um programa de treinamento que satisfaça os objetivos metabólicos do indivíduo é necessário aplicar sistematicamente os princípios do treinamento. A maneira pela qual esses princípios são aplicados determinará o grau em que os sistemas aeróbico e/ou anaeróbico de produção de energia são enfatizados, o que por sua vez determinará as adaptações que ocorrem ao treinamento.

 

Capítulo 7 - Nutrição para Aptidão e Atividades Atléticas (Atletismo)

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Nutrição para Aptidão e Atividades Atléticas (Atletismo)

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Unidade de Sistemas Metabólicos

Capítulo 7

Nutrição para Aptidão e

Atividades Atléticas (Atletismo)

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Enumerar as metas para a nutrição durante o treinamento e para a nutrição durante a competição, e explicar por que elas são diferentes.

• Comparar uma dieta balanceada para indivíduos sedentários ou uma dieta balanceada para indivíduos ativos em termos de ingesta calórica; da ingestão de carboidratos, gorduras e proteínas; e das demandas de vitaminas, minerais e líquidos.

• Discutir os aspectos positivos e negativos de uma dieta rica em carboidratos.

• Interpretar o índice glicêmico; identificar os alimentos comuns com um índice glicêmico alto, moderado e baixo, e explicar a melhor utilização de cada classificação.

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• Discutir as situações em que um aumento na ingestão de proteínas acima da QDR é aconselhável e quando não é aconselhável.

 

Capítulo 8 - Composição Corporal: Determinação e Importância

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Composição Corporal: Determinação e Importância

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Unidade de Sistemas Metabólicos

Capítulo 8

Composição Corporal:

Determinação e

Importância

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Descrever a técnica da pesagem hidrostática

(densitometria) e explicar suas bases teóricas.

• Calcular a densidade corporal e o percentual de gordura corporal.

• Discutir as variações nas conjecturas básicas da densitometria evidentes em crianças, adolescentes e idosos; e mostrar como essas variações possuem significado prático.

• Enumerar e identificar as vantagens e desvantagens das estimativas de campo da composição corporal.

• Comparar o percentual de gordura corporal estimado pelas pregas cutâneas e pela impedância bioelétrica com o percentual de gordura corporal determinado por pesagem hidrostática.

• Contrastar o percentual de gordura corporal e os padrões de distribuição da gordura em um homem adulto comum e em uma mulher adulta comum.

 

Capítulo 9 - Composição Corporal e Controle do Peso

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Composição Corporal e Controle do Peso

217

Unidade de Sistemas Metabólicos

Capítulo 9

Composição Corporal e

Controle do Peso

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Enunciar a equação do equilíbrio calórico e definir e explicar seus componentes.

• Discutir o impacto da dieta, na forma de restrição calórica, sobre os componentes da equação do equilíbrio calórico.

• Discutir o impacto de uma sessão de exercícios sobre os componentes da equação do equilíbrio calórico.

• Discutir o impacto do treinamento com exercícios sobre os componentes da equação do equilíbrio calórico.

• Comparar e contrastar os efeitos apenas da dieta, apenas do exercício, e da dieta mais exercício combinados sobre o controle do peso e da composição corporais.

• Aplicar os princípios do treinamento ao controle do peso e da composição corporais.

• Elaborar diretrizes para ajustar (manipular) o peso em um determinado esporte.

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Capítulo 10 - Respiração

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Respiração

Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 10

Respiração

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Estabelecer a diferença entre e explicar as variáveis que compõem a ventilação pulmonar, a respiração externa e a respiração interna.

• Identificar as zonas condutora e respiratória do sistema respiratório e comparar as funções das duas zonas.

• Explicar a mecânica da respiração.

• Estabelecer a diferença entre circulação pulmonar e circulação brônquica.

• Descrever os volumes pulmonares estáticos e dinâmicos.

• Estabelecer as diferenças entre as condições nas quais as medidas respiratórias são coletadas e relatadas.

• Calcular a ventilação-minuto e alveolar, a pressão parcial de um gás em uma mistura, a quantidade de oxigênio carreada por decilitro de sangue e a diferença arteriovenosa de oxigênio.

• Explicar como a respiração é regulada em repouso e durante o exercício.

 

Capítulo 11 - Resposta Respiratória ao Exercício, Adaptações ao Treinamento e Considerações Especiais

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270

Resposta Respiratória ao Exercício, Adaptações ao Treinamento e Considerações Especiais

Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 11

Resposta Respiratória ao Exercício,

Adaptações ao Treinamento e Considerações Especiais

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Representar graficamente e explicar o padrão de resposta para as principais variáveis respiratórias durante o exercício aeróbico leve a moderado, de curta duração.

• Representar graficamente e explicar o padrão de resposta para as principais variáveis respiratórias durante o exercício aeróbico submáximo de moderado a intenso, de longa duração.

• Representar graficamente e explicar o padrão de resposta para as principais variáveis respiratórias durante o exercício aeróbico incremental até o máximo.

• Representar graficamente e indicar os padrões de resposta para as principais variáveis respiratórias durante o exercício estático.

• Comparar e contrastar as respostas da ventilação pulmonar, da respiração externa e da respiração interna ao exercício aeróbico submáximo de leve a moderado, de curta duração; ao exercício aeróbico submáximo de moderado a intenso, de longa duração; ao exercício aeróbico incremental até o máximo; e ao exercício estático.

 

Capítulo 12 - Sistema Cardiovascular

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Sistema Cardiovascular

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Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 12

Sistema Cardiovascular

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Explicar as funções do sistema cardiovascular.

• Identificar os vários componentes do sistema cardiovascular.

• Estabelecer a diferença entre os vasos que compõem o sistema cardiovascular, e comparar a pressão, a velocidade e a resistência em cada tipo de vaso.

• Explicar como a excitação elétrica se propaga através do sistema de condução do coração.

• Explicar as relações entre as alterações elétricas, tensionais

(da pressão), contráteis e volumétricas ao longo de todo o ciclo cardíaco.

• Calcular a pressão arterial média, a resistência periférica total e o débito cardíaco.

• Descrever os mecanismos hormonais que permitem manter o volume sanguíneo.

• Explicar como é regulado o sistema cardiovascular.

• Descrever a mensuração do consumo máximo de oxigênio, do débito cardíaco, do volume sistólico, da freqüência cardíaca e da pressão arterial.

 

Capítulo 13 - Respostas Cardiovasculares ao Exercício

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Respostas Cardiovasculares ao Exercício

333

Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 13

Respostas

Cardiovasculares ao Exercício

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Representar graficamente e explicar o padrão da resposta para as principais variáveis cardiovasculares durante o exercício aeróbico submáximo leve a moderado, de curta duração.

• Representar graficamente e explicar o padrão da resposta para as principais variáveis cardiovasculares durante o exercício aeróbico submáximo moderado a intenso, de longa duração.

• Representar graficamente e explicar o padrão da resposta para as principais variáveis cardiovasculares durante o exercício aeróbico incremental até o máximo.

• Representar graficamente e explicar o padrão de resposta para as principais variáveis cardiovasculares durante o exercício de resistência dinâmica.

• Representar graficamente e explicar o padrão de resposta para as principais variáveis cardiovasculares durante o exercício estático.

 

Capítulo 13, continuação…

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Respostas Cardiovasculares ao Exercício

rência de uma falha (Fleck e Dean, 1987; MacDougall, et al.,

1985). A Figura 13.23a mostra a pressão arterial média, medida pelo método intra-arterial, durante uma série de exercícios para pressão de perna que representavam 95% de uma repetição máxima, e a Figura 13.23b mostra a freqüência cardíaca durante esses exercícios. Nesse estudo o pico da pressão sistólica era em média de 320 mmHg e o pico da pressão diastólica era em média de 250 mmHg! A elevação dramática na pressão arterial durante o exercício de resistência dinâmica resulta da compressão mecânica exercida sobre os vasos sanguíneos e da realização da manobra de Valsalva (como explicado no Capítulo 11). A resistência periférica total é mais alta durante o exercício de resistência dinâmica que durante o exercício aeróbico dinâmico, por causa da vasoconstrição causada pelo reflexo pressor. De fato, alguns estudos relataram um ligeiro aumento na resistência periférica total durante o exercício de resistência, em vez da redução que é observada com o exercício aeróbico (Lentini et al., 1993;

 

Capítulo 14 - Princípios de Treinamento Cardiorrespiratório e Adaptações

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Princípios de Treinamento Cardiorrespiratório e Adaptações

363

Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 14

Princípios de Treinamento

Cardiorrespiratório e Adaptações

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Discutir a aplicação de cada um dos princípios de treinamento para a elaboração de um programa de treinamento cardiorrespiratório.

• Explicar como o princípio FIT está relacionado ao princípio da sobrecarga.

• Estabelecer a diferença entre os métodos utilizados para classificar a intensidade do exercício.

• Calcular as variações na intensidade do treinamento utilizando os métodos do percentual da freqüência cardíaca máxima, do percentual da reserva da freqüência cardíaca e do percentual da reserva de consumo de oxigênio.

• Discutir os métodos da especificidade da modalidade e do treinamento cruzado no sentido de induzir adaptações cardiovasculares.

• Identificar as adaptações cardiovasculares centrais e periféricas que ocorrem em repouso, durante o exercício submáximo e com o exercício máximo após um programa de treinamento com endurance dinâmica ou com resistência dinâmica.

 

Capítulo 15 - Termorregulação

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392

Termorregulação

Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 15

Termorregulação

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Identificar os fatores ambientais que afetam a termorregulação humana e utilizar os índices do estresse térmico e da queda de temperatura (esfriamento) induzida pelo vento (windchill) para determinar o risco associado ao exercício em várias condições.

• Descrever o equilíbrio térmico e discutir os fatores que contribuem para o ganho e a perda de calor.

• Enumerar e definir os mecanismos pelos quais o corpo perde calor.

• Identificar os fatores que influenciam a troca (permuta) de calor entre o indivíduo e o meio ambiente.

• Descrever os desafios enfrentados pelo sistema cardiovascular quando o exercício é realizado em um ambiente quente e em um ambiente frio.

• Estabelecer a diferença entre os diversos tipos de enfermidade induzida pelo calor em termos de sintomas, causas e primeiros socorros.

 

Capítulo 16 - Fatores de Riscopara Doença Cardiovascular e Atividade Física

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Fatores de Risco para Doença Cardiovascular e Atividade Física

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Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 16

Fatores de Risco para

Doença Cardiovascular e Atividade Física

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Identificar os fatores de risco cardiovasculares e classificálos como fatores de risco principais que podem ou não ser modificados, fatores de risco que contribuem ou fatores de risco não-tradicionais.

• Descrever a relação entre cada fator de risco e a doença cardiovascular. Identificar de que maneira o treinamento com exercícios influencia cada um dos fatores de risco.

• Rastrear os fatores de risco cardiovasculares desde a infância até a idade adulta.

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Fatores de Risco para Doença Cardiovascular e Atividade Física

Introdução

No início desta unidade foi feita uma distinção entre a aplicação dos princípios de treinamento para a obtenção das metas na área da saúde e da aptidão. O fator relacionado à saúde que mais preocupa é a doença cardiovascular (DCV), a qual inclui, porém sem limitar-se a, doença cardíaca coronariana (que pode resultar em infarto do miocárdio ou ataque cardíaco), doença vascular cerebral (que pode evoluir para acidentes vasculares cerebrais), hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, aterosclerose e aneurismas, doença vascular periférica (que pode acarretar claudicação ou dor intensa na panturrilha durante a deambulação) e doenças cardíacas reumáticas. A doença cardíaca coronariana

 

Capítulo 17 - Sistema Imune, Exercício, Treinamento e Enfermidade

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Sistema Imune, Exercício, Treinamento e Enfermidade

427

Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 17

Sistema Imune,

Exercício, Treinamento e Enfermidade

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Identificar as células primárias dos ramos inato e adaptativo do sistema imune e indicar os mecanismos pelos quais elas induzem a destruição dos antígenos.

• Descrever a seqüência de eventos na inflamação.

• Estabelecer a diferença entre a resposta imune ao exercício aeróbico moderado e ao exercício exaustivo.

• Descrever a teoria do supratreinamento baseada nas citocinas.

• Responder à questão: O exercício aumenta ou reduz a probabilidade de contrair uma enfermidade?

• Descrever o papel da atividade física na vida de um indivíduo infectado pelo HIV

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Sistema Imune, Exercício, Treinamento e Enfermidade

Introdução

O treinamento com exercícios comporta muitos benefícios para a saúde; com freqüência, os indivíduos ativos, talvez com sua própria inclusão, alegam sentir-se melhor e mais saudáveis que seus amigos sedentários. Eles alegam esses benefícios não apenas porque alteraram seus fatores de risco para as doenças mais comuns, mas também porque foram acometidos por menos resfriados, gripes, dores de garganta e outras enfermidades comuns. Por outro lado, não é raro tomar conhecimento de que um atleta olímpico ou profissional saiu de seu leito de enfermo para competir ou que não está competindo por causa de uma enfermidade, e não de uma lesão. Qual seria a diferença entre esses dois eventos? Será que o treinamento com exercícios torna o indivíduo mais resistente a infecções ou enfermidades, ou será que o treinamento com exercícios torna os indivíduos mais aptos mais suscetíveis a uma infecção? Para poder responder a essas perguntas, devemos explorar a relação entre treinamento com exercícios e o sistema imune. Além disso, é preocupante o papel do exercício ou do treinamento com exercícios nos indivíduos com infecções conhecidas (independentemente de tratar-se de um simples resfriado ou de HIV/AIDS). Será que eles deveriam ou nãos ser ativos?

 

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